Cansados de smartphones frágeis? A durabilidade é a nova tendência…
Durante anos, a indústria de tecnologia móvel avançou para dispositivos cada vez mais finos, leves e esteticamente sofisticados. No entanto, essa evolução também trouxe uma realidade pouco confortável para o utilizador: smartphones mais frágeis, com ecrãs delicados e uma vida útil limitada nas condições reais de uso.
Num contexto em que o telemóvel se tornou uma ferramenta essencial, não apenas para comunicação, mas também para trabalho, segurança e produtividade, começa a surgir uma questão relevante: estaremos a priorizar o design em detrimento da durabilidade?
O cansaço do utilizador face à fragilidade tecnológica
Ecrãs partidos, capas danificadas, reparações dispendiosas e a necessidade de proteção adicional desde o primeiro dia tornaram-se situações comuns. Esta experiência foi normalizada, mas cada vez mais utilizadores e empresas começam a questionar este modelo, sobretudo em ambientes profissionais ou atividades onde o dispositivo está exposto a impactos, poeira, água ou temperaturas extremas.
Este desgaste não tem apenas um impacto económico, mas também operacional: quando um dispositivo falha, o trabalho é interrompido, a informação fica em risco e a confiança na tecnologia diminui.
Durabilidade e sustentabilidade: dois conceitos cada vez mais ligados
A durabilidade deixou de ser apenas uma questão de resistência física para se tornar um fator central de sustentabilidade. Um dispositivo com maior vida útil reduz a necessidade de substituições frequentes, diminui o lixo eletrónico e otimiza o uso de recursos.
Neste sentido, optar por tecnologia mais robusta não é apenas uma decisão prática, mas também responsável. Empresas e profissionais começam a valorizar a durabilidade real dos dispositivos, alinhando-se com uma visão mais consciente do consumo tecnológico.
A resposta do mercado: dispositivos pensados para o uso real
Perante esta mudança de mentalidade, o mercado começou a oferecer alternativas aos smartphones convencionais. Dispositivos desenvolvidos para resistir a ambientes exigentes, com certificações de proteção, estruturas reforçadas e funcionalidades orientadas para o trabalho em campo, ganham cada vez mais relevância.
Fabricantes especializados como a Ulefone fazem parte desta tendência, apostando em soluções que priorizam a fiabilidade e a resistência sem abdicar da inovação tecnológica. Longe de serem produtos de nicho, estes dispositivos respondem a necessidades reais de setores como construção, indústria, resgate ou atividades outdoor.
Um possível novo paradigma na tecnologia móvel
A crescente procura por dispositivos duráveis aponta para um possível novo paradigma na indústria mobile. Para além do design ou das especificações técnicas, os utilizadores passam a valorizar a capacidade do dispositivo de acompanhar o seu dia a dia, sem depender constantemente de reparações ou substituições.
A durabilidade deixa de ser um extra para se tornar uma expectativa. E num mercado cada vez mais saturado, a tecnologia que resiste, perdura e se adapta ao uso real pode muito bem definir o futuro dos smartphones.






















Ainda a semana passada era o iPhone 4… Para a semana é o bipper
… ou o FAX 🙂
Hardware para 20 anos, software para 4 anos.
Da última vez que vi, a maioria ou quase totalidade desses telemóveis, nem sequer vinham com a versão mais recente do Android.
Só se recebem os patches de segurança.
Se são equipamentos em parte direcionados para a área industrial, acho que deveriam dar mais importância aos processadores e à cibersegurança.
Pouco convincente.
Os fabricantes querem é vender.
Continuem é a dar actualiações para os smartphones mais antigos.
Pessoal com telemoveis bons e a funcionar na perfeição mas com alguma idade já sem actualizações de sistema
+1
É aí que entra o Iphone 😉
Concordo plenamente contigo, David! Por enquanto, não conheço outro fabricante de smartphones tão responsável quanto a Apple no que toca a oferecer atualizações de sistema e de segurança por muitos anos, incluindo para modelos mais antigos. É realmente um diferencial importante para quem quer manter o aparelho seguro e funcional por bastante tempo, mesmo que não seja o modelo mais recente. O único “mas” fica mesmo para a parte das baterias dos Iphones, que muitas vezes deixam a desejar em termos de autonomia e durabilidade. Fora isso, é quase um produto bastante bom!
É verdade que a Apple faz isso, apoia os terminais mais antigos. O android lentamente está a mudar, mas a comunidade europeia por causa da obsolescência programada, vai obrigar os fabricantes a disponibilizar actualização, por mais tempo. E o calcanhar de Aquiles dos telemóveis, o utilizador vai ter que conseguir mudar a bateria, sem parafusos ou cenas estranhas, como fazíamos antigamente mudávamos a bateria, sem stress.
O Meu huawei mate 20 está todo contente ao fim de 8 anos….. só troco quando ele “berrar”