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Summit: O supercomputador mais rápido do mundo é norte-americano


Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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16 Respostas

  1. d4rkw3b says:

    Isto vai ser ainda mais interessante quando aparecerem os processadores quânticos.
    O que falta no artigo (A meu ver) é o custo de produção de um monstro destes.

  2. Nuno Cardeiro says:

    Se mais alguém estiver interessado, isto roda Red Hat Enterprise, mas tem diversas outras aplicações específicas feitas à medida do foro científico.
    Só não sei se corre crysis em ultra, mas também não vale a pena ser tão otimista…

  3. Belmiro says:

    Atenção que ele não consome a água mas sim faz circular essa água (em circuito fechado) para arrefecer o sistema. Relativamente ao preço não me parece que interesse já que são contratos privados com manutenção e muitas vezes ajudados pelos militares.

  4. Diinisio says:

    Isto para minerar é que era!

    • lmx says:

      Humm…duvido
      Cada vez que ligares essa coisa, as luzes da cidade mais próxima até piscam.. 😀

      O Consumo energético é de tal forma grande …que o conceito “Make America Great Again”, se transformava em algo do género “Put Money in America again” 😀

  5. lmx says:

    Os Supercomputadores não teem surgido nos Últimos Anos..

    Os Países mais avançados teem Supercomputadores desde a década de 50( União Soviética e Estados Unidos ), á quase 70 anos atrás..
    O Resto do mundo, porque não tinham tecnologia, é que experiência desde ha umas décadas para cá, este tipo de máquinas..

  6. Costa says:

    A pergunta devo ser, para que serve realmente este bicho?
    No site diz isto: “With Summit we will be able to address, with greater complexity and higher fidelity, questions concerning who we are, our place on earth, and in our universe.”
    Mas isto é muito genérico, isto é tão genérico que nem faz sentido, é tipo um título floral para dizer, serve para o que nos apetecer.

    • António Campos Leal says:

      Deve ser para nos controlar a todos e mais alguns.

    • André Cardoso says:

      Deve ser porque estes supercomputadores não têm um único propósito definido. Penso que devem ser vistos mais como uma (super) ferramenta que os investigadores usam. Por isso mesmo eles abriram um call for proposals: https://www.olcf.ornl.gov/olcf-resources/compute-systems/summit/summit-early-science-program-call-for-proposals/

      • Costa says:

        Pois, mas há algo que não percebo. Então construímos algo que não tem propósito definido, gastamos logo de rajada milhões, e depois fazemos call for proposals ao estilo leilão?
        Eu não estou muito por dentro destes tipos de negocio, pois para mim, ou já se tem algum tipo de propósito e o dinheiro aparece para financiar tal projecto, ou não percebo como é que se faz algo caro, sem propósito, e se convence alguém a enterrar logo ali milhões, e depois logo se vê em “leiloes” o que conseguimos arranjar. Parece mal explicado.

        • lmx says:

          Este Supercomputador…deve ser partilhado, mas pertencendo ele ao Oak Ridge National Laboratory..
          Obviamente que o propósito principal é nuclear..nas férias pode fazer outras coisas, para rentabilizar..

          Novas armas atómicas, simulações, e até para criar novos Combustíveis Nucleares..
          Nas ultimas quase 3 décadas a Russia Forneceu os EUA com energia Atómica…mas em 2014 acabou-se a mama, por causa do golpe de Estado na Ukrania…e os EUA agora terão que desenvolver energia atómica barata segura e competitiva

          Os EUA tem um defice de balança comercial de 600billioes de Dolars/Ano, com o Resto do mundo…está a afundar o Pais,
          O Trump quer reverter…precisa de energia barata para produzir em escala a preços mais baixos..

        • André Cardoso says:

          Primeiro de tudo, não somos nós, são os EUA. Segundo, a Oak Ridge Leadership Computing Facility pertence ao Departamento de Energia dos EUA, portanto é uma instituição governamental. Terceiro, este tipo de investimento (na ciência no geral) é sempre positivo para o país que investe e para a sociedade no geral, mas não se pense que o Estado americano não ganha nada com isto, pois eles têm fortes laços com a indústria.
          Mas todas as tuas dúvidas são respondidas na própria página da instituição, por ex: https://www.olcf.ornl.gov/about-olcf/overview/

  7. Dinis says:

    Elucidem-me, porque não utilizamos processadores quânticos para atingir este tipo de computação?

    • Rudi says:

      Não está propriamente 100% estável, é complicado, extremamente sensível e um pouco instável para certas computações, depende dos algoritmos e do “ruido” porque há variações e não é propriamente zero e um pode ser 0,6.
      O desenvolvimento de aplicações ou algoritmos para os quantum já é uma investigação por si só.

      https://www.youtube.com/watch?v=PN7mPYcWFKg

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