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Renting de equipamentos tecnológicos: faz sentido para as empresas?

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À medida que a tecnologia evolui cada vez mais depressa, também a forma como as empresas a utilizam está a acompanhar essa mudança. É aqui que entra o renting de equipamentos tecnológicos, um modelo que tem vindo a ganhar popularidade por oferecer maior flexibilidade e previsibilidade.

Porque é que o renting está a ganhar espaço?

A principal diferença entre comprar e alugar equipamentos está na forma como a empresa gere o seu dinheiro.

Quando compra um portátil ou um telemóvel, faz um investimento elevado logo à partida. Esse equipamento passa a fazer parte dos ativos da empresa e, inevitavelmente, vai perdendo valor ao longo do tempo. Além disso, ao fim de alguns anos, é natural que já não acompanhe as exigências do software atual ou das necessidades da equipa.

No renting, a lógica é diferente. Em vez de um pagamento elevado inicial, existe uma mensalidade fixa durante o período do contrato. Isso permite distribuir os custos ao longo do tempo e evitar um impacto gigante na tesouraria.

Para muitas empresas, especialmente PME, startups ou negócios em crescimento, esta previsibilidade pode fazer bastante diferença. Em vez de imobilizar milhares de euros em equipamentos, esse capital pode continuar disponível para investir noutras áreas do negócio.

Outro aspeto interessante é a renovação tecnológica. Como os contratos têm uma duração definida, torna-se mais simples substituir os equipamentos por modelos mais recentes quando o período termina, o que evita que a empresa fique presa a computadores ou smartphones demasiado antigos.

Claro que isto não significa que comprar deixe de fazer sentido. Empresas que utilizam os mesmos equipamentos durante muitos anos ou que preferem ser proprietárias dos seus ativos podem continuar a encontrar vantagens na compra tradicional. O renting é apenas uma alternativa diferente, que pode encaixar melhor em determinados contextos.

Funcionários Google

E os equipamentos recondicionados?

Quando se fala em renting, surge muitas vezes outra questão: vale a pena optar por equipamentos recondicionados?

A resposta depende sobretudo da qualidade do processo de recondicionamento. Um equipamento recondicionado não é simplesmente um produto usado. Quando passa por um processo técnico rigoroso, com testes, diagnóstico, substituição de componentes quando necessário e garantia, pode oferecer uma experiência muito semelhante à de um equipamento novo.

Naturalmente, há empresas que preferem trabalhar apenas com equipamentos novos, enquanto outras não têm qualquer problema em optar por recondicionados se isso representar uma poupança interessante.

É neste contexto que surge a iPremium

A iPremium é um serviço especializado em renting de equipamentos tecnológicos para empresas e profissionais, e tem uma proposta bastante simples.

Em vez de comprar os equipamentos, paga uma mensalidade fixa e utiliza-os durante o período contratado. No final, pode renovar o parque tecnológico e continuar a trabalhar com equipamentos atualizados, sem ter de gerir a revenda dos antigos.

O catálogo inclui várias das marcas mais conhecidas do mercado, como Apple, Samsung, Dell, Lenovo, Microsoft e Logitech, estando disponíveis tanto equipamentos novos como recondicionados. Entre os exemplos apresentados encontram-se:

  • iPhone 17 Pro desde 41,87 € por mês durante 36 meses;
  • iPhone 17 de 256 GB desde 30,97 € mensais, 36 meses;
  • MacBook Air de 13 polegadas com processador M4 desde 40,40 € por mês, também num contrato de 36 meses.

Um dos elementos mais curiosos do site da iPremium é o simulador de poupança. A ferramenta permite indicar quantos equipamentos a empresa necessita, o tipo de dispositivos e o período de comparação, gerando uma estimativa entre o custo da compra e o custo do renting ao longo dos anos.

Por exemplo, digamos que tem uma empresa com 15 programadores, sendo que todos eles precisam de uma boa máquina para desenvolver. Em 3 anos, teria um ganho económico de 3163 euros, além de um capital preservado de 12.750€ no primeiro dia.

Como são feitos os cálculos?

  • Reparações
    • Estimativa de 2.6% do valor do equipamento por ano em reparações fora de garantia. (Fonte)
  • Interrupções e menor produtividade
    • Estimativa conservadora de 5.9% do valor por ano em tempo perdido e equipamentos mais lentos. (Fonte)
  • Retorno potencial do capital preservado
    • Capital mantido no negócio durante 3 anos, com uma referência anual de 9.3%. (Fonte)
    • Naturalmente, trata-se de uma estimativa e não de um retorno garantido.

Como qualquer simulador financeiro, os valores apresentados dependem de pressupostos e servem apenas como estimativa. O resultado real poderá variar consoante a atividade, rentabilidade e contexto de cada empresa.

Vale a pena?

Para empresas que valorizam previsibilidade nos custos, pretendem manter os equipamentos sempre atualizados ou preferem evitar investimentos elevados em tecnologia, o renting é uma solução interessante.

Por outro lado, empresas que utilizam os mesmos equipamentos durante muitos anos e preferem ser proprietárias de todos os seus ativos poderão continuar a encontrar mais vantagens na compra tradicional.

No caso da iPremium, a proposta parece direcionada precisamente para organizações que procuram essa flexibilidade. A empresa integra o grupo ISELL & REPAIR, conta com mais de 15 anos de experiência e dispõe de presença física em Lisboa, Torres Vedras e Caldas da Rainha, algo que poderá transmitir alguma confiança a quem valoriza apoio presencial.

No final, a decisão acaba por depender das necessidades de cada negócio. O importante é perceber que o renting já não é apenas uma alternativa de nicho. Para muitas empresas, tornou-se uma forma diferente, e em alguns casos mais eficiente, de gerir o investimento em tecnologia.

iPremium

 

Perguntas frequentes

  • Quando é que o renting faz mais sentido?

Sobretudo em empresas pequenas, equipas em crescimento, renovações de parque e projetos temporários.

  • O renting serve para que tipo de empresas?

O enquadramento apresentado aponta para PME, startups e equipas em crescimento.

  • Que equipamentos podem entrar no renting?

Portáteis, smartphones, tablets e outras soluções tecnológicas para empresas.

  • Como funciona o processo?

Passa por identificar necessidades, definir quantidade e tipo de equipamentos, estruturar proposta, entregar e acompanhar.

  • A proposta é fechada ou ajustável?

É apresentada como ajustada ao contexto da empresa e à necessidade real de cada função.

  • O renting ajuda a acompanhar o crescimento da equipa?

Sim. A solução é descrita como apta para novas entradas, substituições e ajustes com agilidade.

  • No final do prazo sou obrigado a ficar com os equipamentos?

Não necessariamente. O conteúdo refere possibilidade de renovar, adquirir pelo valor residual ou devolver.

  • O renting inclui apenas o equipamento?

Não obrigatoriamente. Pode incluir seguro, extensão de garantia, assistência técnica prioritária e outros complementos.

Comentários

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  1. Avatar de João
    João

    Que boa noticia para as empresas ganharem ainda mais dinheiro