Quantcast
PplWare Mobile

5G: As frequências utilizadas representam um perigo para a saúde?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. jon@s says:

    Mesmo que houvessem estudos sérios, ninguém saberá se as radiações são nocivas, em nome do progresso!!!???

  2. Beterraba do Punjab says:

    Claro que faz mal alem de potenciar as doencas em quem ja teve covid. Facam como eu que forrei o meu bone por dentro com folha de aluminio. Ate nas minhas ultimas analises medicas me deram os parabens pelo baixo colesterol.

  3. deepturtle says:

    “A Johnson & Johnson vai suspender em 2023 a venda do pó de talco para bebés em todo o mundo, após milhares de reclamações sobre a segurança do produto, suspenso já há dois anos nos Estados Unidos e Canadá.
    Por poder/dinheiro, o ser humano é capaz de tudo!

    Num breve comunicado, a farmacêutica norte-americana divulgou que tomou a “decisão comercial” de substituir o talco por amido de milho neste produto infantil, depois de ser alvo de cerca de 38.000 ações judiciais.

    As queixas vinculam a utilização a longo prazo do pó de talco ao desenvolvimento de cancro, embora a farmacêutica continue a negar que o produto seja a causa.”

  4. PTO says:

    “(…)não existem dados firmes que permitam aos especialistas concluir que a exposição a CEM (campos eletromagnéticos), abaixo do limite máximo estabelecido pelas diretrizes da ICNIRP, tenha impacto na saúde humana, incluindo crianças ou fetos.”

    O curioso aqui é a utilização da palavra “firmes” o que induz a interpretação de que existem dados que indiciam que os CEM’s podem realmente fazer mal à saúde humana.

    Percebido.

    • Keyboardcat says:

      Tal como existem centenas de estudos científicos sobre o impacto do café ou chocolate na saude. Metades deles afirma que causam cancro, outra metade afirmam que são benéficos. Ou seja, não existe uma relação direta.

      O que os estudos dizem é que não foram detetados casos excessivos de cancro e outros problemas de saude em indivíduos expostos a determinados níveis de radiação eletromagnética. Mas o processo científico não é a bíblia, e deixa sempre a porta aberta para escrutínio.

    • rui says:

      bem não faz certamente, seres constantemente atravessado por radiações não naturais, mas se levar 200 anos a matar-te não há stress

    • Ogoid says:

      Tiraste o firmes do contexto… é assim que os boatos começam 🙂

      Fora de brincadeiras…
      “não existem dados firmes” – significado é que os dados que obtiveram para realizar este estudo não permitem ser conclusivos. Na ciência, devemos ser exactos e não especulativos. Para especular, temos os politicos e afins… Portanto, concluíram (e terei de partir que estão de boa fé) que não podem ser exactos nas conclusões, logo, nada concluem.

      Tudo o que nós “adicionamos” nas nossas vidas, criadas por nós, Seres Humanos, terão efeitos secundários, uns bons e outros maus.

      Eu sou mais critico em saber a origem ou o patrocinador do estudo porque efectivamente cria tendências às conclusões do estudo.
      Sou apologista que os estudos deviam ser apoiados com financiamento cego, suportado pelas empresas ou estado, conforme os casos. Os estudos que são realizadas pelas entidades que “vendem” o produto/serviço deviam ser obrigatoriamente publicas e não deviam poder usar os estudos como forma de publicidade, quando lhes é positivo.
      Isto permitia termos mais confiança nos estudos que são conhecidos e reforçar o poder de escolha da nossa parte, cliente/consumidor. Se nós não aderirmos a um produto/serviço, ele desaparece.
      Senão é como o @Keyboardcat diz, há estudos para todos os gostos.

      • PTO says:

        Não tirei nada do contexto, pelo contrário. Eu expliquei-me suficientemente bem na minha frase ao utilizar a palavra “indiciam”, que é completamente diferente da palavra “concluem”.

  5. O Lobisomen do bairro says:

    A juventude com tanto 5G disponivel em todo o lado vai começar a sofrer de mãos peludas e cegueira a médio prazo!

  6. luis says:

    Atualmente, as frequências usadas pelo 5G são praticamente semelhantes às usadas pelas outras tecnologias. apenas a Cband , na ordem dos 3,6GHz é ligeiramente superior. No entanto, quando se usarem as mmWaves, no espectro dos 30GHz até aos 100GHz (ou até aos 300GHz, futuramente no 6G), o caso pode mudar de figura. Em momento algum estas frequências foram usadas nas comunicações móveis e portanto nã é possível saber qual o seu real impacto na saúde humana. A ANACOM não diz tudo, apenas menciona a “relativa segurança” com base no que tem sido o espectro de frequências usado até ao momento pelas outras tecnologias.

    • PML says:

      Precisamente. Dessas frequências mals altas aindahá poucos estudos e para estas serem eficazes terão de se usar maiores potências. A conjugação das duas poderá causar problemas.

  7. milho says:

    A Sabine Hossenfelder do Youtube diz que não há grande certeza por falta de estudos especificos. Delego na autoridade dela visto adorar sotaque alemão em fisicos . Fica a dica para quem quiser perceber a questão.

    • Sujeito says:

      O que não faltam são evidências. Mas a malta, como vês por aqui nos comentários, estão mais preocupados em defender o ónus de prova invertido, ao mesmo tempo que giram ciência. É a dissonância do costume.

  8. iDespairing says:

    We all going to die one day.

  9. Jane Doe says:

    Relembro os interessados, que podem sempre fazer e publicar um estudo que demonstre que as radiações são, de facto, prejudiciais.

  10. robin says:

    Já faz algum tempo , e guardei mas não sei onde , encontrei documentação na ONU sobre radiação 5G onde era mencionado que era perigosa e nociva para a saude humana, vou ter que ver melhor se me lembro onde colquei a informação.

  11. Secadegas says:

    Se fores mais daqueles que acredita que a Terra é plana, que os Lizard people controlam os governos e que vacinas são um embuste, então o 5G é mais uma das muitas teorias de nada.

  12. ERUS says:

    Outra vez arroz, a cada geração há sempre um grupo do contra, tudo faz mal, enfim…

  13. Alphie says:

    Estranho, quando se usava a TV analógica se não me engano as frequências eram as mesmas do 5G e os emissores emitiam com grande potência, nessa altura não me lembro de ninguém reclamar. Agora só porque é 5G e a potência menor decidem achar que faz mal? Isto há com cada um.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.