E-Lar: há mudanças no programa por causa de fraudes
O E-Lar é um programa lançado pelo Governo português (Ministério do Ambiente e Energia, através do Fundo Ambiental) que apoia famílias a substituir eletrodomésticos antigos a gás (fogões, fornos, esquentadores, etc.). Recentemente as regras mudaram depois de serem detetadas fraudes.
O E-Lar permite que famílias candidatem os seus equipamentos antigos a gás, como fogões, fornos ou esquentadores, para receber um apoio financeiro sob a forma de voucher, que pode chegar até cerca de 1.683 € segundo os limites definidos para diferentes grupos de beneficiários.
Recentemente foram detetadas tentativas de fraude por parte de alguns candidatos que tentaram aceder aos apoios:
- candidaturas com fotografias falsas de equipamentos a gás;
- envio de imagens de aparelhos que não existiam na habitação indicada;
- tentativas de pedir apoio mesmo quando já existiam equipamentos elétricos.
Estas ações violam as regras básicas do programa, que exige comprovação de que um equipamento a gás está efetivamente presente para ser substituído.
Medidas anti fraude para o programa E-Lar
Para combater abusos, o Ministério do Ambiente e Energia implementou modificações importantes no regulamento do E-Lar:
Quem for apanhado a tentar aceder indevidamente ao apoio poderá ser:
- impedido de candidatar-se a apoios do Fundo Ambiental ou Agência para o Clima por 3 anos;
- Se um revendedor ou técnico verificar que não existe equipamento a gás na morada no momento da entrega, o candidato poderá ter de pagar o transporte do novo equipamento por sua conta.






















É só artistas, neste pais.
Mais parecemos, um pais de terceiro mundo.
O problema é que o exemplo vem de cima faz décadas. Quando assim é, normaliza-se a coisa pela população
É por estas e por outras que apenas quem já tem o seu próprio dinheiro deve fazer as mudanças por sua própria conta.
E aliás é uma idiotice estar a concentrar tudo no eléctrico quando o país claramente não tem capacidade para ter tudo eléctrico, em uma altura que até já fecharam centrais de produção eléctrica, porque querem ser muito “verdes”… como se uma barragem por exemplo que altera todo o ambiente fosse muito verde.
Pode até tentar obter o dinheiro do Estado, se existir algum apoio do qual possa beneficiar, e já ia mudar de qualquer das formas porque considera o melhor para si, mas se não tiver o dinheiro nunca deve contar com o Estado, porque podem simplesmente dizer que você não cumpre os critérios, mesmo que achasse que os cumpria, ou achar que fez tudo bem mas quem lhe forneceu o produto/ serviço ter feito algo que não permite cumprir tudo o que o Estado exige, do género número de série em cada vidro da janela ou coisa do género (se o Estado tivesse a subsidiar a troca de janelas) e fica a arder com a despesa se estava a contar com o subsídio do Estado.
No fundo estes subsídios são para os que já têm o dinheiro, e que podem arriscar-se a jogar a “roleta russa” com o apoio do Estado que pode vir ou pode nunca vir.
Portugal a ser Portugal…