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Emissoras europeias exigem fim do controlo da Google e da Samsung sobre Smart TV

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Nuno Magalhães says:

    Uma dúvida, alguém com Tizen consegue aceder à app RTP Play, emissão online ou conteúdos gravados, sem que a mesma falhe?

  2. gFan says:

    As televisões seguem uma tendência ideologia de esquerda! Não se conseguem adaptam aos consumidores, e estão a perder quota de mercado e audiências.

    E como tal pedem regulamentação sobre os produtos dos outros!

    Quando apareceram as emissoras de televisão, as emissoras de rádio não pediram regulamentação sobre as estações de televisão! Hipocritas.

    • ManCool says:

      Coitada da rádio… ainda sobrevive muito à boleia de contextos onde olhar para um ecrã não dá jeito (tipo carro e trabalho). Fora disso, está a perder relevância a olhos vistos. Streaming e podcasts não só roubaram espaço, como mudaram completamente o hábito: hoje as pessoas escolhem o que querem ouvir, quando querem, e não o que lhes é imposto.

      Os números até podem disfarçar: o alcance continua alto (em Portugal, mais de 70–80% ainda ouve rádio – dados da Marktest/BAREME Rádio), mas isso diz pouco. O que realmente importa étempo e atenção que caiu bastante face a há 20 anos, quando a rádio dominava quase todo o consumo de áudio. Hoje é só mais uma opção, e nem sempre a mais interessante ou de primeira escolha.

      E há uma questão ainda mais incómoda: a geração mais jovem praticamente já não tem relação com a rádio. Cresceu com Spotify, YouTube, podcasts e afins. Se não criaram esse hábito agora, por que razão iriam adotá-lo no futuro? Afinal, quem é a “nova geração” da rádio”? pessoas já na casa dos 50?
      Hoje, o que vemos é o crescimento de criadores em redes sociais, que captam atenção de forma direta e personalizada. A rádio, em comparação, parece cada vez mais um modelo do passado, a falar para um público que não se está a renovar.

      Fico a pensar que quando a condução automática for uma realidade, desaparece um dos últimos bastiões da rádio. E aí fica a dúvida: o que sobra para a rádio? Nem para os relatos da bola, pois Youtubers e os canais de TV relatam a transmissao dos jogos roubando à rádio mais um dos poucos nichos onde ainda tinha alguma vantagem.

      Isto faz-me lembrar aqueles hábitos que simplesmente não passam de geração em geração como jogar sueca ou dominó nos bancos dos jardins do bairro. Não desaparecem completamente, mas tornam-se residuais, até folclóricos. A rádio arrisca-se a seguir o mesmo caminho.

      E no fundo, quem diz rádio diz também jornais, revistas e outros formatos que já tiveram o seu tempo. Tudo o que não é on-demand e personalizado está a perder espaço: papel, CDs, programação rígida… até a televisão linear começa a dar sinais de desgaste. Não desaparecem já, mas entram claramente em modo nostalgia.

  3. says:

    Alguém ainda vê canais de televisão? Já não me lembro sequer da última vez que liguei a box da sala. A única coisa que acabo por ver é ciclismo quando há alguma prova que me interesse na Eurosport. De resto, totalmente zero. Pago 5 paus por mês para ter amazon prime e junto com youtube (apesar de levar com anúncios mas é a vida) chega bem para ver uns documentários e uma ou outra série quando estou com pachorra. Até o puto não vê TV, prefere ver séries no prime ou dar uma jogatana no PC.
    Os canais de TV não se conseguiram adaptar e estão completamente a morrer. Quem é que quer ver um filme e adormecer 15 minutos de meia em meia hora enquanto dão os anúncios? Para já não falar dos generalistas que só vivem à custa de sacar dinheiro (de formas que eu considero pouco elegantes) aos velhotes. É “concursos”, é cogumelos, é articulações, aparelhos auditivos… tudo serve para sacar dinheiro aos cotas.
    Da parte do consumidor é que tem de ser feita a triagem. É verdade, a maioria enfim… não tem capacidade para isso. Mas lá porque não estão para gastar poder cerebral em pensar, não quer dizer que não o possam fazer. Bastam coisas simples como não usar google ou bing (alguém usa bing??? LOL), e não ver algo só porque é “recomendado” pela plataforma. Eu só uso o google na TV em modo convidado. E ainda assim é um degredo. Um dia destes vi um documentário sobre um filme e ando há 2 semanas a levar com sugestões de documentários parecidos. O que vale é que como só vejo 2 ou 3 canais de youtube, procuro o que quero.

  4. guilherme says:

    Coisas do velho mundo a dar os seus últimos suspiros…

  5. Joao Ptt says:

    A pergunta é porque estas emissoras não criaram em conjunto um sistema operativo para fazer concorrência?

    Não é como se fosse algo muito complicado, se tiverem dinheiro, rapidamente conseguem, claro que aí iria cada uma tentar priorizar os seus próprios conteúdos em desfavor dos da Google, Apple, Netflix, etc.

    • says:

      O grande problema é o mesmo que tens nos jornais (que já só vivem de subsídios e publicidade institucional). Nas grandes editoras de música e por aí fora. Não foram capazes de se modernizar e querem obrigar os (não) espetadores e os governos a resolverem-lhes o problema.
      Se se mexerem ainda se podem safar. Olha, vai ver as rádios. Perderam o “negócio” da música, mas reinventaram-se com comédia e parvoíces. Não são ao meu gosto, mas pelo menos foram ágeis.
      Para já não falar na “guerra” de direitos de transmissão e de conteúdos. Se tivessem sido capazes de trabalhar em conjunto, tinham tudo, mas mesmo tudo para se safarem. Agora não conseguem falar uns com os outros e olha… lixam-se e é bem feito. Para a pocilga que é a TV Portuguesa, já tem é porcos a mais.

  6. Zé Fonseca A. says:

    alguém que veja tv me explique se estão a ser manipulados e como

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