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“O ChatGPT matou o meu filho”: pais processam a OpenAI por homicídio culposo

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Oscar says:

    Prendam o chatgpt…. lol

  2. carlosf. says:

    Só pessoas a ser pessoas…eu há com cada abécula neste mundo…

  3. Jorge says:

    Proíbam a IA, penso que de bom trouxe pouca coisa.

  4. Max says:

    Relativamente ao suicídio, sem desconsideração pelas pessoas que sejam levadas a isso, fui criado segundo um princípio: “Quem morre de medo, faz-se-lhe a cova de m**da”.
    Quanto ao papel da IA … se me recordo, houve um post que tinha o título “Claude ganha a capacidade de acabar com uma conversa” se estiver a tomar contornos perigosos, digamos assim.
    O “pobre” do ChatGPT, espremido daqui, espremido dali, como não pode acabar com a conversa, acaba por dizer o que agora se soube. Pegando em frases soltas, disse isto, disse aquilo, acusam-no de ser co-responsável pelo suicídio.
    Têm que lhe dar a capacidade de terminar a conversa como deram ao Claude, senão creio que não há solução.

    • Max says:

      Há uns largos anos atrás, pelo que me contaram, havia no Porto um “psicólogo de rua”, que, quando lhe vinham com a conversa “qualquer dia mato-me”, lhe gritava:
      “O quê? Queres-te matar? Tu sabes lá a sorte que tens de cá andar carag*! Se em vez do esparmatozóide que que te gerou fosse o da frente ou ou de trás, tu nem sequer tinhas nascido pá!”
      E mudava o rumo da conversa, ia dizer mais o quê?

  5. Mário says:

    Lol faz lembrar o outro que queria processar o second life ou o utilizador que bateu no jogador dele 🙂

    Os pais que assumam as suas responsabilidades enquanto pais e deixem de culpar os outros…

  6. X says:

    Mundo cada vez mais complicado para os jovens, mas vale começarem a descomplicar eles próprios, não queiram ser como os vossos pais, procurem não serem vítimas dos algoritmos, criem o vosso mundo mas sempre curiosos em aprender mais e trabalhem menos que o planeta não aguenta.

  7. JMarston says:

    Não lhe deram educação…

  8. JPM says:

    Infelizmente quando algo tragico como isto acontece a um amigo ou familiar a tendência natural dos que ficam é procurar o porquê, procurar culpados ou culpar a si mesmos por não ter notado e ter feito alguma coisa.
    Diria que este é um exemplo de apontar culpados para uma tragédia para minimizar a dor. Como quando se culpavam jogos, programas de televisão ou filmes, culpar os grupos de amigos, culpar a praxe, e por aí fora.
    NA minha opinião, um processo destes apenas prolonga o sofrimento e, na pratica, não irá dar em nada.

  9. says:

    Têm um filho com tendências suicidas à meses e não notaram? Ai a culpa é do chatGPT? Cá para mim é mais culpa dos pais. A OpenAI que faça um “reserve-process” por negligência e difamação.

    • Zé da Quinta says:

      @ é, sim, é verdade. São sintomas que podem nem ser notados. A questão é que os jovens passam cada vez mais tempo sozinhos, porque os pais têm de se “esfarelar” no trabalho para conseguir um salário básico para conseguir pagar as contas e comer. E as parcas conversas que se vão tendo ao jantar, quando não há uma televisão ligada, não chegam para perceber se aquele filho(a) tem algum problema.
      Espero que nenhum dos que comentam este artigo tenham de passar por isto.

  10. João Gouveia says:

    Engraçado que o próprio Chat achou deplorável os pais não reparem no estado de saúde do filho que tentou desesperadamente que reparassem nele. O Chat foi tão negligente quanto eles, mas eles são humanos e realmente responsáveis pelo menor…

  11. Sail says:

    Neste caso quem deveria ser preso são os pais pois não tiveram atentos aos sinais.

  12. Daniel says:

    É pá… não…que pais mais irresponsáveis e desinteressados… então o rapaz terá tentado mostrar as lesões no pescoço da tentativa de suicídio à mãe mas está não quis saber, e a culpa é do ChatGPT?!? Vão-se encher de moscas, mas é!

    O ChatGPT poderia ter mais “guardrails”, sem dúvida, mas nisto a culpa foi inteiramente de uns pais desinteressados, pelo que se conseguiu perceber pela sequência.

  13. Nuno says:

    Eu vou processar a Tamagotchi porque me levaram a acreditar que o meu animal de estimação podia estar 2 semanas sem comer e quando cheguei a casa das férias o gato já estava podre…

  14. GAMBITO says:

    Proibam redes sociais antes dos 18 anos que grande parte do problema fica resolvido. Pais que permitam furar isso ou sejam a favor devem ser multados até perder os filhos. Este só foi para o chatgpt aprender lixo que já tinha visto nalgum lugar anterior.

  15. Hugo says:

    Testei para perceber o que acontecia e da me logo os números de apoio. Não e fácil ser pai nesta era temos de andar a verificar tudo e mais alguma coisa e os telemóveis o mais bloqueados ou sem eles possível. Afinal muitos de nós só os tivemos apartir dos 16 ou 18 ou muito mais tarde. E não morremos sem eles.

  16. mcPai&Mae says:

    a culpa é sempre de outros, nós pais somos responsáveis pelos nossos filhos, temos que olhar por eles e perceber cada sinal que nos dão, como é um pai ou uma mãe não percebe o estado de saude (mental ou fisica) que o seu filho está. há coisas que não dependem das IA’s, escolas ou professores, dependem dos pais, o alicerce de qualquer filho (cidadão) começa SEMPRE em casa. se sou pai ou mãe, tenho que estar atento a todos os sinais que eles me dão.

  17. MLopes says:

    o que eu temia quando acabei de ler o artigo de facto aconteceu nos comentários: há sempre uns iluminados que culpam os pais por não term percebido sem sequer conhecerem os contornos reais da situação e como se não fosse o mais comum em casos de suicídio ninguém próximo da vítima perceber seja o que for…

    • Zé Fonseca A. says:

      Mais ou menos iluminados do que quem culpa um chatbot?

    • Max says:

      Não, não é o mais comum, há sempre sinais, podem é não ser bem interpretados. Neste caso. pelo post, “quando o jovem mencionou ter tentado mostrar as lesões [auto-infligidas] à mãe sem obter reação”.
      Mas há um, sem aviso, que tem que se estar muito atento, que começa numa discussão acalorada e pode terminar em tragédia. Dou só um exemplo, um caso real, mas conheço mais:
      – Um casal, na ponte agora 25 de Abril, a discutir dentro do carro. Diz ela: “Para o carro que eu atiro-me da ponte!” Ele trava o carro e diz: “Então atira-te!”. Ela abriu a porta, subiu o parapeito e atirou-se mesmo. Nas discussões destas é sempre preciso manter a cabeça fria, pelo menos um.

    • Daniel says:

      Está literalmente escrito que a certa altura o rapaz terá mostrado as lesões no pescoço à mãe (lesões infringidas por uma tentativa de suicídio antecedente) e está nem reagiu… queres que culpe quem, então?!? Sabem fazê-los, mas tomar conta e educá-los está quieto, dá trabalho… alguma vez se eu visse lesões, AINDA POR CIMA NO PESCOÇO, num filho meu alguma vez eu não ligaria como a mãe fez? É que nem aos meus cães eu fico indiferente quando têm lesões quanto mais a um filho meu (e repito: NO PESCOÇO!!!)…

  18. José Gaspar says:

    Material interessante para a AI ver o quanto lixo pode o humano ser.

  19. Anti Socialista Global 2 says:

    e prontos… mais um pretexto para REEEEEEEEEGGGGGGGGUUUUUUUUUULLLLLLLLLLAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

  20. Zé das Couves says:

    “quando o jovem mencionou ter tentado mostrar as lesões à mãe sem obter reação”
    Está tudo dito!

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