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O LibreOffice 5.0 chegou e tem suporte para o Windows 10

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Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Rafael says:

    Continua com o mesmo aspecto das outras versões… Pensei que inovassem um bocadinho nesta área.

    • Carlos Santos says:

      Pode ser que agora mude, porque desde a versão 3.5 que a imagem deles tem mudado.

      Terão de acertar algum dia, pode ser que seja desta!

      • paulo g. says:

        Ainda não viste a barra lateral pois não?
        Ainda não percebi qual a vantagem do ícones grandes, quando a tecla do lado direito do rato tem a maior parte do que se precisa. Ainda prefiro ter as barras de ferramentas onde quero e as que quero usar a cada momento.

    • Adriano Afosno says:

      Caro Rafael
      Para já não estamos preocupados com isso, estamos sim preocupados com a funcionalidade e compatibilidade (que a Micro$oft não implementa devidamente no ODF, para além de dificultar as coisas a cada versão e update). A UI já é conhecida, madura, e funciona. Pessoalmente, tal como grande parte da comunidade, usa LibreOffice exactamente por essa razão.
      Mas há diversos projectos paralelos em desenvolvimento. Está em estudo a possibilidade de a alterar como uma skin.
      Mas como é Software Livre, porque não te juntas à comunidade e apresentas uma proposta?

    • J.C.Lopes says:

      +1
      Continua com um aspecto um tanto ou quanto a cheirar os suits office antigas.

  2. Jorge Frazao says:

    Boas,
    Tenho que ir analisar a ver como está.
    Realmente, a questão das compatibilidades com o office é o principal motivo pelo qual não abandonei já o Windows.
    É que isto, se um tipo abre no Calc uma ficheiro Excel mais elaborado ás vezes é um problema. Além disso há a história das formatações. Se bem que isso não é culpa do LibreOffice mas sim da falta de padronização dos formatos livres.
    Mas de uma forma geral, esta suite tem evoluído bastante nestes ultimos anos.

    Cumprimentos,

  3. Roby says:

    Uso desde muito tempo. Continua a ser uma excelente alternativa….

    • Miratan says:

      Realmente, a versão atual está deveras rápida. Ficava desapontado com a lentidão ao manipular documentos com elementos gráficos ou muitas páginas. Agora ficou muito bom, mas espero que melhore ainda mais na performance e compatibilidade.

  4. Miguel Cruz says:

    Ainda não testei esta versão, mas infelizmente em relação às outras versões o MS Office dá uma abada ao LibreOffice.
    Acho que a principal razão para o pessoal do Windows não ter migrado para Linux (e não, não é os jogos) é mesmo não ter uma suite de produtividade como o MS Office.

    • André says:

      E o Photoshop (juntamente com todas as apps da suite Master Collection) também.

      • Anónimo says:

        Discordo com a parte do “juntamente com todas as apps da suite Master Collection”.
        Convém relembrar que a Adobe está a descontinuar o Fireworks e o Sketch já se está a tornar na referência.

        Não é Linux, mas fica o reparo.

        • André says:

          Eu só uso o Photoshop e o Premiere. Ainda não encontrei nenhuma aplicação à altura para o Linux.

          • Tecnical says:

            Nem vais encontrar.

            Por muito boas que sejam as alternativas, não conseguem concorrer de igual para igual com a adobe…

            Mas se a Adobe começasse a pensar no linux… a coisa ia mudar de figura.

      • Neto Carlos says:

        +1.
        Adicionaria também uma ferramenta de gestão bibliográfica decente. Não que o Mendeley seja ruim, mas a praticidade de criação de styles é bem maior no EndNote.

    • AP says:

      Sem dúvida, e os devs e comunidade continuam à luta com formatos de ficheiros e o UX/UI ficou parado em 1997.

      Uma pena, não era nada mau termos uma alternativa boa ao Office.

    • Anónimo says:

      O Office 365 veio resolver parte desse problema, mas (por ser uma solução cloud) está longe de ser consensual e ainda tem outras limitações.

      Estamos mal quando o LibreOffice é a melhor alternativa ao Microsoft Office… há uma diferença substancial de qualidade entre os dois (mais visível em alguns programas da suite que noutros), mas o pior é que esta diferença não tem vindo a ser “fechada” ao longo dos anos (pelo menos não ao ritmo que seria desejado) .
      Ok, o Microsoft Office custa pelo menos umas centenas de euros, mas é um daqueles casos onde a etiqueta de preço faz justiça à qualidade do produto.

  5. jorjão says:

    Para os comuns dos mortais este office chega e sobra. O pessoal é que se habituou ao microsoft office e é avesso à mudança.
    Gostava de saber quantos têm o da microsoft original!!!!!

    • Miguel Cruz says:

      Aí é que te enganas, para os comuns dos mortais o LibreOffice é confuso e pouco prático em relação ao MS Office. Digo isto por tentei implentar o LibreOffice numa empresa e o utilizadores não conseguiram atinar com um simples editor de texto. Além de disso quando tentavam abrir documentos em docx aquilo ficava tudo desformatado e era uma carga de trabalhos para explicar às pessoas como fazer.
      Não estou a dizer mal do LibreOffice só por dizer. Quem dera ter um LibreOffice com a qualidade do MS Office, mas contra factos não há argumentos.

      • Nuno says:

        A confusão só decorre da viciação no MSOffice e da falta de vontade de explorar e utilizar plenamente o Libre… Eu utilizo o MSOffice e o Libre todos os dias, em situações diferentes, e não consigo perceber o porquê de tanta resistência. MSOffice está em permanente evolução há muitos anos, enquanto o Libre (e afins) evolui há menos tempo. Para o comum dos mortais poucas devem ser as funcionalidades que não existem no Libre e, atrevo-me a afirmar, seria uma excelente alternativa.

      • Adriano Afosno says:

        Boas Miguel
        Não percebo como o podem classificar como confuso e pouco prático. É uma questão de workflow, o qual mudou radicalmente aquando da mudança de 2003 para 2007 no M$ Office. Tenho vasta experiência em migração e implementação e sinto exactamente o oposto.
        Houve formação? Houve bateria de testes antes da migração? Pois…
        Depois está claro temos a questão do formatos abertos, que é Lei em Portugal (Lei das Normas Abertas (Decreto Lei 36/2011)).

        • AP says:

          É confuso e pouco prático porque tem um interface dos anos 90, UX/UI é a última consideração das comunidades de desenvolvimento open-source. É muito mais “divertido” andar em lutas de formatos e escrever coisas dignas de uma criança de 10 anos como “M$”.

          • Marco says:

            “É confuso e pouco prático porque tem um interface dos anos 90”
            Queres dizer que todas as interfaces dos anos 90 são pouco praticas e confusas?

          • Alucard says:

            Para mim, confusa é a interface do Office 2007 ao 2016. Que se tem vindo a alastrar nos Windows mais recentes. É mais bonita, mas será mais funcional?

            Saudades do tempo em que todos os programas seguiam uma regra: Menu> Ficheiro, editar, inserir, etc.
            Agora cada aplicação é um mundo diferente com os seus ícones e layout personalizados.

          • Adriano Afonso says:

            É muito mais divertido pagares aproximadamente 9M€ por licenças M$ para licenciamento anual, incluindo das escolas portuguesas. Dinheiro que sai do teu bolso, e de todos nós…
            Sou eu que sou criança, ou há aqui alguma coisa que está mal?
            PS: Olha para o que se está a fazer pela Europa e pelo resto de Portugal fora…

          • AP says:

            @Marco sem dúvida, mesmo os interfaces modernos poucos se aproveitam. Os anos 90 foram a idade negra dos interfaces, onde funções principais estavam escondidas em sub-menus e lixo que ninguém usa (tirando os developers) estava frente e chapado. Isso e botões de 1×1 píxeis, transições não havia, tudo era contextual sem ser explícito, etc…

            @Alucard -> só consegui começar a usar o Office a sério precisamente nessas versões. Antes disso era igual ao OpenOffice, isto é, terrível, tinhas que ter formações de semanas para formatar um texto e usar estilos, passavas mais tempo em sub-menus do que a escrever. Claro que se já tens anos de memória muscular, vais estranhar um interface novo, compreendo perfeitamente isso.

            @Adriano Afonso -> Se tens algum problema com o capitalismo, não sei a discussão sobre um software de escrita de texto é o local mais adequado. “everybody else is doing it argument”, conheces?
            Se o OpenOffice, ou agora o LibreOffice prestassem mesmo, não era uma cabala nem uma conspiração que iria impedir as pessoas de os usarem. Guerras de formatos só interessam para interoperabilidade, se um utilizador abre um programa e aquilo parou no tempo há 20 anos (sim, os anos 90 foram há 20 anos), esperas o quê? Se não queres pagar e usar software mau, estás no teu direito. Tudo o resto são apelos emocionais e religiosos. Resumindo: sim, cresce.

    • Anónimo says:

      Uma vez que a Microsoft andou a oferecer licenças do Office 365 a muitas instituições de educação (Universidades, Politécnicos e Secundárias), as quais incluem o download das aplicações desktop para trabalhar “offline”, acho que a resposta para a pergunta “Gostava de saber quantos têm o da microsoft original” é muitos mais do que tu pensas!

      • Adriano Afonso says:

        Errado. As licenças não foram oferecidas, mas sim pagas com o dinheiro de todos nós, dos nossos impostos.
        Basta investigar um pouco e estar atento aos jogos políticos dos nossos governantes.

        • AP says:

          Malvados políticos, a pagarem ferramentas que os alunos precisam para trabalhar no mundo real! Qualquer dia ainda nos vão pagar licenças do Windows quando o Linux é grátis!*

          *Sim, sei do que falo (MSDN-AA, agora DreamSpark, licenças ao preço da chuva para as faculdades). Os mesmos argumentos de usabilidade no mundo real se aplicam ao Linux.

    • André says:

      Eu adquiri o Office 365 e pago todos os meses!

    • AP says:

      O pessoal habituou-se foi a coisas boas e não está disposto a passar de cavalo para burro por motivos ideológicos, como tu.

      • jorjão says:

        Ainda gostava de ver se o teu Microsoft Office é original. Hahahahaha

        • AP says:

          Se queres fazer acusações de crime, o local é a esquadra da polícia judiciária. Podes fazer queixa on-line anónima e tudo.

          Pensas que toda a gente no mundo é ideóloga? Que ninguém paga por nada? Experimenta sair da cave dos teus pais e talvez tenhas um vislumbre do mundo real.

  6. Blackbit says:

    Uma das razões que me fez abandonar o OpenOffice/LibreOffice era a sua falta de suporte a Pivot Table, esta v5 já tem isso?

  7. redefoca says:

    Eu uso o libreoffice é a minha suite padrão. Tenho uma critica a apontar: o layout é diferente variando de sistema operativo inclusive nas distribuições linux – o que é muito negativo para a usuabilidade e o aumento de produção do utilizador.

    Não importa que eles tenham adotado as listas o importante é manter tudo igual para qualquer OS. Imaginem o que seria se cada vez que abrisse o pplware no windows e no linux mint tivesse diferenças significativas. A minha produtividade de navegar e usar o site ia diminuir drasticamente. É a unica critica que faço. Já dei formação de calc com várias distros e um windows 7 e vi-me à rasca por causa disso…

    • Alucard says:

      Mais que uma nova interface, o que é mais preciso é um novo tema de ícones mais moderno e comum a todas as plataformas e de alta “legibilidade”. Para que como disseste, consigamos associar dada função a determinado ícone intuitivamente.

    • Adriano Afosno says:

      Boas caro redefoca
      Não sei se sabes mas os ícones diferem por questões de licença, mas podes alterá-los em Ferramentas > Opções > LibreOffice > Ver.
      Cuidado que nem todas as distros actualizam para a versão mais actual, e então aí terás obviamente diferenças de interfaces, porque temos melhorado continuamente os menus de contexto e as janelas (UI).

  8. Alucard says:

    Como sempre o pessoal só sabe dizer mal de um projecto colaborativo de software livre e gratuito. “Pobres e mal agradecidos”.
    O LibreOffice é uma suite perfeitamente capaz para a maioria dos utilizadores. O maior problema, a compatibilidade nem é responsabilidade deles, se querem reclamar com alguém que reclamem com a Microsoft, que é a única parte que não está interessada em que haja boa interoperabilidade entre os programas.
    Eu fartei-me de “roubar” o Office, como ser “roubado” pela MS com o preço de uma licença genuína também não é opção, há anos que comecei a usar o LibreOffice e tenho gostado.

    Quanto à interface, não é de facto a maior prioridade dos programadores, mas tem evoluído passo a passo. Por exemplo, as versões mais recentes tem uma nova barra lateral para navegação, formatação e outras funções. Mas deve ser mais complexo criar uma interface gráfica nova que funcione bem em todos os sistemas operativos que o LO suporta, digo eu.

    • Adriano Afosno says:

      O Alucard tocou num ponto essencial.
      Já alguma vez trabalharam com M$ Office em Mac e em Windows? Especialmente em Excel?
      Pois… Mas em LibreOffice isso nunca acontece, para além de que nem sequer há desformatações no documento, desde que obviamente sejam usadas os mesmos tipos de letra (os quais, na M$ são quase todos proprietários e não podem ser usados em Linux e em Mac).

    • AP says:

      É realmente mais “complexo criar uma interface gráfica nova que funcione bem em todos os sistemas operativos que o LO suporta”, o que é uma desvantagem à partida.
      No mundo moderno do desenvolvimento do software já se deixaram dessas parvoíces ideológicas e há uma branch com interface adequado a cada plataforma, mantendo o core funcional intocado.

      • Adriano Afonso says:

        AP, não sei de onde foste tirar essa frase, mas não é minha nem nossa.
        A interface gráfica base e o core funcional (como lhes chamas) está criada desde o OpenOffice, só tem sido continuamente melhorada e compatibilizada, no entanto há adaptações que tem de ser sempre feitas. Estamos a falar não de sistemas operativos mas de ambientes gráficos (kde, gnome, shell, etc) e por vezes há alterações nestes que influenciam os resultados finais.
        Quem acompanha as recentes alterações radicais em GNU/Linux e agora Windows10 sabe do que estou a falar.

        • AP says:

          Certíssimo, essa frase foi uma citação Dracula, repeti-a sem ironia nenhuma. E tens razão, e é por isso que o software Linux nunca vai sair da cepa torta enquanto não acordarem e se focarem num framework funcional em vez de 30 disfuncionais. Mas isso não deve acontecer e por isso andamos na lenga-lenga do “é este o ano do Linux!” há décadas e pouco ou nada muda.

          Tenho fé no Elementary, vamos a ver o que sai dali.

        • AP says:

          O Windows não é exemplo, pois tem retro-compatibilidade desde o Win 3.1. Linux tens sorte se conseguires retro-compatibilidade (da user-land) da semana passada.

  9. Bruno says:

    Perfiro de longe o Kingsoft WPS Office.
    Interface semelhante ao da Microsoft e melhor compatibilidade com formatos .docx, .pptx…

    • Adriano Afosno says:

      Estás a falar de um outro software proprietário. A KingSoft pagou direitos para poder usar os formatos proprietário da M$. Não suporta sequer ODF. O LibreOffice é uma alternativa livre e de custo zero.

      • AP says:

        Custo zero e qualidade muito pior. Há quem prefira pagar para ter algo bom, não compreendes isso?

      • Bruno says:

        O WPS também é gratuito, não é por não ser Open Source que deixa de ser uma melhor alternativa. Para trabalho ou escola, doc e docx continuam a ser de longe preferidos em relação a odf, sendo que as massas infelizmente ainda não reconheceram que podem ter soluções gratuitas de excelente qualidade e fiabilidade. Dito isto, sou bastante apologista de software livre e reconheço que o Libre Office tem vindo a fazer um excelente e inovador trabalho nesse âmbito.

  10. jAugusto says:

    O que interessa é o resultado ser o mesmo. A imagem não me diz nada, para 90% do pessoal o libreOffice chega perfeitamente, com o GDrive para a cloud e prontos o básico…

  11. Felipe Rei says:

    Não o vejo como a melhor opção em relação ao MS Office. Prefiro o WPS Office.

  12. Ferreira Santos says:

    Serà que me podem esclarecer, antes de instalar, se é em português?
    Os meus agradecimentos.

  13. Ferreira Santos says:

    Serà que me podem esclarecer, antes de instalar, se é em português?
    Os meus agradecimentos.

  14. J.C.Lopes says:

    Tem langpack Protugês para ubuntu?

  15. João says:

    Parabéns à equipa do libreoffice. É a suite de office que uso para os meus projectos desde à vários anos.

  16. PiresPortugal, ("Neo-Machiavelli" em italiano) says:

    Não sei porque não consigo abrir nenhum documento do Libreoffice5. Uso também o Microsoft Word mas agora todos os documentos passados para libreoffice5 não se abrem. Agradeço se alguém me ajudar. Obrigado.

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