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A morte do OpenOffice pode estar para breve


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Rui says:

    Por acaso era o Office que eu mais gostava apesar de raramente lhe tocar. Já troquei pelo Libre…

    • Geraldo Lopes says:

      A culpa é da Oracle, uma empresa mesquinha e que adora processar outras empresas por patentes (qualquer semelhança com a Apple é mera coincidência). A Oracle é a dona do JRE (Java Runtime Environment) e que o Google usava até no Android 6.0 Marshmallow, e por problemas com a Oracle o Google decidiu mudar para o Open Java a partir do Android 7.0 Nougat. Agora ninguém quer mais continuar o OpenOffice da Oracle e o projeto vai parar. Já vai tarde… bem vindo o LibreOffice!

      • Hugo Freitas says:

        A empresa é mesquinha por processar outras por patentes? Mas o conceito de patentear uma coisa é ter o direito de a explorar por 20 anos… e é um processo moroso e com custos. Não venho mesquinhez nenhuma em uma empresa tentar proteger o que criou.

        • VaGNaroK says:

          Problema da patente que não leva a inovação, eu não posso criar uma tecnologia melhor com base em uma antiga devido as patentes. Então não adianta de nada, se algo não pode evoluir por causa de uma patente, eu a considero mesquinha.

  2. Arkan says:

    é uma pena…mas dinheiro no bolso é melhor q tudo.

  3. okapi says:

    Usei durante alguns anos, mesmo depois de ter saído o Libre office. É muito difícil combater o MSO e os piratas.

  4. Alucard says:

    Usei durante muitos anos, até ser aparente que o futuro do projecto era o LibreOffice.
    Os projectos open source tem futuro quando os programadores se juntam e não quando competem entre si, desnecessariamente.
    Com 100 milhões de utilizadores no Libre, eles deveriam juntar-se ao LibreOffice.

  5. David Guerreiro says:

    Muitos projetos opensource perdem por falta de coesão, não faz sentido nenhum existir o OpenOffice e LibreOffice em competição.

  6. João Santos says:

    Só morre porque a Oracle armou se em parva na altura e os programadores fizeram o fork para o libreoffice e só depois do livreoffice ganhar algum ímpeto é que a Oracle disponibilizou o projecto novamente à comunidade.

    Por mim já vai tarde. Long live livreOffice.

  7. alex says:

    Já era de esperar… Pois ao ter sido adquirido pela Oracle e já na altura a comunidade começou a ir para o LibreOffice. E com o decorrer do tempo, todos os grandes players e a maioria da comunidade esta no LibreOffice.
    Já para não falar que o LibreOffice evolui muito, tanto em funções como limpeza de código “lixo”. E o OpenOffice em comparação “parou”.
    Ou seja o LibreOffice é a verdadeira continuação do projecto, dai ser tão utilizado, eu uso-o já a algum tempo.
    Nos dias que correm o LibreOffice é perfeitamente utilizável, mesmo para empresas.

  8. paulo says:

    Hoje em dia o Libre está anos-luz a frente.

  9. Pedro says:

    Oracle is evil.

    • NT says:

      Pois… foi isso que ‘destruiu’ mais o openoffice… Entre muitas outras coisas. Penas é que empresas como a Sun deixam de dar “lucro” e perdem-se várias tecnologias em prol de ‘patentes’.
      Felizmente foi substituído pelo libreoffice 🙂 pena é que o pessoal não doa alguma coisa ao projeto (dinheiro, programar/corrigir bugs, traduções, etc. têm muito por onde escolher).

  10. censo says:

    Para mim, só o MS Office, agora na versão 2016.

  11. Pedro says:

    WPS Office, o mais parecido com o MS Office. Recomendo.

  12. Miguel Sousa says:

    Já se esperava. Quando foram integrados numa empresa que visa o lucro, as coisas descambaram.
    O open source funciona se os programadores estiverem envolvidos na direcção que o programa vai seguir. Quando passa a existir uma pessoa externa a dar ordens, qualquer open source se afunda.
    Então se existem alguma tentação para serem programas pagos, nem que seja por adware, ainda pior.

  13. Christian Nogueira de Faria says:

    Com o Microsoft Office por ai, tudo que veio depois sempre terá sido um “aborto”!

  14. Zéi says:

    Uma das razoes deve-se ao facto de o Libre Office e o Open Office utilizarem tipos de licença diferentes.
    O LibreOffice pode utilizar todo e qualquer código/funcionalidade do Openoffice mas o oposto já nao é possível. Isto torna a balança um pouco desequilibrada visto que o LibreOffice absorve todas as features do OpenOfice, mas o OpenOffice não pode reutilizar novas features do LibreOffice.
    O Openoffice ao morrer o LibreOffice perde um dos seus contribuidores de código.

  15. Sérgio Ferreira says:

    Um excelente exemplo das vantagens do open source. Uma empresa tenta controlar e a comunidade faz um derivado melhor não permitindo que se torne propriedade de alguém

    • Bruno says:

      Aconteceu algo similar com o Hudson / Jenkins.

      A Oracle quis controlar e a comunidade disse que não é fizeram o fork. Agora o Hudson está praticamente morto.

  16. Gilberto Schiavinatto says:

    Desde 1998 estou seguindo o caminho, comecei com o StarOffice 5.2 , OpenOffice, BrOffice e agora LibreOffice, para meu uso é o suficiente, estou até testando o Linux Trisquel 7, esta me surpreendendo.

  17. Asdrubal says:

    O nome OpenOffice soa-me melhor que LibreOffice.

  18. Amilcar Alho says:

    “Em 2000 a Sun foi adquirida pela Oracle”, corrijam SFF “Sun Microsystems foi adquirida pela Oracle Corporation em 2009”.
    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sun_Microsystems

    • Alucard says:

      Sim, a história do OpenOffice neste artigo está completamente errada.

      No principio, em 1985, havia o StarOffice que era software pago e proprietário. Em 1999, a Sun comprou a empresa que desenvolvia o StarOffice e em 2000 tomou a decisão (histórica) de publicar o código-fonte na rede e criar o OpenOffice.org, uma suíte de escritório 100% livre, gratuita e aberta a uma comunidade de programadores. A partir daí, o OO.org ganhou imensa popularidade como uma alternativa ao software da Microsoft, a um nível que jamais o StarOffice teria alcançado como software fechado.

  19. BM says:

    Deixei de utiizar o openoffice passando para o libreoffice há já algum tempo
    Tenho utilizado atualmente como alternativa o WPS

  20. Regis says:

    É pena. Uso este Office há +/- de 24 anos todos os dias, especialmente em folhas de cálculo.
    A primeira versão Star que utilizei, em W3.11 ( gratuita nos anos 90), era muito diferente das actuais visões Office.
    Arrancava para um Desktop e tinha, embutido, também uma espécies de Explorador de ficheiros. Nem nos apercebíamos que estávamos no Windows, uma vez que o seu ambiente de trabalho passava para 2º plano.
    Passei também pelo falecido GO-OO. Excelente mas pouco ágil a actualizar.
    Actualmente mantenho-me a usar o OO que me parece mais estável e menos problemático que o LibreO.
    Vamos ver o que vaia acontecer.

    • Alucard says:

      Amigo, pode dar o salto para o LibreOffice sem medo que é bastante estável. Eu estou a usar a versão 5.2, mas para quem prefere estabilidade acima de tudo, eles ainda mantêm um nível na 5.0 com actualizações de segurança, ideal para empresas.
      Tirando o branding, é o OpenOffice que você conhece e adora. E com mais funcionalidades.

      Como sou bem mais novo, o meu primeiro contacto com o OpenOffice.org foi por volta de 2002/03, andava eu na escola e tinha um computador em casa apenas com o Microsoft Works para fazer os trabalhos e relatórios. O Works, é universalmente aceite, é um dos piores softwares saídos de Redmond, muito choro me causou por crashes constantes e recuperação de documentos como no Office, nem vê-la. A compatibilidade mesmo com os formatos Office da própria Microsoft era péssima.
      Penso que me saiu a rifa com um CD-ROM daquelas revistas, PC Guia ou Exame, já não sei com o OO.org 1.1. Instalei-o sem qualquer expectativa, o que eu queria era o MS Office, e após uma semanita, já estava a chorar, mas de felicidade. Como era possível, um software tão melhor que o Works, que fazia tudo o que eu precisava e sem custar um cêntimo? Ainda tinha uns tipos de letra diferentes e outros adornos, que faziam inveja aos meus colegas com o Office 2003.
      Estou a ficar nostálgico com isto.
      O bom é que tenha o nome que tiver, seja Star, Open ou LibreOffice, este projecto não irá nunca desaparecer, a comunidade open-source arranja sempre uma maneira.

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