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A tecnologia na construção dos submarinos da classe Tridente

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Pedro says:

    Muito bom o artigo. Parabéns Paulo!

  2. Danilo Costa says:

    Parabéns pelo excelente artigo. Embora bastante simplificado (ponto positivo), está bastante informativo!

  3. Cortano says:

    Bom artigo! Estou a seguir esta série com atenção.
    Gosto bastante de toda a tecnologia, conceitos e ideias “out of the box” na construção de material militar.
    Devido a exigências técnicas no terreno, na realidade de uma ação de guerra / paz, muitas vezes requer imaginação para construirem um equipamento realmente útil.

    nota: não gosto é da parte da utilização prática dos equipamentos militares em guerra e destruição…

  4. ze ninguem says:

    e pena não ser nuclear esses são os melhores

    • Rui says:

      Não precisamos de submarinos nucleares. Se estes são relativamente caros, os nucleares (até porque são muito maiores), são caríssimos!

      • José Rodrigues says:

        Poupas no combustível e manutenção. Para o nosso caso com a nossa costa teríamos poupanças gigantes, estes submarinos só fazem sentido para pequenas zonas costeiras e para cenários de defesa em situação de guerra, de resto os nucleares são superiores.

        • Rui says:

          Portanto, achas que pagar 2 a 3 mil milhões de euros por cada submarino nuclear, que por serem muito maiores, também exigem cerca de 3 a 4 vezes mais pessoal para operar, poupas em combustível em relação a um submarino nosso que custou 400 milhões e tem uma guarnição de 33 militares? Não percebo as tuas contas! Com o dinheiro de 1 submarino nuclear, compras pelo menos 7 submarinos iguais aos nossos!!!!!!

          • José Rodrigues says:

            Por mil milhões já compras um Virginia.

          • Rui says:

            Se multiplicares mil milhões por 2,5 vezes, aí já tens o preço de um submarino Virgínia (https://en.wikipedia.org/wiki/Virginia-class_submarine). Se para comprarmos 2 por 800 milhões foi o fim do mundo! (apesar de claramente ser muito pouco, precisavamos de 5 a 6 para tantos milhões de km2 de mar) agora imagina comprar 1 submarino nuclear a custar 7 vezes mais!!!!!!

          • Rui says:

            Já esquecia. E mesmo que chegassemos aos EUA com 2,5 mil milhões de euros para comprar um submarino nuclear, duvido muito que os americanos nos vendessem….. a nós ou a qualquer um!

  5. José Luís says:

    Excelente artigo, agora ficamos à espera de um artigo sobre o software / hardware utilizado nestes submarinos.

    • Paulo C. Santos Garcia says:

      Boa noite José Luís,
      Abordarei também essa parte em futuros artigos. Tendo estes submarinos uma quantidade de sistemas geridos por computadores, o software é também muito diversificado. Levantando apenas uma “ponta do véu”, podemos encontrar nestes submarinos sistemas com SO Windows (em várias versões), Linux e até mesmo Unix.
      Resta aguardar 😉

  6. Nope says:

    As baterias? O ganho que se podia ter na compra dos submarinos alemães era se nos tivessem licenciado o fabrico do tipo de baterias que trazem (não, não se movem a energia nuclear). Meteram-se a negociar uma me*** dumas contrapartidas não se ganha nada.

    • Paulo C. Santos Garcia says:

      Nope, sem ter conhecimento directo desse assunto, o que sei é que na altura das negociações destes submarinos esteve em consideração o fabrico das baterias em Portugal, à semelhança do que era feito para os anteriores submarinos (da classe Albacora, eram fabricadas na fábrica da Tudor em Castanheira do Ribatejo), mas foi considerado economicamente inviável pelas empresas sediadas em Portugal. Há que ter em consideração que seria necessário investir numa linha de montagem dedicada para fornecer apenas dois submarinos, sendo que uma bateria completa de cada submarino tem uma esperança de vida de 5/7 anos.
      Também tenho intenção de abordar esta questão das baterias num futuro artigo.

      • Nope says:

        Duas baterias … 10 milhões de euros.
        Não estava a falar, só, das baterias para os dois submarinos, mas do licenciamento do fabrico, para venda, de baterias com essa tecnologia. Os alemães, como não querem/podem utilizar energia nuclear, desenvolveram uma tecnologia muito avançada. Querem é ficar com ela e vender as baterias. Agora, dada a dimensão do negócio, na altura em que se estava a comprar é que essa negociação devia ter sido feita.
        Há quem diga que era a única vantagem em comprar os submarinos aos alemães … e perdeu-se.

        • Paulo C. Santos Garcia says:

          Bom dia Nope,
          As baterias não estão sujeitas a qualquer tipo de licenciamento para o fabrico. Portugal quando quer comprar novas baterias lança um concurso internacional e quem apresentar a melhor proposta fabrica. Não é necessário qualquer tipo de licença do estaleiro construtor.
          Quanto à tecnologia das baterias, as alemãs estão a par de outras. Uma prova disso é que as actuais baterias destes nossos submarinos são de fabrico grego marca: Sunlight) e a Marinha não tem qualquer razão de queixa.

          • Nope says:

            Que compraram mais submarinos à Alemanha que Portugal.
            Compraram, salvo erro, 5. [Ainda pensaram em usá-los para controlar os barquinhos de refugiados, mas não dava (“just kidding”)]
            E os alemães cederam-lhes a tecnologia das baterias (não deve ter sido por inspiração divina que as fabricam).
            A diferença é entre Portugal lançar um concurso internacional (duas baterias, 10 milhões de euros) e aparecerem os gregos a vender, ou aparecer um concurso e ser uma empresa portuguesa a vender.

            A questão das contrapartidas versus licenciamento do fabrico das baterias a que me refiro nada tem a ver com a Marinha – tanto lhe faz comprar a uns ou a outros.
            Tinha que ver era com os benefícios para empresas portuguesas por essa pipa de dinheiro pelos submarinos, pagos pelos contribuintes portugueses.

  7. Jefe says:

    Muito bom ! Parabéns pela facilidade e pormenor de explicação para quem é leigo, fico mais que elucidado.

  8. José Tomé says:

    Bom artigo, só peca por ter fotos (2) de outros tipos de submarinos e não dos Tridente. Mas para quem nunca assistiu á construção de um submarino fica com uma ideia..

  9. me and me says:

    nao foi este que avariou em menos de 1 ano no activo e ficou imenso tempo parado porque era carissimo o arranjo?
    bela maquina, mas acho que fomos mt bem enganados pelos alemaes

    • Rui says:

      Não sabes o que dizes. Ouviste num café no meio de uns copos?
      Se não sabes, os submarinos têem várias revisões ao longo da vida útil, normalmente a cada 5/7 anos. Ora, como compramos os 2 em 2010, quando achas que deviam fazer uma revisão?

      Tens carro? Não fazes revisões ao teu carro? E desconfio que vais muitas mais vezes à oficina do que os submarinos!!!!!

      Por acaso a bela máquina em tom depreciativo que dizes, é só o melhor submarino convencional que existe. Quando falarem a fundo do sistema AIP e dos sensores, vais perceber porquê 🙂

    • Nuno Pereira says:

      me and me…esta redondamente enganado. A sua informação é, como habitual relativamente aos SUBMARINOS, totalmente FALSA.
      Os submarinos novos nunca pararam por avaria.
      Obrigado!

  10. Rui says:

    Excelente artigo 🙂
    Venha o próximo.

    Está a ser divulgado também no fórum de Defesa 😉

  11. Informático Amador says:

    Parabéns pelo artigo! Continue o bom trabalho e… fico a aguardar o próximo!

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