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Falhou! Agência indiana perde contacto com sonda Vikram antes da alunagem


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. André says:

    E possivelmente até alunou com sucesso. Peçam aos chineses para dar uma olhada com ao rover deles…

    • Joao says:

      No texto está bem.

    • Daniel says:

      Contato é a forma correta no novo português que vocês “tugas” se recusam a aprender.

      • GM says:

        Recusamos-nos a aprender, parte de nós, pelas boas razões. Porque o “c” é pronunciado.
        Da mesma maneira que o termo faCto / fato. Para vós, um faCto é um fato, um fato é um terno. Para nós, um fato nunca é um terno. Para alguns de nós, que embarcaram nessa aberração de acordo ortográfico, um faCto poderá ser um fato. Para mim, não é! Um fato, eu visto….e isto é um faCto! Percebeu a razão da existência de consoantes, ainda que possam ser mudas (neste termo, o C eu pronuncio, por isso para mim não é muda)? Ah, e quem fala em consoantes mudas, fala também em assentos tónicos, por exemplo para/pára. Veja alguns videos/textos do Ricardo Araújo Pereira, acérrimo detractor do AO, e logo verá as diferenças entre termos antes e após o AO. A língua portuguesa nasceu e desenvolveu-se em Portugal, não nasceu no Brasil ou em outra ex-colónia. Portanto, ainda que o número de falantes no Brasil possa ser 21X mais que no país de origem da língua, em nada lhe confere o direito de impor mudanças significativas na estrutura da língua. Da mesma maneira que não dá o direito ao país de origem impor a estagnação. Se existe diferença na sua utilização, pois sim que exista, cada qual que a utilize conforme os usos e costumes. Se o objectivo é unificar, ou harmonizar, vai gerar confusão, como gerou e continua a gerar, sem que se chegue a bom porto, pois irá existir sempre resistência à sua utilização (AO), como eu que não adoptei, nem adopto. Ainda que a imposição da sua aplicação tenha vindo sob a máscara de uma lei. Que simplesmente não cumpro. As mudanças na estrutura da língua deverão vir dos falantes, não dos escrivantes, muito menos dos”doutores” da Academia. Se os falantes, com o passar do tempo, deixarem cair termos, adoptarem / criarem novos termos, fruto dos novos usos, sim senhor. Agora, impor, para agradar a um punhado de senhores, do lado de cá e do lado de lá do Atlântico, não me parece que surta efeito.

        • Carlos says:

          Brutal… É isso mesmo, assino por baixo tudo aquilo que disseste… Porque é que temos que ser nós a adaptarmo-nos ao modo de falar e escrever dos zucas, quando, no fundo, nem eles próprios respeitam muitos dos termos do acordo ortográfico…

        • Daniel says:

          Você se recusam, os mais velhos, mas conheço muitos portugueses jovens que já estão a aceitar os fatos e aprender o novo português sem reclamações e manhas.
          Esse acordo ortográfico não foi o primeiro, nem será o último. A língua sofre mutações e modificações e temos que aprender a aceitar. O que seriam de nós se ainda falássemos o português arcaico por mera birra? Temos que evoluir, meu caro. Não adianta fazer textão achando que está lacrando porque no fundo você sabe que a língua muda e se modifica, não é a toa que muitas outras línguas foram criadas assim. Você pode não aceitar, mas saiba que mais cedo ou mais tarde você irá morrer, e a nova geração vai se adaptar as modificações. Por exemplo, aqui no Sul do Brasil, na região da gaucha era comum todos utilizarem o pronome “tu”, infelizmente sem conjugação, tipo: tu faz, tu fez… Felizmente com a globalização, as crianças estão preferindo usar o “você” e conjugar o verbo com o mesmo, muitos “sulistas” estão contra, mas é algo que não tem como mudar. A língua muda, a língua é viva, quer você queira, quer não.

          • Nuno V says:

            O problema é que os acordos são contra a evolução normal da língua. A língua também é uma identidade do povo, como tal, deve de evoluir de forma orgânica sendo usada pelo povo, sem ninguém forçar o quer que seja. Porque razão temos que uniformizar a língua entre todos os países que falam português? Eu sei porquê, porque se não, mais tarde ou mais cedo, a evolução linguística vai tornar este dialectos tão díspares que passam a ser línguas distintas.

          • GM says:

            Nuno V, nem mais. Os falantes é que irão criar mutações na lingua, não por imposição. E não me choca que em em vez de termos “português de Portugal” e “português do Brasil”, tenhamos apenas ” português (de Portugal)” e ” “brasilês”, ou “brasileiro” (do Brasil)”. Que entre falantes ou escrivantes dos dois lados do Atlântico, tendo línguas com origem comum, em determinada altura são diferentes, mas são compreensíveis para os habitantes dos dois países. Não é preciso ir muito longe, basta ficarmos na Península Ibérica. Existem mais, mas pelo menos três idiomas: português, castelhano, galego (com origem comum). Dos três, o galego acaba por ser quase um meio termo entre o português e o castelhano, e três falantes dos três idiomas, entendem-se perfeitamente, desde que o discurso seja pausado.

  2. eu-estou-aqui says:

    a super pootencia que é a India podia considerar fazer chegar a todo o seu territorio infraestrutura de saneamento basico em vez de mandarem l i x o para o espaço.

  3. Gustavo Jorge says:

    Acho muito estranho estar a faltar 2.1 km e as comunicações falharem. Isto é obra dos concorrentes ou dos ET’s que lá andam.

  4. Zé Duarte says:

    Se calhar até foi bom que falhou senão começavam a mandar todo o lixo deles para a Lua.

  5. kan says:

    achei foi é bom, a india com tanta poluiçao, rios que mais parecem valas de esgoto, e o povo passando fome, crianças sendo vendias a prostibulos, pensando em ir a lua.

    bem feito, gasto de dinheiro a toa. E o povo passando fome.

  6. Daniel says:

    Deve ter feito uma cratera nova na lua… com o impacto. Estava descendo muito rápido. Vamos esperar a LRO mapear a área de impacto…
    De qualquer maneira, isso é uma das provas que o espaço não é fácil de se manusear. Iria ser a quarta nação a pousar na lua, infelizmente, tal qual Israel, não conseguiram…
    É incrível pensar que um país miserável como a Índia tem dinheiro para isso enquanto um país rico com o Brasil e Portugal não tem.
    Mesmo falhando, ao menos tentaram…

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