Quantcast
PplWare Mobile

Matemática: Disciplina vai ter conhecimento computacional a programação

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Michel Jorge says:

    Ok e os professores de matemática tem em conhecimentos de programação para ensinar os alunos ou terão de se formar nesta matéria.

  2. joana meireles says:

    Vai piorar, por inexperiência dos professores que vão atrofiar e não vão conseguir ensinar como deve ser.
    O meu primeiro professor de programação, (tive azar) estava a aprender ao mesmo tempo que ensinava, fez uma complicação que ainda hoje eu e os meus colegas que estavam a ter o primeiro contacto com a programação ainda atrofiamos quando temos que desenvolver alguma coisa.

  3. anibal says:

    Tinha eu 19 anos , apareceu o zx spectrum , atari bbc e outros micros , inglaterra já ensinava os miudos desde os primeiros anos de escola a usar e programar de um modo básico, passaram 37 anos… Portugal dá o primeiro passo… mau demais olhar para esta realidade , São na Realidade 40 Anos de diferença entre um País e outro numa área que é o futuro…

  4. Nelson Garcia Barra says:

    Mas Programação não é da área de competência dos professores de informática? Se já existem profissionais para quê dar nova tarefa aos professores de matemática?

    • Milhais says:

      Ai esta uma boa pergunta. Talvez alguém aqui no pplware nos posso esclarecer. Porque espero que a disciplina de IT nao continue só a ensinar a criar pastas e a trabalhar com o word sendo um programa tao básico e o excel com mais funcionalidades interessantes para aprender.

    • umx says:

      Há muitos informáticos que não sabem programar…

      • rui says:

        e muitos programadores que não sabem criar um modelo no word com estilos predefinidos e personalizados para tipos de parágrafos, gestão de títulos, etc. O que vale é que existe o Latex.
        Cada ferramenta, linguagem, etc. tem o seu conhecimento ninguém vai saber tudo, daí haverem programas com a matéria que tem de ser leccionada e a metodologia que devem utilizar.
        Lógica, álgebra, algoritmia é tudo conceitos computacionais e de programação que estão são do âmbito da matemática não têm de começar por python, java, classes, heranças, sql ou o raio que o parta.

  5. R says:

    Mais medidas soltas… É necessária uma reformulação bem feita em todos os níveis de ensino.

  6. TeclasSoltas says:

    Boa noite Pedro Pinto, mas podes esclarecer algo?
    Como ensinar matematica com “programação”, se depois vêm ao pplware e reparam que, nas muito poucas publicações do pplware sobre o assunto, mais precisamente na sua ultima publicação, sobre uma calculadora em JavaScript, tem um erro tão basico?
    Não sei se é pedir mais dos miudos ou se do Pedro Pinto.

  7. xico says:

    Mas alguém vai saber mais matemática por saber umas linhas de código? !!! Sem por em causa a importancia da programacao nos dias de hoje, a verdade é que sao coisas diferentes!!!!! É mais uma artimanha para mascarar os resultados. Passa-se a dar programação para dar menos matemática

  8. Pedro says:

    Hummm será que a descosa-se deveu à diminuição da exigência implementada pelos governos PS (o governo dos coitadinhos dos meninos) e à abolição das provas? Os professores notaram logo a diferença de preparação dos alunos…

  9. Joca says:

    Melhorar os “resultados” (índice de aprovações) e não os conhecimentos. O ME sempre a chafurdar no mesmo. Informática e matemática são duas coisas diferentes. Mais uma cruz para os profs carregarem.

  10. AC says:

    Infelizmente, não posso concordar com a medida.
    Comecei a aprender a basic, por curiosidade, aos 17 anos. Tirei o meu primeiro curso de programação antes de fazer 18 anos. No curso havia alunos sem formação, matemáticos acabados de formar e profissionais já formados. Os melhores resultados foram obtidos pelos alunos que não tinham formação (mais novos).
    A formação dedicada em programação, no primeiro curso que fiz, mudou a minha forma de abordar e analisar problemas, estruturou-a e, no meu caso, hierarquizou-a. Hoje, posso garantir que foi das mudanças mais radicais que tive; mudei a forma de pensar.
    Isto, e a experiência profissional que adquiri ao longo de 35 anos, levam-me a concluir que a informática é muito abrangente e deveria ser considerada transversalmente (como é) na grande maioria das engenharias. Isso obriga à existência de uma disciplina dedicada.
    Se, no futuro, os «programadores» serão físicos (computação quântica), porque não incluir a informática na físico-química ? É que estamos a formar gente para o futuro, não para amanhã.
    A incorporação do ensino da informática na matemática tem como objectivo a melhoria dos números; não devia ser assim. Tal como também não deveria ser assim o ensino de informática que temos, fraco e sem conteúdo programático relevante.
    Uma disciplina de informática com a mesma importância e relevância da matemática e da física, faria todo o sentido. Com integração da matemática para lógica binária e física para modelos quânticos.

  11. Bruno M. says:

    Uma ANEDOTA este governo e as suas intenções!
    Tristes!

  12. Dave Snow says:

    Acho que devia ser ao contrário, a matemática devia ser utilizada para ajudar a ensinar outras disciplinas nem que seja para despoletar interesse na matemática. Enquanto que isto for focado em “garantir melhores resultados” penso que o ensino não vai ter muito sucesso em garantir que os alunos adquiram, ou tenham interesse em adquirir conhecimento.

  13. Jtpvis says:

    Neste momento, os melhores professores para ministrar programação ainda são os Professores de Informática.
    São os Professores que durante o seu curso universitário foi obrigado a desenvolver aplicações informáticas e ter alguns conhecimentos de eletrónica.

    Neste momento já se verifica que alguns professores de matemática já estão a inscrever em curso de programação, mas a parte de eletrónica onde fica?

    E com a classe de professores em descrédito só se mantêm os mais antigos e que neste momento já não estarão preparados para dar programação nas suas aulas.

    • rui says:

      olha que não é bem assim, os formados actualmente para o grupo 39 de informática são já cursos específicos, mas isto nos últimos 10 anos, muitos professores tiveram habilitações sem formação base especifica, tendo no entanto adquirido conhecimentos para o programa da altura, é sempre necessária actualização e formação para os conteúdos que irão dar.

  14. Miguel says:

    Os miudos já têm uma cadeira de TIC que me parece subaproveitada – apendem a usar de um modo muito ligeiro alguns programas tipo Excel e tinkercad em vez de aprender fundamentos de programação com scratch/python … É preciso alguma cautela na mistura com a matemática pois pode provocar alguma confusão se não for bem explicada. por ex X=X+2 é diferente na informatica e matemática

    • TeclasSoltas says:

      Percebo o que diz e concordo quase na totalidade.
      Acrescento o seguinte, misturar matematica com algum tipo de programação é muito perigoso, pois ou quem ensina tem muito boa noção de diversos assuntos, e consegue simplificar para os miudos entenderem, ou é até contraprodutivo.
      As disciplinas de tic, à data de hoje, têm contudos desasjustados, e nisso sim, deviam investir tempo a reformular os conteudos.
      Computação está intrinsecamente ligada a matematica, mas essa sobreposição de conhecimentos não é nada facil de explicar a miudos com pouca capacidade de abstracção.
      Quanto ao seu exemplo, é até um bom exemplo, pois mostra logo uma diferença entre como um miudo escreve uma simples lenha de codigo que representa a actualização do estado de uma variavel numa linguagem imperativa, e como em termos matematicos é algo absurdo.
      A explicação em si é algo articulada, e um miudo vai ter dificuldade em visualizar. Explicar o que é o “estado” de uma variavel, que existem linguagens que preservam o estado, e outras não, que neste exemplo não é preservado o estado, etc…
      São dominios do conhecimento que se tocam muito, mas dependendo da idade dos jovens, do seu conhecimento prévio, pode ser uma boa ferramenta, mas nunca retirando tempo de aula a uma disciplina como matematica, so acrescentando tempo de aula.
      Mesmo a escolha da linguagem, que voce deu o exemplo de Python, não é algo assim tão simples, pois Python permite a actualização de variaveis como descreve, e só isso ja deveria ser algo a considerar na escolha da linguagem.
      Repare que mesmo na universidade, quase todas as cadeiras introdutorias a programação são em C, e em rarissimos casos, um professor se vai meter a explicar o que implica ter a possibilidade de alteração do estado, o que são name spaces, etc.
      Portanto, como meio de ensinar matematica, é preciso muito cuidado, mas a malta de muitos gabinetes ministeriais são tudo gente muito (pouco) esperta, normalmente acabam por querer coisas parvas, e não raras vezes impossiveis nos moldes que eles imaginam.

  15. SANDOKAN 1513 says:

    Há alunos que nem sabem fazer uma apresentação de PowerPoint,de Excel,etc.e vão tentar ensiná-los a programar ?? Tá bem,tá !! Então do lado feminino vai haver cá um “amor” à programação,ui.

    • Miguel A. says:

      Que comentário mais machista e ignorante. Aprende um bocado e pesquisa sobre Ada Lovelace, Grace Hopper, Hedy Lamarr e já agora, Karen Spärck Jones.

  16. sergio says:

    Deveriam era elimunar cadeiras como geografia, filosofia e a porqueria essa de cidadania e colocar programação em separado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.