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Portugal: Detetada fraude em software de cabeleireiros


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. fak says:

    fonix se o cliente não quer fatura não precisa do talão para nada…
    uma coisa que vejo em alguns sitios é que só aceitam dinheiro, fatura não existe, é um papel de um livro de expediente que dão ao cliente como prova do pagamento…
    outros, como já vi (por acaso num barbeiro), no sistema o corte está a 5€ mas levam 12, consegui ver porque estava ao lado dele e assim evitam de pagar tanto de iva e como diz o outro, dinheiro não fala…

  2. Verao says:

    Vou ligar pra titia que foi trabalhar em Portugal. Afinal no Brasil não cobram impostos de salões.

  3. poiou says:

    E esse software ainda é certificado ou a certificação já foi suspensa/revogada?
    Se eu tiver um cabeleireiro e for comprar o dito software é a AT que me indemniza? É que eu não sei qual é o software afetado , logo como sei qual não devo comprar?

  4. Jorge says:

    Foram trocos … foram apanhados. Se fossem milhões estavam safos …

    Sugestão para estarem legais: arranjem um sócio chinês, assim não pagam impostos durante 5 anos, depois é só arranjar outro chinês ou mudar de firma e dá para mais 5 anos …

  5. Júlia says:

    E qual é o software?

  6. Luis Cunha says:

    E qual é o software?

  7. alguem por ai says:

    piores sao aqueles que nem registam nada,dizem que nao fazem lucro suficiente portanto nao sao obrigados a ter as maquinas no salao,mas vai se a haver estao sempre a mudar de carro e tem grandes ferias…

  8. Cláudio says:

    Listas de todos os programas certificados, podem ordenar lista para ver os revogados/desativados.

    https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pt/consultaProgCertificadosM24.action

  9. Sergio says:

    “ataquem” é a restauração esses tem um peso maior, viram o iva na area deles diminuído e continuam a cobrar absurdos para fugirem que nem esfomeados.. mas também chego à conclusão que o governo não quer, ainda agora à dias falei com uma inspetora e é só ridículo e demorado todo o processo para poderem agir

  10. censo says:

    Cabeleireiros, restaurantes e oficinas automóvel…todos a pagar impostos e o país vivia melhor.

    • Gustavo Almeida says:

      Os suspeitos do costume. As feiras, discotecas, cafés, lojas de roupa, pubs, bares, ginásios e centros de estudo são todos idóneos, portanto.

    • Cava says:

      Se todos passarem fatura do que vendem não havia restaurantes para ir jantar fora ou senão o preço não consegues pagar, com o ordenado de 600 não vais lá.
      É muito bonito dizer que todos deviam pagar impostos, para o estado mamar mais e desviar e perdoar aos que ganham fortunas ou falências de empresas do estado ou contas offshore, ou derrapagens de obras públicas, por isso não venham com tretas. O estado incentiva a fugir.

  11. ze tuga says:

    engraçado, o proprio estado nao passar factura!!!
    so recibo!!!

  12. EC says:

    E que tal verificar outras áreas como oficinas/mecânicos, restauração/hotelaria, oculistas, perfumarias, etc. Aposto que também deve existir software adulterado…

  13. JP says:

    É verdade, deviam exigir de forma a que tudo o que o consumidor paga, fosse declarado, no entanto não sem valorizar o nosso jeitinho português (latino ou como o queiram chamar) ganha mais força pela carga fiscal e a perseguição que o próprio estado e finanças faz às empresas (sem esquecer ASAE e Operações Stop com esse intuito.).
    Apesar dos brandos costumes, poucos concebem levar a marmita para o escritório, andar de transportes públicos ou ter um automóvel sem a sigla AMG/M/etc… Os salários pagos a grande parte da classe trabalhadora são descaradamente baixos. Quer pelos grandes grupos, quer pelos pequenos.
    Estes são alguns dos motivos que levam a que as mentalidades não mudem, sem esquecer o exemplo de quem governa ou já (des)governou o nosso país.

  14. Gustavo Almeida says:

    A forma de evitar fugas é não haver limite à dedução em IRS da percentagem de IVA recolhido. 15% para o consumidor que tratou de incluir o seu NIF na fatura e assim obrigar o comerciante a pagar 85% ao Estado. Para quê ter limite?!

  15. JP says:

    É verdade, deviam exigir de forma a que tudo o que o consumidor paga, fosse declarado, no entanto não sem valorizar o nosso jeitinho português (latino ou como o queiram chamar) ganha mais força pela carga fiscal e a perseguição que o próprio estado e finanças faz às empresas (sem esquecer ASAE e Operações Stop com esse intuito.).
    Apesar dos brandos costumes, poucos concebem levar a marmita para o escritório, andar de transportes públicos ou ter um automóvel sem a sigla AMG/M/etc… Os salários pagos a grande parte da classe trabalhadora são descaradamente baixos. Quer pelos grandes grupos, quer pelos pequenos.
    Estes são alguns dos motivos que levam a que as mentalidades não mudem, sem esquecer o exemplo de quem governa ou já (des)governou o nosso país.

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