PplWare Mobile

Investigadores de Coimbra desenvolvem guia para cegos


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. MM says:

    Já agora, deixo aqui também um produto que está a ser desenvolvido pela Microsoft:
    http://www.theverge.com/2014/11/6/7164623/microsoft-3d-sound-headset-guide-dogs

    É bom saber que há diversos produtos a serem desenvolvidos de uma forma inovadora com o objectivo de melhorar a vida a muita gente.

  2. José Fonseca says:

    Muito bom ! Parabéns 😀 e é da minha cidade eheh

  3. Miguel says:

    Muito bonito, mas um cego como usa um smartphone que não tem botões? No video ok pela fala, mas precisa primeiro ligar a aplicação.

    • Heisenberg says:

      Também pode lançar a aplicação com comandos de voz 🙂

    • JRibeiro says:

      Pede a Cortana.

    • Kingdra says:

      Meu caro se investigasses um pouco descobrias que os smartphones tem uma opção de acessibilidade para pessoas invisuais, e não só.

    • chicosoft says:

      deduzo que seja ao clicar num botao proprio ou falar para o telemovel…

    • Eduardo says:

      A sério… Como é que alguém que lê um site sobre tecnologia como o Pplware faz questões deste género? Sinceramente… Aliás, do meu ponto de vista, acho a colocação um bocado ofensiva para as pessoas cegas. Pode-se colocar no mesmo saco onde se colocaria perguntas como “Como é que os pais vão criar os filhos, se são os dois cegos? Como é que fazem a vida diária deles em casa, como cozinhar, tratar da higiene da casa, escolher as suas roupas, se são cegos?” e muitas muitas outras questões perante as quais infelizmente quem é cego depara-se diariamente. E já que muita gente pode ter o seu tempo de antena para fazer tais perguntas, eu também posso ter o meu para fazer, porventura, as minhas “idiotas” perguntas: “Como é que numa sociedade dominada pela abundância de informação ainda há gente que toma a liberdade de fazer estas míseras perguntas?

  4. chicosoft says:

    Gosto da ideia.

  5. sara says:

    uma pessoa cega usa um smart phone como outra pessoa qualquer. eu sou cega e sou utilizadora de iPhone. O iPhone tem um leitor de ecrã que se chama VoiceOver entre outras opções de acessibilidade.as outras plataformas também têm leitores de ecrã que auxiliam as pessoas que não veem.

    • João Silva says:

      Mas daí a alguéwm ficar todo enxonfrado com a pergunta do Miguel, acho exageradamente exagerado! Dúvidas, qualquer pessoa as tem e quando não tem conhecimento de causa, neste caso de como os cegos manipulam um smartphone, acho que não é ofensivo colocar a dúvida. Até para esclarecimento próprio!

  6. maria mercês says:

    Estou muito orgulhosa de em Portugal termos toda esta gente tão bem preparada como a do resto do Mundo Cientifico. Concorrendo muitas vezes com restricções ao nível de apoios financeiros que são tão importantes para as coisas andarem para a frente. Pena que no nosso país não exista a tradição do Mecenato. Todos os que podiam colaborar para estas instituições e para o desenvolvimento do ser humano não o fazem e amealham só para si os seus lucros. No meio disto tudo uma só coisa não compreendo, porquê as explicações em português brasileiro?

  7. João Silva says:

    Uma questão, se souberem responder: porque razão a voz da app é brasileira se a origem da app é portuguesa? Não venham com tretas de homofobias, porque comigo isso não pega, apenas pretendo ser esclarecido o porquê da escolha…

  8. Tim says:

    Aplaudo a investigação, mas claramente temos aqui uma estratégia da PT”meo” para fazer uma campanha de marketing. Para quem dúvida a razão de ser em português do brasil, a resposta é obvia, a PT é brasileira ou ainda não se aperceberam disso? Quanto à utilização da app? acho uma péssima ideia, até porque estamos a falar de acessibilidade, e os poucos instrumentos que um cego tem são os ouvidos, logo é confuso, ainda para mais para um gadget que hoje em dia não contempla a tais teclas de orientação.
    Querem gastar dinheiro para ajudar as pessoas com deficiências visuais? ou até mesmo motoras? concentrem-se nas porcarias das acessibilidades das cidades, nos passeios pagos pelos munícipes que não ajudam em nada a mobilidade. GPS há muitos, arquitetos com consciência das acessibilidades é que faltam. Façam a experiência amanha quando saírem de casa, e imaginem-se se estivessem nesses casos….. certamente que não iam pegar na app da pt.. não serve de nada se não sabem onde por o pé, ou subir o passeio.

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