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Apple Vision Pro “dão superpoderes” à equipa cirúrgica numa operação à coluna vertebral

                                    
                                

Imagem: Sharp

Autor: Vítor M.


  1. Marta Soares says:

    Tudo muito lindo! Quando não se consegue o esperado inventam-se estas historinhas para ludibriar os consumidores e o mercado. Só faltou referenciar o 5G para aumentar o engodo…

  2. JOaquin Lopes says:

    Apple sempre a inovar, nenhuma usa android porque sera? Android para brincar serve, para profissionais so Apple

  3. Cláudio E. says:

    É importante referir que os óculos não foram utilizados pelos cirurgiões mas sim por uma das enfermeiras que apoiava a cirurgia… De facto seria muito estranho se os cirurgiões tivessem usado os óculos para suportar a microcirurgia por questões relacionadas com certificações e responsabilidade médica. Apesar do recurso à realidade aumentada ter imenso potencial (essencialmente para questões de treino e aprendizagem), para isto tipo de intervenção é necessária uma solução mais abrangente que inclua não só a visão mas também outros equipamentos que permitam a realização de micro movimentos de alta precisão (como os equipamentos que já existem em alguns hospitais portugueses).

    Além disso não são abordadas questões como o campo de visão mais reduzido, a interação física com visão indireta entre os elementos da equipa (e todos os problemas inerentes), mecanismos de redundância, desconforto da utilização dos equipamentos durante várias horas, entre muitas outras coisas. Dado que não foram fornecidas imagens do interface apresentado nem a função que os óculos tiveram na cirurgia (identificação e controlo de material, orientação da equipa de apoio, etc.) isto parece-me essencialmente uma nota de imprensa para fins essencialmente publicitários com uma aplicabilidade real muito reduzida.

    • Vítor M. says:

      Diz logo no título “equipa cirúrgica”.

      • Cláudio E. says:

        Sim, e no artigo diz que “eXeX’s software offers nurses and technicians”, dado que aparentemente o software trata, essencialmente, de questões relacionadas com material e respectivos procedimentos, que não fazem parte das competências cirúrgicas dos médicos. Resumindo foi equipa cirúrgica, mas essencialmente traduziu-se na utilização por parte de uma enfermeira.

        • Vítor M. says:

          Repara que a própria eXeX tem vários softwares dedicados aos procedimentos. E os procedimentos fazem parte da cirurgia. E repara que quem está por trás destes softwares são cirurgiões. Portanto…

  4. Lol says:

    Alguém faz ideia como todos os instrumentos e acessórios reutilizáveis são limpos e desinfectados ao milímetro? Uma das razões também pela qual embrulham muitos equipamentos com plásticos descartáveis? Como fariam aqui? Está empresa já desenvolve o conceito há algum tempo e AR numa operação já não é novidade mas nunca uns óculos AR (que não tenham sido especificamente feito para tal) estiveram sequer dentro de uma sala de operação cuja cirurgia é aberta… O conceito e excelente mas o caminho ainda é longe

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