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Cientistas eliminam o HIV em seis pacientes com células estaminais


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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25 Respostas

  1. Bruno Nogueira says:

    Não sou entendido nesta área, mas parece ser excelentes notícias.
    Apesar de acreditar, na teoria da conspiração de que já existe um cura não divulgada, não deixa ser um marco importante estes avanços.
    A ser verdade e é uma excelente noticias para a humanidade e para todos os portadores.

  2. Carlos1 says:

    Fantástico

  3. Filipe Ezequiel says:

    Retifico, Isso é um passo gigantes para a medicina e para a humanidade!

  4. JLB says:

    Uma questão para reflectir…
    Será que estas estratégias/métodos de eliminação/combate a virus “orgânicos” podem se alguma forma correlacionar-se ou aplicar-se com estratégias/métodos de eliminação/combate a virus informáticos! Até porque por exemplo os virus “orgânicos” tem mutações ao longo do tempo por analogia com os virus informáticos ou vice-versa.

  5. Asdrubal says:

    Muito boa notícia!
    Pelo que percebo já conseguem eliminar o vírus HIV, contudo, há ainda dificuldade em eliminar essas células dormentes infectadas.
    Estar-se contaminado com o vírus, ser-se seropositivo, não é sinónimo de sofrimento e morte, ou nem sequer chegar ao estado de SIDA, mas uma doença crónica que não tem de contaminar outro quando tratado.

    • Kekes says:

      O que o vírus da sida faz é incrustar o seu código genético nas células do doente. Então a não ser que se elimine todas as células com esse código não se consegue curar o paciente. O que se consegue fazer é reduzir o número de linfócitos activos com vírus a 0, mas existem alguns linfócitos que duram dezenas de anos, são linfócitos que estão a dormir.

      O que se está a fazer nestes estudos é como uma quimioterapia em leucemia, destruir tudo e por células saudáveis eliminando o vírus. O problema é que tens de aguentar o máximo de tempo possível sem defesas, qualquer infecção mata os pacientes, e conseguir aguentar esse transplante funcional. Evolução neste tratamento irão de mão dada com tratamentos oncológicos, o que é óptimo pois aumenta o investimento.

      Creio que isto é só uma etapa até chegar algo melhor, são tratamentos muito agressivos e com muitos riscos.

      • Asdrubal says:

        Creio ter havido uma notícia há anos, de um indivíduo que fez tratamento de quimioterapia para tratamento de cancro, e aproveitaram para fazer tratamento ao HIV em que ele estava infectado, ficou sem defesas nenhuma. Recuperou durante alguns anos, mas ao que parece, o vírus voltou.

        • Filipe Ezequiel says:

          Isso é como tudo, se der dinheiro sai para fora, não dá dinheiro ignora-se, o ruxolitinib um medicamento para o tratamento da medula, foi testado em três pessoas com alopecia areata moderada a grave. Os três tomaram todos os dias duas doses de 20 miligramas e o cabelo voltou a nascer “quase totalmente” ao fim de três a cinco meses. Não dá dinheiro ardeu a tenda, dá dinheiro sai para o mercado! Pimba.

          • forevertheuni says:

            Tentaram outra vez com a mesma técnica em mais 3 pessoas (salvo erro do número). A carga viral voltou.
            Igual ao “mississipi baby” acabou por voltar. O Tim Brown teve uma sorte dos diabos.
            O que se tem tentado fazer é usar anticorpos aliados a antiretrovirais para fazer depleção de células infectadas. O problema é que há celulas em todo o lado. E há celulas residentes em tecidos que não exprimem proteinas de HIV o tempo todo (e os anticorpos não as eliminam.

        • forevertheuni says:

          Timothy Brown, também conhecido por Berlin Patient. Estive com ele há um par de anos. Quando usaram as células de um doador para tratar a leucemia (pela medula óssea). Tinha mutação num dos co-receptores de HIV. E quanto saiba. a carga viral ainda é indetectável sem medicação estes anos todos. Cura n=1. Quanto a esta. Não vou comentar, já que não consigo ler o artigo. O Abstract está muito mal escrito

        • forevertheuni says:

          Timothy Brown, também conhecido por Berlin Patient. Estive com ele há um par de anos. Quando usaram as células de um doador para tratar a leucemia (pela medula óssea). Tinha mutação num dos co-receptores de HIV. E quanto saiba. a carga viral ainda é indetectável sem medicação estes anos todos. Cura n=1. Quanto a esta. Não vou comentar, já que não consigo ler o artigo. O Abstract está muito mal escrito

    • Debi says:

      Na matéria, diz justamente q conseguem eliminar esses vírus dormentes das células nas quais eles se escondem

  6. John says:

    Só são excelentes noticias, se a “cura” estiver disponivel à população em geral, e não apenas aos que têm bolsos cheios 🙂
    Em todo o caso é um bom avanço medico.

  7. Vsousa says:

    +1000
    Epic Win!
    Chega de internet por hoje. xD

  8. Hugo says:

    lol Já pediste à Siri o psiquiatra mais próximo? Devias fazê-lo.

  9. Regis says:

    ATENÇÃo que quando afirmam que “Um tratamento experimental levou a que seis doentes infectados com o HIV conseguissem eliminar completamente o vírus do sangue e dos tecidos.” não corresponde à verdade. O que o estudo diz é que : “Analysis of the viral reservoir showed that 5 of 6 participants had full donor chimera in T cells within the first year after transplant, undetectable proviral HIV DNA in blood and tissue, and undetectable replication-competent virus (<0.006 infectious unit per million cells)."
    Não deixa no entanto de ser um excelente notícia.

  10. Pontes says:

    já se conseguem tratar doenças auto-imunes, a minha mulher concluíu com sucesso um tratamento experimental 2 semanas atras, pertenceu à segunda leva de tratamentos, 5 dos 8 da primeira leva ficaram curados, agora na segunda leva TODOS ficaram curados/melhoraram drasticamente ao ponto de já não precisarem de tomar medicamentos.
    depois de 1 ano e meio de tratamentos experimentais, agora está com uma gripe, e diz ela que já não se lembrava de como era “ter uma gripe sem recear que te pode matar”, palavras dela.

    a medicina anda a caminhar a passos largos!

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