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Apple terá de dar três anos de garantia aos seus dispositivos em Espanha

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. iDroid says:

    O último parágrafo faz a pergunta que eu ia fazer: se uma pessoa comprar produtos Apple em Espanha, isso significa que beneficiará dos 3 anos de garantia?

    De qualquer forma, se estão a fazer isto na vizinha Espanha, então não estou a ver nada (a não ser política) que impeça que aconteça o mesmo em Portugal.

    • Vítor M. says:

      Se comprares lá, o documento coloca o produto debaixo da legislação. Portanto, lá a Apple dá-te 3 anos, cá não.

    • Motor says:

      As garantias dum produto por legislação dum determinado país não se aplicam noutro país! Se quiseres resolver a garantia com prazo alargado tens que voltar à loja em Espanha onde compraste.

    • alex says:

      Então e se comprar por exemplo na amazon ou outra loja espanhola? A caso tenha problemas tenho de o enviar de volta para espanha, tenho os 3 anos?

    • FreakOnALeash says:

      Não tarda muito há de surgir legislação da UE a unificar os requisitos legais de todos os países ao nível de garantias, obsolescência programada, direito a reparação e por aí fora. Oxalá os preços destes e outros aparelhos não aumentem muito!

  2. Joao says:

    Curioso que “saquem” isto agora, em plena campanha eleitoral.Mas pelo menos para algo serviu esse ministerio

  3. José Fonseca Amadeu says:

    Isto as marcas conseguem contornar, chamam-se garantias limitadas.
    Ex.: O equipamento tem 3 anos de garantia, mas a bateria tem 6 meses, o lcd tem 24 meses, os botões fisicos têm 24 meses.
    Conseguem isto em tudo o que conseguirem justificar que seja de desgaste.
    Não estou a ver a apple fazer até porque a mesma já dá 3 anos com apple care, mas vejo outras marcas a fazerem isso, muitas até já o fazem.

    • Jamaral says:

      Essa das baterias só terem 6 meses é uma falácia repetida tantas vezes pelas marcas que os mais incultos acabam por aceitar.

      Não existe qualquer diferença de prazo, ou de regime legal, baseado no tipo de peça que se compra. A Lei das Garantias só faz distinção entre bens imóveis (casas, apartamentos, terrenos) ou bens móveis (todos os outros).

      Mas lá está, em terra de cegos quem tem um olho é rei.

    • Jamaral says:

      “A bateria não pode ser considerada um bem consumível, por não corresponder à descrição da norma do Código Civil, uma vez que é um produto recarregável, durável, não destrutível pelo consumo e sem um prazo de utilização pré-definido. Para além deste aspecto, a expectativa legítima de um consumidor é a de que a bateria funcione correctamente durante um período alargado, claramente superior a seis meses. Em suma, a bateria não pode ser considerado um produto consumível, tendo uma garantia de dois anos, como qualquer coisa móvel, nos termos do artigo 5.º do Decreto Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril.”

  4. Mike says:

    Isto vai fazer subir os preços e eventualmente desaparecer alguns produtos…

    • Jamaral says:

      Se a garantia de três anos faz desaparecer um produto é sinal que nem devia estar no mercado.

    • Motor says:

      Não há dúvidas que vai fazer subir preços, o tempo da garantia tem custos associados para lojas/fabricantes. É uma das razões para os preços na Europa (sem impostos) serem mais altos do que nos Estados Unidos.
      Mas se levar os fabricantes a melhorarem a qualidade de fabrico e a durabilidade dos produtos, isso pode ser bastante benéfico para o ambiente. Talvez não fosse mal pensado que a Europa toda seguisse este exemplo.

  5. Ru says:

    Se eu comprar um Samsung em Espanha, a maçã vai dar três anos de garantia? Top!!!
    Não percebi a parte de meterem maçãs ao barulho. Se calhar não gostam de outras frutas, digo eu.
    Piadas à parte, a notícia é sobre legislação em geral, não sobre uma marca em específico.

    • A maníaca says:

      Eu perguntei o mesmo! O que tem a Apple com o assunto GERAL de 3 anos?! …..

      • FreakOnALeash says:

        Ver todo o celeuma à volta do “Right to Repair” nos states e mesmo na UE. A Apple é das empresas mais anti-consumidor que existe!

        • Motor says:

          O problema maior da Apple é com certa legislação obrigar a dar indiscriminadamente acesso a esquemas dos seus produtos e a certas ferramentas que podem por em causa segurança dos aparelhos e propriedade intelectual.
          Obviamente que haverá também questões económicas pelo meio, mas se fores a ver a Apple tem vindo a aumentar o acesso de reparadores independentes a peças oficiais para reparação.

  6. Jamaral says:

    “Não percebi a parte de meterem maçãs ao barulho.”

    “A Apple, apesar de ter uma política rígida nesse capítulo, tem sido obrigada a adaptar a oferta às regras de cada mercado.”

    Ás vezes basta ler, digo eu…

    • Motor says:

      Mas isso aplica-se a todas as marcas. Todas têm uma garantia de fabricante (normalmente de 1 ano), mas indicam que isso não substitui a legislação local em termos de garantia.

  7. DFS says:

    O título não é falso, mas é claramente para o clic, pelo que isto começa a parecer o correio da manhã da tecnologia. Ok, só cá vem quem quer.

  8. Eu sei lá says:

    O blogue iPad(izate) diz que “La garantía del iPhone y iPad será de 3 años en España”. Para a Apple – e para ” Todas las empresas que vendan bienes, dispositivos o productos electrónicos o digitales”.

    Agora, os prazos de garantia representam um custo para as empresas. Seria estranho que não subissem o preço. Seria absurdo que o preço (antes de impostos) fosse igual em Espanha, com uma garantia de 3 anos, em Portugal, com 2 (e há países com 1 ano). Quem quer extinção de garantia paga-a. Aumentar o preço dos produtos, para todos, porque prazo de garantia aumenta, não me parece a melhor solução.

    • Motor says:

      O preço pode subir, mas não deve subir significativamente! A garantia em Portugal é mais exigente que a espanhola e no entanto o preço sem impostos não é muito diferente – nalguns casos é o mesmo.
      A garantia no Reino Unido permite reclamar durante 6 anos, e o preço sem impostos também não é muito diferente.
      Aumentar o tempo de garantia é bom para o consumidor, e força os fabricantes a melhorar a qualidade de fabrico! Se queremos reduzir poluição e desperdício temos que aumentar o tempo de vida útil dos produtos.

      • Eu sei lá says:

        A garantia em Espanha é de 2 anos, tal como cá. É mais exigente em quê?
        Em Inglaterra a garantia de uma TV era de 13 meses, passou para 2 anos em 2011 (igual à UE).
        Nos EUA é de um ano – e por isso os preços antes de impostos são mais baixos.
        Aumentar o tempo de garantia é aumentar o preço. O contrário é uma ilusão.
        O tempo de vida útil tem pouco a ver com o tempo de garantia – embora muita gente tenha ideia que muitos produtos estão construídos para começarem a dar problemas ao fim dos dois anos de garantia.

        • Motor says:

          Eu não disse que aumentar o tempo de garantia não pode aumentar o preço. O que eu disse é que pode não aumentar significativamente o preço e demonstrei com exemplos bastante concretos.

          A garantia em Portugal coloca o ónus de prova de defeito no fabricante durante os 2 anos de garantia. Em Espanha isso só acontece durante os primeiros 6 meses; passado esse tempo tem que ser o consumidor a provar que o defeito vinha de origem, o que significa que os fabricantes/lojas descartam mais facilmente as reclamações, e assim sendo conseguem ter menos despesa. A garantia em Portugal é simplesmente mais vantajosa para o consumidor.
          Tens que te informar melhor sobre a situação actual no Reino Unido. As pessoas podem reclamar até 6 anos após a compra na Inglaterra, 5 anos na Escócia. Creio que são 6 meses como em Espanha em que não é o consumidor que tem que provar defeito de origem.

          O tempo de vida útil consegue ser afectado pelo tempo de garantia obrigatório… não estou a falar sobre serem construídos para falhar após 2 anos, estou a falar sobre a obrigação de respeitar a garantia levar os fabricantes a melhorarem o fabrico de forma a reduzirem os possíveis custos com a garantia – aparelhos que não falham não dão despesa! E se se reduz as falhas aumentasse o tempo médio de vida útil.

          • Eu sei lá says:

            Em Inglaterra, uma coisa é garantia, outra coisa é o direito do consumidor a reclamar, se o produto não cumpria as condições contratadas ou não teve a duração esperada. Um iPhone é vendido com uma garantia de dois anos. O direito do consumidor, à reparação ou substituição do produto, durante o prazo de 6 anos, não é automático. Exemplo típico (dos ingleses que gostam de chá) é: compras uma chaleira barata, se avariar depois de anos, não vale a pena alegar que a duração esperada era superior, Compras uma chaleira premium, a duração esperada é superior a 2 anos – mas é superior a 4 anos (caso avarie depois dos 4 anos)?
            Em que se traduz, na prática, o direito reclamar, no prazo de 6 anos? O que é facto é que a Apple vende em Inglaterra extensões de garantia. Se os consumidores estivessem confiantes no direito a reclamar no prazo de 6 anos, não as compravam.

          • Motor says:

            Traduz-se que durante esses 6 anos as pessoas têm direito a reparações ou indemnizações caso consigam demonstrar que o produto tinha um defeito de origem, e isso tem um custo – tu próprio fizeste questão de demonstrar que aumentar tempo tem custos; não ser automático no particular não evita que haja um custo extra global.

            Os dados estão à vista… Melhores garantias não implicam mudanças significativas no preço, primeiro porque o custo acrescido pode não ser grande, e segundo porque é a empresa que avalia a melhor política de preços de venda a seguir e como gere o custo com garantias.

            As extensões de garantia da Apple são sobre a garantia de fabricante, e cobrem mais do que a garantia contra defeitos, cobrem também acidentes, com preços especiais para reparações nessas situações e serviços extra.

  9. Dário Gouveia says:

    Engraçado que o título é só Apple, claro que qualquer marca tem que se adaptar ao mercado onde vende.

  10. Paulo says:

    Ai ai, os títulos do pplware! Depois admiram-se quando lhes é chamada a atenção, e desviam para o texto!!! Funcionam como os políticos…

  11. JP says:

    Será que esta nova política também vai ser aplicada aos produtos vendidos pela Amazon ES?

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