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Portugal ultrapassou os 6,2 GW de capacidade eólica instalada

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Ricardo says:

    Isto é tudo muito lindo mas informações pós apagão indicam que Portugal estava a importar uma grande percentagem da energia elétrica de Espanha devido ao preço, estaremos a construir cataventos para estarem parados?

  2. Simão says:

    Tudo muito bonito em números, mas depois compram aos Espanhóis e quando eles “fazem asneira” ficamos às escuras

    • Mário says:

      Quando vais ao supermercado, se houver batatas a 10€ o kilo e batatas a 50 centimos o kilo, depreendo que compres as de 10€ não é?

      • Simão says:

        Não compro. Semeio-as em casa 😉

        A questão não é comprar ou não aos outros.
        É estar preparado para não ficares às escuras durante 12h ou mais…………….

        • says:

          Já tivemos situações em que precisámos da energia espanhola. Faz parte estar ligado. A minha rede informática em casa também funciona bem e, se estiver desligado do mundo nunca corro o risco de vírus, hacking, phising e outros. Mas também não tinhas as outras vantagens todas.

        • Márinho says:

          Se ligares as centrais a gás tens mais que auto sufciencia… E Semeias gás no quintal? Simplesmente a produção a gás durante muito tempo é extremamente cara.

    • Nuno Almeida says:

      Nenhum país Europeu está preparado para estar sozinho. É muito mais barato termos estas interligações.

  3. Nome says:

    Se produzimos mais de 85% da nossa energia com recurso às renováveis, porque raio andamos a comprar eletricidade a meio mundo?!

    • Max says:

      Abastecimento do consumo de energia elétrica em 2024:
      – renováveis 71%, um recorde – hidroelétrica 28%, eólica 27%, solar fotovoltaica 10%, biomassa 6%
      – gás natural 10%, o valor mais baixo de sempre desde 1979 (5,1 TWh)
      – saldo importador 20%, o valor mais elevado de sempre (10,5 TWh)
      Facilmente encontras as respostas ao que perguntas. Por exemplo, para a produção de energia hidroelétrica depende da chuva e da gestão do nível da água das barragens e a eólica do vento, e que há picos de consumo, em que é preciso importar por a produção das renováveis não ser suficiente
      Feitas as contas, Portugal não é autosuficiente na produção de energia elétrica – daí que ou importa gás natural para a produção de energia (cessou, há uns anos, a importação de carvão e foram desativadas as centrais) ou importa energia elétrica, produzida em Espanha visto que a integração da rde ibérica com a europeia é fraca.
      Também encontras que em Espanha houve disponibilidade de energias renováveis a preços mais baixos no mercado grossista (63€/ MWh), que incentivou a importação, e reduzindo a produção com recurso ao gás natural.

    • Márinho says:

      85% já inclui a energia vinda de Espanha.

    • says:

      Portugal é autosuficiente em termos de produção de eletricidade, só que fica mais barato importar eletricidade pronta a comer do que usar as nossas central para produzir eletricidade com gás natural importado.
      Vai dar ao mesmo. Seja em forma de eletricidade ou em forma de gás, temos de importar. Então, vamos para o mais barato.

  4. Sergio says:

    É como um gajo comprar 4 ferraris e só ter espaço e garagem, em casa, para um.

    Não só em portugal, mas continua-se a bater recordes de produção de algo que depois nao se consegue armazenar em boa escala e utilizar

    • says:

      É preciso ter produção “excessiva”, especialmente nas renováveis. Mas não temos custos “excessivos” por causa disso. O sol e o vento estão lá na mesma. Agora se não tiveres, quando houver um “pico” de procura, o sistema vai abaixo. Podiamos armazenar, mas isso tem custos e preferimos produzir com outros meios a armazenar a produção excessiva. Talvez cheguemos ao ponto de termos armazenamento mais barato… ou os outros meios de produção mais caros.
      É o mesmo que só teres 1 ferrari e ficares a pé porque o carro ficou na oficina para a revisão. Não é o fim do mundo, mas queremos ficar sem energia 1 dia só porque está um calor brutal e toda a gente liga o AC?

    • Max says:

      Não se faz as contas pela produção em si. Faz-se as contas pelo consumo e pela respetiva fonte de energia para o satisfazer. Ou seja, a energia elétrica produzida que não é consumida não é considerada. Em todo o caso, quando se fala em armazenamento, geralmente fala-se em baterias, quando se deve considerar sobretudo a bombagem (envolve o consumo para armazenamento e a produção por armazenamento).

  5. Eng Joao Pinheiro says:

    Carvao e muito melhor, olhem para a alemanha e a polonia cheias de carvao e sem nuclear e como sao as melhores economias da europa, portugal que largue a agenda woke dos greens que nao passa de um mito. Toda a humanidade junta polui menos que um unico vulcao

    • Mr. Y says:

      Tens razão que a Alemanha e a Polónia ainda usam carvão mas já desceu 50% e 40% desde 2000.

    • says:

      Quando souberes o que significa “woke”, volta cá. Até lá, cinge-te ao que sabes.
      E sim, vamos usar centrais a carvão e usar o carvão produzido em Portugal. Mas se calhar é melhor começar a proibir a malta de assar sardinhas e barrigas, porque não temos outro tipo de carvão. Bem, a malta do S. António ainda se safou. O S. João e o S. Pedro já ficam estragados…

  6. FnF4ver says:

    Não convém falar é na manutenção dispendiosa e no impacto ambiental…

    • says:

      Acho que tem menos impacto ambiental que tirar petróleo e carvão do interior da terra e queimar, libertando gases e mais gases para a atmosfera…. digo eu. Além de que não temos nem petróleo, nem carvão, nem gás a ser produzido no nosso país. Do mal o menos, se ficarmos “isolados” do mundo, ainda conseguimos ter algumas coisas ligadas umas horas por dia. Pelo menos enquanto houver sol e vento.

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