O interior da Terra continua a revelar surpresas à medida que a ciência aprofunda o estudo do seu núcleo. Um novo trabalho científico aponta para uma estrutura interna mais complexa do que se pensava, ajudando a explicar fenómenos sísmicos observados há décadas.
As maquinações internas e infernais do nosso planeta podem ser muito mais complexas do que suspeitávamos. Uma nova e detalhada sonda do coração da Terra revela que o núcleo interno em rotação não muda apenas a velocidade de rotação – parece também mudar de forma, com variações subtis que aparecem na forma como as ondas acústicas se propagam através do centro planetário.
Os cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) encontraram evidências de que o núcleo interno da Terra oscila, contradizendo modelos previamente aceites que sugeriam que ele gira consistentemente a uma taxa mais rápida do que a superfície do planeta. O novo estudo mostra que o centro planetário mudou de direção em seis anos, de 1969 a 1974. A informação foi constatada através da análise de dados sísmicos.
A equipa de investigadores conseguiu mostrar que o núcleo interior oscila com base na duração do dia, isto é, aproximadamente 0,2 segundos durante seis anos.
A Terra, como a conhecemos atualmente, é constituída por várias camadas. De acordo com uma nova investigação, o núcleo interior sólido do planeta, tem apenas mil milhões de anos. Aliás, a solidificação desse núcleo pode ter fortalecido o campo magnético da Terra.
A equipa que chegou a esta conclusão pertence à University of Texas at Austin.
São raros os computadores de hoje em dia que não têm mais de núcleo, conhecidos na expressão inglesa com0 core. Ao utilizar um processador com as características de multi-core torna-se possível definir na perfeição que certos programas corram num determinado CPU por nós definido.
A verdade é que as aplicações actuais são pensadas aquando do desenvolvimento na sua maioria para tirar partido dos vários núcleos para aumentar, assim, a velocidade de execução e eficiência global distribuindo de forma mais equitativa possível a carga por todos eles. Mas e se pretendemos que uma determinada aplicação do Windows 8 corra num determinado núcleo? Tudo começa no separador Desempenhodepois de clicarmos com o botão direito do rato na barra de sistema e escolhermos o Gestor de Tarefas.