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Bengala Electrónica e Sensores para Invisuais

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Marisa Pinto


  1. Ricardo Alexandre says:

    A tecnologia é mesmo fantástica. É uma evolução e um grande passo, como sabemos os invisuais possuem algumas dificuldades de mobilização mas não são limitados (tendo em conta que hoje em dia são inúmeras as coisas que se tem vindo a criar para ajudá-los). São estas pequenas coisas que fazem grandes feitos. Já com os cães-guia para invisuais e agora esta nova bengala irá tirar algumas das dificuldades que eles possuem.

    Muito bom post que fez, todos podemos dar a conhecer, que aí vem uma revolução nas bengalas tradicionais, a qualquer invisual que possamos coinhecer 🙂

  2. João Costa says:

    Isto irá ajudar muitas pessoas que não conseguem ver!

    Isto sim, isto é uma tecnologia que ajuda e não que destrói !

  3. a Friend® says:

    Estou para ver o dia que a tecnologia irá abençoar esta gente e dar-lhes uns “oculos especiais” que lhes permita voltar a ver.

    Já estivemos mais longe… já vi documentários de coisas inacreditaveis nessa area, e agora com a tecnologia nano melhor ainda.

    Já conseguem pôr invisuais a ver imagens pixelizadas ao ponto de lhes permite distinguir objectos… Infelizmente envolve cirurgias complexas, mas a seu tempo tudo poderá mudar e espero ver essa noticia no pplware. 😉

  4. Frigo says:

    “Os sensores são ultra-sónicos, ou seja, o aparelho emite ondas audíveis para humanos ”

    se não me engano, ou não são ultra-sónicos, ou não são audíveis por humanos.

    • a Friend® says:

      Penso que o que ele queria dizer seria que os sensores funcionam com frequencia ultra-sonica (estilo dos dos golfinhos – sonares) para detectar os objectos através da proximidade, e depois outro aparelho emite sons de forma a interpretar essa mesma proximidade.

      Ou seja, ultra-sons para detecção, e os sons audíveis para interpretação de quem usa o aparelho.

  5. bd says:

    Uns alunos universitários portugueses desenvolveram uma bengala semelhante para detectar buracos, usando sensores bem mais baratos segundo sei. E o sinal é emitido através de vibração na bengala.

    Penso que estão a entrar em fase de comercialização.

  6. João R. says:

    Só para que conste, é muito incorrecto usar a palavra ‘invisual’, quanto mais não seja porque a mesma NÃO EXISTE. O mais correcto de tudo é cego (pois é isso que eles são), ou deficiente visual. As pessoas costumam-se referir aos cegos como invisuais por diversas razões, mas a mais comum penso ser por questões de (in)sensibilidade. No entanto, se é assim porque é que chamamos surdos aos surdos, por exemplo, em vez de outra coisa qualquer? E quem diz surdos diz pessoas com outro tipo de deficiência qualquer. Já para não dizer que mesmo que ‘invisual’ existisse, não teria o significado que hoje em dia lhe está conotado, pois afinal o que é uma coisa visual? Que eu saiba é uma coisa que, no fim, se vê. Daí os ‘audiovisuais’ que todos podemos encontrar em qualquer biblioteca. Bom, como todos sabemos, ao se adicionar o prefixo ‘in-‘ antes de qualquer palavra, faz com que a mesma passe a significar a sua negação, ou seja, algo ‘invisual’ é exactamente algo que NÃO SE VÊ. E como é óbvio, se um cego nos passar à frente na rua, todos sabemos que ele está lá, pois ele é VISUAL; vê-se.
    E com isto tudo não se pense que chamar ‘cego’ a um cego é indelicado ou rude ou outra coisa qualquer; é a verdade. Eles não se sentirão ofendidos, pois sabem o que são. Aliás, caso não tenham reparado, ao longo de todo o post a palavra ‘invisual’ foi a única usada para referir estas pessoas, à excepção da citação do Sr. Gontijo “O cego de nascença desenvolve…”.
    Aos mais cínicos refiro já que digo isto tudo mas sei do que falo 😛 ; um dos meus melhores amigos é cego (assim como amigos dele 😛 ) e ele durante as conversas com outras pessoas, eventualmente ‘interrompe’ a outra pessoa para a corrigir, dizendo que não é ‘invisuais’, é ‘cegos’.

    Cumprimentos a todos e já agora deixo-vos este link de um outro amigo meu: http://ensinosuperioracessivel.blogspot.com/2010/01/cuidados-ter-numa-sala-de-aula.html

    • Marisa Pinto says:

      Olá João,
      A palavra Invisual existe sim, e é comum ser aplicada no contexto de deficiência visual, não por preconceito para com as pessoas que dela sofrem.
      Não tenho qualquer problema em referir-me aos meus amigos (tenho muitos amigos invisuais), como cegos. E se os designar como invisuais não é por “cuidado”, é sim porque é um termo sinónimo ao de “cego”.
      Muito menos, como referes, se usa essa expressão por insensibilidade.
      Adiante,
      Outra coisa, algo que não se vê não é invisual, mas sim Invisível.
      Quando falamos em VISUAL (a nível neurológico) estamo-nos a referir ao córtex visual, onde má formações podem provocar cegueira.
      Não se deve juntar coisas que não têm ligação.
      o/

      • xpto says:

        são cegos e videntes (pessoas que conseguem ver). dizer a um cego que ele é cego não é ofendelo ou ser insesivel… é trata-lo por aquilo que ele é. invisual nao se deve associar a um cego, e é usado no brasil. Em portugal existe investigação do genero, (Projecto SmartVision da UTAD).

      • Diogo says:

        Olá,
        O termo “invisual” não existe mesmo na língua portuguesa. De acordo com alguns cegos, este termo foi adaptado pelo Salazar do Inglês para o Português. Seja verdade ou não, o que se nota é que para as coisas boas a sociedade chama “invisual” e para as coisas más chama “cego”. Isto nota-se muito nas notícias.
        Comentando a tecnologia em si, isto faz-me lembrar os beeps que os carros mais recentes fazem quanto vão em marcha a trás e detectam um objecto.
        Tive oportunidade de estar com um aparelho parecido a uma lanterna que detectava obstáculos e o mesmo ainda não dá muita segurança. Ele realmente vibra mais quando se está mais próximo de uma parede. Se por acaso um cego for a andar com aquilo por uma rua cheia de árvores ou toldos, aquilo é só vibrar e torna-se pouco útil. Quando estes aparelhos forem capazes de reconhecer mesmo os objectos em si, aí a informação será muito mais precisa.
        Actualmente, os cegos não utilizam muitas tecnologias quando vão a andar a pé devido ao preço das mesmas e existe muito pouca formação na área. As empresas que comercializam este tipo de produtos só querem é vender e não se preocupam muito se a pessoa está a usar ou não bem o aparelho.
        Este tipo de bengalas são o futuro mas precisam evoluir um pouco mais para serem verdadeiramente aceites.

  7. carlos says:

    isto era bom para os jogadores do porto. lol.

  8. Tuga says:

    Então dizem que a palavra “invisual” não existe na língua portuguesa?? Estamos na Internet, acho no mínimo comodismo dizer uma coisa dessas sem antes procurar um simples dicionário on-line para esclarecer o assunto.

    Dicionário Priberam (http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=invisual):

    invisual
    adj. 2 gén.
    1. Que não vê.
    s. 2 gén.
    2. Pessoa cega.

  9. Ana Narciso says:

    Excelente tecnologia. Obrigada por partilhares 🙂

  10. Gilmar Dias says:

    Caros
    Existe já há venda em Portugal um aparelho mto interessante.
    Sff vejam o site http://www.guio.pt

  11. joana d'arc pontual de oliveira says:

    Sou invisual e gostaria de saber c n houve mistura de assuntos nos documentarios acima. n entendi a questão das cores. e gostaria de saber mais sobre a bengala sonora, inclusive se é possível adquiri-la.

  12. odair batista says:

    Telefone e endereço de alguma revenda das bengalas com sensor

  13. arquiarley rocha says:

    achei interessante já encontra a venda pois tem um irmão deficiente visual meu irmão perdeu a visão com sete pra oito anos si for preciso
    minha mãe levaria ele para estudos

  14. Carla says:

    Concordo, um invisual é simplesmente um cego, veja ai:
    http://sinonimos-online.com/invisual.html

    Nada mais fácil de saber aonde pesquisar…. 😉

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