Quantcast
PplWare Mobile

Cuidado! O seu patrão pode ler as suas conversas online

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Maria Inês Coelho


  1. Hugo says:

    claro, estou a escrever e ja estou a ser controlado, apostam?

  2. Pedro says:

    Esta é uma medida fascista que atenta a liberdade de cada um de nós.

    • sómaisum says:

      Quando vais trabalhar para uma empresa vais fazer o que? Trabalhar, correcto? Não coscuvilhar as noticias no facebook, nem falar com amiguinhos dos copos ou clube do livro.

      Se o teu patrão pede 8h (ou 7 ou 9 ou 10h) de produtividade continua, pronto, é burro que se há de fazer… Dai a teres de ter conversas privadas, a diferença é grande. Ainda para mais utilizando recursos da própria empresa..

      • Daniel says:

        É uma questão de saber as regras da empresa. Onde trabalho não têm problema algum que eu traga equipamentos meus (smartphones, portateis), desde que se tiver de os ligar à rede que o faça ligando à rede de BYOD (Bring Your Own Device) que temos montada para o efeito. Ou que me ligue a redes sociais ou que esteja ligado a IM nas horas de expediente. No entanto já estive em clientes que não permitiam BYOD, que proibiam o acesso a sites de streaming, redes sociais e com grandes limitações no que se podia aceder na net (e noutros em que permitiam tudo, até ligar os equipamentos que quisessemos sem os isolar da rede corporativa).

        Produtividade não é uma métrica de horas, é uma métrica de entrega, e está mais que provado que um trabalhador satisfeito é mais produtivo que um sob repressão da entidade patronal. Mas cada pessoa é uma pessoa, e há quem considere isso um factor de stress, outros não, bem como há quem disperse em demasia e quem consiga equilibrar bem o lúdico/social com o profissional e tirar partido disso.

        • KURT says:

          Na minha opinião o teu discurso é uma falácia no momento em que dizes que produtividade não é uma métrica de horas, a produtividade é precisamente um balaço da “entrega/empenho/desempenho” em função do tempo! Se eu tiver um horário laboral de 8h e só mostrar um serviço satisfatório durante 1h e usar as outras 7h para me satisfazer a produtividade é negativa. Tem de existir um equilíbrio que depende muito do tempo!

          Outro ponto, a satisfação 90% das vezes não passa por deixar os trabalhadores usar serviços IM mas sim oferecer condições de trabalho de excelência para que possam usufruir das horas de lazer (pós-laboral) da melhor forma. Um trabalhador ao utilizar um serviço de IM na horas laborarias está a cultivar a sua vida pessoal no trabalho e isso é uma junção que geralmente dá maus resultados, por várias razões (índices de distracção, abstracção das tarefas laborais, interrupção do raciocínio durante essas mesmas tarefas, aspectos emocionais inconstantes, actividade cerebral dispersa, etc etc etc….)

        • MLopes says:

          concordo totalmente Daniel.
          mas também concordo como que o Pedro disse, é uma medida que atenta contra a liberdade individual. não aceito que se leiam conversas, emails, etc. acho atentatório dos direitos humanos e deplorável por parte de quem o faz. só pessoas mesquinhas e deploráveis podem pensar em sequer fazer uma coisa destas.
          contudo, concordo que se controle o tráfego e as ligações estabelecidas pelo funcionários. se um funcionário mantiver uma ligação ao facebook 6 das 8 horas de trabalho é óbvio que isto deve ser controlado e veementemente desencorajado.

        • RuiP says:

          Se estás numa fabrica em que és operador de uma maquina que demora 1 minuto a fazer uma actuação, ao fim desse tempo tens que substituir o produto e enquanto ela esta a fazer a cena dela tu tens que limpar a que saiu, a produtividade continua a nao ser uma metrica de horas?

      • Jorge says:

        tens os intervalos, daqui a pouco nao podes cagar nos intervalos

    • O Pires says:

      Gostaria apenas de lembrar que se fala no local de trabalho e não de lazer. Liberdade!

    • jorge santos says:

      Felizmente temos a liberdade de não trabalhar nas empresas dos outros.

    • censo says:

      Quando um gajo não tem uma empresa e nem sabe o que é ser empresário, pensa assim.

      • Daniel says:

        Irónicamente, quando um gajo não tem uma empresa e nem sabe o que é ser empresário, também pensa assim.

        Como eu comentei acima, produtividade não é uma métrica de horas, é uma métrica de entrega. Motivação está ligado a satisfação (seja porque a pessoa tem como personalidade um lado que lhe puxa para lutar por desafios, seja porque gosta de ser reconhecido pelo trabalho, seja porque gosta de mais liberdades e consegue equilibrar o profissional e essas liberdades), e como tal desde que entregue e seja aceitável estará a ser mais produtivo do que o que só lá vai picar o ponto e fazer o mínimo essencial mas que respeita todas as regras mais draconianas que possam existir na empresa. E isto é algo que as empresas já começaram a descobrir há muitos anos (há outras que são “talhos”, só lhes interessa é a “carne” a baixo preço e pouco lhes interessa se estás motivado ou não, se não estiveres sais dali a uns meses e vem outro para o teu lugar).

      • Vlad says:

        E tu sabes?

        Eu tenho uma empresa preocupo-me mais com a produtividade do que com o sites que os meus trabalhadores acedem.

        • Sergio J says:

          +1

          Até porque aceder a um site serve tanto para desanuviar a cabeça como parar para fumar um cigarro. A cabeça também precisa de arejar para haver produtividade.

          O importante é a produtividade.

    • Theboice says:

      Bom peço desculpa pelo atrevimento mas se fosses patrão mudarias radicalmente o teu pensamento. Não, não sou patrão infelizmente…

    • Balmer says:

      🙂 És daqueles que passa 5 das 8 horas de trabalho (7:30, vá, porque desde que ninguem note não há problema em chegar tarde e sair cedo) no FaceBook, não és?

      A tua “liberdade” num trabalho é .. bem, trabalhar, é para o que estás a ser pago, o teu tempo de trabalho. Se de alguma forma consideras a possibilidade de estar seja constantemente ou mesmo que por breves instantes a falar com amigos usando recursos da empresa (e isso inclui o telemóvel sempre no bolsinho, o recurso é o tempo) um direito – Desengana-te.

      Ass: Alguém que fala com pessoas conhecidas durante o horário de trabalho, mas sabe perfeitamente que isto é uma regalia condicional e jamais um direito absoluto.

    • JoseGomesL says:

      Se utilizas os computadores ou telemóveis da empresa em assuntos particulares quem está errado
      és tu, obviamente. É isso que está em causa.

  3. João says:

    Basicamente é uma lei que contradiz a outra lei, enfim…onde esta a democracia??????????

    • JBM says:

      Não propriamente. Este tribunal decidiu sobre o uso de serviços da empresa para fins pessoais. O sr. não usou um conta pessoal para comunicações pessoais, usou um conta da empresa.

      • R o B says:

        Sempre pensei que se no regulamento interno da empresa diz que não pode ter tais conversas, o sujeito pode levar um processo disciplinar com despedimento por justa causa sem grande complicação para a entidade patronal. Agora no que respeita à entidade patronal ter acesso ao conteúdo da comunicação vai uma grande diferença, e muita coisa teria de mudar na nossa legislação, porque mesmo nos casos em que se utiliza meios e serviços da empresa, a conversa quando é feita entre A e B não deixa de ser privada para A e B.

        • Daniel says:

          A comunicação neste caso era feita via um meio que havia sido criado para fins profissionais (da empresa) e o empregado alegou que as comunicações eram profissionais. E foi com base nisso que o tribunal decidiu, logo não foram consideradas como comunicações pessoais mas sim profissionais, e em nome da empresa, logo foi dado razão à empresa que nessas premissas tinha todo o direito de ter acesso às comunicações.

        • JBM says:

          se usa uma conta da empresa os conteúdos da comunicação são da empresa, não são privados.

  4. Nuno says:

    “Num mundo cada vez mais online é natural que uma pessoa tenha acesso à sua conta do Facebook durante o horário de trabalho ou mantenha o Skype ligado para falar com os colegas de trabalho e, inevitavelmente, estará ligado aos amigos e familiares conversando com eles ao longo do dia.”
    Eu não acho nada natural. Falar com clientes, fornecedores ou colegas de trabalho, é normal e natural. Fora isso não acho, e se fosse patrão não deixava.

    • sómaisum says:

      Em parte concordo, mas se não o deixavas, é porque provavelmente tu próprio abusarias/abusas desse privilegio.

      Lá porque posso aceder não significa que o deva fazer constantemente.

    • Paulo Ferreira says:

      Concordo contigo plenamente, e acrescento que na eventualidade de ter necessidade de enviar um email pessoal ou falar com alguém via IM, recorro ao meu smartphone pessoal e à minha ligação de dados para esse efeito e nunca através da rede wifi da empresa.

    • Paulo Ferreira says:

      Subscrevo inteiramente o que escreveste! Se por acaso necessitar de enviar um email pessoal ou falar com alguém via IM, utilizo o meu smartphone e a minha ligação de dados, em períodos de pausa no local de trabalho. Sou pago para trabalhar e não para passar tempo com coisas que nada dizem respeito ao meu trabalho.

    • Daniel says:

      Isso vai depender das regras da empresa. Mas mesmo empresas com regulamentos que permitam aceder a redes sociais e afins não é descabido usarem métricas de tempo passado nessas redes para justificar um processo disciplinar, mas aí será como mais uma prova de que o empregado não estaria a trabalhar como lhe competia do que propriamente ser um argumento por si só.

  5. José Moreira says:

    Claro que há situações e situações., e cada caso é (julgo eu) um caso. Não me parece correcto que o patrão despeça um funcionário só porque este comunicou à esposa que, por exemplo, iria chegar mais tarde. Mas se está a “manter conversa” seja com a esposa seja com outros familiares ou amigos… alguma coisa terá de ficar para trás. O serviço, naturalmente.
    Por outro lado, não vejo nada de “fascista” nem “antidemocrático” um patrão escutar as conversas dos funcionários. Conversas que, naturalmente, são sobre assuntos de serviço.

  6. KURT says:

    Há muita gente que tem de ganhar noção e começar a perceber bem o contexto em que se encontram.
    1º – O horário de trabalho é para isso mesmo, trabalhar, não para socializar ou matar saudades da família.
    2º – Isto pode parecer muito rígido mas não é, nem todas as entidades vão proibir os seus trabalhadores de manter estes contactos pessoais, mas todas elas tem o direito de estabelecer que esses contactos não podem existir quando enquanto estamos a desempenhar funções na empresa, pelas mais variadas e óbvias razões…
    3º – Com esta medida a “privacidade” de cada um continua assegurada se mantiverem neste caso os diálogos em local privado e em horário pós-laboral.
    4º – Qualquer empresa que permita a utilização de plataformas como o Skype para comunicar com clientes, fornecedores ou colegas de trabalho sobre o próprio trabalho, deve exigir a criação de uma conta laboral.

    Deixo uma nota para terminar e sublinhar, nem todas as empresas vão privar os seus trabalhadores de utilizarem redes sociais, de falarem com amigos ou família, nesse caso essas empresas MUITO dificilmente terão acesso a estas conversas privadas.

    • Vlad says:

      Em primeiro lugar, independentemente do que o tribunal da UE tenha concluído, a lei de Portugal é soberana. Cá é contra o código do trabalho uma empresa vigiar a comunicação privada de um trabalhador, mesmo nos equipamentos da própria empresa. Uma empresa pode bloquear certas comunicações/sites mediante aviso dos trabalhadores. Se o trabalhador contornar esses bloqueios e a empresa conseguir provar esse facto, o primeiro pode sofrer uma nota de culpa.

      • marcio sousa says:

        Hoje fui proposto ao despedimento por enviar SMS com namorada de cariz sex em horário laboral (poucos sms e é raro usar tlm para pessoal) Não aceitei e vou por pro cesso disc . Acho muito mau e imoral tal afronta… Ainda se mais por retaliação. ..

  7. RR says:

    Bom, o que li em tantas notícias acerca deste assunto, é que a pessoa em causa estava a usar o e-mail profissional no serviço de chat o lá o que era. Ora isto na minha opinião muda totalmente o cenário. Uma coisa são as nossas contas pessoais, outra coisa são contas relacionadas com o trabalho para fins de lazer.

    • Daniel says:

      Não só isso, estava a usar a conta profissional (de IM e não mail) e alegou que as comunicações eram profissionais e não pessoais.

      • Daniel says:

        E esqueci-me de uma coisa… quantos casos não conheci eu de “engavetados” que passavam o dia a ler o jornal (engavetar alguém é sinónimo de encostar essa pessoa à espera que ela se vá embora pelo seu pé, sem lhe darem trabalho algum), e não era por isso que lhes punham processos disciplinares (isso porque é complicado usar o argumento do jornal – que é o mesmo da rede social só por si – quando não lhe é dado um trabalho sequer, algo que ele possa negligenciar).

  8. Mario Silva says:

    Não acho nada de grave, se o patrão quiser espiar espia.. a rede é dele.. a Internet é dele.. o PC é dele.. não é certo? Não não é.. mas têm todo o direito de saber o que andam os empregados a fazer, há muitos que se põe no facebook e depois queixam-se que têm muito trabalho poderá.. andar no facebook 15 minutos, esses 15 minutos poderão ser gastos a completar o trabalho que é “muito”

    Atenção.. não estou a criticar.. cada um é livre de aceder a onde quiser no trabalho, no entanto não podem é se queixar se forem para o facebook e deixarem o trabalho de lado para alguns minutos mais tarde, e depois é aquela conversa “Muito trabalho hoje, parecia que nunca mais ia acabar pff” O que é que andaste a fazer? “Ah e tal fui ao facebook uns 15 minutos”

    Ah pois.. quem diz facebook estende-se a Twitter entre outras redes sociais.

    Por tanto o patrão pode bloquear, e vigiar.. agora se por ventura andar a ler os emails dos outros isso já não.. quando digo “ver” falo a nível de historico,navegação..

    Agora se tenta aceder o email para vigiar isso já é ilegal em “certa” parte.

    Há trabalhos e trabalhos, não temos que aceitar, se querem ir ao facebook ou outro sitio qualquer.. e que esteja bloqueado compram uma PEN 4G.. assim já não pode fazer nada.. porque a rede é tua! tu a que pagaste

    O que ele pode fazer é despedir por justa causa.. ou impedir o uso de usares no PC, mas podes levar o teu pc e pen 4G ele ai já não tem direito de espiar.. Porque são coisas “tuas” e não da empresa.

  9. Joao 2348 says:

    Chernobil, 26 de abril de 1986, central nuclear… testes de segurança… chefe e a pessoa mais qualificada presente recebe uma chamada a meio do exercício de testes de segurança da mulher que teve algum problema, sai a meio do exercício deixando em seu lugar outra pessoa menos qualificada que ele mesmo… e deu-se explosão que contaminaram a Europa quase toda. Nunca se saberá se ele tivesse presente se teria dado a explosão… certamente que muita gente conhece, à sua escala, situações que correram mal por não estar a pessoa mais qualificada e preparada para as mesmas.

    Daí que conversações privadas (com amigos e familiares) no local de/ do trabalho nem sempre possa ser boa ideia em especial se não tiver haver com o trabalho propriamente dito!

    • Joao 2348 says:

      Salientado o acima, usando o próprio dispositivo (smartphone, tablet, phonetablet, etc.) mais Internet própria ou ligar através de um aparelho físico como o “Tiny Hardware Firewall VPN Client” para criar uma VPN / ligação TOR dentro da rede empresarial e assim impedir a intercepção das comunicações.

    • censo says:

      Desculpa, mas tem de ser : “…se não tiver a ver com …”

    • Daniel says:

      Tirando o facto de que a chamada da mulher e o facto da outra pessoa poder ser mais ou menos qualificada nada teve a ver ou influência. Os testes haviam sido suspensos porque houve uma falha na rede numa estação de transformação da região e o director da estação de Chernobil decidiu pelo adiamento dos testes. Só que houve quem andasse a “dormir” e as preparações para os testes continuaram e desactivaram os sistemas de refrigeramento de emergência do núcleo. Junta a isso o facto de que quando finalmente foi retomado o “core shutdown” foi durante uma troca de turnos e colocas mais entropia pelo meio, começaram o shutdown às 23:04 e à meia noite trocavam as equipas (mudança de turnos)… as equipas que entravam tinham muito pouco tempo para se prepararem (e o plano era para ser executado com o turno do dia, não da noite). Conclusão, aceleraram o processo de shutdown (já referi que o sistema de refrigeração de emergência havia sido desligado?!) durante essa alteração de turno… O responsável pelas operações do núcleo no turno da noite era Leonid Toptunov, com pouca experiência se comparado com o seu par do turno que acabava de terminar… O seu chefe de turno, Alexander Akimov avisou que aquilo era arriscado e que deveria de ser abortado, mas foi ameaçado que seria despedido por Anatoly Dyatlov e os testes continuaram. E com isso Akimov, depois de ouvir relatos de que o reactor estaria danificado, decidiu não acreditar e passou falsas informações durante horas. Isto tudo foi o que causou o desastre que foi, não foi uma pessoa ter recebido uma chamada da mulher e deixar no lugar uma pessoa menos qualificada… foi um número imenso de factores e negligência bem pior que uma chamada e uma única pessoa possivelmente menos qualificada.

  10. Ppalma says:

    não é pelo pc , é pelo telemovel pessoal. tanto controlo e depois há a corrupção que existe … controlo para uns, a estupidez para outros fazerem os desfalques que lhes apetece….

  11. Antonio Ferreira says:

    Acho mt bem. Afinal o patrão esta a pagar ao empregado para estar a trabalhar, ou a falar com os amigos no face ou no skype (uso pessoal) ? A infra-estrutura de rede, pc’s, acessos à internet, são para utilização do trabalho, ou é uma extensão do que os trabalhadores teem em casa ? Já agora só faltava mesmo o funcionario entupir a internet para sacar filmes de sites piratas.

  12. Ppalma says:

    tanto controlo e depois há a corrupção que se vê. o controlo devia era ser feito para as altas patentes / chefias. Não se usa o PC do trabalho, usa-se o telemovel pessoal. e o que interessa é o trabalho estar a horas, e por lei, 7 minutos de “descanso” por cada hora de trabalho. saudinha e sorte!

  13. Zaark says:

    Vindo do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem – e reforço o nome do tribunal em questão -, então sim, vai ser um festim de vigilância.

  14. jereps says:

    Bom! No exemplo fala de usar skype pessoal, se a empresa quer exclusividade, ela teria que fornecer uma conta da empresa e não pessoal primeiramente. Se não quer que use as midias sociais pessoal, tem que proibir, isso e valido, se usar sem autorização, ai acho que ela tem todo direito de demitir, mas se não proíbe, não acho certo poder monitorar, isso ao meu ver é invasão de privacidade.

  15. André T says:

    Mais uma lei boa para os funcionários públicos!!!
    O patrão não quer saber. Mas eu não me importava, que por acaso até sou eu que lhes pago para passarem horas no facebook.

    • Chuck says:

      Durante o trabalho não acedes a conteúdos que nada tem a haver com trabalho? Então também te posso considerar um “funcionário publico”. Vá, discute sem denegrir os outros… um abraço.

      • André T says:

        Não pedi para ninguém alcançar um silogismo. Nem tão pouco uma conclusão ilógica.
        Mas o que eu faço no privado não se reflete no bolso do zé povinho. O que fazem no público ou que não fazem, reflete-se na contratação de pessoas para trabalhar pelos que não trabalham ou serviços com reduzida competência e o Zé Povinho é que paga a fava.
        Eu já trabalhei no setor público e em “sítio” exemplar (imagino o restante), já sei como funciona a máquina.

  16. Tiago Remédio says:

    O mundo mudou! A relação entre os negócios e as redes sociais atinge novos paradigmas e as empresas ou os seus líderes mais tarde ou mais cedo perceberão isso. Em vez de proibir é preciso valorizar e fazer de cada colaborador um embaixador da empresa e dos seus produtos/serviços. 100 “embaixadores” de uma marca numa rede social fazem-se notar e podem impulsionar vendas. Se cada um gostar do que faz e do local onde trabalha, for motivado e for consciente, em vez de prejuízo traz benefício ao usar a sua rede de amigos durante o trabalho. Fica a ideia…

  17. Boss says:

    “Cuidado! O seu empregado pode andar na vadiagem durante o horário laboral e com recursos da sua empresa.”

  18. Marco says:

    Não é bem assim. Já tinha lido no expresso e fui pesquisar o tal engenheiro romeno usava uma conta da empresa que servia de chat e o trabalhador usava tb para ter conversas particulares. Imaginamos que o pplware tinha um chat para os leitores trocarem ideias, e um dos colaboradores usava para falar com o irmão e a cunhada.

    É um pouco diferente.

  19. Daniel says:

    O artigo carece de um pouco mais de investigação e clarificação. O tribunal não decidiu que o empregador pode ver as comunicações pessoais, o que o empregador alegou foi que (1) a conta de IM (do Yahoo) que o empregado usava para as comunicações pessoais era uma conta que havia sido criada com finalidades profissionais e (2) o empregado alegou que as comunicações que haviam sido feitas eram profissionais e não pessoais. Foi com base nisto que o tribunal conclui que o empregador tinha todo o direito em ter acesso a isso (porque era do ambito profissional), e somente isso. Nada contraria o que havia sido decidido antes pois não foi uma situação dessas que estava em análise sequer. Mais ainda, o que o levou a ser despedido (e que deu inicio aos processos que o empregado depois abriu, tendo escalado para o TEDH) foi a violação de regras da empresa de uso pessoal de meios que tinham como objectivo fins profissionais. Eu se for apanhado a usar envelopes e papel da empresa para enviar a minha correspondência pessoal, se estiverem para embirrar, também sou despedido por justa causa…

  20. skylle says:

    onde esta a lei publicada em decreto? so encontrei o caso romeno

  21. Goncalo says:

    O ideal seria os empregados serem responsaveis e respeitadores do seu local de trabalho e patrao, e nada disto seria necessario, mas uma grande parte das entediades patronais teem tambem culpa no cartorio, uma grande maioria nao sabe cativar e motivar os empregados, e muito menos respeita-los e ao seu empenho nas suas tarefas.

  22. Tiago André says:

    nos aqui tambem temos facebook e afins bloqueados, mas nada que http tunnel nao resolva 😀

  23. int3 says:

    “Neste caso concreto, havia sido definido pela entidade patronal de que era proibido manter conversas pessoais durante o horário de trabalho, algo que foi desrespeitado pelo engenheiro.”
    Em Portugal é ilegal obrigar o trabalhador a isolar-se da vida privada e pessoal. Simplesmente ilegal..

  24. PT says:

    Antes de tudo : Sim, estou a responder-vos no meu horário de trabalho. Sim, se for preciso por vezes utilizo meios de comunicação pessoais no horário de trabalho.

    Sou sincero: concordava totalmente com algumas pessoas que dizem “As pessoas são pagas para trabalhar, é para trabalhar” (e continuo a concordar nos casos de horarios fixos e sem mais chatices) . Posso dizer muito simplesmente que recebo 40h de trabalho semanais… Mas os meus patrões não tem problema nenhum em dizer “olha, fica mais tempo hoje que temos de enviar X” . E muitas semanas que eu tenho, passo as 50h semanais de trabalho. Se for preciso por vezes chego a casa, ou no fim de semana, ou de férias, e telefonam-me “olha, o cliente X blá blá blá?”.

    Se a minha entidade patronal usa os meus contactos privados (e não profissionais) para me contactar fora do horário de trabalho, e se muitas vezes dou horas à casa sem receber por isso, sinto-me no direito, caso esteja com menos carga de trabalho como é óbvio, de dispersar alguns minutos e não ficar (ainda mais) prejudicado a nivel pessoal

  25. Jorge says:

    PGP para cima deles xD

  26. André T says:

    Os funcionários têm direito a pausa de manhã e à tarde, por isso pode-se configurar nos equipamentos de rede”horas” para os funcionários acederem ao que bem entenderem.
    Tal como a hora de entrada e saída é defina pela entidade empregadora, as pausas também podem.

  27. segundo trabalhador says:

    Li aqui muita coisa que concordo e muita que discordo. Também notei que a opinião em cada comentário é sempre muito categórica nunca deixando espaço a uma opinião diferente.
    Vou deixar-vos aqui um pequeno “conto popular dos nossos dias” para podermos todos refletir sem qualquer presunção.
    Um determinado patrão tem dois trabalhadores a receber o ordenado mínimo. Num belo dia pede aos dois a tarefa de compilarem um ficheiro excel com uma tabela com milhares de linhas e colunas. O primeiro com muito afinco e dedicação começa logo a processar o ficheiro linha a linha, o segundo cria uma macro vba para processar esta mesma informação automaticamente. O segundo trabalhador corre a macro e em 15 minutos tem o trabalho feito. Como não tinha nada para fazer, passa o resto da manhã no facebook. O primeiro ao fim do dia ainda nem tinha chegado a metade da tabela.
    No fim do mês, o segundo trabalhador é despedido porque o patrão recebeu um relatório a dizer que este passou toda a manhã no facebook. O primeiro trabalhador foi eleito o trabalhador do mês porque dedicou-se imenso ao seu trabalho fazendo até horas extra para terminar a tarefa que lhe tinha sido entregue.

    Reflitam…

  28. Sergio J says:

    há uns 10-15 anos atrás era super vulgar os empregados trocarem emails, mesmo de teor pornografico através do email da empresa.

    Quer dizer, ainda hoje recebo mail lúdico através de emails institucionais.

  29. BlinZk says:

    E enquanto isso, vai-se continuar a ver funcionários a ler “A Bola” no bar da empresa/câmara/ministério, etc… enfim!

  30. Frank Fernandes says:

    É tudo muito simples! O cidadão é PAGO para trabalhar e cuidar dos interesses da empresa e não pra ficar de papo furado com familiares e amigos… Resumindo, quem tem bunda alugada não escolhe lugar pra sentar.

  31. Miguel Tavares says:

    Este é o preço da tecnologia e cada vez mais há de se descobrir mais ” violações” á privacidade de cada um. o melhor que se tem a fazer é apenas ter um email, relativamente á empresa e não dá lo a mais ninguêm senão clientes para assuntos profissionais quanto á bodega do facebook aquilo é só ” palha” só futilidades, fotografias de amostra do quanto queria ser rico, ser estrela de rock, e ser o ” mais parvo” querendo ser o mais esperto, mete se ali a vida para gente como deve ser , e pessoas que não prestam verem. fotos das crianças em calções, fatos de banho, perfeito para pedófilos, fotos das casas e carros que tem á porta, e dizeres para quando e onde vão ou estão de férias perfeito para quem procura para assaltos, e furtos. tenho um conhecido que nem telemóvel tem se quiser falar com ele tenho que esperar até a pessoa chegar a casa só tem telefone fixo, ou então pôr as pernas a caminho e ir ter ao emprego dele, nem tv cabo tem que comprou uma parabolica costumamos brincar com ele dizendo ” És do século passado” mas se formos a reflectir talvez ele é que pensa bem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.