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E.S.D.E. transforma o apocalipse numa luta desesperada pela sobrevivência

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Com lançamento marcado para em breve, E.S.D.E. é uma nova experiência de extração num mundo pós apocalíptico onde cada expedição pode ser a última. O jogo independente aposta na exploração, na gestão do risco e em criaturas aterradoras que já foram humanas.

O fim da humanidade pode ser apenas o início do pesadelo. E.S.D.E., o novo jogo desenvolvido pelo estúdio independente K148 Game Studio e publicado pela JanduSoft, prepara-se para levar os jogadores a um mundo devastado, onde sobreviver significa explorar locais perigosos, recolher recursos e, acima de tudo, conseguir regressar com vida.

Com chegada prevista para 3 de dezembro, o jogo estará disponível para PC, através do Steam, PlayStation 5, Xbox Series X e Nintendo Switch, prometendo uma experiência sombria em que cada incursão representa uma aposta de alto risco.

Um mundo destruído e ameaças que já foram humanas

Em E.S.D.E., a humanidade encontra-se à beira da extinção. Grande parte da população desapareceu e aqueles que restam sofreram uma transformação aterradora, dando origem a anomalias sem alma que vagueiam pelos cenários e representam uma ameaça constante.

Estas criaturas não são apenas obstáculos pelo caminho. Existem sete tipos de anomalias, cada um com comportamentos próprios, obrigando os jogadores a aprender a reconhecer os perigos e a adaptar a sua abordagem a cada situação.

A atenção aos detalhes poderá fazer a diferença entre escapar com vida ou perder tudo. Num ambiente onde qualquer erro pode ser fatal, avançar sem avaliar os riscos será uma estratégia difícil de sustentar.

Explorar, recolher e escapar com vida

A experiência de E.S.D.E. assenta na fórmula dos jogos de extração, em que explorar para encontrar objetos valiosos é apenas parte do desafio. O verdadeiro teste consiste em conseguir regressar em segurança com os recursos recolhidos.

Os jogadores terão seis zonas distintas para explorar, incluindo enormes complexos de apartamentos e uma antiga escola. Nestes locais abandonados será necessário procurar artigos valiosos, que poderão depois ser vendidos a comerciantes para financiar futuras expedições.

Este ciclo de exploração, recolha e investimento acrescenta uma dimensão estratégica à aventura. Quanto mais se arrisca, maiores poderão ser as recompensas, mas uma decisão errada pode comprometer todo o esforço realizado.

E como as ameaças espreitam em cada canto, não bastará conhecer os cenários ou saber onde procurar. Será igualmente importante perceber quando avançar, quando se esconder e quando chegou o momento de abandonar a missão.

Uma máscara pode ser a diferença entre viver e morrer

Um dos elementos que promete distinguir E.S.D.E. é a importância dada à máscara utilizada pelo jogador. Perante determinadas anomalias, equipá-la rapidamente poderá ser essencial para evitar a deteção e escapar a um encontro potencialmente fatal.

A mecânica reforça a tensão das expedições, obrigando a reagir rapidamente quando algo se encontra nas proximidades. A ameaça nem sempre será evidente, pelo que reconhecer os sinais e compreender o comportamento das criaturas poderá ser tão importante como encontrar recursos.

A solidão será também uma constante. Durante a maior parte do tempo, os jogadores terão de enfrentar estes ambientes perigosos por conta própria, sem poder contar com ajuda imediata quando as coisas correrem mal.

Um novo pesadelo chega em dezembro

Com seis zonas para descobrir, sete tipos de anomalias e uma abordagem centrada na exploração e na sobrevivência, E.S.D.E. procura conquistar os fãs de experiências de terror em que a tensão nasce tanto dos inimigos como das decisões tomadas pelo próprio jogador.

O lançamento está agendado para 3 de dezembro, com versões para PC (Steam), PlayStation 5, Xbox Series X e Nintendo Switch.

Num mundo em que cada objeto pode financiar a próxima tentativa e cada expedição pode acabar em tragédia, a pergunta não será apenas quanto se consegue encontrar, mas se será possível regressar para contar a história.

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