Quer comprar um router? Saiba o que deve ter em conta

Por Diogo Gaspar para Pplware.com

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32 Respostas

  1. Block says:

    “De MB/s para Mbps: x8 MB/s
    De Mbps para MB/s: x0,125 Mbps”

    Ok, está correcto, mas não era mais fácil dizerem que de Mbps para MB/s basta dividir por 8 em vez de multiplicar por 0.125?
    Digo isto porque é um valor mais fácil de decorar

    • Vamos ao pormenor e explicamos o como e o porquê.
      Sim, tens razão, mas assim fica ainda mais explicito.

      • Peace says:

        Não sei porque é que fica mais explicito assim já que não explicam. E tb concordo com o Block, divide-se por 8. E a explicação é simples: 1 byte tem 8 bits, enquanto que 8 bits fazem 1 byte. Lá está o 8 novamente, e não o 0.125

        • Arlindo Pereira says:

          Que característica devo procurar num router para que o mesmo possa substituir um router/HUB da NOS? Sei que o da NOS tem de estar sempre ligado. No entanto reparei que por exemplo a asus tem router’s específicos para cada operador. Há alguma característica específica que o router tenha que ter para o usar com o HUB da NOS? Obrigado

        • carlos says:

          “Dividir por 8” é o mesmo que usar a fração “um oitavo”… Ora um oitavo é 0,125. Consequentemente, matematicametne falando, dividir por 8 é igual a multiplicar por um oitavo… O que interessa é usar-se sempre a mesma proporção (o oitavo)… como ambos frisaram…

      • Mozak says:

        Creio que há um engano aí quando se fala em:
        Transferência: Mbps (Megabit por segundo) = Mb/s = Mbits/s
        Volume de Dados: MB/s (Megabyte por segundo)
        No meu ponto de vista, os dois são taxas de transferências, pelo fato de os dois serem por segundos, a única diferença dos dois aí é a escala de grandeza, Megabits ou Megabytes. Volume de dados seria por exemplo o caso dos planos de Internet móveis, onde você tem um volume de dados pra consumir, 1 Gb ou 2 Gb , nesse caso não entra o por segundos.

    • Machado says:

      Obrigado por este extraordinário artigo! Muito esclarecedor para quem, como eu, sempre se ficou com os routers das operadoras tradicionais e anda à procura de mudar.
      Mais destes por favor.
      O comentário é a prova do calibre do texto. Andar à procura de defeitos para vir discutir operadores matemáticos é obra.

      • Block says:

        Jovem.. Eu não procurei defeitos nem nada do género, apenas fiz uma questão.
        E o Pedro Simões explicou. Ponto final.
        Agora tu vens para aqui mandar bitaites, deves querer conversa, só pode…

    • João Cavaleiro says:

      Em linguagem matemática é mais elegante. Contudo, assim é mais prático.

  2. Tuga says:

    Com o novo router da Vodafone a velocidade contratada seproximo do router por cabo ou por wireless e igual quer eu tenha 100megas ou 200 megas,…
    É um router top e fornecido pela operadora e não interessa comprar outro com esse é top.

    • rjSampaio says:

      não interessa para ti, a velocidade de 1 cliente pode ser perto dos 200, mas ha quem tenha mais clientes,ou têm 1000Mbps, ou que queira clientes ou servidores VPN integrados, ou outra função qualquer.

  3. André says:

    Artigo brutal! Muito obrigado!

  4. Ricardo Santos says:

    Podem fazer um artigo a indicar alguns routers e quais os melhores para colocar OpenWrt ou DD-WRT?

    Obrigado,

  5. Alegom says:

    Excelente artigo! Tenho alguns conhecimentos neste tema, mas um artigo tão completo quanto este preencheu algumas lacunas que nem tinha noção que possuía.
    Aproveito e coloco uma questão que me surgiu ao ler o artigo. Tendo em conta que transferências de ficheiros num HDD são efectuadas a ~20 MB/s e que a norma 802.11n permite 600 Mb/s, ou seja 75 MB/s, parece-me que esta norma é mais que suficiente para qualquer dispositivo. A importância de melhorar a norma seria apenas nos routers para ter capacidade de resposta a X dispositivos na mesma rede, enquanto os dispositivos estariam óptimos com 802.11n. Isto a menos que router e dispositivo tenham que usar a mesma norma ao comunicarem, o que me faz confusão por causa da retro-compatibilidade que supostamente existe. No fundo, que vantagem existe em ir para normas com 1.3 Gb/s e mais quando um computador já tem dificuldades em transferir ficheiros acima de 20 MB/s? Estou curioso acerca da resposta!

    • Jorge Carvalho says:

      Mais que um desposiitvo ? 🙂

      Abc

    • Tellos says:

      Um upgrade ao disco deverá resolver essa dificuldade

    • Sómaisum says:

      20MB/s é uma pen USB2.0… daquelas assim normais. Se for um disco usb 2, consegues uns 40/60 mb/s

      Se for pen USB3 mais ou menos de jeito, talvez 50/60, se for tops pode ir bem além.
      Se for disco USB3, é praticamente a velocidade do disco como esta abaixo.

      Um disco 5400 rpm faz kk entre 50-100 MB/s, 7200 rpm 120+ MB/s, SSD desde 300 até 4 dígitos lol.
      Isto assim em números bem redondos.

  6. JV says:

    Alegom, porque é as transferências dos HDD são efectuadas a ~20 MB/s??? São HDD ligados em USB 2.0? São HDD IDE, sata 1,2 ou 3? Qualquer HDD passa facilmente em velocidade de leitura os 20MB/s em ligações por cabo. Por wireless está sempre limitado à velocidade de ligação da placa… Tudo depende da rede wireless, da força de sinal, etc…

    • Alegom says:

      Dei o caso dos ~20 MB/s como exemplo, sei que é fácil conseguir velocidades superiores, especialmente em leitura. Tenho um disco SSD, e apesar de não conseguir tirar 100% proveito dele, consigo velocidades na ordem dos 100 MB/s. Mas até hoje, já estive ligado a redes fibra com óptimo sinal e em dispositivos com 802.11ac e nunca fiz um download a mais que 10 ou 15 MB/s. Sei que existe uma infinidade de factores por detrás (os servidores, a disponibilidade do serviço, nem vale a pena tentar listar tudo…), mas o que me intriga é a procura por tanta mais velocidade teórica se na prática tudo o que temos conseguido aproveitado são migalhas. Isto na minha experiência, posso ter tido azar.

      • Joao 2348 says:

        Se a Internet for de 100 Mbps não pode descarregar a mais de 12,5 MB/s pois é a velocidade máxima possível… logo está mesmo a obter a velocidade máxima da ligação.

      • Sómaisum says:

        Independentemente de estar ligado a uma rede fibra, por wireless, e imaginando que estas com por exemplo 900 Mbps de ligação, a transferencia de ficheiros, caso os discos o permitem, nunca passará dos 100MB/s (independentemente do valor teórico ser superior).

        A juntar isto, tens uma quantidade de variáveis possíveis, desde interferência no sinal, a quantidade/tamanho dos pacotes, a limitações de hardware do router/interface, ou limitações de software do router/interface – limitação das velocidades para garantir estabilidade ou “qualidade” do sinal para todos os clientes ligados.

        Em relação ao post que fiz acima, acho que podes ignorar porque pelos vistos não entendi a pergunta

  7. Jose Neves says:

    Excelente artigo 😉

  8. Médico sem fronteiras says:

    Esqueceram-se de um pormenor de grande importância: a poluição radioactiva! Demasiado sinal rádio pode provocar problemas de saúde!

  9. luisgeraldes32 says:

    Só acho piada à imagem a demonstrar que com uma antena de 2dBi tenha-se 365º de alcance.
    Antes de mais, antena isotropica é apenas uma referencia, uma antena teórica, impossível de ser fisicamente possível de existir, logo, não existindo na realidade, nunca poderia atingir 360° (365 é mais que uma volta completa), além disso, aquela imagem que tem a antena de ganho 2dBi, nunca teria 360°. Não sei se me fiz entender.

  10. fakir says:

    Simples, directo, sintético e abrangente. Como deviam ser todos os artigos.Obrigado.

    • Diogo Gaspar says:

      Viva,

      Muito obrigado pelo vosso feedback. Ficamos deveras satisfeitos por apreciarem este artigo.
      É para isso o Pplware trabalha. 😉

      Abraço.

  11. Sergio says:

    Bom artigo!

  12. Raclima23 says:

    excelente artigo

  13. Homo Erectíssimo says:

    Excelente artigo,Pedro Simões.Um dos melhores artigos que já li aqui no Pplware,sem dúvida alguma.Foi mesmo ao pormenor.Agora não que já passa das 2 horas da madrugada,mas amanhã vou imprimir este seu artigo,é certinho.Este assunto interessa-me muito.Um abraço. 🙂

  14. k0izo says:

    é disto que o povo peopleware precisa. Artigos de qualidade, nao de sensionalismos. Muito bom.

  15. João Cavaleiro says:

    Aqui temos um artigo modelo. Muito bem conseguido.
    Aproveito para colocar uma questão que julgo pertinente e que cuja resposta poderá complementar o artigo: a substituição do equipamento/router fornecido pela operadora é assim tão fácil de fazer? Isto é, a operadora permite que eu não pretrnda ter o equipamento que eles fornecem em detrimento do meu que eu adquirir? Isto por enumeras razões em que a mais importante é que a operadora perde total controlo e ainda alega que qualquer problema na qualidade do serviço de internet não é da responsabilidade deles, caso se decida utilizar um equipamento nosso se eles deixarem.
    Recordo-me que há alguns bons anos atrás desejava twr o meu próprio equipamento pois o router da operadora estava limitado nas ações mas foi-me negado. Ainda é assim?

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