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E-Lar: há mudanças no programa por causa de fraudes

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Artilheiro says:

    É só artistas, neste pais.
    Mais parecemos, um pais de terceiro mundo.

    • Técnico Meo says:

      O problema é que o exemplo vem de cima faz décadas. Quando assim é, normaliza-se a coisa pela população

    • Manuel da Rocha says:

      Se o governo aceitou, que pessoas com 800 milhões, de euros, de rendimento anual, possam receber 1020 euros, para adquirirem equipamentos de 30000 euros, para casa, é uma coisa de mundo desenvolvido. Poupam 1020 euros na compra, dá para pagarem 101020 euros, numa viagem, do filho, a qualquer sítio.

    • David Guerreiro says:

      E situações dessas já sucederam na primeira fase.

  2. Joao Ptt says:

    É por estas e por outras que apenas quem já tem o seu próprio dinheiro deve fazer as mudanças por sua própria conta.

    E aliás é uma idiotice estar a concentrar tudo no eléctrico quando o país claramente não tem capacidade para ter tudo eléctrico, em uma altura que até já fecharam centrais de produção eléctrica, porque querem ser muito “verdes”… como se uma barragem por exemplo que altera todo o ambiente fosse muito verde.

    Pode até tentar obter o dinheiro do Estado, se existir algum apoio do qual possa beneficiar, e já ia mudar de qualquer das formas porque considera o melhor para si, mas se não tiver o dinheiro nunca deve contar com o Estado, porque podem simplesmente dizer que você não cumpre os critérios, mesmo que achasse que os cumpria, ou achar que fez tudo bem mas quem lhe forneceu o produto/ serviço ter feito algo que não permite cumprir tudo o que o Estado exige, do género número de série em cada vidro da janela ou coisa do género (se o Estado tivesse a subsidiar a troca de janelas) e fica a arder com a despesa se estava a contar com o subsídio do Estado.

    No fundo estes subsídios são para os que já têm o dinheiro, e que podem arriscar-se a jogar a “roleta russa” com o apoio do Estado que pode vir ou pode nunca vir.

    • David Guerreiro says:

      O futuro é a eletricidade. Nos combustíveis fósseis estamos sempre dependentes dos países que os possuem e produzem. A eletricidade é verdadeiramente democrática e qualquer país do mundo pode produzir. O problema é concentrar toda a produção nas mesmas fontes, depois há clima não favorável e fica-se a chuchar no dedo. É preciso diversificar a produção elétrica e fazer o que a Austrália fez, que foi implementar na rede centros megapack da Tesla (passo a publicidade) para garantir a estabilidade da rede e aproveitar excesso de produção e armazenar. Mas o caminho é mesmo esse, a eletrificação sem correrias.

      • Oraxulo says:

        É o maior erro dependência de só uma forma de energia, pelos vistos o apagao ibérico não mudou certas mentalidades e tu és um delas…

        • David Guerreiro says:

          O problema do apagão não é dependência de uma forma de energia, mas sim de uma forma única de geração de energia. Apostaram praticamente em solar e eólicas, que estão totalmente sujeitas ao tempo. Neste inverno tem havido pouca exposição solar e menos vento, há um défice grande de produção por esses meios. O problema não é a aposta elétrica, mas sim apostar exclusivamente em 2 fontes para a produção. Em França por exemplo, têm tudo isso e ainda nuclear. É preciso diversificar as formas de produção de energia elétrica para não estar dependente de haver dias de sol ou ventania.

  3. eu says:

    Portugal a ser Portugal…

  4. Yamahia says:

    A transição Elektro é uma piada, é tudo a meter ao bolso desde a cúpula à base.

  5. Manuel da Rocha says:

    Desde o primeiro dia que disse isso… e estas soluções, não vão mudar nada.
    Foram 90%, dos vouchers, para quem ganha 60000 (ou mais, há dados de casais, que declaram 3.6 milhões, de rendimento anual e receberam o subsídio… para equipamentos novos, numa casa nova) euros. E, o mais engraçado, é que, o próprio governo RETIROU, a declaração de entrega, de equipamento antigo (a gás!), numa unidade de reciclagem.
    Isso continua e foram centenas, de casas novas, equipadas, com desconto, graças, aos construtores, enviarem fotos, IGUAIS, de um fogão, esquentador e forno, a gás, de uma casa, para 94 casas (caso em Fernão Ferro – Quinta do Conde, margem sul do Tejo), recebendo 94 vouchers de 1080 euros, cada. Imaginem que, coincidência, foram, todos, usados, na mesma loja, no mesmo dia.
    O governo sabe disto e deixa andar. Como surgiram, centenas de relatos, lá anunciam uma mudança… que não tem qualquer uso.
    Se querem algo justo, peçam caderneta predial ou contrato de arrendamento, identificação do agregado familiar e de contrato de gás/comprovativo de compra de botijas e inspecção à rede de gás canalizado. Medidas simples, que comprovam, a 85%, que o interessado, possui equipamentos, a gás, querendo mudar, para equipamentos eléctricos (depois, avisem a E-redes, que há 578 casas, num ramal dimensionado para 120, a usarem 17kVa, pois os 6,9 não chegam, para ter tudo electrificado e a AUGI, não quer cobrar 18000 euros, a cada residente, para construir uma sub-estação, para aquela área.

  6. David Guerreiro says:

    Sou contra este tipo de programas à la gardé, que dão ajudas a qualquer um, e muitas vezes a quem não precisa, tem capacidade económica para pagar essas alterações. Havendo um programa destes deveria ser muito restrito a famílias com baixos rendimentos. O mesmo com os carros elétricos, etc.

  7. Pedro Frota says:

    Quando estiver tudo eletrificado e muito dependentes da energia elétrica, vai chegar o aumento desta e consequentemente o IVA, boa receita para o estado.
    Abram os olhos…

  8. Morty says:

    Subsídios, what else? Já se sabe que todos os apoios primeiramente são feitos para os chicos espertos.

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