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Vai comprar lâmpadas LED brancas? Conheça os riscos para a saúde


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. JP says:

    Para esclarecimento geral e evitar a propagação de má informação convém corrigir e registar o seguinte:
    O LED a que o estudo se refere diz respeito à temperatura de cor – BRANCO FRIO. As conhecidas amarelas, são BRANCO QUENTE e além disso ainda temos o BRANCO NEUTRO.

    • Ricardo says:

      Para ajudar a completar

      3000k cor amarelada (branco quente)
      4000k cor neutra (branco neutro)
      6000k cor branca (branco frio)

      A cor mais quente é melhor para ambientes como quartos, salas etc porque ate mesmo os nossos olhos sentem se menos e menos cansativo.
      Cor neutra para mim preferivel, zonas de trabalho por exemplo
      Cor branco frio cozinhas, garagens, zonas de preparaçao etc.

    • SIMO says:

      Lampada LED uma por..ria mentirosa,4x mais cara e acaba em 5-6 messes!

    • Nuno Costa says:

      Finalmente aparece alguém a dar explicações básicas. A verdadeira e única classificação da “temperatura de cor” é dada em graus Kelvin (temperatura do corpo negro): 2700 graus é o “branco” amarelado (ou dito “branco” quente”). 4000 graus é o branco neutro, ou branco com a menor contaminação do espectro cromático. 6000 (ou 65000) graus é o branco azulado, com a maior contaminação do espectro ultra-violeta. Para se obter a maior fidelidade das das cores naturais temos de optar pelas lâmpadas que indicam no respectivo rótulo 4000 graus.

      • JP says:

        Só um pequeno reparo, para melhor informar, o LED (utilizado na iluminação) não emite raios ultra-violeta, seja branco quente, neutro ou frio. Há no entanto LEDs com emissão de UV´s utilizados com outra finalidade, que não contempla iluminação. A temperatura de cor não se mede em graus, apenas em Kelvin (K).

        • Nuno Costa says:

          Emendando: sempre ouvi referir graus Kelvin, até no ensino superior… Pelos vistos, como diz JP, é “erro”. Muito bem, vou passar a usar a denominação correcta: (apenas) Kelvin. Obrigado pela correcção.

  2. Rjsoft says:

    Poluição luminosa?
    A sério?
    “falta de regulamentação” que defina os limites para a iluminação excessiva…
    Simplesmente Ridículo!!

  3. Bruno Lopes says:

    Convem tambem ter o seguinte como referencia:
    A temperatura da luz é medida em kelvins, por norma 6500K é a luz branca (neutra), qualquer valor acima deste a luz é mais fria e a ficar mais azulada. Qualquer valor abaixo de 6500k é considerada luz quente em direção ao laranja. Nas caixas vêm estes numeros.

    So para acrescentar, esta questao tambem se pode aplicar a fotografica no balanço de brancos e a sua percepção. Mas temos de pensar ao contrario, ou seja, na fotografia temos de pensar na escala de kelvins com a cor a subtrair para que a percepção seja oposta. Se temos uma foto a ficar muitoo “fria” temos de utlizar uma balanco de brancos acima dos 6500k para que a imagem começa a ficar mais branca na direcao do laranja. O mesmo se aplica se a imagem estiver a ficar amarela, temos de aplicar um valor de balanço de branco abaixo dos 6500k para que a imagem comece a fica mais branca na direção do azul. O ponto ideal é quando a imagem nao esta azul nem amarela, e os brancos estao brancos.

    • JP says:

      Bruno Lopes,
      permita-me a correção, 6500K já é branco frio!
      Para ser um branco neutro deverá estar, aproximadamente, entre os 3500K e os 5000K. O branco quente igual ou inferior a ~3000K (3200~3300K deve ser o máximo).
      Acredito que em fotografia haja um intervalo diferente, mas desconheço por completo.

    • mlopes says:

      @bruno Lopes desculpa mas vou acrescentar uma coisa ao que disseste:
      para uso doméstico tudo o que seja acima de 3000k é considerado luz fria com as conhecidas consequências em termos de produção de melatonina e alterações do ciclo circadiano (vigilia/sono)

  4. mik says:

    jasus tanta gente preocupado com isto. se ao menos deixassem a mer** do tabaco

  5. Pedro Baltazar says:

    De salientar também que a luz Led não estimula as células da retina, por falta de estimulação essas células vão morrer prematuramente e provocar graves problemas nos nossos olhos. A única vantagem deste tipo de iluminação é o baixo consumo, para a saúde é terrivelmente danosa.

  6. mlopes says:

    parabéns pplware e @pedro pinto pelo artigo.
    este assunto é importantíssimo, no que à saúde pública diz respeito e devia ser abordado de forma sistemática para que não caia no esquecimento.
    deixo a sugestão de incluírem no artigo (ou fazerem um novo mais detalhado) as temperaturas de côr recomendadas para cada uma das aplicações da iluminação e eventuais exemplos de rótulos de embalagens de lâmpadas exemplificando quais as que devem e as que não devem ser compradas para uso doméstico.
    a título de exemplo podemos dizer que para uso doméstico o ideal serão as lâmpadas com temperatura de côr à volta de 2700k com um máximo de 3000k (mesmo em cozinhas não é preciso mais do que 3000k se a fonte fôr boa e por isso tiver um bom cri, índice de restituição de côr).
    já para iluminação de escritórios a temperatura deve andar à volta do 4000k e para espaços industriais já podemos ir para os 6000k.
    a “coisa” é um bocado mais complexa do que isto mas para nós, comuns mortais, o que é mesmo importante saber é que, para ter em casa, tudo o que seja acima dos 3000k pode produzir alterações graves na nossa saúde

  7. Darkman says:

    Mais preocupante… é ver as empresas de electricidade neste país a substituir em certas zonas, as lâmpadas da iluminação pública para luz branca (fria), que até incomoda aos olhos dos transeuntes.
    E isto, feito recentemente!
    Não haverá planeamento? Soluções ponderadas?!

  8. Nuno V says:

    A iluminação noturna também tem outro efeito secundário. Muita da luz é refletida/emitida para o céu, iluminando a atmosfera. Isto faz com que a noite não seja escuro como breu e impede-nos de ver uma muito grande parte das estrelas que brilham na noite. Isto faz com que nem sequer consigamos perceber a nossa própria galáxia.

    • Carlos Crespo says:

      Já em 1994 ocorreu uma situação curiosa durante uma falha de corrente: as pessoas olhavam para o céu e não percebiam o que era a via láctea…
      http://articles.latimes.com/2011/jan/04/local/la-me-light-pollution-20110104/2
      Hoje em dia, com as luzes LED é de facto pior.
      Ainda este mês estive numa pequena localidade onde parte da vila já tem luzes LED e outra não – durante a noite ao olhar para a vila a alguma distância a diferença é bem visível.

      • mlopes says:

        a culpa não é dos led nem estes vieram piorar em nada a situação da poluição luminosa. a culpa é das escolhas que os responsáveis pela iluminação pública fazem.
        a poluição luminosa não está diretamente relacionada com a fonte emissora de luz (led ou outra) mas sim com dois outros fatores principais: tipo de luminária utilizada e número excessivo de locais públicos (estradas) iluminados.
        utilizando boas luminárias que direcionam a luz apenas para onde ela é necessária (para a estrada) e uma correta temperatura de côr diminui-se drasticamente a poluição luminosa e o efeito prejudicial da luz demasiado “fria” (elevadas temperaturas kelvin).
        se, simultâneamente, se iluminar exclusivamente o que é preciso ao invés de iluminar tudo e mais alguma coisa então o objetivo de diminuir a poluição luminosa é ainda mais fácil de alcançar.
        é lógico que a exagerada dispersão das edificações também não ajuda nada e isso nota-se em portugal.

    • Nuno V says:

      Eu felizmente tive o prazer de trabalhar no NTT no Chile, e à noite conseguia-se ver com facilidade a via láctea. É uma visão de cortar a respiração. Nenhuma imagem obtida através do telescópio se comparava.

  9. David Guerreiro says:

    Eu tenho LED luz quente, nos quartos por exemplo rondam os 2700K, e apenas na cozinha uso luz fria. Sala, quartos, casas de banho, tenho tudo luz quente, prefiro assim. Há por aí muitas lâmpadas LED chinesas que afirmam ser luz quente, mas a luz é muito branca. As LED de filamento COB são as que achei mais parecidas com a cor das lâmpadas incandescentes.

  10. vox pop says:

    Foi referido que existem marcas a produzir ecrãs sem o tal azul prejudicial, quais são essas marcas?

  11. Paulo says:

    Eu sempre preferi a luz quente do que a luz fria.
    Só no carro é que abumino a luz amarela apesar de mais contrastante e permitir mentor visibilidade e detalhe.
    Em casa só uso Led de luz quente.

  12. falcaobranco says:

    Até acabar em definitivo no mercado, ainda vai demorar uns longos meses…mas existem alternativas no mercado mesmo dentro do universo das lampadas led…

  13. Norberto Ramos says:

    Já estava a tardar alguém dizer mal das novas lâmpadas.

  14. Jc says:

    Também estou médico Pedro?

  15. manuel says:

    Em minha opinião deveria ser regulada a intencidade da luz LED, tanto em iluminação pública como em semáforos ou reclamos, como os das farmacias que estão sempre no máximo que quase não se conseguem ler…
    Até parece que já se fizeram contas em relação à poupança na redução de intencidade dos LED.

  16. ze pedro says:

    os portugueses aderem as lampadas leds para tentar poupar o pouco que ganhar e o valor absurdo das faturas luz

  17. Regis says:

    Desculpem, mas o problema é a cor ou a tecnologia que gera a cor? É que também há lâmpadas fluorescentes a gerar luz de cor branca!
    Não percebo o objectivo da post.

  18. alexandre sá says:

    Tenho estado algumas vezes em Londres e em cidades dos arredores e nota-se claramente que as ruas são menos iluminadas do que as portuguesas. Há menos candeeiros de tantos em tantos metros. Em Portugal há locais que à noite são autênticos festivais de luz. E agora com as led vai ser pior porque estas potenciam ainda mais o efeito poluição visual. Desafio a tentarem ver estrelas em alguns sítios de Lisboa e arredores. Tem de haver medidas para impedir a plantação indiscriminada de candeeiros públicos.

  19. Rui Pinto says:

    Eu que sou um leigo na matéria, e a ser verdade todos os malefícios desta poupança de energia e cor das lâmpadas aconselhadas a comprar, pergunto:
    Onde está a preocupação de todos os responsáveis deste mundo, para com os cidadãos?
    Tenho dito.

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