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Logins remotos pela rede sem password, usando o Putty


Autor: Pedro Pinto


  1. BMJ says:

    Fantástico…. Tutoriais Linux são sempre bem-vindos…. Obrigado

  2. Alexandre Alves says:

    Pequena correcção, isto não é válido SÓ para linux mas sim para qualquer sistema UNIX que tenha um servidor ssh.

  3. tbogas says:

    Bom post,

    Para quem tem muitas ligações aconselho:

    PuTTY Connection Manager – http://puttycm.free.fr/cms/

    Experimentem.

  4. DreamWave says:

    Podem carregar as chaves no pageant do putty.

    Assim nao é necessário indicar a chave de cada vez que ligam a um servidor.

  5. MGD says:

    Olá, no texto:
    No Linux

    Vamos à directoria do utilizador e abrimos o ficheiro (/home//.ssh/authorized_keys) e incluímos a chave publica obtida anteriormente. Devemos ainda colocar antes da ichave a string ssh-rsa (espaço antes e depois).

    o ficheiro não é o /home//.ssh/authorized_keys
    mas sim:
    /home//.ssh/authorized_keys2

    Bom trabalho 😉

    • Pedro Pinto says:

      @MGD
      tens de indicar de quem é essa home.

      no meu caso por exemplo e para o utilizador ppinto:
      /home/ppinto/.ssh/authorized_keys

    • Ricardo Elias says:

      O authorized_keys era usado para versoes 1.x do OpenSSH, e o authorized_keys2 para as versoes 2.0.

      Desde a versao OpenSSH 3.0 que o authorized_keys2 foi “deprecated” (2001), mesmo que continue a usa’-lo.

      Portanto, se nao tiveres nada no authorized_keys sempre podes usar:

      $ mv authorized_keys{2,}

      Ou continuar a usar um ou outro. Eu ja’ actualizei os meus.

      PS: Excelente Post!

      Fica bem!

  6. Nuno Peralta says:

    Não me levem a mal, mas eu não acho que este artigo esteja bem explícito.

    1) “Com o notepad, abrimos o ficheiro key.ppk e vamos copiar a chave pública”
    Para quê? No resto do artigo não diz porque é que copiamos a chave.

    2) “deve mover o rato no painel onde diz No Key”
    Não vi nenhum sítio a dizer “No Key”

    3) “Putty no Windows 7, Vamos agora ao Putty e efectuamos as seguintes configurações:”
    Isto já é no outro computador onde me quero ligar, ou é neste que eu estou a permitir a ligação?

    4) “E está feito. Agora é só estabelecer uma ligação remota segura do Win7 ao Linux.”
    Como é que estabelecemos a ligação?


    Agora, só como adicição, “por questões de segurança (ver aqui)” – “ver aqui” não está ligado a nenhuma página.

    Mais uma vez, por favor não me levem a mal. Apenas são dúvidas que me surgiram ao ler o artigo.
    Parabéns pelo artigo, na mesma, pois anteontem eu queria fazer isto para poder vir ao meu computador a partir da faculdade 🙂

    Obrigado.

    • Pedro Pinto says:

      Boas Nuno,

      Na boa, as críticas construtivas são sempre bem aceites até para mantermos um trabalho mais profissional. Vamos la ver então

      1) Teremos de passar a chave publica para o lado do servidor. Em termos gerais a chave publica é sempre conhecida de todos no entanto a informação só é desencriptada com a chave privada.

      2) imagem 2 (no Putty Key Generator)

      3) Tens um windows e um Linux. No Windows abres o putty.

      4) crias uma sessão (Session, metes IP da maquina) no Putty e defines os parâmetros extra definidos nas imagens acima. depois voltas a Session e fazes LOAD.

      5) Essa foi mesmo esquecimento. O link é para o artigo da quebra do RSA.

      Este artigo foi elaborado considerando que já se domina um bocadito o Putty. Considero que faltou no artigo como se cria uma sessão.

      Obrigado pelos reparos

      • Nuno Peralta says:

        Desde já obrigado pelas respostas! Eu uso o Putty para o meu servidor, mas não o domino nem de perto 😛

        1) Pois, eu pensei isso, mas, no entanto, continuo sem saber para ONDE é que a copio. Quando faço ligação para o meu servidor, ou para a minha conta na faculdade, apenas preciso de username + password.

        2) Got it! 🙂

        3) Yah, mas é no mesmo computador onde comecei o artigo, ou é no computador onde quero fazer a ligação para aqui? Agora estou a assumir que é tudo no mesmo.

        4) Ok, vou tentar entender/procurar sobre isto.

        Mais uma vez obrigado 🙂

  7. Francis says:

    Bom dia
    O exemplo prático apontado pelo Nuno Peralt parece-me interessante.
    Há uma coisa que não percebo, no artigo não há indicação onde colocar o IP do host :S
    Ou seja ligar-se de casa para a universidade ainda não é desta

    Estou certo ou errado?

    Cheers

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