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Maior parque eólico offshore do mundo vai fornecer eletricidade a 3,3 milhões de lares

27 Comentários

O maior parque eólico offshore do mundo deu um grande passo para fornecer energia limpa a mais de 3,3 milhões de lares, no Reino Unido, após ter ligado com sucesso o seu primeiro cabo de exportação, no dia 26 de março.

O Hornsea 3, o maior parque eólico offshore do mundo, avançou significativamente na entrega de energia limpa a mais de 3,3 milhões de lares, no Reino Unido, ao ligar com sucesso o seu primeiro cabo de exportação.

Desenvolvido pela empresa dinamarquesa Ørsted, o projeto conectou o cabo de exportação do fundo do Mar do Norte à costa britânica, a 26 de março, assinalando o início do fornecimento de eletricidade à rede nacional.

A instalação terá uma capacidade de 2,9 gigawatts (GW) e deverá estar concluída por volta do final de 2027.

Segundo o que está a ser avançado, a NKT, fornecedora dos cabos de exportação, iniciou a sua produção há três anos e planeia terminar este verão.

A Jan De Nul, responsável pela instalação do cabo submarino, irá transportar e instalar 680 quilómetros de cabos até ao final do ano.

Energia mais limpa para milhões de casas

O parque eólico da Round 3 começou a ser construído em 2018 e localiza-se no Mar do Norte, a cerca de 120 quilómetros da costa leste de Inglaterra. Quando estiver concluído, terá uma capacidade total de seis GW.

O cabo agora ligado irá transportar a energia gerada pelas turbinas offshore para a infraestrutura em terra, sendo composto por dois cabos HVDC, juntamente com um cabo de fibra ótica que transmite dados para o centro de operações do parque eólico.

O Hornsea 3 tornar-se-á o terceiro projeto à escala GW da empresa na zona de Hornsea, seguindo o Hornsea 1 de 1,2 GW e o Hornsea 2 de 1,3 GW.

O Hornsea 3 será um pilar para alcançar as metas do governo do Reino Unido em matéria de clima e energia limpa, ao mesmo tempo que aumenta a independência energética e cria empregos locais.

Disse Duncan Clark, responsável pela Ørsted no Reino Unido e Irlanda, conforme citado.

Quando estiver operacional, o parque eólico enviará eletricidade através de cabos offshore para a terra.

Depois, a energia percorrerá cerca de 50 quilómetros subterrâneos até à estação de conversão em Swardeston, Norfolk, contribuindo “de forma significativa para a ambiciosa meta do Governo do Reino Unido de atingir 50 GW de energia eólica offshore até 2030 e neutralidade carbónica até 2050”, segundo Clark.

Comentários

27
  1. YA
    Yamahia
    1. TA
      Toni da Adega

      Dinheiro fácil estão a aprender com a Noruega.
      Não vai faltar clientela.

      1. YA
        Yamahia

        Não é para exportar. É isso e as pellets que emitem mais que petróleo e recebem subsídios.

        1. TA
          Toni da Adega

          É um produto com alto valor comercial e vendido a preço de mercado. É dinheiro fácil.

  2. TT
    Tug@Tek

    Nós por cá, somos mais de destruir floresta para “plantar” espelhos.
    Em território marítimo, Portugal é o 3º maior ZEE da União Europeia e o 5º maior da Europa, mas não o aproveitamos…
    Estes sistemas no mar são uma boa alternativa para gerar energia limpa, sem ter de destruir as florestas, para isso já bem basta o flagelo que nos atinge todos os anos, no verão….

    1. JL
      JL

      Floresta ou culturas intensivas ?

      1. TT
        Tug@Tek

        ambas

      2. MÁ
        Mário

        Sim porque a Torre Bela E Castelo Branco são desertos… pode-se lá colocar vidro para produzir energia.
        Da torre Bela até Lisboa podem tapar de paineis, não vive lá ninguém…

        1. YA
          Yamahia

          Ainda há dias foram mais três mil trezentos e não sei quantos sobreiros. Já nem me lembro onde, tbm não vale a pena, é td para arrasar. Portugal está acabado.

          1. JL
            JL

            Ah já não se lembra onde, mas lembrou-se de dizer.

          2. YA
            Yamahia

            Custava-lhe muito procurar?
            https: //expresso.pt/economia/economia_energia/2026-03-27-governo-autoriza-abate-de-quase-3500-sobreiros-em-sines-para-a-construcao-de-projeto-de-hidrogenio-verde-e-central-solar-d14f3478#:~:text=Governo%20autoriza%20abate%20de%20quase%203500%20sobreiros,hidrog%C3%A9nio%20verde%20e%20central%20solar%20%2D%20Expresso.

            Dass. Q Ganda preguiçoso

        2. JL
          JL

          Torre Bela é um bom exemplo de culturas intensivas.

          1. JL
            JL

            Mas reler o quê ? as tretas que escreveu ?

            A Torre Bela fica aqui ao lado, é maioritariamente uma propriedade plantada de eucaliptos, tinha uma área de vitivinícola que está ao abandono e tem alguns sobreiros lá pelo meio.

            A parte que foi desbastada era eucaliptos, onde atualmente é proibido plantar.

      3. MÁ
        Mário

        Como é que os solos retêm agua? Não é com árvores e manta morta?
        Nah, retêm muito mais com paineis solares e baterias.

        1. JL
          JL

          Não é com culturas intensivas, muito menos eucaliptos que secam e transformam os terrenos em areia, por isso serem proibidos em alguns concelhos como o meu.

          1. MÁ
            Mário

            Segundo o JL o Pinhal de Leiria tbm não servia para nada, pode perfeitamente meter-se paineis naquilo tudo,porque era cultura intensiva de pinheiro.

          2. JL
            JL

            Onde é que digo isso mentiroso ?

            Sendo o pinheiro uma arvore de crescimento lento e autóctone, e portanto não é considerada cultura intensiva.

            Antes de dizer asneiras aprenda.

        2. YA
          Yamahia

          @ Mario a bacia hidrográfica de Coimbra já não retém água como antes pq resolveram abater as árvores para plantar espelhos nela.
          O resultado foi o que assistimos.

          D. Dinis mandou plantar o Pinhal de Leiria em grande parte para travar areia e ventos costeiros. Funcionava como uma “barreira” natural da zona centro de Portugal.
          O Pinhal de Leiria foi queimado com 2ªs intenções. O resultado foi o que se viu.

          Sabiam mais os antigos de olhos fechados que estes alucinados que agora nos governam com eles abertos q apenas tem o olho aberto para extorquirem dinheiro aos combustíveis terrestres que levam os bens de 1ª necessidade aos mercados e com ele continuarem a arrasar a biodiversidade secular em prol das compensações aos curtailment’s reclamados pelos boys amigalhaços.

          1. JL
            JL

            Então diga lá onde plantaram painéis sobre as áreas que eram do Pinhal de Leiria ?

            Ah o dinheiro dos combustíveis, aliás, do petróleo, porque foi esse que aumentou, é que serve para isso ?

            Enfim, onde chega o fanatismo.

    2. X4
      X4R1

      Nos caso do Hornsea 3 as fundações são monopiles.
      Em Portugal temos aguas muito profundas, obriga a que as torres sejam sustentadas por estruturas flutuantes, como o wind float em Viana do Castelo. Estruturas mais complexas, mais caras, economicamente menos viaveis

      1. UV
        Uma vergonha!

        Estao a testar as águas para colocar turbinas maiores com TP´s flutuantes. Caso se consiga, o mercado da energia eólica vai bater o do carvao de vez, porque irao existir muitos mais mercados do que agora. Existem muitas aguas profundas que podiam ter eólicas e nao tem por causa disso.

  3. X4
    X4R1

    FYI parte desse projeto, as torres, está a ser contruido em Portugal, em Aveiro.

  4. AL
    AlexS

    Os barcos necessários para se fazer a manutenção das ventoinhas são á vela?

    1. GC
      Glaucus cersunado

      Melhor do que serem à vela… são a sopro. Meia dúzia de tripulantes versados na arte de bem assoprar sem esbugalhar os olhos… enchem o peito e sopram e lá vai o barquinho, muito verdinho, dar manutenção à ventoinha!
      O mais interessante, ouvi de fonte seguríssima, é que tripulantes destes estão também em prontidão para o caso de o vento faltar à própria ventoinha…

  5. AL
    AlexS

    “This is the topside of the first offshore converter station for Hornsea 3 – and it’s on the move!
    After travelling 13,000 nautical miles from Thailand to Norway for fit-out, the first of two offshore converter stations for the Hornsea 3 Offshore Wind Farm has departed for its final home in the North Sea.”

    Do link que colocaram. Sempre que leio como ligada está a economia,lembro-me do conto “i, pencil”

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