Monster Hunter: World é um jogo que tem gerado bastantes expectativas e que seguramente será um sucesso quando chegar às lojas no inicio do próximo ano.
Recentemente a Capcom disponibilizou um novo trailer para o jogo.
Já aqui havíamos dado conta do talento dos nossos game developers, falando um pouco sobre o programa Playsation Talents e sobre o Gamenest. Se dúvidas houvesse sobre o talento e a qualidade destes jovens developers, ficariam, decerto, dissipadas após se saber que um dos jogos sobre os quais falámos é o representante de Portugal na Nordic Game.
Este certame anual (organizado em Malmö, na Suécia) é um dos maiores eventos europeus de videojogos, juntando grandes comunidades e empresas de desenvolvimento de jogos, não só europeias, mas também mundiais.
Desde os velhinhos tempos do Spectrum (Chuckie Egg, Manic Miner, …) até aos tempos dos super computadores e consolas (Super Mario, Donkyey Kong ou Sonic), os ditos jogos de plataformas têm sido uma presença constante e têm apresentado uma invulgar capacidade de se reinventarem.
Com a normal evolução dos tempos, este jogos têm também evoluído e descoberto novos caminhos, muitas vezes mais complexos, mais sinuosos ou apenas mais elaborados.
Recentemente a Microsoft lançou Super Luckys Tale.
Para se desenvolver um bom videojogo é necessário, acima de tudo, gostar-se do que se está a fazer. É preciso talento, mas esse talento tem de ser alimentado, desenvolvido, incentivado e, acima de tudo, aproveitado e valorizado. Videojogos? Desenvolvidos em Portugal? A sério?
Sim, a sério. Desenhados, pensados e desenvolvidos inteiramente em Portugal por um grupo de rapazes com uma dose gigantesca de casmurrice, amor aos jogos e talento para dar e vender que, graças ao programa Playstation Talents, têm a oportunidade de ver todo o seu potencial aproveitado e de o mostrar a quem quiser ver.