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Microsoft usou software pirata no Media Player!!!

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ricardo Ferreira


  1. Miguel Jeri says:

    Então mas segundo o que li neste mesmo post, o autor do ficheiro é que é (aparentemente) um cracker. O título deveria ser “Microsoft usou música de um pirata no Media Player”, não?

  2. Nuno José says:

    No dia em que a Micro$oft acabar com a pirataria, “morre”. Alguém tem dúvidas????

  3. Luís Nabais says:

    Miguel Jeri, não percebeste.

    Quando um desses grupos lança um software dão sempre um crack ou um serial number ou parecido, para registar o programa e ficar como completo, apesar de ilegal.

    O que aconteceu foi que a Microsoft usou uma versão do SoundForge, com um serial number associado a um desses grupos, mais precisamente ao cracker DeepzOne. Foi assim que se identificou que são ficheiros feitos com software pirata.

  4. Morbus says:

    Bah, o que eles querem sei eu. Se o XP não fosse tão fácil de crackar não tinha a margem de mercado que tem hoje. E o vista só tem clientes porque são “obrigados” a te-lo. Com esta crusada contra a pirataria, a M$ está a dar um tiro no pé com bala de canhão…

  5. Anónimo says:

    Uau, descobriste a pólvora. Há cerca de dois anos que se sabe isso. Vocês vivem no ‘Vale da Porca’ perto do Roberto Leal, não?

  6. aver says:

    Como diz o post, a notícia surgiu em 2004. Na altura a Microsoft desmentiu que tivesse utilizado fraudulentamente os ficheiros – disse que os ficheiros foram utilizados inadvertidamente na fase de teste e “por descuido não foram substituídos na fase definitiva”.

    O que é facto é que lá continuam.

  7. Iv@n says:

    Como dizem aí… Bah!! “Que me atirem a primeira pedra….”

    Abraço

    Iv@n

  8. LOL! Gostei de ver que os que acusam os outros de pirataria e afirmam que são lesados fazem exactamente o que os outros fazem. Se alguém tinha peso na consciência sobre ter uma cópia pirata do windows fique descansado…

  9. Anibal Ferreira says:

    Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho. Ou então nas palavras do saudoso Fernando Pessa: E esta hein…

  10. Caro utilizador-com-medo-de-se-identificar (a.k.a. Anónimo),

    Erraste. Na verdade, já se sabe há mais de três.

  11. lol? confesso que não sabia…
    Quem nunca pirateou atire a primeira pedra!! LOL
    😀

  12. meu deus, eles nao vao ter de pagar uma indeminização à sound forge por cada cópia posta na rua do windows? ERA BELO! BELLISSIMO!!!!

    ______________________________
    http://img.dvxw.com

  13. BisMarques says:

    @Ricardo Ferreira

    Ele não têm medo de se identificar até porque o nome dele é mesmo anónimo!
    Vive no “Vale dos Gays” perto do Castelo Branco!!!

  14. Miguel Jeri says:

    Luís, correcto, também pensei que fosse isso na realidade, mas para quem lia a post (entretanto corrigido) não estava tão explícito assim, daí essa interpretação.

  15. Hugo says:

    Não se esqueçam que a Microsoft tem interesse em que em nossas casas utilizemos XP, Office e companhia. Agarrando os utilizadores caseiros com os seus produtos, é nas empresas que os têm de ter legais que eles ganham. Os preços astronómicos dos produtos Microsoft revelam isso mesmo, está ao alcance de empresas e de quem for parvinho o suficiente para comprar, porque não é a nossa casa que fiscalizam, é nas empresas =)

    Ou seja:
    + utilizadores => condicionar às empresas a utilização do seu sistema operativo.

    Acreditam mesmo que a Microsoft actualmente não era capaz de blindar os seus produtos e só originais poderiam ser efectivamente adquiridos? Iam correr o risco de toda a gente migrar para SO open-source que já começam a ser tão user-friendly como os ambientes Windows (tipo o Ubuntu e companhia)?

    Jogo de interesses caros colegas =P

  16. Miguel Jeri says:

    Hugo o que dizes tem bastante lógica mas penso que não é isso que acontece. A Microsoft tem interesse sim que os utilizadores caseiros usem Windows, mas daí a “fingir” políticas de segurança… Por isso não concordo quando dizes que “era capaz de blindar os seus produtos e só originais poderiam ser efectivamente adquiridos”, pois se esse nível de segurança estivesse ao seu alcance as empresas de software profissional que têm muito interesse em vender, (como a Adobe e Sony) não teriam os seus produtos crackados.

    Mas claro são opiniões e cada um tem a sua =)

  17. jorge quintino says:

    se fosse só este software tava-mos nos bem

  18. Bacano says:

    Em parte o Hugo tem razão no que diz. É preciso “viciar” os utilizadores para que eles não fujam para outras soluções.
    Quanto à “blindagem”, há softwares que vêm equipados com hardware keys, que não se arranjam em qualquer esquina!!

    Cumps.

  19. Bacano says:

    Só mais uma coisa… As politicas de segurança da Micro$ já estão desenvolvidas para as versões empresariais, ora se o software é o mesmo (não falando das versões server, só XPs e Vistas) para quê dispender recursos a criar versões sem essas políticas? Todos sabemos que muitos dos cracks vêm directamente da fonte.

  20. mushi says:

    acho piada aos marmanjos que dizem “old news”. provavelmente esses marmanjos lêm sites da especialidade todos os dias e acham-por isso acham-se melhor q os restantes.

    eu nao sabia e gostei de ficar a saber 🙂

  21. Agapytho says:

    A pirataria do Windows e Office é também uma forma de obter formação grátis (treina-se em casa com quem ajude e não é preciso perder tempo, como antigamente, em formação sobre como ligar um PC e por aí em diante).

    Apesar da M$ ter o seu mérito, tem de ter mais tino no que diz…

    Vale sempre a pena relembrar estes momentos, “lest we forget”….

    Grande bem-haja

  22. Bacano says:

    ahh os tempos do win 3.11… tinham que se fazer 50.000 coisas para por um jogo a funcionar!!

  23. Bacano says:

    bem, mas agora com o Vista às vezes é a mesma coisa!!

    grande abraço para todos!

  24. Luís Santos says:

    Quem já trabalhou com o AutoCAD sabe perfeitamente da existência de uma determinada “key” que serve para todas as cópias do famoso programa, que é dos mais fáceis de “piratear”. Segundo constava há uns tempos, a própria Autodesk seria responsável pelo release dessa key, com o intuito de difundir ao máximo a sua aplicação. Uma prática que tem, ao contrário do que possa parecer, mais vantagens que desvantagens. Outros exemplos são igualmente conhecidos.

  25. André says:

    Micro$$$$oft = 500 programadores trabalhando para “fortalecer” um código fonte !
    Crackers = 5.000.000.000 pessoas “trabalhando” para burlar um código fonte !
    Entendeu ? 😉

  26. Dark says:

    Que vergonha!!! kk

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