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“O pior produto que já analisei”: AI Pin chegou aos utilizadores e não é, de todo, um sucesso

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Aves says:

    “A Humane, empresa criada por antigos funcionários da Apple …” – dito assim parecem uns ex-empregados de vão de escada.
    Quando se começou a ouvir falar, em setembro de 2023, os nomes dos promotores eram “sir” Jony Ive e Sam Altman (CEO da OpenAI). O conceito, em si, é simples: Quantas e quantas vezes não se tem as mãos ocupadas para interagir com equipamentos informáticos? É aí que entra o AI Pin, sem ecrã nem teclado. É dar-lhe tempo, porque atualmente é um projeto inacabado.

    • SVR says:

      Pois esse é o problema, pedir 700€ por um projeto inacabado… Ou melhor dizendo, algo que parece um Simples protótipo rematado á pressa para cumprir prazos. Nestes casos o valor tem peso e muito

    • Toni da Adega says:

      Até podíam ser empregado de vão de escada. Quem são os promotores é completamente irrelevante.
      Um produto é ou não é bom. E qualquer produto tem que avaliado pelo que faz no presente não pelo que poderá a fazer um dia.
      São 700€ por um protótipo mal feito.

      • José says:

        Calma que há produtos inúteis que se tornam apelativos apenas por terem um nome sonante por detrás deles.
        A Tesla está cheia de inutilidades falhadas que são desculpadas por serem apresentadas por Elon Musk.

    • Aves says:

      Uma análise, bastante completa, de Mark Gruman, da Bloomberg, com o título: “A revolução do dispositivo de IA [Al Pin] não vai matar o smartphone”, quando a ambição do dispositivo é essa, ou, pelo menos reduzir a necessidade de um
      Diz também que a conceção do Al PIn como totalmente independente do smartphone (Android ou iOS) não é uma boa ideia – precisa de um número de telefone próprio, não foram criadas apps que ajudassem a configurar o Al Pin no smartphone, nem para sincronização de dados. E identifica muitos problemas mais, como a inexistência de apps de terceiros e a dificuldade em interagir com o dispositivo. Como aspeto positivo destaca que a IA generativa funciona bem e que “o recurso Vision do dispositivo pode olhar com capacidade para um objeto ou uma sala e descrevê-lo em voz alta — algo que é útil por razões de acessibilidade, mas não muito mais”.
      Veremos como será a versão 2.0, mas não parece haver possibilidade de substituir os smartphones.
      https://www.bloomberg.com/news/newsletters/2024-04-14/humane-ai-pin-review-the-device-isn-t-going-to-kill-apple-s-iphone-luziqlew?embedded-checkout=true

  2. IMF says:

    Estes meninos esqueceram se que já não estão a trabalhar na Apple…
    Uma coisa é trabalhar na Apple e vender um tijolo decorativo por 600€ vai sempre esgotar e vai ter milhões a defender, só porque tem o logotipo da Apple.
    Outra completamente diferente é fazer um gadget que a única coisa que tem é ‘ produzido por ex funcionário da Apple.

  3. nuno a says:

    este sim : https://www.rabbit.tech/ pena ainda nao dá para encomendar em portugal estou muito curioso

  4. Pedro says:

    Ao menos tentou fazer alguma coisa. Infelizmente, como o investidores da empresa estão a sair em massa, acho difícil a empresa ser capaz de fazer uma nova versão com os problemas resolvidos.

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