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Microsoft, HP, Acer e Toshiba querem mercado dos Chromebook

O Chromebook sempre foi, desde o seu lançamento, uma máquina com um preço imbatível e com especificações adaptadas ao que os utilizadores pretendiam.

Várias foram as marcas que os tentaram combater, sempre com resultados longe do que seria esperado. A Microsoft pretende agora unir esforço com alguns parceiros para disponibilizar máquinas que possam ombrear com estas propostas da Google, sempre com o factor preço como ponto de referência.

A empresa de Redmond prepara-se para entrar no mercado, aliada a alguns dos seus parceiros, com propostas a rondar os 100 e os 200 dólares.

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Google trará para os Chromebooks aplicações do Windows

Depois da notícia divulgada ontem que dava conta de que a Microsoft estaria a considerar a possibilidade de correr aplicações Android nos dispositivos Windows e Windows Phone, a Google vem agora afirmar através de um comunicado oficial que estará a preparar-se, em conjunto com a VMWare, para introduzir aplicações Windows nos seus Chromebooks.

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ChromeBooks já ultrapassam os MacBooks nos EUA

Com a chegada do novo ano, esta é a altura ideal para vermos de facto o que aconteceu em 2013 em termos de estatísticas e como sempre a venda de equipamentos electrónicos não foge à regra.

De acordo com o NPD Group (Empresa conceituada em estudos de mercado), os Chromebook representam hoje 9,6% de todos os computadores vendidos nos EUA em 2013 (de Janeiro a Novembro) em aquisições B2B. Se analisarmos este valor, por si só não nos diz muito, mas quando reparamos que este valor é bem superior ao atingido pelos Tablets Android (8,7%), Tablets Windows (2,2%) e MacBooks (1,8%), o assunto muda de figura!

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Chrome OS é muito pouco utilizado

Talvez seja novidade para muitos, ou talvez não, o sistema operativo da Google, Chrome OS, tem-se mantido muito pouco utilizado em termos globais. Uns afirmam que já conquistou o seu nicho de mercado, outros mantêm-se cépticos em relação aos míseros 0.02% de utilizadores. Chega a ser menos utilizado que o Windows RT e até que os velhotes Windows 2000 e NT.

Será que a necessidade constante de ligação à internet, que é no fim de contas, a sua principal característica, acaba por dificultar, à partida, a disseminação deste sistema operativo?

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