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BCE revela: 70% dos europeus recusariam cortes salariais em troca de teletrabalho

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Rui Almeida says:

    Nunca! Queremos 4 dias de trabalho por semana 6h diarias e salarios medios de 4500 euros. Em Portugal mesmo com 5 anos de experiencia e mestrado e no pagam 3800 euros mensaisem business intelligence. Muito pouco, assim emigro

  2. Gringo Bandido says:

    Com o ordenado mínimo que existe em Portugal é um crime trabalharem tantas horas, terá que ser diminuída a carga horária para corresponder, é uma questão de justiça.

  3. Grunho says:

    Os portugueses já são miseravelmente pagos sem os tais cortes salariais. Em igualdade de trabalho e horas levam para casa menos de 1/3 do que leva um holandês ou dinamarquês. Até em Espanha, que é o segundo país mais rasca da Europa ocidental levam mais 50%. E mesmo assim votam em partidos do capitalismo neoliberal. Corte de salário só se for muito abaixo do que se pode poupar nas deslocações casa-trabalho.

    • Zé Fonseca A. says:

      Foi a votar na esquerda que ficaram assim, agora querem sair da cepa torta

      • Gringo Bandido says:

        Eu olho para a américa e vejo o resultado de votar sempre à direita, abres um abismo que quer engolir tudo.

        • Zé Fonseca A. says:

          Nos EUA não tens esquerda nem direita, se tivesse os democratas seriam a esquerda e teriam estas no poder na maioria dos últimos mandatos..
          A história que vos contam na avenida da liberdade n. 170 é uma verdadeira lavagem cerebral, nem se conseguem questionar se o que vos ensinam esta sequer preciso

        • Anung says:

          O resultado é fazer muros para os americanos não fugirem todos de lá devido aos salários miseráveis.

      • Grunho says:

        Portugal sempre teve, e tem, capitalistas no governo. Ou comissários políticos e lacaios deles . Qual é a dúvida? Onde estão os contributos deles para “sairmos da cepa torta?” Em lado nenhum. Pelo contrário, o salário que interessa ao capitalista é sempre o mais baixo de todos os salários possíveis. E é sempre esse que ele vai pagar até que o forcem a mudar de ideias.

  4. Max says:

    Então o que encontrou o BCE no su inquérito de maio de 2025:
    1) Regimes de trabalho atual:
    – 55,7% dos funcionários não trabalhavam em casa (é preciso ter em atenção que inclui também os empregos que nunca podem ser realizados remotamente).
    – 11,9% trabalhavam em casa cerca de 1 dia por semana,
    – 21,9% trabalhavam em casa entre 2 a 4 dias por semana (“trabalho híbrido”).
    – e 10,6% trabalhavam em casa 5 ou mais dias por semana.
    Nos que trabalham remotamente, o “trabalho híbrido é o mais frequente”
    2) Excluindo os que têm um tipo de trabalho que não pode ser realizado remotamente, o BCE fez a seguinte pergunta:
    “Imagine que o seu empregador não permitia que os seus funcionários trabalhassem em casa. Hipoteticamente, quanto de um corte de salário você estaria disposto a aceitar (como uma percentagem do seu salário atual) pela opção de trabalhar em casa 2 ou 3 dias por semana?” Os resultados foram:
    – O corte médio salarial que os funcionários aceitariam é de 2,6%. Nos EUA, outro estudo concluiu que aceitariam um corte salarial de 7% para o mesmo número de dias.
    – Funcionários que trabalham totalmente remotamente estão dispostos a aceitar um corte salarial de 4,6%,
    – Trabalhadores mais jovens tendem a valorizar mais o trabalho remoto do que os trabalhadores mais velhos. Funcionários com filhos em sua casa tendem a valorizar muito o trabalho remoto, assim como aqueles com deslocamentos mais longos.
    O que concluiu o BCE:
    “Embora a maioria dos funcionários não esteja muito disposta a desistir do seu salário para trabalhar em casa, é um valioso benefício não salarial para alguns”.

  5. Toni da Adega says:

    Esta questaã nem faz sentido. Eu e a maioria do pessoal que conheco que estão em teletrabalho tiveram aumento no salário. E como o local de trabalho não é o escritório todas as despesas de deslocacão ao escritório são pagas.

    Corte salarial era ter que trabalhar no escritório, se fizermos contas ás deslocacoes, são mais horas de trabalho. Sem falar de despesas de deslocacão e alimentacão

  6. Hugo says:

    BCE conduz estudos a pensar que está nos Estados Unidos, onde se pode efectivamente reduzir um salário acordado.
    Não vamos considerar que a ideia é manter o mesmo nível de custos com pessoal para as empresas, aumentando o poder de compra dos trabalhadores (por simples poupança em transporte e comida). Não! Vamos antes pensar em que truque vamos usar para dar a ideia de quem trabalha de casa merece receber menos, porque “claro” que as empresas pensaram nos salários tendo em conta despesas de transporte e alimentação, fazendo assim as empresas poupar mais, ao mesmo tempo afectando o poder de compra de outros agentes económicos.
    Seria cómico, se não fosse trágico…

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