Wi-Fi grátis? Cuidado com os termos de utilização do serviço


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23 Respostas

  1. A F A says:

    Eu admito que não leio as cláusulas apesar de dever fazê-lo. Contudo, entendo que as cláusulas deveriam referir-se única e exclusivamente ao serviço prestado nomeadamente, utilização abusiva do serviço, segurança do serviço, etc.. A experiência relatada, apesar de ter um objectivo experimental, está completamente descontextualizada do serviço prestado. Se queriam mesmo que os utilizadores soubessem que se estavam a vincular à obrigatoriedade de prestação de um serviço comunitário devia abrir uma espécie de Pop-up/Alerta em que o utilizador teria que aceitar ou não. Para mim é claramente um abuso o exemplo apresentado e sou da opinião que deveria existir regulamentação quanto aos termos de utilização.

    • Daniel Jesus says:

      Atenção que as pessoas não foram obrigadas a fazer o serviço comunitário. Era apenas um teste para perceber se as pessoas liam e para chamar a atenção para este problema, quer do lado do utilizador como do lado legal.

      Não vejo problema nenhum com esta experiência, louvando até que uma empresa que tem muito a ganhar com a não leitura dos termos se preocupe em denunciar este problema.

      • A F A says:

        Sim, eu percebi que as pessoas não foram obrigadas à prestação do serviço. Na verdade, refiro ” A experiência relatada, apesar de ter um objectivo experimental,…”. Além disso, não disse que via algum problema quanto à realização da experiência pois o objectivo dela era demonstrar que muita gente não lia os termos (eu sou um deles). Contudo, apesar de ser uma experiência, todos aos termos, e mais uma vez tal como indiquei, deveriam referir-se única e exclusivamente ao serviço prestado nomeadamente, utilização abusiva do serviço, segurança do serviço, etc..

        Quanto às empresas terem muito a ganhar, penso que esse “ganhar” deve ser lido mais na perspectiva da empresa se salvaguardar.

        • Daniel Jesus says:

          A partir do momento em que uma empresa ganha acesso aos dados com permissão para usar ou vender a terceiros, ou a empresa adquirir a propriedade de uma fotografia, vídeo ou direitos de imagem, a empresa está sempre a ganhar.

          No meio disto tudo, e concordando contigo, acho que deveria haver uma regulamentação destes termos, diminuindo assim os abusos.

        • Miguel says:

          Até podem meter o que quiserem nos termos de serviço, mas enforçá-los não é tão fácil assim.

          Mesmo se esta empresa quisesse que quem aceitou os termos fizesse serviço comunitário, nunca conseguiria enforçar essa estipulação.

    • Paulo Sousa says:

      Caramba!
      Isto não foi um abuso… Foi um teste. Ninguém cumpriu essas horas de trabalho comunitário. A empresa quis apenas mostrar que as pessoas não lêem os contratos.

  2. Redin says:

    Se existem entidades publicas na defesa do consumidor, porque não submeterem estas clausulas a organismos que as possam autenticar ou certificarem como aceitáveis? No momento em que as formos aceitar, poderíamos consultar esse organismo e através desse certificado podermos ter uma melhor noção do que estaríamos a aceitar. A legislação portuguesa (se não estiver enganado) obriga que qualquer norma ou termo de utilização seja passada a escrito e com sete dias de direito a desistência.
    Conforme foi provado, apenas uma pessoa teve o cuidado de ler essa regra especifica o que leva a crer que as empresas possam lá colocar o que bem entenderem sabendo de antemão que ninguém vai ler.

  3. João says:

    Creio que no Metro de Lisboa pedem para confirmar com o nº de telemóvel e depois algures nos Termos de Utilização diz que o nº pode ser usado para publicidade … nope …

  4. Joaquim Lérias says:

    Parece que há pessoas que nem esta notícia conseguem interpretar, quanto mais “Termos e condições”.

  5. Asdrubal says:

    Eu nunca aceito ou concordo com os termos e condições, mas se eu não clicar no “Aceito” a aplicação ou serviço não prossegue. :\

    • Vítor M. says:

      Ora cá está, tens razão, de que vale perguntar? mais valia dizer, isto tem como condição isto, pronto. Agora cá Aceito ou Recuso… é só para enganar as pessoas, dando a falsa sensação que elas têm escolha.

  6. KNIGHT says:

    Só uso internet dentro de casa, usar internet fora de casa é como ter uma amante, buguei?

  7. Pedro says:

    Devia haver um aplicação que lesse Termos e Condições e sintetizasse os mesmos de uma forma clara e concisa, e validasse de acordo com uma regulamentação (em falta). E depois, nos Termos e Condições … ahahahahah

  8. Mário Oliveira says:

    Pois… não costumo ler as cláusulas propostas, normalmente muito longas.
    Mas deveria ler

  9. Telmo Almeida says:

    Não, uma forma de as ler era, ou apanhar um susto destes ou serem coisas fáceis de ler e não compêndios sobre legislação e obrigações e penalizações. Fáceis e de forma clara e simples para leigos, isso e o pai Natal vir no verão.

  10. Peter says:

    Uma vez em Londres aceitei uma cena do género sem me aperceber para aceder ao WIFI, com isto, comecei a receber prémios e sorteios da treta ingleses, usaram o meu numero para enviar publicidade em texto, links, etc.. portanto, cuidado. Tenham no vosso pacote de comunicações dados incluídos e ainda para mais com o roaming livre na EU, tudo se tornou mais fácil aceder a rede sem estas confusões.
    Cuidado com as wifi públicas, principalmente aquelas que nos pedem para aceitar algo ou escrever a nossa identificação, nem que seja o mail, numero ou outra.

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