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Nova Ortografia – Modo de Usar

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Miguel Barbosa says:

    Infelizmente, já uso..

  2. Mike says:

    Ainda bem que isto existe, a ver se as pessoas se informam do que mudou ao certo, e a ver se essa ideia de que “vamos escrever à Brasil” desaparece.

  3. chino says:

    ainda bem que mudou…

  4. lipex says:

    Não uso e espero não necessitar.
    Acho muito estúpido só devido a políticas imaturas estar a estragar a nossa língua tornando-a brasileira.
    As vezes pergunto-me onde será que nasceu a língua portuguesa.
    Se foi em Portugal ou no Brasil..
    Pois nós temos que nos sujeitar a alterações que faz de nós uma referência genuína.
    Para mim o Brasil fala brasileiro, não é português.
    A ver se a Espanha, fala vezuelano ou mexicano..
    Só nós é que temos uma porcaria de ignorantes..
    Devido ao idiota do Mário Soares.. Segundo ele e passo a citar: ‘.. temos que unir as línguas para tornar perceptível a comunicação..’, e no ano seguinte torna o mirandês a 2ª língua oficial portuguesa…
    Pois sim.. Ganhar votos com idiotices.
    Infelizmente nós é que pagamos com isso.
    Eu recuso-me a participar numa falsidade destas.
    O português é de Portugal, sempre foi e sempre será!

    • Tiago Almeida says:

      Meu DEUS finalmente alguém com bom senso e abominação de idiotice em massa.

      • djx says:

        LOL, alto fail! Um deles escreve frases com 2 pontos finais ou 2/3 de reticências, o outro escreve DEUS com tudo maiúsculas, depois queixam-se que português é mal tratado xD

        • Ricardo Fernandes says:

          Eu axo o novo akordo ortografiko uma xtupidex!

        • P.Ferreira says:

          O que está aqui em causa não é a maneira como cada um escreve, mas sim a maneira como o português é/será escrito/pronunciado pelos cidadãos de Portugal.

        • Tiago Almeida says:

          fala o nabo que escreve LOL numa frase.
          De inteligentes como tu esta o mundo cheio de desapareceres ninguém vai dar pela falta, pelo que iria-mos viver um pouco mais felizes

          • João Ribeiro says:

            Não é iria-mos é iríamos*

            É muito comum este tipo de erros. Concordo em parte com o que disseste. Não leves a mal a correcção.

        • Carlos Soares says:

          É “LOL”, é “alto fail”! E ainda implica com um ponto final a mais e com uma palavra escrita na íntegra com maiúsculas. Ainda não percebeste que as pessoas escrevem em maiúsculas quando querem dar mais ÊNFASE?
          Já para não falar no teu nome, que nem é aceite no registo civil.

          Tenho dito…

    • N. Roque says:

      Estranhamente no Brasil fala-se um português bem mais parecido com o dos nossos antepassados do que em Portugal.

      • Marcelo Barros says:

        O Português do Brasil não evoluiu tanto, ficou parado no tempo.

        Não me pronuncio se isso é bom o mau, não quero arrancar com uma guerra, lol

      • Peludo says:

        Admito que não sei como se falava há 500 anos. Mas acredito que no Brasil houve muito mais influências de outras línguas e posteriormente alterar a forma como se fala nesse país, como a fala dos índios, os escravos pretos idos de África, os italianos… enfim, tiveram 5 séculos de muitas influências linguísticas. E toda a gente sabes que no Brasil existem milhares de palavras que não existem em Portugal e têm origem indígena.

      • Laurentino says:

        É mentira. Lê os textos do Sec XV e depois diz-me o que aquilo tem de Brásiuêro.
        É uma grande e venenosa mentira.

    • Marcelo Barros says:

      Sou Português e confesso que quero “conservar” o nosso idioma(isto é que continue a sua evolução natural e não ao contrário).
      De qualquer maneira vejo este acordo com bons olhos, vem fortalecer e unificar o idioma Português.
      Alem do mais o Português do Brasil também sofreu alterações, ouve cedência de ambas as partes (Portugal e Brasil).

      Quanto a parte que dizes que nunca vais usar, é simples, vais escrever com erros ortográficos, No caso de ser um texto para uso “profissional”, negócios… não fica nada bem.

      Mas confesso que ainda não me habituei, a usar o acordo a 100%.

      Cumprimentos.

      • Cammonnis says:

        O facto do acordo ortográfico ter carácter de Lei, implica que nos documentos de instituições públicas, seja adoptado. No entanto, mesmo em documentos profissionais, poder-se-á escrever desrespeitando o acordo. Uma regra que não pode ser quebrada é que quando se inicia o texto sem respeitar o acordo, não se pode misturar palavras do novo acordo e vice-versa.

      • DanielMessias. says:

        Sou Brasileiro e esse acordo é importante, eu sou leitor deste site, e vivo em S. Paulo, e medidas como essas estreitam ainda mais a relação e entre paises. Fora que o Brasil não esta falido,o que justifica a quantidade de portugueses vindo buscar trabalho.

    • Ser nacional says:

      Acho muito bem e por isso acho que as farmácias se devia voltar a chamar “Pharmacias”. Já agora, não à mais português que o português da idade média:

      […]

      Vós me preguntades polo vosso amado?
      E eu ben vos digo que é vivo e sano.
      Ai, Deus, e u é?

      E eu ben vos digo que é sano e vivo
      e seerá vosco ante o prazo saido.
      Ai, Deus, e u é?

      E eu ben vos digo que é vivo e sano
      e seerá vosco ante o prazo passado.
      Ai, Deus, e u é?

      El-Rei D. Dinis

      Evoluir? Para que?
      Sabem o que é mau? Mau é meter nomes em inglês em tudo: é o “mister”, é o “coaching”, é o timing…

      • Cammonnis says:

        A Língua evolui quando, ao longo do tempo, a grafia e a fonética se alteram, pelo uso natural, pela introdução de novas palavras. O exemplo dado é nitidamente um exagero, porque só a partir do séc XX é que se fizeram leis a regulamentar a escrita e a fonética.
        Quem fala e escreve todos os dias é que faz a Língua e não um conjunto de peritos numa mesa redonda.
        O problema deste acordo é que introduz em muitas palavras que nunca foram escritas em Portugal dessa forma. Assim, tenta-se mudar por força da lei algo que o tempo ainda não modificou.

    • Lopes says:

      Completamente de Acordo!

    • CapitaoLuso says:

      O Acordo Ortográfico que vá pelo cano de esgoto!!!
      Eu não uso, não gosto e não me vão obrigar a escrever Brasileiro.
      Detesto legendas e dobragens de filmes em brasileiro, não vejo a RTP (especialmente os TeleJornais) por causa do acordo, cancelei as revistas Exame Informática e a Stuff por causa do acordo…
      Perdemos o ESCUDO aquando a entrada do EURO, agora a nossa Língua Portuguesa está a ser “assassinada” pelo Brasileiro…
      Enfim, qualquer dia já não temos identidade como povo Português.

      • Vítor M. says:

        Não chegaremos a esses extremos, não exageremos. O povo usa site, weblog, download, software, hardware, e o diabo a 4 e não se preocupa com o português, são chiques os “anglicanismo” queres ver?!…. até googlar usa e não se sente ultrajado.

        Mas isto passa, o que eu acho que não devemos exagerar. Eu também não concordo com tudo o que altera, mas na verdade é que temos de evoluir o nosso próprio idioma, mas não deixaremos de ter ricos dialectos e uma história rica em termos bem nossos.

        • Lopes says:

          No entanto a evolução que este acordo proporciona não é uma verdadeira evolução. Ele apenas aproxima a fonética da língua Portuguesa com a fonética Brasileira. No meu ponto de vista a omissão das letras mudas, por exemplo, não contribui em nada para essa evolução, muito pelo contrário, faz com que a identidade da nossa língua se vá dissipando e se aproxime cada vez mais do Brasileiro (e não me lixem, porque o Brasileiro corrente nada tem de parecido com o Português). De resto as letras mudas são uma das características da escrita Portuguesa que a tornam tão própria em comparação com o Brasileiro…
          E certo que o povo usa as palavras que referiste, weblog, download, software, hardware, etc, na linguagem do dia-a-dia e igualmente na web, mas quem não usa? todos os restantes países de língua oficial não inglesa o fazem actualmente. Isso não serve como desculpa para fazer mudar a escrita e a fonética de uma língua tornando-a incrivelmente semelhante á forma como se fala e escreve do outro lado do Atlântico.
          Dei como exemplo a abstracção de letras mudas mas analisando todas as restantes alterações que vão ser feitas não consigo encontrar nenhuma que favoreça a evolução do Português como uma língua própria e que é nossa.
          O motivo deste acordo é, ao fim e ao cabo, muito simples: com o tempo a língua Brasileira vai-se distanciar cada vez mais do Português de Portugal (e como já disse para mim Brasileiro é Brasileiro e Português é Português) e se Portugal não acompanhar minimamente esta mudança vai acabar por perder o estatuto de ter uma das línguas mais faladas no mundo, pois a separação entre o Português e o Brasileiro será definitiva (coisa que na realidade já acontece – acabei de instalar o Ubuntu no meu Pc e no menu inicial, quando aparece a opção para escolher o idioma tem ‘Português de Portugal’ e ‘Português do Brasil’ – Não há melhor exemplo do que isto. Só o estado Português é que mais uma vez parece não querer entender o que é lógico, até para a malta responsável pelos idiomas dos sistemas operativos e que não é Portuguesa nem Brasileira). Um abraço

        • uniaonacional says:

          uma coisa é a evolução natural das coisas , outra é uma imposição para alterar algo .

    • Tuga says:

      Estou contigo, vou continuar a escrever como antes e quem não gostar, que não leia. O português do Brasil, foi influenciado por portugueses sem cultura nem conhecimento da língua. Pelo que tenho lido por essa Internet fora, a maioria dos brasileiros falam o português calão de há séculos atrás. A culpa não é dos brasileiros, mas sim dos políticos portugueses, que que só servem os seus próprios interesses.

    • Conimbrigae says:

      Apenas para comentar a parte onde se diz que «… o Brasil fala brasileiro, não é português.» Ledo engano. O português do Brasil está muito mais próximo do português arcaico que se falava aquando dos descobrimentos. O português de Portugal, por sua vez, evoluiu muito com o passar dos anos graças aos contactos com países como Reino Unido e França (o português de Portugal foi se anasalando graças à influência dessas línguas).

      • Lopes says:

        o teu comentário contradiz-se a ele mesmo!

        • Conimbrigae says:

          Indique onde está a contradição e então podemos discutir a respeito… da forma que está o teu comentário não diz absolutamente nada.

          • Lopes says:

            O que tu estas a dizer é que o Brasileiro é mais parecido com o Português arcaico do que com o Português actual e que a língua Portuguesa evoluiu desde essa dita altura do Português arcaico até a actualidade devido á influencia fonética das outras línguas. Isso mostra que a língua Portuguesa actual nada tem a ver com o Português arcaico e consequentemente o Brasileiro nada tem a ver com o Português actual!
            Aparte desta tua ideia os factos falam por si: tu instalas um qualquer software no teu pc e pedem-te para escolher o idioma, distinguindo claramente entre PT-PT e PT-BR. Mais do que isso, vê os comentários dos Brasucas nos vídeos do youtube ou em foruns .br e diz-me se o que lês se parece minimamente com PT-PT.
            Por ultimo, se o meu comentário não te diz absolutamente nada, não te dês ao trabalho de responder sequer.

    • ZiLOG says:

      Concordo plenamente.

    • Raul says:

      ” O pior cego é aquele que não quer ver ”
      Não escreva o que não sabe. No Brasil fala-se português, é a língua oficial, não se fala brasileiro. Também se falam algumas línguas indígenas. No México e na Venezuela, fala-se castelhano, pois é a língua oficial nestes 2 países, assim como em mais alguns da América Latina. Não existe língua “mexicana” ou “venezuelana”, existe o castelhano, pois caso não saiba estes 2 países foram colonizados pelos espanhóis. E porque não o acordo ortográfico? Acho muito bem, porque razão havemos nós de escrever palavras com letras que não são lidas, as chamadas letras mudas!! A razão de ser do acordo, é simplificar a escrita e escrevermos todos da mesma maneira.Por exemplo na palavra “óptimo” porque razão escrevemos o “p” se esta letra não é pronunciada ao dizermos a palavra?? Existem muitos mais exemplos… É verdade que na escola aprendemos a escrever de uma maneira, mas agora com o acordo, temos que nos habituar, até porque se pode escrever das duas maneiras, pré-acordo ou pós-acordo. É por causa de pessoas como você, com mentalidade retrógrada que este país não avança, temos que mudar os hábitos e principalmente as mentalidades. Você escreve como quiser, agora não venha dizer mal do acordo ortográfico, quando o mesmo foi ratificado por pessoas com mentes brilhantes. Agora vou citar uma frase sua: “Só nós é que temos uma porcaria de ignorantes.. Ignorante é você, porque não sabe o que diz, aliás neste caso não sabe o que escreve, por isso mais vale estar calado, não escrever idiotices!!! Se não quiser evoluir, escreva como quiser… Chamo-me Raul e sou professor de Português há muitos anos e dou aulas na Faculdade….

    • lena says:

      Se o critério for esse, lamento, mas o português é dos galegos! Um pouco de história e isso é irrefutável. E esta, hã?

      • FDAD says:

        Estarei a ler bem O_o?

        Alguém que realmente sabe onde nasceu a língua Portuguesa? (Galego, quero eu dizer).

        Bom, só por isso merece todo o meu respeito.

    • M says:

      Então as consoantes que não sê leem, não estão a reforçar a sílaba que precede a sílaba tónica? Senão madura=satura=fatura, cloreto=soneto=projeto… Ai, desde que fizeram as novas oportunidades já se via que o objectivo era valorizar a ignorância…já agora tirem também o ‘ h’ aos homens… Customa-se dizer: se não se usa ,não faz falta!!

  5. Tiago Almeida says:

    Andamos nos a mudar a nossa língua para escrever-mos como os índios que nos colonizamos, vamos mudar uma das línguas mais antigas do mundo e completas para que um bando de “caipiras” sem qualquer capacidade intelectual possa falar como gente grande.

    • Vítor M. says:

      Cuidado, ESCREVERMOS 😉 temos de começar por nós e eu por mim falo, temos de saber falar e escrever bem o nosso português e desde há muitos anos que a nossa lingua sofre alterações e evoluções.

      Este acordo é mais um para uniformizar uma das mais faladas línguas no mundo.

      Se concordo? Alguém me perguntou se eu queria remover o PH de farmácia? 😉

      Concordo com umas, discordo de outras mas na verdade eu próprio já aderi há mais de 30 anos ao acordo ortográfico, preferi o Vítor ao Víctor… por isso é mais facto menos fato…

      • Mike says:

        Exacto. Quem fala disto não tem noção das alterações que vão acontecer nos outros países, alterações que fazem falta.

      • nfvp says:

        Facto continua com o ‘c’, só para que fique bem claro, assim como Egipto, ao contrario do que publicita uma das imagens acima.
        E outro aspeto muito importante, não há português de Portugal ou português do Brasil…existe só a Língua Portuguesa. O ‘brasileiro’ não é uma língua, é um dialeto, tanto quanto o açoriano e o mirandês antes de ser língua.
        Quanto ao acordo, estou a favor da maioria das mudanças, e não, não é falar brasileiro…é apenas o reflexo em termos escritos do que já falamos há muitos anos. O que não se diz não se escreve, tão simples quanto isso.

        • Vitor Santos says:

          (facepalm)

        • Conimbrigae says:

          O português do Brasil não é um dialecto (ou dialeto)… é apenas português com um sotaque diferente. A não ser que queiras considerar o português do Porto como um dialecto e o português do Açores outro, e o português da Madeira outro e por aí em diante.

          • Indecisamente indeciso says:

            Dialeto (Fonte Infopédia) – LINGUÍSTICA variante local ou regional de uma língua, que se distingue pelas especificidades a nível da pronúncia (fonética), do vocabulário (léxico), etc.
            (Do grego diálektos, «conversa; linguagem», pelo latim dialectu-, «linguagem própria de uma região»)
            Conclusão… Logo “Portugês do Brasil” é dialeto, “Português transmontano” é dialeto ou até do Algarve… e por aí adiante…

          • nfvp says:

            O brasileiro, açoriano e madeirense são dialetos, no Porto, no Algarve, no Alentejo, etc, tens sotaques…
            E para os comentários abaixo, infopédias e wikipédias não dizem tudo. Também entra na decisão de ser ou não dialeto a história e qual a origem de tais diferenças…

        • Indecisamente indeciso says:

          Dialeto (Fonte Infopédia) – LINGUÍSTICA variante local ou regional de uma língua, que se distingue pelas especificidades a nível da pronúncia (fonética), do vocabulário (léxico), etc.
          (Do grego diálektos, «conversa; linguagem», pelo latim dialectu-, «linguagem própria de uma região»)
          Facepalm para quem?…

      • FDAD says:

        “facto” Não sofre alteração, ai que quase terminou em beleza…

    • Robert says:

      “Para confirmar deveremos colocar a palavra seguida do hífen
      antes da palavra principal, se não fizer sentido então não leva hífen. Por exemplo: mos escrever não faz sentido, então é escrevermos. Se fizermos o mesmo com nos falar faz sentido, então leva hifen. Eu aprendi isso na segunda classe com 7 anos.”

      Disse um expert e acho que os indíos e caipiras sem capacidade intelectual, já não cometem esses erros.

      Robert

    • Wesley says:

      Prezado amigo Tiago, creio que seu bom senso e respeito se perderam entre suas colocações verbais. Sou brasileiro e tenho certeza de que não somos um bando de “caipiras” como disse e muito menos “burros” como deu a entender.
      Senti certo preconceito ao falar de nós, brasileiros.

      Acredito que toda forma de racismo é temporária, já que você não reconhecendo como um engano em sua geração, seus filhos, netos ou bisnetos o farão. Veja como eram os negros: escravizados, privados de direitos e considerados “sem alma” pelo Clero. Hoje temos um negro ocupando o cargo de presidente da nação mais poderosa do mundo – os EUA. E então, onde foi parar o preconceito contra os negros? Por mais diferentes que nossas culturas sejam, somos todos humanos e possuímos as mesmas características como espécies.

      Índios continuam existindo sim e ao contrário do que aconteceu durante a colonização – não os escravizamos, continuam livres em suas terras, com a própria cultura, assistência médica e protegidos por Leis de nosso país.

      Quanto à nova gramática, tivemos alterações no Brasil também, especialmente no que diz respeito ao uso de acentos e hifens, a trema deixou de ser empregada.

    • Machado says:

      @ TIAGO ALMEIDA ou simplesmente @ “O INTELECTUAL”….

      Uau… Como pode uma pessoa ser tão tonta que não consegue escrever sua língua materna (escrever-mos?) e ainda classificar os outros de caipira “sem qualquer capacidade intelectual”? Isso explica o atraso em que Portugal se encontra, ao ponto de ter de pedir ao Brasil dinheiro para pagar as próprias contas e ter que aceitar a opinião de um economista da CNN que apontou a anexação de Portugal ao Brasil como única possibilidade de sobrevivência…. Será isso rancor porque o Brasil não quis ajudar Portugal financeiramente?
      Se o Brasil é um lugar de pessoas “incapazes”, como se chama o país que pede ajuda a esses caipiras incapazes?
      Alguém poderia responder…..?

  6. santiago says:

    alguem sabe onde posso fazerdownload do visual basic 2010 para win 7?

    • N. Roque says:

      OFFTOPIC: Procura na web por Visual Basic 2010 Express, vais ter à página da Microsoft onde podes descarregar essa edição gratuitamente. Se necessitas da versão mais poderosa podes sempre experimentar por 90 dias, no entanto necessitas de registar.

  7. Pedro Coelho says:

    Eu sou contra o acordo ortográfico, os países anglo-saxonicos, por exemplo, querem lá saber que nos Estados Unidos se diga uma coisa de uma maneira e que na Grã-Bretanha se diga de outra forma, ou na Austrália ou no África do Sul. Eles não têm acordos ortográficos e todos se entendem.

    Eu, por exemplo, muitas das consoantes mudas digo-as, para mim não são mudas, eu digo acto (áquetu) e não ato (átu), entre muitas outras.
    A maior parte das pessoas que conheço também as dizem, principalmente as gerações de à vinte anos para trás, apenas as gerações mais recentes “comem” essas consoantes, mas isso também é devido a deficiencias nos métodos de ensino e na informação mediática existente desde as últimas duas décadas.

    Não faço ideia quem foi (ou foram) os energúmenos (para não lhes chamar outra coisa) que pensaram e fizeram estas alterações.

    Mas isto é apenas a minha opinião.
    Cumprimentos,
    A. Pedro Coelho

    Nota: Este comentário foi efectuado desobedecendo ao Acordo Ortográfico.

    • nfvp says:

      Jovem…se dizes o ‘c’ em acto, dizes mal…já há muitos anos que as regras da gramática portuguesa referem que a maior parte dessas consoantes são mudas nessas circunstâncias…
      Mas há exceções como é obvio, como são os casos de facto e Egipto, por exemplo.

      • macosta says:

        Ó jovem se escreves exceções (novo acordo ortográfico) também deves escrever Egito e não Egipto (dado que não se pronuncia o ‘p’ não se escreve)! Porém egípcio continua igual!

      • Pedro Coelho says:

        Foi assim que me ensinaram na escola, nunca uma professora, professor ou quem quer que seja me rectificou – foste o primeiro – leio bastante e, segundo dizem, correctamente, já dei palestras e fiz diversas apresentações.
        Inclusivé uma frase minha aparece numa campanha publicitária de uma software nacional.
        Portanto, se digo, mal, será um facto que continuarei a dizer mal.
        Todas as pessoas que trabalham comigo dizem-no também. Um professor universitário com quem socializo também diz.
        Uma coisa é simplificar a língua como no caso do “f” com “ph”, outra coisa é mudar completamente o vocabulário.
        E são mudas porque se podem dizer ou não, não porque não se dizem.

        Cumprimentos,
        Fica bem

        P.S. Este “jovem” já o deixou de ser à muito.

  8. Bruno Santos says:

    De novo este tema na internet. Já cansa. Sou brasileiro, vivo em Portugal e fico triste em ver pessoas na net a dizer que a alteração é “sempre” por causa do Brasil. Esquecem que são mais de 7 países que assinaram e já vai há alguns anitos, que o acordo já teve “acordo”.
    Aqui que o importante é discutir a questão sem insultar as nacionalidades ou origens.

    Abraços e bom fim de semana!

    • Vítor M. says:

      Não ligues Bruno, muito português debate-se com o acordo ortográfico, como se um ultraje se tratasse mas todos os dias vêm vilipendiados os seus direitos de cidadãos e comem e calam.

      Costumo dizer que vozes de burro… não chegam ao céu!

  9. lol says:

    é triste pessoas que pensam assim, se não sabes o ser humano tem de evoluir, que seja na cultura, nas tradições, nos costumes, e sobre tudo a lingua. Se assim não fosse ainda escrevias “blica” com “ph”. Esse tipo de gente deixa me com a cramalheira caida, tem avondo de precocentio.

    ps: Os portugueses, que colonizaram os índios,hoje em dia com a sua arrogância não teem dinheiro nem para pagar o pão que come. Foi por causa dessa arrogância e ganancia que ao longo dos tempos, tempos estes que tinha poder sobre todo o mundo no tempo dos descobrimentos, que hoje em dia não vos/nos sobraram/sobrou nada para além de dívidas para pagar… good bye.

    • Peludo says:

      É bom a evolução, sim, mas este acordo ortográfico entra em conflito do modo que se fala com o que se escreve. Por exemplo “Ator” lê-se em português de Portugal como se a sílaba do “A” não tivesse acento e deste modo perde ênfase, na pronúncia brasileira como eles acentuam naturalmente, retiraram o “C” há muito tempo, mas para nós é necessário. Por exemplo em outras línguas: Inglês – “Actor”, Francês – “Acteur”, espanhol – “Actor”, são línguas que necessitam de dar ênfase à sílaba do “A”, assim como na língua portuguesa. E para além desta palavra, são muitas mais.

    • Vítor M. says:

      Não se trata de ter ou não dinheiro para o pão, mas sim o teu principio é correcto, muitos são todos os dias atropelados nos seus direitos, mesmo dentro dos seus locais de trabalho e contra isso nada fazem, cruzam os braços, por haver alterações na lingua… sentem-se ultrajados. 😉

      Eu posso nem concordar com tudo, mas se é para melhorar… venham de lá essas melhorias… para que raio precisa o batizado do P?

      • zico says:

        Assim a primeira sílaba perde ênfase. Escreve-se de uma maneira, e fala-se de outra. Sem o “p” e para se escrever como se fala seria “bátizado”. A forma correcta é “baptizado”.

        inglês: baptized
        francês: baptisé
        espanhol: bautizado

        No caso espanhol já não leva p, mas devem falar diferente para ter lá o u, não faço ideia.

        A nova ortografia não combina com a gramática portuguesa.

  10. viperbruno says:

    Sabendo de antemão a posição do Vítor M. em relação a este assunto (e presumo de outros membros da equipa do pplware) só poderei pedir que “aguente” até ao máximo tempo possível (2014 penso) a adopção do “acordo”, visto que o mesmo foi imposto e não referendado como numa democracia havia de ser.

    Pedirei a quem não concorde que passe por esta página:
    http://ilcao.cedilha.net/

    “Ler, assinar e divulgar” é isto que nos assiste (agora que está na ribalta a palavra) a todos os que não se vendem por interesses baratos!

    Se reunirmos 35000 assinaturas, poderemos pedir que esta questão seja referendada, como havia de ter sido logo no início.

  11. Vitor Santos says:

    Não é muito correcto publicitar algo que é completamente desnecessário.. :\

    • Vítor M. says:

      Continuo a achar que cada vez é mais necessário, tal é a ignorância que se vê todos os dias por essa imprensa fora… e falo sobretudo ao nível profissional.

      O saber, meu caro, não ocupa lugar verdade? 😉

      • Abílio says:

        Concordo que a informação deve ser sempre divulgada.
        Se tem de se alterar algo então que seja feito da forma correcta.
        Eu pessoalmente vou-me ficar pela ortografia que aprendi na primária até que as circunstâncias me obriguem a mudar.
        Acho, contudo, que houveram demasiadas cedências neste acordo que são um atentado à etimologia das palavras, outras que entram em conflito com a pronúncia das mesmas, etc, etc.
        Mas parece que veio para ficar e temos de nos adaptar. Mas só quando for uma questão de sobrevivência… 😉

      • Vitor Santos says:

        Sim… Mas acho que é algo que não foi pedido e que não tem mais utilidades do que se vinha a aplicar.. :S

  12. Marco Magalhães says:

    Víctor (sim, com C como eu aprendi), citando-te:
    “para que raio precisa o batizado do P?”
    “O saber, meu caro, não ocupa lugar verdade?”

    Agora, pergunto-te directamente: e sabes porque o “P” foi lá colocado no baptizado? As pessoas dizem que não se lê, é bom desaparecer. Então, em primeira questão, porque estão lá? Alguém decidiu que fica mais bonito visto que não se lê?

    Se eu estivesse a nascer agora e aprendesse com este novo acordo, certamente que pensaria diferente, mas o certo é que aprendi que 1+1=2 e ensinarem-me agora que 0.5+1=2 é “impossível” de eu aprender. Os meus avós ainda dizem “piscina” à moda antiga (se é que me faço entender) entre muitas outras palavras, nunca tiveram necessidade de “evoluir” essa parte nem eu nunca lhes coloquei a questão porque não o fazem sequer.

    Eu aprendi com o antigo acordo e assim o vou manter até ao fim dos meus dias, certamente que ninguém ficará ofendido com isso. 🙂

    • Vítor M. says:

      Sim sei, por acaso já tive curiosidade em saber e como muita da terminologia que usamos deriva do nosso passado medieval, o termo Baptismo é a transliteração do grego “βαπτισμω” (baptismō) para o latim (baptismus).

      Mas e como eu há muitos anos o fiz, qualquer pessoa o pode fazer… chama-se procurar e hoje o que não faltam são ferramentas 😉

      Assim, deixo uma singela dica… (eu estudei latim na secundária) que qualquer pessoa pode consultar:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Batismo

      Mas há muita literatura mais profunda sobre este tema. Para quem quiser ir mais fundo no saber, basta usar o Google.

      Marco… tu nas escola aprendeste Elizabete e hoje nos teus escritos escreves Elisabete… portanto… não manténs nada 😀 tu ajustas-te como qualquer pessoa inteligente o faz.

      • Marco Magalhães says:

        Então porque é que agora se lembraram de retirar o P, visto que o mesmo está presente nas escritas “antigas”? Apenas porque não se lê?

        Uma coisa seria evoluir como foi o caso de adicionar o K, W e o Y ao nosso alfabeto, outra é substituir aquilo que aprendemos. Como disse, se eu estivesse a aprender agora a escrever, provavelmente teria uma opinião diferente, mas eu como não estou de acordo com este acordo, não o irei fazer. A meu ver, mais correcto seria todos os portugueses darem a sua opinião sobre isso e não “meia dúzia de políticos” decidir tal coisa (e claro, a maioria das pessoas que conheço não concorda com esta nova ortografia).

        Agora quanto ao nome próprio que referiste… Sou-te sincero: não sei se aprendi com Z ou com S. Mas atenção pois estamos a falar de um nome próprio, se tu me dizes que és Vítor, eu escrevo Vítor, já se um outro Vítor diz que o nome dele é “Víctor”, assim o escreverei. O mesmo acontece para o nome Elizabete.
        Outro exemplo: há pessoas (e não falo de pessoas idosas apenas) que me chamam Marcos em vez de Marco. Se eu gosto? Não, mas isso é porque o meu nome é mesmo Marco (ainda que eu saiba que “algures” no passado advém de Marcus->Marcos).
        Mas claro está, nomes próprios já não têm as mesmas regras que a ortografia no geral. Se alguém der o nome de Matheus ao filho, Matheus será (e não Mateus).

        • Vítor M. says:

          Sim claro… mas lá está, é a evolução…. e passar o ónus da escolha a todos os portugueses?

          Eichhh achas isso passivel de consenso? Iria ser um desastre…. mas…

          • Marco Magalhães says:

            Sim, também concordo, mas afinal de contas, seria apenas um voto (assim como há votos legislativos) em relação à nossa língua. Afinal de contas, não iria ser uma tragédia, ou ficaríamos com o novo acordo ou com o antigo.

            E concordo com a evolução, mas… Eliminar os C’s e P’s que não se lêem, não vejo assim grande evolução. Mas pronto, não condeno e até vou ter que ir aceitando, mas continuo a não concordar e a escrever como aprendi (não por teima).

  13. -_-' says:

    Duas razões porque não o uso:
    – Porque posso. Ainda não fui obrigado, e felizmetne na minha empresa escreve-se tudo em Inglês.
    – Porque não foi um acordo, foi uma cedência. Eles são mais numerosos e influentes, então as cedências do nosso lado fazem a quase (ou completa) totalidade do “Acordo”. Eu não concordo com a cedência, por isso escreverei como aprendi e gosto até ser obrigado a ceder, ou até um motivo mais forte se apresentar.

    • Lopes says:

      Subscrevo o que disseste.
      É obvio que não se trata de acordo nenhum mas de uma cedência por parte dos nossos políticos ás vontades expressas por parte de outro grupo de políticos do outro lado do Atlântico

    • kolopoto says:

      “felizmente na minha empresa escreve-se tudo em Inglês.”

      não sei onde está a felicidade disso.

  14. Luislelis says:

    Vamos la olhar para o outro lado que tb merece.
    Parece q os nossos comentadores nao se informao sobre os assuntos antes de mandarem umas bacoradas.
    A nosso pedido (Ler Portugal) pediu se aos varios paises de lingua oficial portuguesa para acordarem com as regras da lingua portuguesa de forma a armonizar as diferentes tendencias evolutivas.

    Os que pensam q os Brasucas imposeram enganam-se.
    Portugal quiz o acordo de forma a poder entrar num mercado q estava a ser perdido para os brasucas.
    ou seja estavamos a perder capacidade de fornecerm literatura e manuais especializados ao grande mercado brasuca e afica emergente.
    Os brasucas nao precisam de portugal para nada nos e que queriamos entrar no mercado deles.

    Ou seja se formos uns tugas inteligentes apoiamos aquilo que levou muitos anos para ser negociado e q os brasucas ate nem queriam pois preferiam o mercado deles sem os tugas a concorrer.

    Tudo o resto q se diz aqui tem mais a ver com analfabetisto do q com a questao economica q foi o motor para o tal acordo ortografico.

    Mais uma coisa ninguem e obrigado a escrever conforme o novo acordo. Uma pessoa deve ser inteligente e calar quando nao sabe a resposta em vez de se por a inventar.

    O acordo he um acordo e nao um desacordo quanto ao passado.

    Eu explico o acordo torna certo o q antes parecia erredo mas a forma anterior continua a estar certa e uma questao de gosto pessoal. ex
    : Oiro ou ouro sao a mesma palavra e nenhuma esta errada loiro louro, acto atoestao ambas correctas ou corretas.

    Por isso se diz q portugues fala muito mas acerta pouco.

    Quanto ao ingles na nossa escrita isso sim abomino pois nao quero os ingleses a deixarem de pagar pelas traducoes q muito emprego dao ao nosso povo.

    Eu dou um exemplo para comessarem a valorizar o dito acordo.

    Trabalho numa empresa em que falo 4 linguas entre elas o Portugues (dou apoio informatico). O unico Pais q aceita o apoio noutra lingua por acaso e o portugues pensando q esta a fazer uma linda coisa.
    Na realidade estao a destruir o mercado portugues pq a minha empresa nao precisa de contratar mao de obra portuguesa porque os totos sabem falar ingles e espanhol.

    Depois vcs ainda acham que os empregos e uma sorte…… para gter empregos e preciso e der inteligente.

    Outro mau exmplo foi a pouco tempo a proposito de um cena de jogos femeninos terem reproduzido a reportagem em ingles eu quase nem queria acreditar e o pessoal da pplware ainda achou q nos e q deveriamos saber ler ingles (pessoalmente isso nao e um problema mas envergonhame.

    Nao corrigo os erros pq leva tempo a brava e nao tou para isso.

    • Vítor M. says:

      Pois… mas deverias corrigir os erros, principalmente pela moral ;)… “ganda moral a tua 😀 ” Mas ok é a tua opinião e cada um que retire as devidas ilações.

      Olha que os tugas são inteligentes… bastante, estão é mal habituados porque uma determinada geração de politicos viciou certa “malta” ao ócio como principal actividade e já se sabe que quem não tem nada para fazer… manda bitaites 😉

      • Luislelis says:

        vitor nao corrijo porque estou a escrever com um minitecldo … tipo telemovel e nao posso instalar na maquina o dicionario portugues e levar me ia muto tempo corrigir.
        Mas olha vivo em Inglaterra e nunca me viste aqui usar termos inglese possivelmente por eles existirem em portugues. Chamo-lhe reciprocidade os inglese nao escrevem termos em portugues.Contrariamente a ti mas eu acho q os usas pq es formado e isso e chique. …Isto e que he moral. Ja agora o “he” amtes he por nao ter assentos no meu teclado.

        Quanto a questao dos politicos isso he desculpa. os politocos nao sao uma raca a parte. eles vieramm do meio da populacao chama-se representatividade. Pois ai esta mais um erro. Os outros e q sao os culpados por sermos assim? Eu acho q te enganaste nessa afirmacao porque penso que es uma pessoa culta por isso estas perdoado lol.

        Nao vou corrigir e nao tenho medo de ninguem lol.

  15. Jorge Sousa says:

    Xe um dia dextex algum burro xe lembrar q xcrever portuguex tem q xer com “x” e com xcrita de xmx por cauxa de um grupo de pitax ignurantex la vamux ter todux q paxar a xcrever axim…

  16. Rui S. says:

    Para ser sincero, não estou mesmo afim de usar o novo acordo ortográfico. Não é por teima, nem por nada. Mas vejamos: tal como já vimos aqui, os ingleses (da Inglaterra) mantêm “a deles” e estão-se pouco nas tintas com a língua falada / escrita na América. O mesmo se passa com a França e outros países onde se fale o francês (Bélgica, Suiça, Canadá, entre outros).
    Porque é que nós portugueses tivemos de ceder aos brasileiros? Calma, eu não tenho nada contra os brasileiros. Aliás tenho excelentes amigos brasileiros. O que discordo é mesmo a cedência da nossa língua.

    Isto tudo significa que estamos a perder valor. Portugal está a ser desvalorizado em tudo até na sua língua. Enfim,…

  17. Menu Maker says:

    Aqui em Portugal já à alguns anos que começou a falar português diferente do meu.
    Agora já não se diz ‘excelente’, diz-se ‘ex-celente’, como em todos os telejornais…
    Agora já não se diz ‘não se diz dessa maneira’, diz-se ‘não diz-se dessa maneira’.

    Enfim, graças a Deus, temos o inglês…

    • Menu Maker says:

      Obviamente, falta um ‘se’ ali entre ‘que’ e ‘começou’.
      .
      .
      .
      E não é a seguir ao ‘começou’…

    • Marco Magalhães says:

      Já agora, já que estás numa maré de te corrigires, aproveito para te corrigir também numa pequena coisa sem que me leves a mal: lê-se “já à alguns anos” mas devia-se ler “já há alguns anos”. 🙂

      Mas atenção, é normal errar e apenas o faço porque já que te corrigiste… 😛

      O que não falta por aí são erros e eu também os dou. 🙂

  18. Pedro Pinto says:

    Caros,

    Vejam se concordam comigo,…bem, a questão do novo acordo ortográfico vem alterar algumas palavras que em alguns casos até faz sentido..Pessoalmente isso não me preocupa muita…o que realmente me preocupa é a forma como muitos dos nossos adolescentes e até graúdos escrevem (simplificam a escrita)…alguns exemplos:
    – td bem..tas aki?
    – kd vais bora?
    – és tão kido!
    – …
    Isto sim, preocupa-me!!! Porque usar nos SMSs ainda é como o outro, agora quando vemos CVs, documentos, relatórios com este tipo de “palavreado”…aí acho que já é um caso sério. Qual a vossa opinião?

    • Marco Magalhães says:

      Eu concordo inteiramente!

      Mas adiciono apenas a minha parte em relação ao acordo: se calhar muitos de nós não concordamos com esta nova ortografia porque, além de termos sido ensinados assim, é uma característica que nos destaca. Já que o português do brasil não os usa, não significa que tenhamos que fazer igual, acho que nós, portugueses, sempre nos destacamos pela diferença (tanto positiva como negativamente) e manter essa nossa “característica” de escrita seria quase como uma “assinatura” nossa. Não concordas Pedro? 😛

      Mas sim, em relação ao teu comentário, eu concordo. Aliás, mesmo em sms acho que já nem se justifica visto muitos de nós nem pagar por elas, mas se fosse só nas sms, ainda estou como o outro. O problema é que isso se estendeu para qualquer tipo de escrita. Eu sou sincero: por vezes substituo um “porque” por um “pk”, um “também” por um “tb”, apenas porque penso que são palavras que abreviadas por essas formas são facilmente perceptíveis (obviamente só o faço em sms, internet e pouco mais, e isto é quando o faço que nem é sempre).

      E de facto é preocupante, devido a esse tipo de escritas, quando há necessidade de essas pessoas escreverem correctamente, a grande maioria vai errar e nem é preciso serem palavras mais raras, bastam algumas bem comuns para fazer com que Camões rebole no seu túmulo.

    • Vitor Santos says:

      Eu penso que a escrita correcta e adequada deve ser aplicada em ambos os casos..

      Isso será mais um problema de ensino de Português que outra coisa.. :S

    • Luislelis says:

      Concordo contigo. (Desculpem andar tanto tempo na vossa pagina , por ser boa presumo , mas quando me apaixono por um assunto gosto de tentar passar a paixao e influenciar o mais possivel).

      Mas tb entendo um determinado grupo q tenta impor o seu gosto ou moda, minoritario ou nao.
      Isso faz parte do crescimento da lingua portuguesa e nao so.

      Passei pela epoca em q o frances he q mandava.
      A maioria de vcs nem sabiam disso.
      Eu nunca tive ingles na escola.(espantem=se!). Nao! nao foi assim a muito tempo. Anos 70 precipios de 80.
      O ingles dominou o frances devido ao poderio economico e militar dos USA.

      Para uma pessoa madura ,como eu, he facil perceber se estou a falar com uma pessoa nova ou mais madura/velha, consoante o tipo de linguagem que usarem ou utilizarem.
      Uns conservadores outros mais anarcas ..ou pertensos anarcas.

      Incomoda-me pessoalmente mais o adulto culto, principalmente pos formado ,e q usa formalmente palavras em ingles, frances, , alemao, nos cvs, relatorios,documentos oficiais e em entrevistas na tv e outras coisas mais e se tiverem de fazer um discurso em ingles falta lhes o ar.

      Esses he q teem a capacidade de influenciar e me parece mais grave do q os tais, “xvalos q rduxem as plavrax duma forma 10X +Curta cu imaginavL.

    • Tiago Dias says:

      O problema já nem é quando se abrevia Pedro, o que é preocupante é que às vezes é mais difícil escrever, e “gasta” mais letras escrever como alguns jovens escrevem que a palavra na sua forma correcta… Isso sim é de deitar as mãos à cabeça.

      E já para não falar de quem escreve tantos “x” nas palavras que tenho que perguntar 3 vezes o que significa cada SMS 😀 Deve ser um acordo paralelo…

    • Hélder Ferreira says:

      Na questão da simplificação da escrita, ou escrita SMS, acho que é um erro gravíssimo, o pior não são os CV’s, mas imagina frequências ou exames nacionais.

      Eu já vi frequências e exames de algumas pessoas que, não na sua totalidade, escrita com a escrita SMS.

      Toda ou quase toda a gente também experimentou a onda dos X’s e dos K’s, só que a diferença é que algumas pessoas sabem como diferenciar de escrita correcta de escrita SMS, outras usam a escrita SMS em tudo, até professores já vi a escreverem assim, o que é muito mas muito grave.

      Tanto que eu não uso o “acordo ortográfico pitex” que tal como o Tiago Dias, tenho de perguntar o que significam as palavras, ainda que algumas dêem para perceber o que significa.

      Até só para se ter uma noção de que onda ainda anda na maioria das pessoas, que até na internet já existe um dicionário “pitex”.

      Isto sim é que os pais, ministro da educação entre outras entidades, deveriam-se ter preocupado.

  19. Que guerra que aqui vai… pessoal, o acordo está feito, e concordem ou não, todos o iremos usar, ou então irão escrever com erros loool boa sorte com isso.

    Basta nos habituarmos que tudo se resolve… com o tempo já ninguém dará tanta importância a isto : )

    • viperbruno says:

      Tal como o Brasil refutou um acordo feito passados 3 anos de o assinar, o mesmo poderá acontecer por cá.

      Existe os que deixam os outros decidir por nós, o chamado “come e cala”, por muito indigesto que seja a papa, ou então há aqueles que fazem uso da democracia (mesmo que por muito má que seja, já que nem referendou esta questão).

      É imprimir, assinar e enviar. Deixemos o povo ser soberano. O que for decidido, aceitarei, agora assim recuso-me!

      http://ilcao.cedilha.net

  20. Numa says:

    O que mais me chateia é a alteração dos acentos, por exemplo em pêra ou pêlo deixa de ter o circunflexo, isso não faz sentido nenhum pois sem ele lê-se como péra ou pélo. O pessoal que aprende portugues irá ter mais dificuldades….

  21. J Costa says:

    Não uso, nem usarei.
    A questão é simples: este acordo ortográfico tem como objectivo tornar o português de Portugal legível pelos brasileiros.
    Resolveram então aproximar a ortografia usada em ambos os países.
    Porém, muito mais que a ortografia, que é facilmente superável, o que divide absolutamente as duas versões de português é a gramática.
    Porque é que a maioria não suporta as legendas em português do Brasil? Não é pela ortografia, é pela gramática (uso dos tempos verbais, formação da frase com os pronomes invertidos, etc.) e pelo vocabulário (uso de palavras diferentes ou de origem não-portuguesa). Nisso nada foi mexido. Se nós não gostamos ou entendemos com dificuldade, para os brasileiros deve ser ainda pior entender a escrita portuguesa com as regras gramaticais que usamos.
    Este acordo é fundamentalmente político.

    • Vítor M. says:

      J Costa, está errado e usaras, pois o dia a dia irá moldar a forma como falas e escreves, acredita… o mesmo se passou nos acordos anteriores. Também não concordo com muita coisa, mas concordo com o principal: evoluir o português e aproximar povos de lingua portuguesa, como os brasileiros, angolanos, cabo-verdianos, moçambicanos….

      Acho piada alguma repulsa quando se consome tanto produto (e bom diga-se de passagem) vindo desses povos que também falam português.

      • Pedro Miguel says:

        Não concordo contigo. É simples. J Costa tem razão. Pode não ser politico, mas o acordo é para gente burra. E eu não irei usar. É um crime matar a língua que temos. Em vez de falarmos em verdadeiro Português, vamos começar a falar em brasileiro.

        • Vítor M. says:

          Pois, mas sendo assim somos todos burros, pois escrevemos português já com vários acordos feitos no passado e, meu caro, no que me toca não sou absolutamente nada burro, bem pelo contrário, sou bastante esclarecido, inteligente e perspicaz, ao ponto de entender que a língua tem de evoluir.

          Se concordo? Algumas coisas não, mas por isso é que este acordo foi elaborado por pessoas que dominam este assunto.

          Resta-me adaptar-me e aprender mais, errar menos e elevar a nossa língua.

        • Edney says:

          Verdadeiro português uma ova, sou descendente de portugueses assim como a maioria dos brasileiros, se duvidar tenho mais sangue português que muita gente em Portugal, mas como sou do Brasil quer dizer então que o meu português é uma falsificação!??me poupe esse seu bairrismo.

      • J Costa says:

        Vítor M., estás enganado: depois de viver há 60 anos, só me restando, na melhor das hipóteses, mais uns 10 anos, não vou mudar a forma como aprendi a escrever.

        Também não concordo que o acordo contribua para a união dos povos de língua portuguesa. Por exemplo, em Cabo Verde, onde residi, praticamente só se fala crioulo e algum português de Portugal. O único país que nitidamente diverge é o Brasil e pelas razões que enumerei, este acordo não vai resolver a questão de fundo.

        Não sinto qualquer tipo de repulsa por nenhum país lusófono, bem pelo contrário. E se tivéssemos que escrever como todos os países dos quais consumimos praticamente tudo, como é que escreveríamos/falávamos? Em inglês, alemão, castelhano, francês, italiano?

        Considero que o acordo é político, porque tem fins puramente comerciais ao ter como objectivo a facilitação de venda de livros/cultura no Brasil, o que obviamente não conseguirá.

        E, felizmente, não há só burros como eu a defender esta tese. Se procurares no Google, vais encontrar figuras públicas e da cultura que estão radicalmente contra este acordo ortográfico.

        • Vítor M. says:

          Não acho que esteja, mas não vou contra-argumentar todos os factos que o J Costa apresentou.

          São opiniões e respeito cada uma delas.

          Cumprimentos.

          • J Costa says:

            Agradeço a sua atitude.

            É cada vez mais raro encontrar alguém correcto nas respostas aos comentários. Já desisti de comentar artigos noutros sites, só serve para ser insultado.

            Cumprimentos.

        • Paulo Castelo de Moura says:

          Sim, mas também encontrarás inúmeras figuras públicas com inquestionáveis formações acadêmicas que apoiam a nova ortografia.

  22. Iv@n says:

    Ia me abster desse assunto que já causou muitas discordancias por aqui mesmo, no passado. Respeito o conservador e que continue a usar o que melhor lhe parecer , como disse Marcelo Barros “é simples, vais escrever com erros ortográficos.” Seus filhos rirão da sua escrita, mas tbém me lembro que ria de certos termos usados por meus pais e avós.
    Se extinguirão, pois os pequenos e os adeptos estarão usando, normalmente, o novo acordo ou senão um outro já.
    Também esse bando de “caipiras” sem qualquer capacidade intelectual já é gente grande a muito tempo e não escreve com tantos erros no seu próprio idioma.
    E pensando bem… por que se aprende outras linguas senão para se estabelecer uma maior comunicação? E quer melhor que aumentar o número de pessoas a se entenderem numa escrita em comum? Acham que foi cedencia? E queriam que centenas de milhões de pessoas escrevessem como 11 milhões? E são mudanças gráficas, as pronúncias continuam as mesmas.
    Sinceramente temos mais com o que nos preocuparmos, como exemplificou caro Pedro Pinto.
    Nem me alongo mais…

  23. Yury says:

    Sou brasileiro e o acordo ortográfico mudou boa parte da escrita.
    Já estou me acostumando ao novo acordo e não vejo muita diferença. Foi difícil me acostumar no começo, mas já estou pegando a prática.
    Vejo isso por um lado bom, a unificação das línguas torna mais fácil a comunicação. Acompanho o PPlware a um bom tempo, ele é Português e entendo muito bem (só algumas palavras que são diferentes).
    No começo tudo é difícil, mas depois fica fácil. Não sei o que mudou no português de Portugal, então não posso afirmar se ficará difícil para vocês aprenderem…

    • Pedro Miguel says:

      É um lado muito mau. Não unifica as línguas, e se a comunicação entre os dois povos é assim tão complicada porque nos entendemos tão bem, seja a escrever ou a ler?

  24. Hélder Ferreira says:

    Eu sou contra este novo acordo ortográfico.
    Porque é que temos de nos aproximar do português do Brasil? (nada contra o povo brasileiro).
    O português que é falado no Brasil, foi ensinado por nós (portugueses), o sotaque deles, era o nosso sotaque na época medieval, isto há uns 200 anos.

    Com este novo acordo só estamos a andar para trás uns quantos anos.

  25. Nelson N says:

    Tive a paciência de ler tudo até aqui, (93 comentãrios), e há uma grande maioria que não está de acordo com o acordo; eu também não, porque:
    1. É o maior património nacional, e como tal nenhum governo tem o direito de fazer um acordo destes sem consulta de todos os portugueses.
    2. Todas as alterações violam a origem da Língua Portuguesa.

    • Lopes says:

      O teu segundo ponto é especialmente importante: as alterações impostas ao abrigo deste acordo (que na verdade é uma cedência) em nada permitem a evolução da língua Portuguesa , como se tem vindo a dizer por aqui. Muito pelo contrário, aproximam o Português do Brasileiro (e não me fodam, não é a mesma coisa, até nos sistemas operativos pedem para seleccionar PT-PT ou PT-BR aquando da instalação), tornando-o mais arcaico e rudimentar (atenção: nada contra os Brasileiros, mas o que é certo é que a fonética deles é mais semelhante ao Português arcaico do que ao Português actual). Trata-se portanto de uma regressão e de uma contribuição para a perda de identidade de língua Portuguesa. Não uso e nunca usarei este novo acordo e não, não é uma questão de habito. Prefiro escrever ‘com erros’ como têm dito aqui do que usar estas novas regras. Se isso afectar de algum modo a minha vida profissional ou incomodar a entidade que me emprega, que me mandem embora.

  26. Paulo Gerardo says:

    Pois eu concordo. Se não se lê não se escreve. Como se refuta um argumento destes???

    Se o acordo vos dissesse para começarem por letras aleatórias no meio das palavras ai era motivo para reclamar.

    Agokra vakmos comkeçar a eskcrever asksim! WTF ?? (os “Kapas” estão lá, não leiam, mas dá um estilo do caraças lá estarem)

    Quanto ao facto de a Inglaterra se estar marimbando para os outros países de língua inglesa, acho que não é bem assim. Segundo dizem (eu realmente não sei) as regras de escrita são exactamente as mesmas. O que estão a confundir é o facto de existirem palavras no Brasil que nós não usamos e vice-versa e nos EUA usarem palavras que os Ingleses e os Australianos não usam. Mas que Diabo, até em Liboa e no porto se usam palavras diferente bica/cimbalino imperial/fino etc etc, e os Sotaques são diferentes também, embora lá ostracizar os Portuenses!!!!

    Neste momento estamos a levar um bigode dos Brasileiro que até andamos de lado. O Lula demonstrou o que é ter um governo sem os corruptos do costume e o País disparou de forma fantástica. Os Dr. e Eng. do costume, snobs, que usam os dinheiros públicos para terem um status social ao invés de ajudar o País é que é vergonhoso para a nossa nação e identidade, não o acordo ortográfico.

    PS: Não sei se escrevi de acordo com o acordo ou não porque ainda não comprei o livrinho da Senhora Dona Edite Estrela 😀

  27. Pedro Miguel says:

    Não uso nem irei usar. Deram-me na cabeça por dar erros, e ensinaram-me da maneira correcta, para agora me ir por a escrever da maneira errada? Que se lixem os brasileiros e o acordo ortográfico. Cada um com a sua língua. Queria ver os ingleses a mudarem a escrita porque os estados unidos assim queriam para facilitar. Quem deveria mudar seriam os brasileiros e não os portugueses.

  28. DUX_XXI says:

    Mas que confusão aqui vai pessoal. Aproximar o português de Portugal com o do Brasil? Mas como, se “eles” vão mudar mais palavras?

    http://aeiou.visao.pt/guia-pratico-para-perceber-o-acordo-ortografico=f543282

    • Nelson N says:

      Haverá sempre diferenças entre os dois Países.
      Um pequeno exemplo:
      No Brasil é assim: “De fato este fato fica bem ao Jerônimo”.

      Em Portugal: “De facto este fato fica bem ao Jerónimo”.

      Portanto em informática o corrector ortográfico terá de ter sempre Pt/Pt e Pt/Br
      Que fique claro que não tenho nada contra o Brasil, mas este acordo é um atentado ao Património Português! É como pintar de vermelho e verde o mosteiro da Batalha!

      • anog says:

        No Brasil não há confusão: “De fato este palitó fica bem ao Jerónimo”

        Só em Portugal é que há se passa-se a “fato”, mas “facto” mantêm-se.

        Mas de resto a questão da dupla grafia vai dar muito que falar: receção ou recepção? (A primeira é assumida como PT-PT e a segunda como PT-BR)

  29. José Fonseca says:

    Muito útil!
    Thanks

  30. André Silva says:

    Eu já tentava pôr em prática o novo acordo, com as diferenças mais óbvias (fazer cair o c e p em palavras onde estes não se pronunciam, ex: tractor -> trator). Embora não concorde com todas as alterações (principalmente ao nível da capitalização das palavras), vou esforçar-me por adotar estas novas práticas e, do pouco que vi, parece-me um bom guia para começar.

  31. Deus says:

    Recuso-me a escrever assim, essa não é a língua do meu país e ponto final.

  32. Illusive Man says:

    Bem, após ler os vários comentários aqui venho desmistificar as “vantagens” do AO

    A “unificação”: é uma ilusão a ideia que este AO irá “simplificar” ou “unificar” tanto o Português de PT como o do Brasil, é uma ilusão, os próprios autores deste AO reconhecem isso, mas continuam a vender essa ilusão para o pessoal aderir como carneiros a seguir o pastor. Essa AO é um belo exemplo de publicidade enganosa e infelizmente as pessoas estão a cair nela que nem patinhos. Aliás este AO irá afastar mais as duas ortografias porque foram criadas mais duplas-grafias (mais de 2000 palavras que escreviam da mesma forma tanto no Pt-PT como no PT-BR segundo o Mordebe) do que aquelas que foram “unificadas” (220 a 230)num total de mais de 69 mil duplas-grafias existentes. Coisa pouca… E a ideia de “aproximar” as ortografias dos dois países é simplesmente contra-natura e o que é sim evolutivo é tanto o PT de Portugal e PAlOP como do PT Br, afastarem-se cada vez mais

    O facto de ter havido AO anteriores: todos eles assinados pelo Brasil que depois os revogou meia dúzia de anos depois. E as alterações que foram feitas pouco ou nada alteraram a fonética, ao contrário deste AO, que as alterações propostas evidenciam a médio, longo prazo a alteração da fonéticas em palavras que são retiradas consoantes diacríticas (que alteram o timbre da vogal anterior) como é o caso das “malvadas” consoantes mudas. Negar isso é não conhecer as características linguísticas dos portugueses. Por isso sim, a ideia de “não se pronuncia não se escreve” é perfeitamente refutável. Há 500 anos os portugueses não falavam como agora, por isso é que tinha uma ortografia diferente da actual, e simplesmente não vejo nenhuma alteração da forma como falamos agora da como se falava em 1945 (data do último AO) a não ser expressões diferentes que justifique alterar a ortografia. É nisso que considero o AO totalmente inútil.

    Mercado lusófono: irá continuar a ter que ser preciso fazer traduções ou adaptações de livros brasileiros para PT-PT e vice-versa devido ás diferenças de expressões, sintaxe das palavras de cada país. Para além que continuará a haver nas opções de línguas dos softwares, jogos, sites, correctores ortográficos o PT-PT e o PT-BR, aliás, o dailymotion ESET antivirus são um dos exemplos que já “adutaram” o AO e continuam a ter as duas normas.

  33. J Costa says:

    Acabei de ver que publicaram o comentário a que me referi há pouco.
    Peço desculpa e por favor retirem-no.

    • Vítor M. says:

      J Costa, peço desculpa pelo facto de ter o sue comentário momentaneamente em moderação, isso deve-se ao facto do fluxo de comentários ser de tal ordem que o sistema anti-spam faz um bloqueio para que os moderadores possam avaliar os imensos comentários colocados.

      É uma medida necessária, entendo que é perfeitamente compreensível. O seu comentário logo que possível, foi colocado online.

      • João Carlos Rodrigues says:

        “Um bando de caipiras sem capacidade intelectual”…
        Apenas algumas considerações: De acordo com o “World Ranking of Universities” quais as duas primeiras universidades classificadas? USP e UNICAMP! Ambas brasileiras ocupando os 169º e 235º lugares respectivamente. As primeiras universidades portuguesas aparecem a partir da 300° posição. Quanto aos Prêmios Camões? Tanto Brasil quanto Portugal tem o mesmo número de premiações. Será que isso quer dizer algo? Será que as universidades brasileiras possuem alguma intelectualidade? Será que os escritores caipiras possuem alguma intelectualidade?
        No entanto em alguns comentários aqui colocados há uma clara visão de contradição. Muitos clamam pela história de Portugal e de seus antepassados. Outros chamam de ignorantes àqueles que partiram rumo ao Brasil. Outros clamam por Camões, mas ridicularizam a variante brasileira pela mesma ainda ter muito daquilo que era pronunciado no passado. Afinal , vocês se orgulham do passado ou não?!
        Quanto aos comentários que comparam a língua portuguesa e a espanhola gostaria de comunicá-los que a R.A.E há muito já unificou a escrita de sua língua em conjunto com todos os países de língua espanhola. Inclusive repetiu o mesmo processo há menos de um ano. Nessa altura inseriu novos vocábulos e tratou de resolver problemáticas como a acentuação de palavras como solo/sólo. Tudo isso com mais de 20 Academias de Letras em todo o mundo. Pesquisem antes de sair por aí falando asneira. O milênio das colonizações já acabou. A ideia colonialista já não existe mais. Parece-me que todos os países europeus já entenderam isso menos ALGUNS portugueses que ainda insistem numa falsa noção de superioridade. Infelizmente estão fadados ao fracasso.
        No caso do inglês, os anglófonos tem cultura suficiente para aceitar diferenças sem considerá-las meros erros. Para eles tanto faz se é “disc/disk, neighbor/neighboUr…. como bem dizem: English is English.
        Por último, mas não menos importante; Se concordo com as novas alterações? Não! Penso que deveríamos fazer como os anglófonos, aceitar as diferenças. Se os nossos governos querem que nos unamos que criem intercambio cultural de todos os tipos, produções televisivas, trabalhos acadêmicos etc. Com o que não concordo? Com a xenofobia e pretensa ideia de superioridade de alguns, repito, alguns, portugueses. Afinal não foi o Brasil que pôs em prática o acordo em Portugal, mas sim seus governantes. Aliás, o Acordo estava lá desde 1990(!). Por que se calaram durante quase duas décadas e permitiram que o mesmo entrasse em vigor? Amam a língua que falam? Parabéns! Por que não lutam contra o Acordo de Londres? Alguém sabe o que é isso? Alguns se escabelam escrevendo idiotices e pensam que são inteligentes aos questionarem coisas simplórias como “Por que escreverei Egito e Egípcio?” Simples, por acaso os Herbívoros não se alimentam de _ervas? Algum dia alguém enlouqueceu por isso? Outros dizem que o “p” de ótimo deve permanecer para que o som não seja fechado. Bom, no Brasil não se usa tal consoante há décadas e o som permanece aberto. Faz sentido lutar pelo “c” de direto, mas não pelo “c” de aflito? Penso que tais ideias conflitantes explicam a razão pela qual num país com milhões de portugueses uma ILC contra a nova ortografia não tenha ainda conseguido nem mesmo 35 mil assinaturas.
        AVISO:
        Aquele número pequeno de portugueses que considera que minha língua é o “Brasileiro” e não o Português, caso tenha dificuldade de entender o que escrevi acima, lembre-se que na maioria dos casos basta que troquem o acento agudo pelo circunflexo ou vice-versa. Ou pergunte a imensa maioria dos seus compatriotas.
        Abraço a lusofonia…

  34. João Carlos Rodrigues says:

    RETIFICAÇÃO:

    “Apenas algumas considerações: De acordo com o “World Ranking of Universities” quais as duas primeiras universidades LUSÓFONAS classificadas? USP e UNICAMP…”

    Obrigado

  35. anog says:

    “O texto do Acordo de 1990 não prevê soluções para muitos dos problemas que cria e é lacunar, ambíguo ou incoerente em alguns aspectos, pelo que foi necessário definir linhas gerais explícitas e fornecer ao utilizador a explicação de algumas opções tomadas pela Priberam”

    Basta ler o documento disponibilizado aqui no pplware (Critérios da Priberam relativamente ao Acordo Ortográfico de 1990.) para perceber porque é que este acordo nunca devia ter visto a luz do dia, a começar pelo facto de estar mal feito…

  36. Luís Santos says:

    Este “aborto” ortográfico é um lamentável tiro no pé.
    E não falo só do ridículo a que esta situação leva, como passar a referir as pessoas que assistem a um evento como “espetadores” ao invés de espectadores. Um espetador, tanto quanto sei, é aquele que espeta.

    Adiante. Afastamo-nos do nosso português – haverá outro? – para nos aproximarmos do português “abrasileirado”? É a isso que estamos condenados? Perda de identidade por usurpação? É que, para além da questão da legitimidade, interrogo-me: temos que ser nós a ter o trabalho de reaprender a nossa própria língua?

  37. Maria da Luz says:

    Nossa!
    Imagino que alguém deveria estranhar FALAR espetador e não escrever. Se já fala qual é o problema em escrever? O fa(c)to de haver duas palavras homófonas perfeitas causa alguma confusão? E quanto a manga? E quanto ao pretérito dos verbos IR e ESTAR. SEDE de uma empresa ou SEDE d’água? VERÃO (estação) ou futo do verbo VER(VERÃO)? E há muitos outros exemplos.

    Isso nunca foi e numa será problema para falantes nativo de qualquer língua

  38. Emilio Bandeira Lima says:

    A europa em crise e vocês discutindo a língua. Pura bobagem. Aqui no Brasil a economia encontra-se em expansão. Que bom conversarmos a mesma língua. Os patrícios não terão dificuldade em se comunicar aqui com o novo acordo.

    Antes tinha dificuldade na leitura do dito português de portugal, com o novo acordo, a leitura melhorou significativamente, exemplo maior é este site.

    No próximo acordo, melhor o português de portugal usar o gerundio.

    ex: ao invés de usar: “estou a falar”, usem o nosso estou falando. É mais simples. Grande abraço.

  39. Suely says:

    Gente!
    imaginem vocês que sou caboverdeana, falo crioulo, meu pais é constituido por 10 ilhas, uma desabitada e as restantes cada um com o seu crioulo (diferente), ja estou na metade do meu curso, e vou ter de me abituar a nova ortografia, porque a nossa lingua oficial é portuguesa. no trabalho e na escola so tenho de falar português.

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