PplWare Mobile

Os números do ano de 2017 da Nintendo


Paulo Silva

Just another gamer ...

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7 Respostas

  1. João Tavares says:

    O conceito é engraçado mas perde por ter poucos jogos de jeito. Aproveitam-se os jogos do Mário e o Zelda. Depois tem muitos jogos indie da treta ou jogos acriançados. Enquanto não melhorarem a fraca oferta de jogos que têm não vão longe. Quem quer ter qualidade e variedade de jogos compra uma ps4, não perde tempo com isto.

    • Tx2 says:

      A consola ainda não fez um ano , e um jogo não se faz de um momento para o outro ^^ , na E3 desde ano devemos ter muitos títulos para a Switch por isso só para o ano é que vamos ter mais diversidade de títulos

    • Alex says:

      Desculpe o palpite, mas acho que jogos bons não são feitos pela quantidade de oferta, já que ter 1000 jogos a disposição, não quer dizer que 999 sejam maravilhosos e apenas 1 seja muito bom. Ter quantidade não está diretamente relacionada a qualidade. Com relação a jogos ‘infantis’ vai do caso. Eu tenho um Switch e também tenho 46 anos (prestes a completar 47 no final deste mês) e não estou nem um pouco descontente com ele, muito pelo contrário. Acho que o problema é o que cada um PESSOALMENTE tem por preferência. E desculpe a ‘fraca oferta’, mas a nintendo está ai desde a década de 80, indo bem obrigado. Se isso não é ‘ir tão longe’, eu honestamente preciso rever meus conceitos. Agora, uma coisa é fato…EU, PARTICULARMENTE prefiro de ter uma família com 4 jogadores brincando com um Switch que apenas EU jogando Metal Gear Solid…mas volto a reforçar….CADA CASO, UM CASO. Só acho estranho como temos a chata mania de achar que só o que a gente gosta e prefere, é o que presta e o resto, tem que ser erradicado da face da terra.

  2. Manuel Barbosa says:

    Demagogia, preconceito e puro desconhecimento. Splatoon 2, Mario Kart 8 Deluxe e Mario + Rabbids são exclusivos bem acima da média.
    E se acriançados é tudo o que não tem grafismos ultra-realista e “movie wannabe cutscenes que para isso prefiro ver filmes no cinema” ainda bem.

    • Biomass says:

      Subscrevo… Quem nao viu o tocou no Zelda, devia calar-se. Até ao Witcher 3 mete respeito pela gestao open world. Uma aventura incrivel que soube aproveitar o que se fez de melhor aqui e ali, excelentes insparaçoes aos filmes Ghibli que apesar de serem animação, são muito mais adultos do que muita porcaria que anda por ai com pseudo atores. Depois ha aquelas pequenas surpresas como Mario vs rabbids, uma improvavel surpresa para quem gosta de jogos tacticos tipo Xcom.
      Sem falar ainda do Nintendo Labo… ou como tomar initiativas criativas para jogar de modo diferente e atrair camadas jovens.

      Não sou muito consolas, a ultima foi a ps2 ( e foi por acaso), PC é o meu terreno desde sempre. Mas a Switch devolveu aquela sensaçao de que jogar numa consola é um prazer.

    • Marco says:

      Concordo, comprei a consola quase quando saiu com o Mario Kart e é muito bom. O meu pequenito de 4 anos adora o Splatoon. O Mario + Rabbids tem um conceito diferente, venham mais como esse. Agora falta testar o Odyssey, Pokemon Tournment e o Zelda.

  3. HAZZARD says:

    Nunca fui grande fã da nintendo, apenas tive um Gameboy Advance na infancia, sempre gostei de Mário, nunca fui fã de Zelda…após o gameboy vivi sempre no mundo Playstation e PC, tenho uma PS4 e jogo no PC, mas como tive que ir para lisboa e nao podia levar consolas e pc…decidi apostar na Switch, o conceito era muito interessante, comprei com o Zelda e o jogo está espectacular! Não fiquei desiludido!

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