Por vezes quando utilizamos o portátil, colocamos as mãos muito perto do touchpad e este teima em colocar o cursor num local onde não era suposto. Ao digitar texto… quando damos conta estamos a escrever noutro parágrafo…. “cá’grande confusão”. Mais vale desligar temporariamente o touchpad ou termos um atalho para o ligar e desligar quando quisermos. Podemos usar, por exemplo, o Touchpad Blocker.
Existem dezenas de tipos de formatos de compressão de ficheiros. Esta técnica que tem décadas de utilização, baseada em algoritmos de compressão onde o ARC foi um dos pioneiros deste método de diminuir o tamanho dos ficheiros. Hoje em dia são tantos os programas e os ficheiros existentes que o utilizador facilmente se perde na escolha. Uns reclamam pelo melhor resultado em termos de compressão, outros reclamam pelo menor tempo a comprimir e todos servem para o mesmo. Afinal o que é importante numa aplicação destas?
Existem vários cenários capazes de justificar a preservação do conteúdo das velhinhas disquetes de 3.5″. Foi-me colocada a questão, por um dos nossos visitantes, como poderia guardar em disco, o conteúdo de disquetes que contêm informação importante. Eu conheço uma ferramenta que em tempos já foi útil, o Floppy Image.
Nos últimos tempos, temos assistido a uma evolução a todos os níveis das aplicações open source. Interfaces cada vez mais profissionais, funcionalidades avançadas, grandes comunidades, são “aperitivos” que conquistam cada vez mais os utilizadores (além das aplicações serem gratuitas).
O que vos apresento hoje, é uma aplicação que chama a atenção de imediato ao utilizador só pelo interface. Apresento-vos o Couturier, uma aplicação para Gnome que permite juntar vários PDFs num único ficheiro.
Nos dias que correm, as funcionalidades que acompanham os nossos gadgets são muito importantes pois permitem adicionar informação ambiental aos ficheiros que geramos. É fantástica a possibilidade de, por exemplo, tirar uma foto com um telefone ou uma máquina fotográfica com GPS e mais tarde verificar a localização onde essa foto foi tirada. Tal como essa, muita informação adicional é colocada dentro dos ficheiros com imagens. Conseguimos assim ter um pouco mais que uma foto, passamos a ter um marco que nos diz onde, quando e (mais dia menos dia) com quem a tirámos.
O problema maior é quando essa foto é partilhada ou colocada na Internet. Qualquer pessoa vai ter acesso às mesmas informações que vocês tinham acesso e, caso sejam mal-intencionados, fazer um mau uso da mesma. Felizmente o Geotag Security permite apagar essa informação de forma simples e sem complicações.
Por vezes e quando trabalhamos com textos extensos, temos a necessidade de executar determinadas correcções que, pela extensão do texto, podem levar...