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Níveis de radiação de radiofrequência dos iPhones são elevados


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Pedro says:

    Então mas pelas tabelas que até agora conhecíamos os Samsung eram dois melhores e os Xiaomi dos piores.. e segundo um estudo afinal o por é o Samsung s8!!?? Em que ficamos!

    • Nuno says:

      Né? Wtf
      Os samsungs desde a uns anos atras que passaram a utilizar um esquema diferente de antenas para ter a menor quantidade de radiação possivel, e agora vêm com este teste? Wtf

    • cra2sh says:

      Fiquei a pensar no mesmo!!!

    • Filipe says:

      “investigação levada a cabo pelo The Chicago Tribune”. É uma empresa americana. A apple é de onde? Pois. Está explicado o resultado.

      Os aparelhos dos meninos bonitos (que gostam de mostrar) não podem ficar mal vistos

      • Sujeito says:

        A tua fixação com com a Apple nem te permite pensar em condições.

        A apple ficou bastante mal com este teste. Aliás, em todos tem ficado, ASSIM como todas as outras marcas, a malta é que anda a ler os estudos na diagonal.

  2. Bruno says:

    Sinceramente eu acho escandaloso num artigo em que no fim se fala que o pior resultado é de um Samsung galaxy s8 o titulo seja “Níveis de radiação de radiofrequência dos iPhones são elevados”. Ora não sendo mentira leva a crer à partida que os iPhones são os piores nos testes… E não me venham com a desculpa que o texto tem que ser lido na integra…
    Eu até nem gosto da apple mas é preciso não ser tendencioso.

    • Vítor M. says:

      Bom dia. Não percebeste, mesmo lendo o texto todo. Nas análises não apareceu um iPhone com os supostos resultados alto. Apareceram vários. Se fosse um, ok, poderias até confrontar com um da Samsung, mas são vários. Por isso o objeto do título é mostrar que são vários iPhone e não um ou outro de qualquer outra marca. Aqui o importante é a quantidade.

      Qualquer coisa, dispõe.

      • Fixo says:

        Por acaso:
        – O que teve pior resultado (radiação 5 vezes acima do limite definido pe FCC foi o Samsung S8
        – No teste da radiação a 2mm de distância do corpo (ou seja, andar no bolso) os que tiveram melhor resultado, únicos que ficaram abaixo do limite de radiação definido pela FCC, foram o iPhone 8 Plus e o Vivo 5mini.
        Se não teve o pior resultado e, num caso, teve o melhor, o título enfim … É verdade mas diz uma coisa e pode-se ler outra 😉
        Como os testes foram feitos e a interpretação possível dos resultados escrevi um comentário mais abaixo.

        • Vítor M. says:

          Os iPhones mais modernos apresentam piores resultados. Claro, podes sempre ver uma coisa e interpretar à tua maneira. Nesse teu comentário explica bem como o título está correto, nem é preciso muito mais. Vê quando uns telefones foram lançados entre empresas, os seus preços, e o número de vendas. 😉

          O que é..É!

          • Fixo says:

            – Título “Os niveles de radiação radiolétrica são elevados”
            – Mas o Samsung teve o pior resultado, com radiação 5 vezes acima do limite definido pela FCC
            – A FCC diz que há perigo acima das 50 vezes esse limite, ou seja só se a radiação do Samsun aumentasse dez vezes é que era perigosa
            – Os seja, não há, no teste, smartphones com níveis de radiação perigosa.
            – Mas se formos ao título, ao dizer que as radiações do iPhone são elevadas – é porque andam lá perto … mas não andam.
            Quanto aos modelos mais recentes terem maior radiação olha-se para os gráficos e isso não é assim tão linear. As diferenças são muito ligeiras o que dada a complexidade dos testes é irrelevante.
            Não há uma um medidor de radiação que se encosta ao smartphone e mede-se a radiação. Cria-se uma massa de sal, água, etc, para simular o corpo humano e a cabeça e mede-se a radiação absorvida num período. Basta que essa massa não seja igual à usada pelo fabricante e as condições da experiência não sejam iguais, para os resultados serem diferentes.
            E nem o laboratório sabe explicar as diferenças, como refiro mais baixo.
            É mais um post começado por iPhone+um defeito qualquer, que traz sempre mais comentários 😉
            Comentários informados, é que enfim ..

          • Vítor M. says:

            Mas está tudo devidamente explicado no texto, não podemos é ficar a ler o título e deixar de perceber a notícia toda. Volto a referir que analisar máquinas recentes da Apple mostra que continuam a ter índices altos, mesmo que não queiras ver isso, face a equipamentos mais antigos da Samsung. Estás a falar em equipamentos recentes, topos de gama e não outra coisa qualquer. No título não diz que A é mais perigoso que B, fala em níveis altos de radiação. Lê tudo para perceberes.

            Sobre a tua explicação de perigosidade… é a tua explicação, por isso é que há uma entidade reguladora.

  3. LSousa says:

    Pois é verdade….

  4. cK says:

    Cheira-me a tanga. Até porque se alguém já abriu algum Samsung, os pontos de antena estão diversificados em vários pontos na periferia do telemóvel. Isto para não concentrar todo a radiação num local só é também para captar melhor sinal em redor do equipamento.

  5. albino negro says:

    Va la organizem-se… Fanboys para um lado.. hatters para o outro…

  6. Fixo says:

    Foram testados modelos da:
    – Apple – iPhone 7s, 8, 8 plus, X
    – Samsung – Galaxy S8, S9 e J3
    – Motorola – e5Play, e6Play
    – Vivo – 5mini

    Convém perceber que, segundo a FCC, a radiação radioelétrica (não confundir com radiação ionizada) só é perigosa 50 vezes acima do limite que está definido como standard. O máximo foi o Galaxy S8 que deu 5 vezes.

    Mas há uma grande embrulhada com os testes. Vamos ver:
    – Se os smartphones estão à venda nos EUA é porque foram certificados pela FCC
    – Mas a FCC não os examina, recebe a informação do fabricante (suponho que o fabricante apresentará testes de laboratórios credenciados, que testam alguns exemplares – em milhões)
    – O laboratório do teste do jornal está credenciado para fazer testes a radiação radioelétrica, mas não tem tem trabalhado com smartphones.
    – Numa primeira fase de testes, o laboratório diz que seguiu as especificações da FCC para fazer o teste. Os fabricantes (Apple, Motorola e Samsung) disseram que faziam os testes de maneira diferente. Tem importância sobretudo no teste dos 2mm em que os fabricantes dizem que os sensores de proximidade reduzem a potência da atividade do smartphone e a radiofrequência
    – O laboratório, que tinha feito os testes com plena potência, fez testes modificados para atender às observações, genéricas, dos fabricantes. Já agora, nos 2mm, ficaram abaixo do limite o iPhone 8 Plus e o Vivo 5 Mini
    – O laboratório continua sem saber por que é que obtém resultados diferentes dos fabricantes. Diz que só os fabricantes é que podem explicar.
    – O FCC diz que vai ele fazer testes em alguns modelos para procurar perceber o que se passa.

    E estamos nisto, não parece haver razões para alarme. Quanto a posts e aos comentários aligeirados habituais sobre a a Apple / Samsung / Xiaomi (não está nos antes testes), enfim … 🙂

    • Sujeito says:

      Isso é um bom apanhado de informação.

      Contudo, toda essa embrulhada é precisamente razão para alarme.
      Estão a aprovar sem se certificarem, baseado em testes adulterados pelo fabricantes para contornar regras e criar métricas própias, como noutras indústrias, como a automóvel

      E de ter em conta que esses limites impostos, estão desatualizadíssimos, foram assentes com pressupostos de há décadas atrás, ignorando as últimas décadas de informação, as quais foram as que realmente se estudou mais a fundo toda esta questão, devido ao uso que cresceu exponencialmente.

      • Fixo says:

        Até te digo mais 🙂
        Se olhares para os gráficos vês que havia quatro exemplares do iPhone 7 e nenhum dá o mesmo resultado (há uma diferença entre teste e teste modificado por isso têm que ser vistos separadamente).
        Quem é que garante que o próprio fabricante não faz os seus testes primeiro e envia para o laboratório de certificação o que der menos de radiação? Os outros milhões todos podem ficar acima.

        Quanto aos limites a FCC diz que estão atualizados – fez testes recentemente e não viu razões para os alterar.
        P.S. Tudo o que disse está conforme o que diz o jornal, link da 1ª linha do post (usando VPN para me “situar” nos EUA, porque da Europa não se acede). Pareceu-me sério tudo o que escreveram, explicitando as condições dos testes e as dúvidas que ficaram por esclarecer. Bem diferente da blogosfera que é “meia bola e força”.

  7. Carlos Silva says:

    Fake test! xD

  8. nop90 says:

    Isto explica muita coisa, a radiação come o cérebro dos fanboys e depois vemos o nível de comentários aqui.

  9. Fixo says:

    Está claro que sai a notícia – e a seguir alguém apresenta uma ação em tribunal contra a Apple e a Samsung.
    Tem o mérito de as obrigar a demonstrar que não ultrapassam os limites fixados (ou a pagar uma boa maquia para que desistam da ação)
    https://appleinsider.com/articles/19/08/24/apple-samsung-slapped-with-class-action-over-handset-rf-emissions

  10. Samuel says:

    Estes testes são muito vagos. A Apple nos iPhones 7 e 8 utiliza 2 tipos de antenas, as fabricadas pela Qualcomm e pela Intel . Elas diferem uma da outra. Neste teste não vem especificado qual a versão da antena dos iPhones utilizados. Acontece o mesmo na Samsung.
    Não me admirava que o iPhone 8 com antena Qualcomm tivesse níveis de radiofrequência superiores ao iPhone 8 com antena Intel, pois ele é manifestamente melhor a capturar rede, mas isso é só um desabafo)

  11. Zeca says:

    Não tem Huawei na listagem.
    Reportagem tendenciosa.

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