AI2: nova Agência para a Investigação e Inovação em Portugal
O Governo Português aprovou, a 24 de dezembro de 2025, o Decreto-Lei n.º 132/2025 que cria a Agência para a Investigação e Inovação (AI², E.P.E.), uma nova entidade pública empresarial destinada a transformar o ecossistema de ciência, investigação e inovação em Portugal.
A AI² nasce da transformação da Agência Nacional de Inovação (ANI, S.A.) numa entidade pública empresarial e da integração por fusão da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT, I.P.), assumindo um papel central no financiamento e promoção da investigação científica e da inovação tecnológica no país.
Segundo o diploma, a criação da Agência tem como objetivo superar limitações do atual sistema, marcado por uma dispersão institucional e sobreposição de entidades, o que tem comprometido a eficácia e impacto das políticas públicas de I&I (Investigação & Inovação).
Missão e funções da AI²
A nova agência terá como missão:
- Promover, financiar e avaliar projetos de investigação científica e tecnológica;
- Fomentar a ligação entre ciência e mercado, apoiando startups, empresas tecnológicas e transferência de conhecimento;
- Estimular investigação fundamental e aplicada com impacto social, cultural, ambiental e económico;
- Maximizar o impacto dos fundos nacionais e europeus em I&I.
A AI² conta com autonomia administrativa e financeira, património próprio e um modelo de organização pensado para respostas mais flexíveis e eficientes às necessidades do sistema científico e tecnológico português.
A FCT e a ANI deixam de existir como entidades separadas, passando:
- A ANI a integrar-se automaticamente na AI² como parte da sua estrutura funcional;
- A FCT a ser formalmente fundida nessa mesma agência, com transferência de atribuições, recursos, bens e pessoal.
O Decreto-Lei n.º 132/2025 entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação, ou seja a partir de 25 de dezembro de 2025, e os seus efeitos começam a 1 de janeiro de 2026.






















Mais tachos para os amigos…
É o oposto, a ideia é cortar tachos. Por isso está muita gente nessas instituições e a esquerda contra.
Informa-te antes de falares, os únicos tacheiros são os que fazem da política profissão, na direita quase todos exercem profissões independentes que pausam para cumprir algo que muitos vêm como um dever, por o seu know how ao serviço do povo.
A esquerda é que sempre viveu disto, são famílias inteiras dentro do mesmo saco.
claramente não fazes ideia como é que as instituições funcionam…
A FCT tem falta de recursos humanos… e os Centros de investigação fazem milagres com o financiamento que vão tendo, que muitas vezes falha por incompetência do governo em assegurar o dinheiro para Ciência para a FCT poder funcionar.
O objectivo do governo é claro, retirar dinheiro a projectos de investigação em ciência fundamental e áreas que eles acham irrelevantes, e enviá-lo para projectos que eles acham que devem dar lucro (ou seja beneficiar empresas de conhecidos).
A separação de águas entre FCT e ANI assegurava não termos incompetentes em ciência a querer delinear toda a investigação cientifica em Portugal.
Depois de décadas a atribuírem bolsas por medida, deviam cortar o financiamento a todas as entidades e alterar a constituição e atribuição de bolsas, é das coisas mais vergonhosas que temos no país e ninguém sequer mete a boca no trombone por medo de represálias.
Como não sabes a realidade do que se passa há décadas abstêm-te de criticar o que não entendes
mas sabes sequer o que são bolsas!?
As bolsas da FCT neste momento são basicamente só para estudantes de Doutoramento, sendo que todas são avaliadas por painéis de júris nacionais e os critérios de avaliação são conhecidos… Estas não são bolsas à medida de ninguém.
As entidades não são financiados com bolsas… Mas se queres falar de bolsas atribuídas pelas próprias instituições, lamento te informar mas não é a AI2 que vai alterar o que elas fazem, já que há leis que regem como isso deve ser feito pelas entidades, sendo que a grande maioria dessas bolsas vêm de projectos e não do financiamento directo às instituições.
Cortar financiamento a todas as entidades por causa de alguns abusos na atribuição de bolsas dentro de instituições, revela uma mente que não tem noção de proporcionalidade.
O facto puro e duro é que as alterações que querem fazer não vão resolver os problemas da ciência em Portugal. Apenas irão servir para tirar dinheiro dum lado e colocar nos tachos que o governo gosta, sem aumentar o nível de investimento do país, que continua muito atrás de outros países.
À boa maneira portuguesa fazem-se reformas por demolição em vez de melhorar e aprender com o que se reconhece que está mal.
Temos um ministro da ciência que manda criar uma nova instituição e leis em poucos meses, ignorando os apelos dos centros de investigação. Lamento que vá haver muita coisa a dar para o torto, sem que se resolva as debilidades reais no terreno.
Zé Fonseca, toda a gente sabe que a esquerda é um polvo assassino que destrói tudo.
O Carlos César, esse mesmo do PS, açoriano ou lá o que é, só lhe faltou meter o cão e o gato a mamar do estado.
Foi sobrinhos, sobrinhas, primos, enteados, avós, bisavós. Tudo o que pediu mama ele deu.
Mas se pensa que o PSD é muito diferente do PS, é melhor tirar o chapéu de alumínio.
Sigla inútil para uma agência inútil a ser gerida por inúteis com o dinheiro de inúteis.
Tacho, mais arroz
Estou disponível para ser o Chefe Supremo dessa Agência.
O meu CV é o ideal, sou tachista de profissão.
Já não fui a tempo?
Paciência, mais agências úteis surgirão.
Sabeis que podeis sempre contar comigo para servir os interesses da população e Portugal.
Tudo em prol da melhoria das condições de vida das pessoas e não só.