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Tempestades: Governo exclui de apoios famílias e empresas com dívidas ao Fisco

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Miguel says:

    Aplaudo. Quem não contribui para o sistema depois não pode usufruir dele.

  2. Manuel da Rocha says:

    Isso é normal… se fossem ajudar, quem deve, a ajuda, seria retida, até pagar, o valor em dívida, agravando em 136%, como prevê a lei.
    Assim, ou não têm dívidas, aquando do pedido, de ajuda financeira, ou não há ajuda financeira.
    Para quem deva 800 euros, do IUC, se não poderem pagar, peça o pagamento, em prestações (3% de juros e 74 euros, de custas, anualmente), depois de aprovado, preencham o formulário, para poderem receber, até 8000 euros (920000 euros, caso de empresas). Precisam de realizar, os pagamentos, do valor, em dívida, até receberem o valor declarado.

  3. KidsGraça says:

    Desta vez tenho de concordar.

  4. frag says:

    se já estás no buraco, cava ainda mais!

  5. Ed says:

    Quem tem divida, devia ter esse montante descontado no valor da ajuda. Parece impossivel numa situação destas, o governo tomar uma atitude tao radical. Estamos perante uma situação excepcional e isso devia ser tido em conta. Mas que república das bananas…

    • PTO says:

      Considerando que o dinheiro dos apoios é do Estado, dessa forma quem pagava a dívida era o Estado, ou seja, todos nós.

      Se for assim vou tb começar a não pagar ao Estado e espero até ter direito a um apoio e nessa altura mando-os descontar, ou, caso seja inferior ao que eu devo, para abaterem à minha dívida.

      República das bananas seria funcionar como tu dizes que devia ser.

    • says:

      De uma forma generalizada, para “recebermos” apoios do estado temos de ter a situação contributiva regularizada. Tanto pessoas como empresas. É assim já não me lembro desde quando. Décadas talvez!
      Eu até bem que alargaria o lote aos apoios de emergência a certas pessoas que não fazem nada pelo país. O estado não é um saco sem fundo. O estado somos todos nós que contribuímos e quando nos queixamos que faltam funcionários nas escolas ou nas finanças, se calhar poderíamos perfeitamente ter mais e com melhores salários se não andássemos a gastar pipas de massa com sanguessugas. Se nos dias de hoje não recebemos os 3 primeiros dias de baixa e após isso é pago a 55% (se não me engano) é porque muitos andaram anos e anos (e continuam) a abusar e a lambuzar-se com o sistema. Havendo rigor e zero tolerância para com prevaricadores, tudo funcionaria bem melhor e se calhar até baixávamos impostos. Ou achas que o dinheiro que o estado vai entregar de ajudas nasce da terra? Vamos paga-lo todos. Os que foram afetados, os que não foram, ou que tinham seguro, os que não tinham… o estado pode, e deve, ajudar quem precisa, especialmente em situações absolutamente anormais como a que se vive em alguns locais. Mas também o podem e devem fazer as pessoas por si e pelos seus bens. Sempre que acontece uma coisa destas é logo um chorrilho de pessoas a chorar que não tinham seguro. Mas algum dia eu conseguiria dormir descansado sem ter um bom (reforço o bom) seguro para a casa? É, de longe, o bem material mais importante que tenho e no caso de muita gente também. É como a história dos seguros dos carros. Anda sempre tudo ao mais barato só para “cumprir”. Se não fosse obrigatória acho que nem metade das pessoas tinha. Mas quando precisam reclamam que a seguradora não vale nada, que não querem é pagar, que são isto ou aquilo. O meu carro não é por aí além mas tenho um bom seguro. Sempre tive seguros “acima da média”, fico mais descansado. No ano passado tive uma avaria grave durante as férias (bué, bué longe). Enviaram o reboque, combinaram a entrega com o meu mecânico, atribuíram-me carro de aluguer para concluir as férias (trataram de tudo) e ainda mandaram um taxi para me levar à agência para o levantar.
      Que mania dos tugas de quererem “tramoços a prêço de azeitónas”!

  6. PGomes says:

    Tem lógica. E está muito certo.

  7. Gringo Bandido says:

    Isto levado ao extremo é deixar morrer os pobres à fome.

    • says:

      Num país que tem dificuldade em encontrar mão de obra não qualificada e que em meia dúzia de anos importou cerca de 1 milhão de trabalhadores é obra termos 400 mil tugas desempregados.
      Atenção, nada contra os estrangeiros. Se eles vieram para cá é porque haviam vagas que não estavam a ser ocupadas. Não fossem os estrangeiros tínhamos hostels, hotéis, lares de idosos, restaurantes e tantos outros negócios sem ninguém para trabalhar.
      Há muito “pobre” que quer é viver dessa condição. Dá jeito. Vivem bem pior as pessoas da classe média que contam os tustes até ao fim do mês para terem sempre as contas em dia e não deixar calotes a ninguém. Que não vão ao café tomar o pequeno almoço. Que não passam a vida nos centros comerciais ou no mac. Que se calhar até comem menos bem mas têm vergonha de ir pedinchar. Mas esses não são pobres, são “só” trabalhadores.

    • Realista says:

      E levado ainda mais ao extremo, ninguém cumpre as suas obrigações fiscais e o estado deixa de ter dinheiro para apoiar quem quer que seja.
      52 anos depois e ainda há quem continue com a filosofia salazarenta do “estado cuida de nós”

      • Gringo Bandido says:

        Desde quando o sistema é perfeito e garante emprego pleno e condições dignas para todos?! desde nunca dai a necessidade de governo competente para ajudar quem mais necessita.

        • Antonio Vasco says:

          E e procurassem trabalhar, não era melhor? E quando falo trabalhar, não é só por conta de outrem, por conta própria é muito melhor, ganha mais e contribui muito mais para a riqueza do país. Agora ficar parado e criticar tudo e todos , isso não é vida

          • Gringo Bandido says:

            No entanto a realidade é mais complexa do que isso.

          • says:

            Sim, é bem mais complexa mas há muita gente que não quer trabalhar e cai-lhes tudo no colo porque são coitadinhos. Isso e a reforma mínima de 800 euros que andavam a apregoar. Eu concordo,mas só para quem tem uma carreira contributiva sólida. Temos pena, mas é dar a quem deu. Há muita gente que é” pobre” no papel e vive melhor que eu. Fogem a tudo o que são contribuições e ainda têm ajudas e bolsas de estudo…

  8. Factos says:

    Também adoro aqueles que têm dívidas aos bancos mas para os amigos dizem que fizeram crédito.

  9. Max says:

    Pelo menos não obrigam as pessoas (nem as empresas) a obter o comprovativo: “3 – Para efeitos de verificação da situação fiscal e contributiva, o requerente deve autorizar a verificação eletrónica pelos serviços competentes.” (Anexo IV – candidatura).
    As pessoas que queiram verificar a situação contributiva: Portal das Finanças > Área Pessoal > Serviços > Certidões > Situação Tributária.

  10. Diana says:

    Uma vergonha, eu não pago a casa da câmara porque tenho poucas possibilidades e agora como pago os estragos?

    Uma vergonha este país, os meus pais ja faleceram mas trabalharam a vida toda

  11. Yamahia says:

    “…basta ter em dívida impostos como o IUC…”
    Ufa … os donos de elektros estão a salvo.

  12. João Matos says:

    Mais nada!!!
    Então eu ando a pagar décadas em impostos, com tudo em dia e vou “suportar” quem faz economia paralela e quem deve?
    Por muito que custe, temos pena!
    Só para mamar, isso não é igualdade!!!

  13. Vasco says:

    Portugal tem um governo?
    Há muito que Portugal apenas tem um conjunto de “jente” cujo o único objetivo é sacar o máximo de dinheiro e ignorar completamente o estado do País…

  14. papagaio says:

    a banca individade e falida..foi ajudada…lol,não tinham dividas ao estado…sim..sim são coisa diferente..lol

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