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Primeiras impressões: BQ Aquaris E4.5 com UbuntuOS

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. irlm says:

    muito parecido com o Blackberry 10 na interface entre menus.

    • Pedro Pinto says:

      Engraçado que quando se usa pela primeira vez o sistema parece que não se sabe mexer num smartphone. Costumo dizer..lembram-se da primeira vez que mexeram num rato? O “momento” é idêntico 🙂

      • lmx says:

        hehehe,

        de facto é mesmo engraçado 😉

        Quando me mudei para BB10, vindo de Android, enviava sms, e emails(ás vezes), para outras pessoas…:D

        Era um “horror” , com o tempo apercebi-me do “porque das coisas”, hoje em dia, quando pego num tm Android…acontece-me exactamente o mesmo 😀

      • Daniel says:

        “lembram-se da primeira vez que mexeram num rato?” 1986 ou 1987 num Amstrad PC 1640, para andar pelo “GEM” (Graphics Environment Manager) e não me fez confusão alguma.

        Já ver a secretária do meu pai, em 1997, a lidar com o rato era de chorar a rir… Parecia que tinha medo do rato: para mexer nele era a dar toques e fugir com a mão, dar toques e fugir com a mão, dar toques e fugir com a mão. Já está em cima de onde queria? Então toda descer com o dedo no botão como se fosse a matar uma formiga: com força e decisivamente… mas levanta rápido! Não, não chegou ao final da semana na empresa 😛

        De resto tecnologia (mesmo low tech) tem sempre uma curva de aprendizagem quase nula para mim. Daí embora eu seja de Qualidade sou muitas vezes chamado para funções diferentes em projectos em que há tecnologias com que a equipa de projecto nunca lidou e lá vou eu fazer o impossível. Já perdi a conta às vezes que ouvi “experts” no final a olharem para aquilo a funcionar e dizerem “mas…. isso é impossível!” ao que eu já tomei o hábito de responder “ninguém me avisou…”.

  2. Xplouder says:

    Isto corre Aplicações Android? Se não, o que me pergunto é com qual sdk/linguagem são/irão ser desenvolvidas aplicações para este SO.

  3. Flávio says:

    Já recebi o meu há mais ou menos uma semana, estou a gostar bastante do sistema, raramente trava (tendo em conta que ainda não foi propriamente lançado para as massas o sistema está excelente) e acho o sistema muito bonito e fácil de usar.

  4. Márcio Sousa says:

    Também tenho um e estou a gostar bastante á alguns bugs para já que falta resolver, vou salientar alguns como por exemplo o uso da câmara por vezes há fotos que não ficam gravadas fotos com flash tendem a ficar muito esbranquiçadas,ainda não tens possibilidade de enviar ficheiros por Bluetooth talvez mais alguns que não me lembro agora de momento mas no geral é um sistema fluido. E já agora só uma ressalva os speaker não são 2 mas apenas 1 apesar da furação ou então é o meu que tem um avariado.

  5. FG says:

    Offtopic: o Apple Watch já tem 1000 aplicações submetidas na AppStore, já está quase a ultrapassar o Windows Phone!!!

  6. José Fonseca says:

    Eu bem que tentei ver o vídeo, mas a música de fundo incomodou bastante x) apesar disso, achei interessante este sistema operativo num smartphone

    • Pedro Pinto says:

      eh eh eh, não é fácil arranjar musicas para o Unboxing. Se houver por aí ideias 🙂

      • Paulo says:

        Sem pensar muito:
        Vangelis
        ERA
        Enya
        Jean Michel Jarre
        ou
        a muito popular “música de elevador”
        ou
        bandas sonoras de filmes (007 NÃO pamordedeus).

        Sobre o telemóvel, actualmente acho que 5″ era mais adequado. Gostava de ver se aguenta ligar a um monitor externo ou a um televisor (p.ex., o SamSung SIII liga).

        Cumprs

  7. Daniel says:

    O Ubuntu Phone promete bastante, espero vê-lo noutras marcas em breve. Quanto ao conteúdo, as fotos e vídeo são do pior que já vi por aqui no pplware.

  8. Joselito says:

    Gostaria de fazer uma crítica construtiva ao autor do vídeo:

    A locução é deveras má, fraca dicção, pronúncia muito acentuada, muitas “bengalas” verbais tais como “Hummm, Errrrrr, ok, cá está, pronto”.

    Afirmações subjectivas e inconclusivas como “tem um ecrã interessante”, “(…)se fosse um sistema normal (…)”, “como sabemos é um sistema diferente ao que estamos habituados”

    Excesso do uso de terminologia inglesa: “temos os speakers (..) o jack”, “o respectivo branding”.

    E para terminar, faço uma referência à música de fundo escolhida que nada ajudou. Sei que os gostos são discutíveis, mas é primeira vez que oiço uma música de bollywood numa review!

    Tenho muita pena, pois o objectivo de demonstrar o equipamento ficou prejudicado pela fraca qualidade da componente audio. Sugiro ao apresentador uma breve formação em comunicação, pois para demonstrar não basta ter competências técnicas (saber fazer).

    • Pedro Pinto says:

      Críticas aceites.

      Vamos por partes:
      “A locução é deveras má, fraca dicção, pronúncia muito acentuada, muitas “bengalas” verbais tais como “Hummm, Errrrrr, ok, cá está, pronto”.
      A pronuncia é algo que está incutido. Não sou nenhum profissional da coisa para treinar diariamente este ponto mas…em próximas reviews melhorá certamente. As “bangalas” como lhes chamas fazem parte, se vires/ouvires uma review em inglês (descontraído) o que não faltam são bengalas.

      “Afirmações subjectivas e inconclusivas”
      Reforço apenas que se trata de um unboxing, tendo sido a primeiro vez que olhei e experimentei o equipamento.

      Excesso do uso de terminologia inglesa
      Penso que aqui não é crítico. Na tecnologia é muito comum.

      A música…pois, tens 100% razão 🙂

      Vou ver se faço essa tal formação em apresentação 🙂 Abraço e obrigado

      • Joselito says:

        Repare que nem sabia que foi o Pedro a fazer o vídeo. A sua prestação escrita é muito superior. Depois gostaria de agradece o seu espírito, pois não contava ter o meu comentário aprovado e que fez ter mais consideração por si.

        Sou profissional na área de formação de formadores e visualizei o seu vídeo numa perspectiva analítica, fruto das imensas simulações pedagógicas que faço ao longo de 10 anos.
        As suas justificações são semelhantes ao dos meus formandos quando fazemos as análises às autoscopias. Não podemos esquecer que o objectivo de uma demonstração é passar a mensagem ao espectador, que neste caso não sabemos quem são (público alvo). Assim sendo temos que ser bastantes claros na nossa comunicação e também não tomar por adquirido que as pessoas que irão ver este vídeo é alguém ligado à tecnologia. Se houver elementos de distracção, como por exemplo a música e as bengalas verbais menos eficaz será a mensagem passada e pode até mesmo causar a desistência da visualização por parte do espectador.
        Outra dica que deixo é ensaiar bastante e fazer um plano de apresentação para que não falhe nada durante a gravação do vídeo.

        Abraços e continuação de um bom trabalho à esta equipa incansável!

    • lmx says:

      O Objecto de teste era o telemóvel e não a pronuncia, ou a dicção!

      Á pessoas que quando estão no cinema…reparam em coisas que não lembra ao diabo, aqui é igual…reparam na dicção, mas se calhar não vêem o video…que é a parte importante da coisa…

      E é verdade…cada zona do País, ou cada País de língua Portuguesa, tem as suas pronuncias, sotaques, etc…isso não é uma falha ou um defeito!
      Mas sim, algo relacionado com cultura, etc.

      Se fossemos a ligar a isso já não havia Americanos a tentar falar inglês, nem Australianos, etc…já todos tinham cortado os pulsos porque o Inglês que eles falam é diferente do de Inglaterra…

      Posso dar o exemplo de Lisboa, que também tem o seu sotaque, a sua prenuncia…um exemplo?

      quando dizes “vou”, os Lisboetas dizem “vô”, entre muitas outras coisas…

      • Vítor M. says:

        Onde é que um coloco o Like neste comment???? 😀

      • Daniel says:

        Palavras que Lisboetas pronunciam quase sempre mal: piscina (pescina, oiço imenso), igreja (igrâja), coelho (coâlho), joelho (joâlho), orelha (orâlha), ouve (ôve), e um comboio de outras mais.

        Tirando isso, há uma tendência de “comer” palavras ao falar rápido… elas estão lá, são é ditas à pressa (Colombo é uma delas, que embora eu diga o primeiro “o” à pressa se me gravar a dizer e for ouvir até a mim me soa a C’lombo, com uma ligeira inflexão de “u” entre o “C” e o “l”).

        E sou Lisboeta! 😛 Mas só me acuso no “igrâja”, “orâlha” por vezes e quando estou a falar com pressa no “ôve”. O resto deve ter sido por ter vivido entre os 5 e os 10 anos fora de Lisboa que acabei a pronunciar correctamente as outras (um colega de trabalho, que é de Coimbra, uma vez perguntou-me quantos anos vivi em Lisboa convencido ele que eu era um conterrâneo que tinha apanhado só um pouco da pronúncia alfacinha 😛 ).

        E voltando à tua crítica, completamente de acordo.

      • Joselito says:

        Se não te importas como as coisas são apresentadas, isso é contigo. Eu quando vou à um website noticioso com a chancela “sapo.pt” espero não encontar amadorismo de quem apresenta as noticias. E para mim foi muito estranho em saber que foi o Pedro Pinto a fazer o vídeo visto eu reconhecer nele imensa qualidade na sua escrita.

        Repare: o Pedro é um profissional que comunica com um público e como tal deve ter mais atenção em não relaxar na forma como se expressa. Um jornalista ou profissional de meios de comunicação social devem se esforçar para ter uma pronúncia neutra, independentemente da sua origem dentro do país. Mas esta questão até nem foi tão acentuada. O grande problema no meu ponto de vista foi as construções das frases que não tiveram uma sequência encadeada e com conclusões por vezes atrapalhadas. As interjeições “ehhhh” e palavras repetidas como “ok, pronto” não cativa em nada quem ouve o vídeo. E para piorar o situação a música não ajudou nada.

        Com isso digo não consegui tirar nenhuma conclusão do ubuntu e nem do aparelho. Não consegui apanhar a mensagem e muito o objectivo deste video – muito por fruto da comunicação empregue.

        • Pedro Pinto says:

          Eu não sou profissional “falante” em vídeo 🙂 Mas no futuro haverá novidades 🙂

        • lmx says:

          Joselito,

          A minha resposta, não foi uma critica ao teu comentário( foi a minha opinião ..)…nem de forma alguma uma ingerência da minha parte, na tentativa de tentar alterar algum comportamento em ti, ou na tua cultura! 😉

          Simplesmente acho que há coisas que não devem ser discutidas…isto porque um País deve ter orgulho na sua cultura!
          Repara que não deve existir uma cultura que tente subverter a outra…cultura é isso mesmo, é a diferença que nos torna grandes!

          “Se não te importas como as coisas são apresentadas, isso é contigo. Eu quando vou à um website noticioso com a chancela “sapo.pt” espero não encontar amadorismo de quem apresenta as noticias.”

          Do meu ponto de vista é uma questão de educação, e de respeito pela diferença, porque é com isso que o ser humano aprende, e vive todos os dias…”todos de amarelo as riscas, e de sapatos pretos” e …não ia-mos a lado nenhum!

          Não vi amadorismos nenhuns no video! vi uma analise que foi feita a um equipamento(…era esse mesmo o objectivo do video), uma analise a um equipamento, e não uma demonstração linguistica e floreada, conjugando figuras de estilo, ao mais alto nivel!…isso deixa para os nossos “Saramagos”, “eças de queiros”, etc… 😉

          ” Um jornalista ou profissional de meios de comunicação social devem se esforçar para ter uma pronúncia neutra, …”

          Lamento, mas … NÂO EXISTE pronúncia neutra…porquê?
          Porque todas as zonas do País teem a sua, e todas são diferentes..faz parte da cultura de cada zona…não é defeito, nem feitio, mas sim parte cultural do teu País!
          De forma alguma deve ser alienavel!

          Acima o Pedro disse e bem…não faltam são diferenças de dicção verbal por esse mundo fora!
          Nenhuma é superior, ou deve ser criticada em relação a outra!
          Porquê?
          Prque mais uma vez todas as zonas teem a sua cultura, é uma questão de respeitar e aceitar as diferenças…!

          “Com isso digo não consegui tirar nenhuma conclusão do ubuntu e nem do aparelho.”

          Eu, ao contrario de ti, consegui perceber tudo!
          Foi explicito, relatou as specs do equipamento bastante detalhadamente(tenho visto milhares de reviews ou umboxing’s, que fico pela metade, por essa net fora…mas não foi o caso aqui!)…até o final de Bluetooth com o “thhhhh” ele disse…coisa que eu na maioria das vezes omito :S

          Nas linguagens da tecnologia, a malta é directa(já bem basta a complexidade das coisas)…

          Se vires apresentações por ai a fora, vais perceber que o autor da mesma reserva-se ao DIREITO de produzir a apresentação, e a dirigir até ao final(foi ele que a fez, e é da sua responsablidade, escolhe a musica, o estilo das paginas, a letra, as piadas, etc)..
          Tu que estás a assistir, reservas-te ao direito de observar atentamente, e em caso de dúvida quando terminar, ou em momento oportuno levantares a tua dúvida, se a mesma existir, …

          SEM pressões acerca da lingua, cultura, género, ou raça/País, porque não é esse o tema da apresentação, em primeiro lugar, e em segundo, porque isso faz com que estejas a tecer juizos de valor, com base nessas coisas, o que no mundo actual, é muito depreciativo! 😉

          Neste caso o tema era um telemóvel, o que fará sentido colocar questões acerca do mesmo, e não acerca da parte cultural da pessoa que fez a apresentação..

          Mas esta é apenas a minha opinião…e vale o que vale…na verdade eu também não sigo muito nem o rigor escrito nem verbal…porquê?

          Porque na vida técnica tens que “atacar” é o problema, e é disso que a malta precisa, informação directa, e não de uma nova forma verbal de cultura, … claro a malta de letras e dos telejornais “deve-me estar já a rogar pragas” 🙂 …mas antes que isso comece, digo já(em minha defesa lol ) que … não sou jornalista 😀

    • paulo g. says:

      O principal é o conteúdo, se fosse sem som era porque não tinha som… também provavelmente o pedro não tem equipamento de som adequado e xpto, que existe, e também não quis fazer montagem do vídeo, porque certamente sabe o trabalho que essas coisas dão. Eu como o sei o trabalho que dá dou valor a quem o faz. Vejamos o que dá mais esta distribuição de Linux. Pena é vir tarde, porque o conceito já foi apresentado à muito tempo e talvez tenham dado ideias à concorrência…

      • Pedro Pinto says:

        Já tirei o som, para a próxima meto Quim Barreiros, assim todos conhecem 😀
        Confirmo, não tenho mesmo equipamento para fazer tal coisa 🙂

      • lmx says:

        +1

        Subscrevo!

        pois…as ideias. já deu ideias demais defacto, ao android, e ao wp, e esse defacto é um problema…são empresas gigantes com capacidade de fazer muito em pouco tempo, o que ainda cria mais entraves..

        A ideia que tenho, é que dentro de um ano ou coisa que o valha, o ubuntu phone, já deve estar muito dentro dos parametros normais para os usuarios, e talvez o Conergence, seja mesmo a rampa de lançamento…eu pelo menos aguardo anciosamente a chegada do mesmo…porque é uma revolução.

        Um computador no bolso, e utilizavel… é o que falta de momento a todos os outros..

  9. Uma correção a fazer, não é UbuntuOS.

    O SO é Ubuntu Touch e smartphones com o mesmo são Ubuntu Phones.

    Abraço

  10. B@rão Vermelho says:

    Eu nunca consegui ver um vídeo nem aqui nem na pagina do Sapo, porquê?

  11. Daniel says:

    Essa de chegar a território nacional pela Portugal Telecom…. qualquer um compra na loja da BQ e os portes são grátis, sem qualquer acréscimo no preço.
    E se eu tiver problemas com um equipamento BQ eles enviam estafeta a ir buscar o equipamento, por isso nem é problema de ter de enviar para lado nenhum em caso de garantia.

  12. int3 says:

    essas palavras terminadas em “mente” são pronunciadas como os de amarante : aproximadamÉnte, aparenteménte, apartaménto.
    Pedro, não eras de guarda? também falam assim? xD

  13. Jonathan Fitzgerald says:

    Não sei como está actualmente neste aspecto, mas espero que tenha ou venha a ter muitas aplicações de boa qualidade. Penso que este é um dos pilares para um bom OS no mundo dos smartphones e tablets.

    E digo isto sem saber se algum dia vou optar por smartphone com Ubuntu OS, por mim quero que ele se torne numa opção muito forte, mais concorrência no mercado obriga a maior necessidade de inovação e mesmo que não se opte por este OS, ganhamos sempre 🙂

  14. Joao says:

    Olá a todo! Antes de mais perdoem-me por não ter lido os posts todos.
    Eu tenho um Ubuntu Edition. Decidi dar o braço a torcer à Cannonical e comprei o produto. No entanto, e depois do falhanço que foi o Edge, achei honestamente que iria estar melhor.
    Ainda não sei se gosto do conceito das webapps. Por exemplo, quando quis fazer upload de uma foto para o twitter, dava-me indicação que o browser não permitia aquela operação.
    Portanto, acho que ainda esta verde. Muito verde.
    Se tem potencial? Tem, sem dúvida! É um “maravilhoso mundo novo” em que novos “developers” tem aqui a hipótese de se afirmarem dado que me parece que os grandes “players” não se interessaram muito por este sistema operativo (sim, porque Ubuntu Touch já esta mais que testado nos telemoveis Nexus, portanto, havendo interesse ja podiam ter começado há muito).
    Infelizmente tive de trocar para Kitkat. Garantidamente que volto quando o sistema estiver aprimorado, mas por enquanto, não tenho tempo para voltar a aprender a mexer num smarphone. Não dá para definir alarmes e eles falharem, não dá para ter chamadas perdidas sem motivo aparente… Entre outros pequenos erros e falta de software de apoio nativo por parte da “empresa mãe”. Ubuntu em desktop sim, há bastante tempo que sou fã, na sua componente Touch, como se diz por aí: “haver há, mas estão verdes”
    Um abraço

    JM

  15. Ubuntu OS Fan says:

    “Nos próximos dias apresentaremos a nossa análise…”
    Para quando a vossa análise?

  16. Daniel says:

    Estou muito interessado neste Ubuntu Phone mas gostava de conhecer mais acerca do potencial desta máquina. A análise já foi publicada? Não consegui encontrar no vosso site.

  17. blitzer says:

    Sou utilizador do Ubuntu já há vários anos, estou mesmo inclinado para comprar este BQ mas não encontro muitos detalhes acerca dele em português. Já lançaram a análise?

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