PplWare Mobile

Autor: Pedro Simões

E o contador chegou a zero…!

Pois é, finalmente o contador chegou a zero e a hora esperada chegou! Era isto que esperavam? Sinceramente espero que sim, porque não me apetecia ter estado a “perder” noites para que agora me mandassem voltar para trás.

E já todos devem ter percebido que a data tem um significado especial. Quer para todos nós, quer em especial para o Vítor.

Para esta data especial foram-me feitos dois pedidos. Um deles e o mais importante está feito e estão a olhar para ele há um bom bocado. Falo claro do novo layout. O outro pedido era “Escreve um post sobre o que quiseres, mas livra-te de falares do que é normal escreveres para o blog”. E por isso tenho carta branca do Vítor para basicamente escrever o que quiser. E mesmo sem limites [seja isso o que for!].

Assim sendo, meto a informática na gaveta e venho-vos falar de um tema que nos é por demais querido. O Pplware. Como aqui aterrei e o que espero dos leitores para a próxima época!


Faz hoje anos…

Pois é, faz hoje anos, mas a data passa despercebida! Alias, não passa porque o Google não deixa.

Se são utilizadores como eu do Google, que o visito entre duas espreitadelas ao Peopleware No Comments devem ter reparado que o logo está diferente. Mais uma efeméride pensei eu à medida que metia mais uma pesquisa, mas nem liguei bem ao que era. Dia das flores? Dia do peixe assado?

Eu sei lá o que eles inventam para alterar o logo, mas ok, continua a pesquisa.

Há pouco chamaram-me à atenção para o logo e eu achei que merecia uma olhadela a fundo. Ora bem, um globo terrestre, uma “coisa” que parece um Sputnik e dois “little green men”.

Que raio é aquilo. Ao passar o rato por cima do logo lá aparece a resposta “Yuri Gagarin”. E está tudo dito! Fez-se luz na minha cabeça.


iPod shuffle Database Builder

Li à pouco que mais de 100 milhões de iPods (em toda a variedade de flavors disponíveis) já foram vendidos. Um numero impressionante se tivermos em conta que nada mais é que um leitor de mp3 (e vídeo nalguns casos). Mas convenhamos, é uma peça de design fabuloso e um gadjet do outro mundo.

Estou numa viagem de comboio de Lisboa para Aveiro e muita companhia me está a fazer o iPod Nano que tive de raptar à minha esposa. O pior foi ontem à noite quando tive de “refazer” a colectânia que ele continha. Retirar toda a musica lamecha que ela ouve (e está no seu direito) e meter a minha musica de eterno inconformado. Foram mais de 2 horas e passei grande parte a tentar utilizar a ferramenta disponibilizada pelos srs da Apple. Felizmente o pplware é um manancial de ferramentas úteis e o YumiPod fez milagres.


Onde anda o telnet no Windows Vista??

O telnet é conhecido por mais de metade do mundo [informático, leia-se] e tem as mais variadas aplicações. Desde aceder a consolas de equipamentos, teste de aplicações de rede e até mesmo para verificar como as coisa se passam a nível das aplicações. Quem nunca fez um telnet a uma porta 80 e pediu uma página, só para ver o html a cair, que levante o braço!! Pois é, parece que sou o único, mas tudo bem, ainda vão a tempo de tentar.

Estranho foi quando ontem necessitei de fazer um telnet a partir de um Windows Vista e a resposta que recebi foi um “command not found”. Já estraguei uma instalação de Vista com 15 dias? Foi desta que acabaram com o telnet? Será que vou ter de investir na utilização do putty? O hiperterminal não me cativa, mas ok.

Resolvi investigar um pouco e parece que afinal não é assim tão mau! Ele está lá, mas bem escondido!

E como tenho a solução resolvi partilhá-la convosco.


Como meter um linux numa pen drive!

Recebemos por dia vários pedidos de apoio e ideias para posts. Tentamos responder prontamente aos vossos pedidos de apoio e às vossas questões, mas por vezes vocês são danadinhos. Há pedidos do arco da velha, mas tentamos sempre estar à altura. Com isto não vos quero inibir de enviar os pedidos de ajuda ou ideias mas sim provocar-vos e picar-vos para que continuem a enviar.

Dessa lista de pedidos à alguns que saltam à vista (no meu caso pelo grau de dificuldade/desafio) e quando vi este pelo canto do olho pensei para mim “Que nem venham com ideias, aquele é teu!”. Se bem o pensei melhor o fiz. E aqui o tenho para vos apresentar.