O MP3 morreu e é hora de começar o reinado do AAC


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63 Respostas

  1. Alvega says:

    Concordo, evolução no bom sentido. Sim porque muita da suposta evolução…

  2. Myself_PT says:

    Por essa ordem de ideias o que é que o pessoal vai fazer aos MP3 que possuem? Converte-se? Ou só as novas musicas serão guardadas em AAC? E o formato FLAC? Que tal falarmos disto tudo aqui ou nas vossas páginas nas redes sociais? Parece-me que este assunto é de vital importância. Concordam?

    • David Guerreiro says:

      Não tens que converter. Vais poder continuar a ouvir os MP3 por muitos e muitos anos. Aliás, nem é produtivo fazer isso. Converter algo que já perdeu qualidade, é perder ainda mais. A Apple já usa o AAC há muitos anos. Outro exemplo é a TDT e o DVB-S2.

    • Raposao says:

      É complicado usar FLAC no streaming

  3. celso says:

    O mp3 morreu? So porque acabou o tempo da patente? Agora é que se pode usar livremente o formato sem pagar licenças!
    Eles querem agora inserir outro fechado para assim ganhar mais dinheiro. O mp3 serve bem para a maior parte do fia a dia e sem esquecer que existem o codecs de fonte aberta, opus, ogg, etc

    • Álvaro Campos says:

      Acabou o tempo da patente????
      Ora lê de novo a frase “Agora, e numa decisão que parece ser irrevogável, os criadores do MP3, do Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, resolveram terminar a atribuição de patentes associadas a este formato, o que na prática representa o seu fim.”
      A justificação deles é muito válida: “esta decisão estão assentes na certeza de que existem formas mais eficientes de guardar a música, dando acesso a novas funcionalidades que foram entretanto surgindo”.
      Faz sentido, é a evolução das coisas, goste-se ou não…

      • celso says:

        Faça o favor de ler:
        Expirar as patentes e a evolução das coisas, não significa a morte do mp3 como o pplware e o instituto Fraunhofer anuncia. Significa que não se paga royalties!
        O mp3 serve bem para a maior parte das pessoas e esta noticia serve apenas para dar a entender que o instituto quer fazer mais dinheiro com um novo codec que lançou. Nada mais do que apenas negócio! O mp3 ainda vai continuar por cá durante mais um bom tempo.

        https://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&px=Full-MP3-Support-In-Fedora

        “Fedora Workstation last year enabled support for MP3 decoding on this Red Hat Linux distribution while now they are enabling MP3 encoding support too.

        With the last of the MP3 patents expiring, there is MP3 encoding support being added to Fedora to finally provide a full MP3 support experience atop this distribution.

        The patents expired, IIS Fraunhofer and Technicolor stopped their licensing program, and Red Hat Legal has provided the go-ahead to complete the MP3 support in Fedora. Previously MP3 support in Fedora has required third-party repositories. “

        • Álvaro Campos says:

          Aceito o que dizes MAS (!!!!!!!!) onde está escrito, no artigo, que a patente expirou?
          Está lá escrito que eles não irão atribuir mais nenhuma patente: “Agora, e numa decisão que parece ser irrevogável, os criadores do MP3, do Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, resolveram terminar a atribuição de patentes associadas a este formato, o que na prática representa o seu fim.”

    • Sujeito says:

      Sempre com as conspirações. O AAC é indubitavelmente melhor em todas as métricas. Se não percebes ou sequer ouves a diferença, problema teu.

      É um avanço significativo.

  4. censo says:

    Eu prefiro o flac. Desde que haja espaço, uso sempre o flac.

    • José says:

      Também eu, nem há comparação possivel entre um e outro formato. O Flac é simplesmente o melher para mim até ao momento. Os ficheiros são grandes, mas a qualidade compensa.

  5. Blob says:

    É tudo muito bonito, mas os XDJ, CDJ, Serato, Traktor, VDJ, etc, etc, NÃO lê esse formato.
    Sim, existe um conversor, mas para quem trabalha nesta area é simplesmente BS.
    Wave é mesmo assim a melhor opção…. mas ocupa demasiado espaço.
    E não, não se consegue ouvir a diferença entre um ficheiro mp3 a 320kbs (Com bitrate de 89%, o que é o standart) e um AAC, FLAC, ou Wave.

    • Nuno says:

      Eu consigo ouvir a diferença entre um 320 e um flac. E só uso Flac. Aliás qualquer site da especialidade só usa Flac.

      • rlopes says:

        Depende do sistema de som que uses. A não ser que seja um sistema topo, não notas qualquer diferença. Só o tamanho do ficheiro e a extensão.

        • Luis Santos says:

          Tem de se ouvir muito mal para não notar a diferença ,ou não perceber nada de musica .Até nuns phones razoáveis se consegue ouvir bem a diferença .
          Se me disser que para 95% da população um MP3 a 128Kbs chega e sobra ,é uma coisa ,agora para quem goste de ouvir musica ,foge do MP3 como o diabo da cruz

          • José says:

            Nem mais! Depois de ouvir num bom sistema e com boa calibração, ouvir um MP3 é como ouvir o som vindo de um penico.

        • Sujeito says:

          Lá porque tu não notas:.. não quer dizer que não haja diferença.

          Há.

        • Hugo says:

          Não tenho nenhum sistema de topo no carro e nota-se bem a diferença.
          Agora se o rácio qualidade/tamanho do mp3. compensa isso é outra história.
          Para mim mp3. 320kbps é mais que suficiente para ouvir musica no carro por exemplo, mas que wav. ou flac. são superiores isso é indiscutível.

      • Damião says:

        Certo… Beatport, Deejay.de, Trackitdown, entre outros tantos, apenas vendem em .mp3 e Wave
        Diz lá ai quais os sites da especialidade que vendem em Flac, tirando o iTunes, que são ficheiros convertidos em FLAC.
        Tou curioso…

      • Dope says:

        Como DJ profissional posso garantir que nenhum site da especialidade vende em FLAC ou AAC.
        E num sistema de som de uma discoteca ou festival posso dizer que não se ouve nenhuma diferença. É o tal “efeito placebo”… claro que existem ficheiros .mp3 com má qualidade, mas isso de vê-se a outros factores e não ao codec em si.
        De qualquer das formas, Wave continua a ser superior a qualquer outro tipo de formato… incluindo o FLAC.

        • José says:

          Olha logo quem fala. Deve ouvir muita musica clássica, rock, fado ou jazz, para dizer uma coisas dessas. Suspeito que deve ouvir muito mais mais aquele batuque monocórdico e sem fim. Para mim isso não é música, é barulho. E depois engana-se redondamente pois há sítios na Internet que vendem em Flac, vê-se a sua especialização. Estes sítios vendem para especialistas e melómanos, portanto de música e som desconfio que entenda de facto algo. Mas vou provar-lhe, leve de uma vez uma lista de bons locais onde pode comprar ficheiros de alta resolução, neste sítio: https://medium.com/@Coppertino/10-best-sources-to-download-lossless-music-841fdc7768db estão aqui muitos e aqui onde compro e visito de vez em quando: http://www.hifitrack.com/en e o meu local favorito onde tenho feito algumas compras, por que a qualidade associada é fabulosa ou não fosse da LINN (sabe quem são?) : http://www.linnrecords.com/

        • Mr. Antunes says:

          Pra professional vou-te dizer… Mas se calhar em alguns tipos de música é mesmo “igual ao litro” 😉
          Segundo essa ordem de ideias então com o PA dum festival, ter uma banda a tocar ao vivo ou um mp3 de qualidade é igual…

          PS: E sem dúvida que Wav continua a ser (e sempre será) superior em tamanho ao Flac 😛

        • Sujeito says:

          Han? O flac tem a mesma qualidade que o wave, literalmente. E ocupa menos espaço. Portanto se tem uma vantagem, com a mesma qualidade, é superior.

        • Gabriel Moura says:

          Eu estava até te dando atenção até falar sobre o flac

    • José says:

      Não se consegue ouvir? Garanto que se ouve! Basta recorrer a musicas vocalizadas e nota de imediato e claramente a envolvência, a presença e naturalidade da voz como nunca um MP3 é capaz de reproduzir. Havia amigos meus que colocavam isso em causa, até vir a minha casa comparar. Ficaram espantados com a qualidade daquilo que ouviam. É um formato que podemos dizer “parece que a cantora está ali na nossa frente”. Jamais consegui tal com um MP3. Há um meio de comparação entre uma foto de baixa resolução e outra idêntica tirada por ujma máquina profissional, as imagens são iguais, mas o que vemos – neste caso ouvimos-, é muito diferente.

    • Sujeito says:

      Tu podes não conseguir. Mas não fales pelos outros.

    • B.Antas says:

      Desculpa mas tanto Traktor como Serato suportam ficheiros aac , é errado o que dizes e tambem é errado dizeres que nao se nota a diferença entre aac ou wav em relação ao flac, pode passar imperceptivel à audição do utilizador comum, mas para musicos, audiofilos e afins a diferença é gritante e compensatoria até.
      Claro que numas colunas de pc, audio comum ou telemovel nao vais notar essa diferença, mas nuns bons monitores de estudio, bom sistema hi-fi ou em phones flat a qualidade do flac é superior porque são ficheiros de compressão minima, com menos perdas de “conteudo”, automaticamente aumenta o tamanho do ficheiro e sera essa a unica desvantagem do flac. Onde metes 10 musicas mp3 cabem apenas duas ou tres em flac por exemplo.

  6. Miguel Sousa says:

    Na verdade, o AAC é muito útil porque permite mais 4 capacidades do que existem no Mp3. Uma dessas é a possibilidade de usar encriptação ou de publicidade, dentro de um simples ficheiro AAC, independentemente do leitor de música usado.
    Com o AAC é possível incluir links directos para uma loja, para quando estão a ouvir uma música, visitarem a loja. Algo que é possível nos Mp3 mas, só através de determinados programas e com a autorização do utilizador.
    A maioria do audio a 128kbps chega para qualquer dispositivo. Há muita gente a ouvir FLAC de 10Gb em phones que tem como limite menos de 1% desse tipo de som ou dispositivos de audio que não tem capacidade de usar a qualidade do ficheiro. A mesma coisa se passa com os vídeos que demasiada gente adora ficheiros de 100gb em 4k mas, tem monitores que nem full Hd são.

  7. J.Frazão says:

    O mp3 morreu 🙂
    Foi cremado. Vim agora do funeral 🙂

  8. joao says:

    Sim. saiam de um formato proprietário e metam-se noutro.
    Porque nao recomendar opus?

    • cfelso says:

      Ora é mesmo o que eu penso! Agora que acabou o tempo da patente, faz-se publicidade a um novo codec, mas fechado, claro está! O que é open source e que não rende dinheiro, deixa-se de lado. Tudo apenas em prol da guita!

  9. Justiceiro says:

    Ainda hoje só uso .wav e recuso-me a usar formatos com compressão.
    Atenção que no TuneIn, Radiopt e Nobex, plataformas de transmissão de rádio online que uma delas foi ilustrada, são as plataformas que convertem em AAC, e não a rádio que envia o sinal nesse formato.

  10. Jorge Carvalho says:

    “Agora, e numa decisão que parece ser irrevogável, os criadores do MP3, do Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, resolveram terminar a atribuição de patentes associadas a este formato, o que na prática representa o seu fim”

    O fim do quê ? Apenas acabou a patente , agora pode-se fazer o que quiser com Mp3 sem pagar as royalties ….

    Abc

  11. irlm says:

    offtopic:
    An anonymous reader quotes Fedora Magazine:
    Both MP3 encoding and decoding will soon be officially supported in Fedora. Last November the patents covering MP3 decoding expired and Fedora Workstation enabled MP3 decoding via the mpg123 library and GStreamer… The MP3 codec and Open Source have had a troubled relationship over the past decade, especially within the United States. Historically, due to licensing issues Fedora has been unable to include MP3 decoding or encoding within the base distribution… A couple of weeks ago IIS Fraunhofer and Technicolor terminated their licensing program and just a few days ago Red Hat Legal provided the permission to ship MP3 encoding in Fedora.

  12. Chinoca says:

    O MP3 morreu e é hora de começar o reinado FLAC*

  13. Carlos costa says:

    Porque morreu a patente o mp3 tem um reinado maior que nunca. O seu uso não depende de licenciamento.

  14. InLight says:

    Flac é rei ♔

  15. ovigia says:

    hem???

    o futuro é o codec OPUS, aberto e livre e de qualidade soberba como demonstram os diversos testes do hydrogenaudio entre outros http://opus-codec.org/comparison/ e é o codec escolhido pela http://www.internetsociety.org/articles/opus-codec

    o Vorbis já tinha dado o mote e era o escolhido pelas casas produtoras de jogos, só não teve mais sucesso a nível de hardware pq o mp3 há muito que se havia imposto e o hardware decoders era mais vasto para ele.

  16. Daniel says:

    “que que dão aos utilizadores a uma maior qualidade áudio, mas com um bitrate menor”

    Depende como se define bit-rate. O MP3 define o bit-rate com a média dos bit-rates em cada fragmento de música.
    O AAC define o bit-rate utilizando o bit-rate mais baixo em todos os fragmentados da música.
    Isto significa que um ficheiro AAC a 256kbs pode ter um bit-rate médio maior do que um MP3 a 320kbs.

  17. Mylittlelife says:

    Por muito que esperneiem a dizer FLAC, OPUS, etc, um formato “vence” pela a adopcao que tiver por parte da maioria dos fabricantes e utilizadores.

    A seguir ao MP3 o maior formato é o AAC e é esse que vai continuar o legado, assim como havia o MPEG-2, h264 e agora o HEVC, apesar de haver alternativas boas.

    A grande maioria nao usa FLAC ou similares porque ocupam demasiado espaco e muitos aparelhos nao suportam. Ninguém está para ter o mesmo álbum em muitos formatos, ainda para mais porque em muitos países é proibido “rippar” ou converter. Quem tem FLAC e depois tem que converter para o carro ou entao ter limitacoes de espaco no telemóvel ou PC?

    Eu sou dos que tem tudo em MP3 192-320 kbps e sei que a qualidade do MP3 depende muitíssimo mais do algoritmo/App usada para a codificacao: a mesma música lossless convertida com 2 programas em MP3 192kbps, com um a música perde qualidade significativamente, com outro a música é com uma Boa aparelhagem praticamente igual à original.

    • Jose says:

      A aparelhagem for mesmo boa, apenas transmite sem interferir, aquilo que lhe dão. Nenhuma aparelhagem melhora o que não é bom. E garanto por que já ouvi equipamentos de mais de meio milhão de euros com vários formatos. Portanto tem mesmo muita importânia o que lá passamos. Ouvi fitas de estúdio dos anos 50 que parecem ter sido acabdas de gravar agora, pois gravava-se muito melhor nessa altura, por paradoxal que pareça, do que hoje. Nota-se apenas pouca extensão nos graves. Uma gravação de qualidade será-nos transmitida com uma “boa” aparelhagem com essa qualidade. Um MP3 não a tem. É prático simples mas retia que não ter qualquer ipo de compressão para soar naturalmente. Quanto à adopção do formato cada um consome aquilo que quer. Eu ouço Flac no meu telefone, ocupa mais espaço mas compensa. Depende da forma de como temos o ouvido “educado”. Não é por acaso que muitos hoje, estão a voltar ao vinil! Isso vai precisamente e justifica aquilo que eu tenho dito aqui. O vinil pode ter os seus defeitos, os riscos etc., mas um bem gravado e com um equipamento que não distorça ouu “intervenha” em demasia, faz milagres.

      • Marco says:

        José: A maior parte ainda não percebeu que n importa so o formato mas sim todo o conjunto. Vêem dizer que só ouvem Flac mas depois usam Beats e/ou ouvem em smartphone com DAC’s manhosos, se perguntares se sabem para que serve o DragonFly ou similares, não sabem.

  18. 111111a says:

    sem ser defensor de Codec A ou B, gostava de um dia levar a malta que comenta aqui a um blind test, só para ver se realmente conseguem ver a diferença entre um Flac um mp3 320 ou AAC 😀 ( penso que mts so queiram parecer entendidos e seguir o band wagon 😀 )

    • Mr. Antunes says:

      Dependeria do tipo de música e do equipamento mas para a maioria ia ser igual. Por alguma razão o mp3 teve o sucesso que teve 😉

    • José says:

      Garanto que a malta que está habituada a ouvir a diferença percepciona de imediato a diferença! Já fiz esse teste 😉 , várias vezes, e nunca me enganei. Quem gosta de música “sente” o no som o local onde cada instrumento toca. Com uma boa boa gravação não há mistura de canais, os interpretes destacam-se e têm o seu “lugar” na orquestra ou banda por que a tridemsionalidade do som, também existe. A baixa extensão a alta extensão dos graves, os agudos demasiado estridentes, faltya de focalização das vozes, distorções, sons entrecurtados etc., podem todos ser muito diferentes de formato para formato. A maior parete das pessoas não sabe ouvir, basta ver/ouvir aqules coitados que gastam fortunas nas “aparelhagens” nos carros mas que, dali só se ouvem graves distorcidos e som que engoa um elelfante, aquilo não é música é barulho, além do mau gosto associado a essa manifestações exibicionismo. Olhe que é de olhos fechados é quando mais aprendemos e notamos as diferenças 😉 não tenha dúvidas.

  19. nanaia says:

    … as notícias da morte do MP3 são manifestamente exageradas.

  20. helio says:

    o “radio” do meu carro com uma pen de 8g riu-se….

  21. Filipe Teixeira says:

    Vai para os truques esta notícia.

  22. Celestial says:

    Chega de formatos de codificação de compressão com perda de dados. O futuro é lossless. Só vejo necessidade para formatos lossy no streaming. As lojas online deveriam de vender wav ou flac pelo preço do mp3. É uma vergonha o que estão a fazer.

  23. falcaobranco says:

    Apesar do futuro ser do AAC, quando ele já existe já á algum tempo… o MP3 será sempre o MP3, por causa de muitos factores!

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