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LibreOffice ultrapassa os 100 milhões de utilizadores


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. CC says:

    Acho que devia-se era pegar numas forquilhas e tochas e ir esfolar ai uns quantos que estão na área da grande lisboa e porto, isso sim.

  2. Pedro says:

    Prefiro o WPS Office

    • Douglas Ferreira says:

      A interface do WPS é infinitamente superior à do LibreOffice. Enquanto o WPS lembra as versões mais recentes do MS Office, o LibreOffice ainda mantém a antiga interface baseada em menus suspensos (e eles conseguem deixa-la cada vez mais confusa visualmente); mas mesmo com uma interface moderna, o WPS tem a possibilidade ter uma interface mais tradicional, em menus, e ainda assim mais elegante que o LibreOffice.

      Do pouco que usei, pude reparar alguns recursos que nunca seque observei no MS Office, como os controles que aparecem no WPS Writer ao trabalhar com tabelas, que podem incluir linhas e colunas; gostei também o fatos de poder abrir vários arquivos em guias mostradas na interface, o que facilita trabalhar com mais de um arquivo, podendo coloca-los lado a lado facilmente, inclusive com ajuste automático das janelas lado a lado ao fechar outra.

      • Manuel Azul says:

        “Enquanto o WPS lembra as versões mais recentes do MS Office” .. pois… é basicamente o mesmo produto?! Mas com menus “suspensos”.
        Portanto o Wps é mais “bonito”.
        Para inserir quebras de página e indentação de texto, não é preciso ser bonito… é preciso ser é funcional…

        • Douglas Ferreira says:

          Acho a interface de um sistema extremamente importante para aumento da produtividade.

          Imagine configurar um compartilhamento de pasta pelo samba usando uma das ferramentas gráficas disponíveis e compará-las à configuração manual do arquivo smb.conf – ambas as opções são eficientes, mas não se pode negar que é mais rápido e intuitivo fazê-lo por uma interface gráfica.

          • Manuel Azul says:

            Nem todas as opções estão disponíveis no interface gráfico.
            Enquanto que na configuração basta escrever o nome da opção para a usar.
            O interface gráfico é uma auxiliar bastante mais simplificado de todas as opções disponíveis no sistema.

  3. Emanuel says:

    A Força Aerea Portuguesa vai adoptar a titulo definitivo o LibreOffice como principal suite de produtividade, em deterimento das licenças Microsoft Office altamente dispendiosas.

  4. Chonga says:

    Já tentei usar o LibreOffice, mas não consigo gostar dele. O velhinho Office 2003 ainda é melhor que a melhor versão do Libre.. Senão tiver o office em mãos e for algo simples, tento fazer no Google Docs.
    Eu ainda acho que , na administração pública, 90% dos documentos, planilhas etc, dos usuários podem sim ser feitos no GoogleDocs. Basta vontade de economizar.

    • Gerardo says:

      O google docs, na versão profissional, não é grátis, fica ao mesmo preço/ano do office 365

      • Douglas Ferreira says:

        Se for para pagar, pagaria de bom gosto pelo MS Office. Acho o Google Docs básico demais para mensurar o preço, não há o que possa ser comparado ao LibreOffice e outras opções gratuitas.

    • Asdrubal says:

      Só de pensar que a tentar me adaptar ao libreoffice, perdi horas de trabalho num relatório, que deu um erro qualquer no ficheiro, e já não deu de forma alguma para recuperar o texto, sinto-me desconfortável com a ideia de tentar de novo esta ferramenta.

      • johine says:

        Também me aconteceu o mesmo com o word, com o relatório de estágio…
        Corrompeu e não consegui recuperar… tive de encontrar um copia de uma versão anterior :/
        Histórias de horror à em todo o lado: FAÇAM backups! de coisas importantes.
        Não voltei a usar o word.

        • Alucard says:

          Também tive uma tese de mestrado de 70 e tal páginas a corromper no Word. Sinto-me desconfortável a usar o Word para documentos importantes.
          No LibreOffice e OpenOffice, tive zero problemas desses até à data.

  5. pedro silva says:

    Não percebo a resistência ao open-source. Países economicamente fracos como Portugal deviam apostar no open-source por obrigação. É bem mais barato a opção pelo open-source, aopiado/mantido por uma equipa de técnicos que prestem assistência ao Estado, do que pagar dezenas de vezes mais por programas comerciais muitas vezes inferiores.
    A questão da adopção é simples. Da mesma forma que se muda tudo e mais alguma coisa com todas as reclamações (na maioria das vezes sem sentido) há que mudar para open-source, exigindo (pela oferta de formação) a implementação do open-source. Mesmo o custo da formação inicial (e posterior) e assistência técnica especializada fica muito abaixo do custo actual. E, num país como o nosso, porque razão isto nem sequer é discutido?

    • Filipe Coelho says:

      1º – O open-source nem sempre é mais barato que o close-source. Aliás, o facto de ser open-source ou não não influencia em nada no preço.
      2º – A opção open-source pode não ser mais barata de manter do que a sua contra-parte, uma vez que pode ter mais erros e falhas, enquanto que as licenças comerciais têm quase sempre suporte técnico.
      3º – Devido ao que já se encontra feito, seria preciso tornar muita coisa compatível com os novos programas, uma vez que na altura que foram feitos, eram os software close-source e proprietários que dominavam o mercado.
      4º – Há várias tecnologias proprietárias que (infelizmente) não estão disponíveis em software sem ser aquele que detém a patente. Isso impossibilita por completo (ou quase) a transição de software.

      Para concluir, não fazes ideia (nem eu) do que está implementado, por isso não sabes quão fácil/difícil e custoso seria a mudança.

      • Fox says:

        Bem, estar a dizer que não é mais barato, é simplesmente errado.
        Admito que haja custos em mudar, mas à que inverter a situação nas escolas para estas começarem a usar software livre, até porque a alternativa custa dinheiro.
        No momento que invertermos esta situação, gastaremos menos, as pessoas passam a ter a formação em ferramentas livres, e depois serão livres de escolherem as ferramentas que quiserem, sem que sejam prejudicadas financeiramente. Se realmente há qualidade fora das opções livres, é necessário pagar por elas.
        Este custo não deve ser imputado/forçado na formação das pessoas.
        Haja coragem de mudar.

        • Filipe Coelho says:

          Eu não disse que não era mais barato. Eu disse que open-source não significa ser mais barato. Open-source significa ter acesso ao código fonte, não ter acesso ao programa de forma livre.
          Não estou contra a mudança, não acho é tão linear como simplesmente “querer”.

      • pedro silva says:

        1º É quase sempre mais barato. A questão de não ser é muito mas muito rara. Aliás, apenas conheço um caso em que o open-source poderá sair mais caro: a necessidade de formação na transição (o que se recupera anualmente. Fi-lo na minha empresa há sete anos).
        2º Não é bem assim. A maioria dos programas enterprise-level oferece suporte pago e pode sempre financiar-se directamente a equipa gestora do projecto. Não faltam exemplos disso (eu faço-o).
        3º A transição nunca é imediata mas possível. O facto de muito ser fechado deve-se a este apego aos programas de proprietário desde há décadas. Por exemplo, actualmente o padrão de documentos tem mudado para o Open Document e só quando tal se tornou evidente a Microsoft incluiu a possibilidade de importar/exportar neste formato.
        4º Sim. Existem tecnologias de proprietário exclusivas mas no caso da Função Pública/Estado são raros os casos (falo com conhecimento de causa) e, na pior das hipóteses, manter as insubstituíveis mas forçando as empresas desses a compatibilizar com sistemas operativos open-source. Como disse, fiz a transição na minha empresa e não é complicado o processo, basta estudar antecipadamente os impactos. Quando se pagam milhões em estudinhos de tudo porque não para avaliar os prós/contras desta transição?

        • Filipe Coelho says:

          Não é apenas na formação que se gastará. Open-source != de freeware. Depois há programas/ferramentas que não tem quase impacto nenhum mudar. Outras tem um impacto enorme. Servidores militares, por exemplo. Servidores do estado. Ferramentas de identificação. O mundo open-source é muito bom, mas é (ainda) um tanto limitado nas opções, e como por norma não há uma empresa por trás, o software tende a ser menos uniforme, interfaces mais pesadas e funcionalidades não constantes. O que digo não é regra, mas sem dúvida existe.

          • Manuel Azul says:

            Estas a falar de um nicho de pessoas e actividades profissionais que requerem ferramentas “especiais”, e nesses casos essas pessoas que paguem o que a ferramenta faz por elas.
            Para os restantes 99% é mais que praticável usar software livre.
            Nas escolas nem se põe essa questão, é mais que óbvio.

          • leor says:

            Certamente gasta-se menos dinheiro com software open-source, dependendo do software. Alguns podem ser completamente gratuitos e livres de se usar para fins comerciais mas só dão suporte se pagar. Se o custo de suporte for bem alto, nada como dar formação a alguém da empresa ou sector para fornecer suporte dentro da empresa.
            Existe muito software por aí com potencial para ser grande e tudo pode ser grande mas com que custo? Não é só pegar em qualquer coisa e dizer que é um bom substituto como muitos pensam e pegar em algo que já é bom e dar-lhe mais excelência tem um custo um pouco elevado, ordenados + mão de programador/designer + estratégia. Outro software não é dependente de funções complexas mas dependem de pequenos scripts para o ir complementando em variadas coisas.
            As coisas não vão bem pelo incentivo mas sim pela necessidade, e por vezes até pela necessidade dificilmente lá vamos.

        • pedro silva says:

          Sim. Exactamente. Não é a totalidade, embora seja a maioria.

      • pedro silva says:

        Citando apenas o exemplo real da minha empresa (12 funcionários):
        Programas proprietários: €2.300,00/ano
        Financiamento/apoio técnico de projectos open-source usados: €1.600,00/ano
        Formação open-source anual: €2.500,00
        Poupança anual dos últimos seis anos: €17.400,00

        Valeu a pena? É inegável.
        (relembro que antes da transição fizemos um estudo para conhecer os impactos).

        • pedro silva says:

          * Poupança anual dos últimos seis anos: €17.400,00
          Não é anual mas sim “poupança dos últimos seis anos”

          • jorge santos says:

            Em termos de poupança, em 6 anos, não é muito. Isso é certo.

            Mas usando o formato de ficheiros ODF temos a GARANTIA de LIBERDADE para daqui a alguns anos podermos usar estes ficheiros em qualquer outra suite de produtividade. Isto é algo que a Microsoft quer evitar a todo o custo para manter os seus clientes pagantes PRESOS aos “xlsx” e “docx”.

            Eu prefiro a LIBERDADE do ODF.

          • pedro silva says:

            O valor refere-se à poupança líquida (o restante não foi contabilizado porque passou directamente de software para vencimentos de três novos efectivos).
            É dinheiro que pode ser investido em outras áreas sem que tenhamos abdicado de nada. Permitiu, entre outras coisas, melhorar rácios no geral.

        • Carlos says:

          Opá, 12 funcionários, a sério?
          Tu sabes quantos funcionários tem por exemplo, o Hospital de São José? Dica: bastante mais de 12. Digo-te mesmo mais, mais de 120, mais de 1200!
          E é só UM exemplo, e o Hospital de São José é pequeno quando comparado por exemplo com o Santa Maria.
          Se tu precisaste de contratar 3 pessoas para dar apoio às 12 que lá tinhas, imagina quantas seriam precisas para 1200!
          E imagino que pages mil euritos aos novos contratados, né, mas no Estado teriam que pagar ao nível da carreira de técnicos superiores e pagar bem mais que isso (porque teriam de lhes pagar o mesmo que aos que já lá estão, como é evidente) E bom, isso ignorando o facto de ser absolutamente impossível contratar tanta gente para a FP.

      • pedrosilva says:

        Na minha empresa só utilizamos quatro (um deles é a suíte da Adobe com todos) programas de proprietário: Office (só pelo Excel. O Calc ainda tem de percorrer um bom caminho), Windows (só pelo CC da Adobe), HitFilm e Antí-virus. Tudo o resto é open-source (que apoiamos financeiramente de forma anual e de quem temos assistência técnica), incluindo ao nível do trabalho de gestão, audiovisual e composição avançada de imagem (efeitos visuais – juntamente com o After Effects), 3D e animação.
        Em seis anos, em boa parte graças a essa redução de custos, apoiámos anualmente os quase 30 projectos cujos programas usamos e contratámos três pessoas a tempo inteiro. Se tivéssemos de pagar as licenças de há sete anos atrás teríamos, na melhor das hipóteses, uma pessoa efectiva a mais.
        Atenção. Não sou fundamentalista, uso programas de proprietário e open-source, apenas procurei deixar alguns esclarecimentos de ideias incompletas que se tem face ao open-source.

      • pedrosilva says:

        Claro, em casos específicos, justifica recorrer a soluções proprietárias. Existem programas para quase tudo (basta investigar, por isso, não percebo o um tanto limitado nas opções. Fontes iniciais poderão ser o alternativeto, osalt, sites das distros linux ou comunidades profissionais). No entanto, no Estado, a grande maioria (tirando partes da segurança, partes da saúde e partes da justiça) não precisa de software nenhum que não exista na versão open-source, seja este gratuito ou pago. Open-source não é igual a gratuito mas sim a código aberto. Open-source não é sinónimo de freeware/gratuito e, sim, livre (de uso) e de código aberto (no qual se pode trabalhar).

      • pedrosilva says:

        A ideia de que não há ninguém por detrás do open-source é errada. Os de maior projeção e os de nicho têm enormes comunidades a desenvolver o programa e há empresas dedicadas exclusivamente a prestar assistência (paga). Pode ainda ajudar-se financeiramente custeando o trabalho de programadores ou tendo membros da equipa que possam colaborar no código, ajudando a empresa e o projecto.

  6. Alucard says:

    Sou utilizador desde o tempo do OpenOffice 1.1
    A minha escolha para processamento de texto e folhas de cálculo; gosto tanto do Writer e do Calc que mesmo se fosse software pago, abriria a carteira de bom grado.

  7. José Lopes says:

    A PSP já só usa o Libreoffice desde Janeiro….não sei se é o melhor mas… é gratuito….

  8. JB says:

    O LibreOffice é muito completo e a última versão é extremamente rápida. Um dos problemas com a sua adoção são as migrações mal planeadas, pouca ou nenhuma formação, forte resistência às mudanças aliadas a estratégias financeiras que não se entendem bem numa nação em dificuldades mas com gente tão inteligente e criativa. Tem tudo para resultar mas falta vontade política.

  9. Gerardo says:

    Penso que num dos programas de um dos partidos mais à esquerda do PS (provavelmente o BE) consta a adopção de software livre no estado. Visto não ser uma medida polémica (politicamente falando), acho que vamos ter novidades no futuro em relação a este tema…

  10. outeiro says:

    Tenho 70 anos.
    Uso o LibreOffice, desde que se cindiu do OpenOffice (anteriormente usava o Open). Há vários anos. portanto.
    Nunca tive necessidade da suite da Microsoft. Estou plenamente satisfeito com o Libre.
    Comecei a usar linux, Red Hat (ainda não havia o Fedora) e Mandrake, agora fixei-me no Ubuntu Mate.
    Estou reformado, trabalhei num hospital com mais de 700 funcionários.
    Havia um departamento de informática que geria os sistemas pois toda a informação (RX, análises, informação clínica, etc.) corriam pelo intranet.
    Os servidores eram Linux.
    Fizeram-se cursos obrigatórios, organizados pelos engenheiros do hospital, nas horas de serviço, para ensinar o MicrosoftOffice, nem sequer se pensou no open ou libreoffice.
    Provavelmente as administrações não estavam interessadas …eles lá sabiam porquê…

    Em dois ou três anos de treino estava tudo afinado para usar Linux e Libreoffice.
    O que é que se usava? Writer e Excell, os programas de contabilidade (por ex.) eram específicos, independentes da MS, eram comuns ao Ministério.
    Ao fim de 5 a 10 anos estava mais que paga a mudança para linux e libreoffice.
    Quantos milhões se poupavam, neste país com um quarto da população abaixo do limiar de pobreza.

    Interesses e parolice! Pequeninos em tudo, mas temos o Ronaldo para nos salvar…

    Declaração de interesses: não sou engenheiro informático, trabalhava com os doentes, directamente (médico). Aprendi a usar o linux à minha custa, fazendo muito disparate, com a ajuda de amigos, a quem agradeço muito, e googlando sempre.
    Não alinho nas discussões de que a minha pila é maior do que a tua, se não podemos ter Mercedes, usemos Fiat e Peugeot.

    • pedro silva says:

      Pena esta ser uma visão de quem, infelizmente, não pode obrigar a essa transição. Num país pobre em que esse dinheiro podia ser investido em algo útil financiam-se multinacionais que pagam impostos em outras nações quando existem alternativas mais baratas que possibilitariam ajudar mais os cidadãos e o país.

    • PBS says:

      +1
      no meu caso, não tenho carro mas chego sempre ao meu destino 🙂

    • jorge santos says:

      Caro “outeiro”, desde já os meus parabéns pela sua abertura a usar Linux com a idade indicada. Não é comum e é algo de extraordinário, especialmente para alguém que não é da área de Informática.

      Partilhamos interesses em comum nomeadamente a questão das discussões da “minha” ser maior que a “tua” 🙂 .

      Já que usa o Ubuntu Mate , experimente o Linux Mint MATE Edition. É baseado no Ubuntu e pela minha experiência mais fácil de usar que o Ubuntu Mate (que já experimentei mas encontrei alguns bugs que me afastaram de imediato). O Linux Mint é só instalar e usar de imediato… até hoje a distribuição mais fácil de usar que experimentei.

      • leor says:

        ODF = errado
        É ODT

        Nisso estás desatualizado. Dá para abrir e guardar ficheiros ODT com o Word da Microsoft, temos a garantia de que isso será possível em anos para vir. Estou a favor do LO mas sabemos que a Microsoft não quer ficar para trás, está a aproveitar-se ao máximo dos recursos da concorrência para continuar a competir.

        • Alucard says:

          ODF é correcto sim. ODF representa o conjunto de formatos para o padrão OpenDocument: Open Document Format.

          Depois cada tipo de ficheiro tem uma extensão diferente. odt para texto, ods para folhas de cálculo, odp para apresentações, etc.

          O Microsoft Office tem um suporte desactualizado e insuficiente ao ODF. Penso que o ODF vai na versão 1.2 e eles ainda não saíram da 1.0.

          E quando crio um documento odt no Word, já sei que vou ter problemas em lê-lo em qualquer outro software seja Libre, OpenOffice, Abiword.
          A Microsoft suporta o ODF, mas o problema é que parece que até o ODF deles é diferente do ODF do resto do planeta. A tentação de deturpar os standards abertos é demasiado grande para eles.

          • leor says:

            Não entendi que se estava a referir ao OD de um modo geral. Quanto à versão do ODF já vem 1.2 no Office 2013 e 365 e foram eles que criaram o standard 33 anos atrás.

          • leor says:

            Quis dizer que a Microsoft ajudou a criar o standard para a formatação de texto digital há 33 anos, desde 1982. A intenção deles atualmente não é deturpar nada mas sim manter a sua margem de lucro. A Microsoft investe muito no open source para aumentar o seu investimento contra outros grupos, tendo o direito de fazer tudo o que quiser com todo o código criado por qualquer um e isso é uma grande ajuda para empresas.

  11. Francisco Almeida says:

    Tirando o Excel… quem precisa do MS Office?

  12. Jorge Rodrigues says:

    Acho honestamente que o Estado português a usar Linux com Libroffice seria muito mas mesmo muito mais barato do que as licenças da microsoft…
    Não me venham com tretas de há e os técnicos… porque acaba por ir parar aos mesmos gastos por isso seria +~os mesmos gastos com os técnicos e muito menos de um terço em licenças, partindo do pressuposto que o estado pagaria uma quantia por máquina… sei lá 50 € ….

  13. Rodrigo says:

    Uso o Apache OpenOffice. O LibreOffice é muito lento e pesado.

    • Alucard says:

      Não partilho dessa impressão. O LibreOffice tem optimizações no código que até por efeitos das diferentes licenças que cada um utiliza, não podem ser transportadas para o Apache.
      O Apache OpenOffice é um projecto estagnado e ao abandono, o futuro do velho OpenOffice está agora no projecto do LibreOffice, a grande maioria dos utilizadores e dos programadores do antigo OpenOffice estão no LibreOffice.

      • Rodrigo says:

        A última versão do Apache OpenOffice (4.1.2) é de 27 de outubro de 2015. Basta fazer o teste de correr o Apache OpenOffice e o LibreOffice em computadores com pouca potência, como um netbook, para verificar como o Libre se arrasta em comparação com o Apache.

    • AlexAlex says:

      Hum… Utilizo aqui um portátil Acer de uns 7 anos atrás com um Pentium Dual-Core. Estive a correr o OpenOffice recentemente, para ver como andava, e estava bem mais lento mas principalmente com menos recursos do que o LibreOffice. Porém, como utilizo Gentoo o LibreOffice foi instalado via código fonte, sendo então compilado para minha máquina, e o OO de binários, que é o que está disponível no Gentoo.

  14. rui says:

    A única vantagem é mesmo ser open source e por isso gratuito. Porque de resto, digam o que disserem, façam os estudos que fizerem, nenhum chega aos calcanhares de uma suite paga, neste caso o Office, visto ser falado no artigo. Mas de todos os gratuitos, o melhor e mais completo é, sem dúvida, o LibreOffice.

  15. José Queluz says:

    E o Base do LibreOffice, é alguma coisa de jeito? Há possibilidade de migração de bases dados access para este software?
    Tenho lido que está cheio de bugs, além de ser muito fraquinho.

  16. GoGoBoy says:

    Já trabalhei numa Universidade Federal do Brasil. É verdade que o governo daqui forçou o uso de software livre em suas instituições, mas também é verdade que os usuários rejeitaram e fazem uso de licenças piratas do MS OFFICE na prática.

  17. Manuel Azul says:

    José Queluz: “(…)bases dados access”
    Bases de dados Access são proprietárias…
    O melhor é não as usar. Para evitar “lock-ins”.
    Sim há possibilidade de portar, mas se se puder evitar usar software proprietário logo à partida, é a melhor solução.
    Quem diz access diz excel, powerpoint, etç.
    Para mudar, basta da próxima vez que se ciar um documento, não se use software prioritário.

  18. xupiter says:

    Já sabemos todos a resposta a esta pergunta e cego é aquele que não quer ver ou nunca experimentou! (sem ofensa)
    Siiiiiiimmmmm!!!!!, o Estado poupava muito mas muito. Todos os serviços do estado, desde as finanças à educação poderiam e deviam migrar e já nem estou a falar para Linux. O problema é o de sempre, Interesses particulares onde alguém deve estar a ganhar dinheiro…
    Existem sempre alguns problemas de compatibilidade (motivados pela Microsoft, formatos proprietários e outros que deveriam ser standard e abertos! enfim outra historia), mas creio que facilmente seriam ultrapassados. Mas centrem-se nas tarefas que cada funcionário executa no terminal, não acham que conseguiriam executa-las da mesma forma/facilidade num programa OpenSource?
    A mudança começa na vontade de experimentar livremente escolher.
    Experimentem…

    • AlexAlex says:

      A grande questão é que para os grandes clientes, a MS costuma *oferecer* aos gestores de IT, cursos, participação em congressos/feiras etc. mundo a fora. Daí a empresa acaba por se tornar refém da MS, pois os gestores não querem largar o tacho das ofertas. Como os grandes clientes que acabam, de uma forma ou de outra, por definir o mercado, a coisa não anda ou anda muito lentamente.

  19. pedrosilva says:

    Atenção. Não sou fundamentalista, uso programas de proprietário e open-source, apenas procurei deixar alguns esclarecimentos de ideias incompletas que se tem face ao open-source.

  20. Manuel Azul says:

    Não me passa pela cabeça receber um documento digital das finanças… e ter de vir a comprar um software do fabricante Y para o poder ler…
    Para isso o papel é bem melhor, qualquer pessoa pode escrever, e todos o podem ler.

    • Douglas Ferreira says:

      Se é apenas para ler, todos os aplicativos office já exportam em pdf.

      Mas concordo que o ideal seria que tanto MS Office quanto LibreOffice pudessem abrir quaisquer arquivos com total compatibilidade.

      • leor says:

        Força então Douglas, estamos a contar contigo. Não é uma coisa que se faz sozinha e há outras coisas mais importantes pelo o caminho. Contribuições são bem vindas em dinheiro, código e recrutamento 🙂

      • Manuel Azul says:

        “todos os aplicativos office já exportam em pdf.”
        Em versões anteriores tínhamos de arranjar plugins manhosos… as novas versões já fazem isso nativamente?
        Claro que pdf todos lêem… mas editar os .docx sem ser com o word…

  21. Paulo Falcao says:

    Passem para o Google Docs. Fiz isso a uns anos, nunca mais precisei de office ou libres…. nunca mais perdi um documento, nunca mais perdi uma alteração, nunca mais tive problemas a partilhar documentos, todos podem ler e editar os documentos directamente na cloud e ao mesmo tempo! Todos vêm o mesmo, nunca mais tive problema com formatos e conversão de formatos malucos, como .doc, docx, ou .odf. Pode fazer menos uma coisa ou outra, mas chega perfeitamente.

  22. david says:

    i need open office

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