“Fraude”, disse ele – Apple desvia verbas para a Irlanda


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55 Respostas

  1. int3 says:

    E a uber para holanda das empresas nacionais que “pagam” quase tudo no lucro como direitos de imagem para não ser cobrado o imposto sobre lucro

    • M3r01 says:

      comprar casas com offshores é legal. A vida é curta e ha que viver bem, o dinheiro é virtual so serve para diferenciar pessoas. Se puderem roubar ou trafulhar facam no, ser honesto é ser palerma hoje em dia

      • paulo says:

        muito bem dito sem duvidas essa e que e a verdade e a realidade e mesmo essa,… o mais triste e virem depois imbecis armados em moralistas economicos, deveria-se fazer isto ou aquilo, quando sao estes os primeiros a aproveitarem-se dos falhas da lei ou a roubarem.

      • int3 says:

        dinheiro virtual sem dúvida. mas se quiseres podes levantar-lo e comprar bem materiais se é isso que dás valor… Guarda-o em casa como muita gente faz. Se a casa arder…

  2. OS says:

    Todas as grandes empresas americanas o fazem, incluindo Google e Facebook…

  3. Antwin says:

    Acho que o senhor está a fazer uma grande confusão. A Apple só mantém na Irlanda lucros de operações fora dos Estados Unidos, não está a fazer nenhum transferência de preços face aos Estados Unidos pois nem sequer são vendas a passar pelos Estados Unidos.
    A única crítica que ele poderia fazer é quanto à prática da Apple entre os outros países com a Irlanda, mas é na Irlanda e nos Estados Unidos que existe propriedade intelectual da Apple não nos outros países.

    • Carlos says:

      Sempre uma desculpa ou justificação.

    • TOM says:

      O Nobel da Economia não percebe nada de economia, tem de ser aqui o chico-esperto a explicar-lhe tudo… a Apple gosta da Irlanda porque o Tim adora elfos.

      • Santos says:

        I whatver da economia que experiência empresarial ou legal tem?

      • Antwin says:

        Não tem nada a ver com o conhecimento de economia, tem a ver com ter a informação dos factos. As vendas não passam por nenhuma subsidiária nos Estados Unidos, logo não pode dizer que “foge” aos impostos nos Estados Unidos por transferência de preço.

        • Pedro Pinto says:

          Mas o prémio Nobel está errado? Eu não percebo muito de economia…mas ele deve dar uns toques 😀

          • Daniel says:

            Economia é uma ciência social. E como uma ciência social, há muitas formas de olhar para os factos. Não estou a dizer que o nobel da economia tenha razão sobre o Antwin ou vice-versa. Simplesmente são formas de ver o problema, muitas vezes até influenciado pelo posicionamento ideológico da pessoa.
            Agora, argumento da autoridade é que não

          • João RS says:

            O certos prémios Nobel como o da Paz e da Economia já se tornaram há muito como uma anedota.

          • Antwin says:

            ele ser nobel da economia não significa que tenha os factos correctos sobre a prática da Apple

        • KURT says:

          Nem vou comentar a tua primeira frase porque é épica e é óbvio que para se falar de assuntos mais específicos com vem ter conhecimento da matéria e não só dos factos.
          A questão que ele critica é precisamente essa, os rendimentos no exterior de qualquer empresa com sede nos Estados Unidos devem repatriar antes de serem aplicados os pagamentos dos impostos de forma a não existir nem uma fuga aos impostos e a não encorajar as empresas a manterem dinheiro fora do pais. A brecha no sistema de transferência de preço é basicamente a exploração de rendimentos externos para ser possível pagar taxas inferiores às dos Estados Unidos, ou seja, não estás a fazer a transferência de um numerário para o exterior mas estás a produzir serviços com um valor monetário no exterior de modo a declarar lá o rendimento correspondente a esses serviços, por isso é que ele fala num sistema de transferência de preço.

          Para terminar quando ele apelida a prática de “fraude” não está a dizer que a Apple está a fazer algo ilegal segundo a legislação actual, está apenas a dizer que esta falha permite explorar um esquema fraudulento de fuga aos impostos, por na realidade é isso que é feito.

          • KURT says:

            *convem

          • Antwin says:

            Os rendimentos externos aos Estados Unidos não sofrem de um sistema de transferência de preço face aos Estados Unidos. Só se pode falar dum sistema desses para o esquema que, por exemplo, é montado entre países europeus e a Irlanda.
            São as subsidiárias na Irlanda que tratam das vendas e logística dos produtos ao consumidor, desde as fábricas, que se encontram fora dos Estados Unidos, até às lojas, fora dos Estados Unidos.
            Os produtos vendidos nunca passam pelos Estados Unidos, nem faz sentido dizeres que produz serviços com um valor monetário no exterior pois não é essa a estrutura do esquema. A subsidiária na Irlanda não cobra nenhum serviço à casa mãe.

          • Antwin says:

            quanto à afirmação de “fraude” nem sequer lhe toquei, já que considero que foi mais uma opinião política do que jurídica, tendo sido entrevistado como um dos conselheiros para a campanha democrática.

          • KURT says:

            @Antwin Os serviços/produtos podem ser total responsabilidade das subsidiarias a questão é que qualquer subsidiaria não é independente da empresa mãe, é apenas uma divisão/extensão da actividade dessa empresa, sendo a sede da empresa nos Estados Unidos os rendimentos produzidos pela empresa (inclusive pelas subsidiarias) devem repatriar antes de ser possível fazer o pagamento dos impostos, como isso não acontece as empresas subsidiarias vendem produtos ou serviços com um valor monetário, ou seja, não existe uma transferência de um valor monetário directo sem qualquer motivo, existe uma compra da empresa mãe com sede nos Estados Unidos à subsidiaria, deste modo os rendimentos que seriam tributáveis nos Estados Unidos, são tributados no pais da subsidiaria porque passa a contar como um rendimento externo e têm de repatriar esse valor antes do pagamento das taxas.

          • KURT says:

            *porque passa a contar como um rendimento externo e NÃO têm de repatriar esse valor antes do pagamento das taxas.

          • KURT says:

            @Antwin, reparei agora que escreves-te isto “A subsidiária na Irlanda não cobra nenhum serviço à casa mãe.” o principio do sistema de transferência de preço é precisamente uma subsidiaria vender um serviço ou produto com um valor monetário à empresa mãe. Se tiveres um tempinho depois diz-me onde lês-te isso.

          • Antwin says:

            ser uma divisão da empresa não te diz nada sobre prática de preços de transferência.
            Não é a empresa mãe que fabrica o que é vendido pelas subsidiárias, são subsidiárias noutros países que tratam disso junto dos fornecedores, de modo que não há rendimentos directos para a casa mãe daquilo que é vendido noutros países, para ser sequer necessário cobrar um serviço para desviar rendimentos para outro país, percebeste agora?
            A prática de preços de transferência é o que acontece entre outros países (não EUA) e a Irlanda.

          • KURT says:

            Continuo sem perceber o teu ponto, uma subsidiaria não é uma outra empresa sem qualquer ligação à empresa mãe, uma subsidiaria é apenas uma divisão da empresa mãe que continua a controlar todas as suas extensões.
            A empresa é a Apple, a Apple tem sede nos Estados Unidos e por isso todos os rendimentos da empresa e das suas subsidiarias devem repatriar.
            A partir do momento em que estás a “comprar” serviços aos quais estão associados valores monetários a uma subsidiaria quando depois os rendimentos não são repatriados estás a fazer uma transferência de preço.
            Dizes que isso não acontece, a analise que faço é com base naquilo que é publico e naquilo que encontrei, se encontras-te informação que contraria isso e dizer que não existe uma transferência de preço entre a empresa mãe e a subsidiaria (coisa que estou a aprender agora, uma vez que de toda a literatura que estudei sobre economia, o sistema de transferência de preço tem de envolver uma venda dentro da mesma empresa, neste caso entre a empresa mãe e a subsidiaria, mas como estou sempre a aprender e não sou dono da verdade gostava de saber onde foste buscar essa informação).

          • Antwin says:

            a subsidiária estar ligada à empresa mãe não significa que houve troca comercial com uma entidade com sede fiscal nos Estados Unidos, mas será que não percebes?
            Não é uma mera divisão da empresa é uma entidade com sede noutro país, que mesmo que pertença à empresa mãe não tem nenhuma obrigação em contabilizar os rendimentos para pagamento de impostos na sede dos Estados Unidos, a sua sede fiscal é noutro país. Nem é a sede que neste caso fornece os produtos que são vendidos pela subsidiária, nem paga algum serviço à subsidiária, por isso não podes caracterizar o esquema como preço de transferência para desviar os rendimentos dos Estados Unidos – nenhum daqueles rendimentos sequer passaram pelos Estados Unidos.
            As empresas multinacionais americanas não são obrigadas a repatriar rendimentos das subsidiárias para a sede.

      • Rui says:

        O Antwin ganhou o prémio Nobel da Economia no ano seguinte…

        • João RS says:

          Quer ganhe, quer não, o que a Apple faz, é o que quase todas as outras fazem, e é 0% ilegal.

          Ele que fique lá com a sua medalha insignificante, que bata o pé, não muda nada.

    • str says:

      O Nobel da economia a fazer confusão em assuntos económicos/financeiros?!! Opa dêem já um Nobel ao Antwin

  4. Mário S.M says:

    Esse gajo, e um daqueles que nunca trabalhou numa empresa, nunca teve chefe, nunca teve empregados, num foi dirigente político, nunca foi advogado ou juiz, e um daqueles que olha para os livros e depois da bitataites destes para o mundo real para ver o seu nome publicado!

    Diga então, que lei e que a Apple está a fugir, para ser uma FRAUDE!

    fraude
    frau.deˈfrawd(ə)
    nome feminino
    1. ato de má-fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém; burla; engano; logração
    2. ato ou comportamento que é ilícito e punível por lei
    3. contrabando; candonga

    O acordo que a Apple tem com a Irlanda, como outras, foi feito legalmente entre o governo Irlandês e a Apple. Quanto aos EUA, não é uma empresa Americana que está cá a vender telemóveis e portáteis, quando alguém compra um produto Apple na Europa, compra a Apple Europa, logo, não vejo razão nenhuma para os EUA se rogarem dos impostos sobre esses lucros! Eles não mandam aqui. Nenhuma empresa americana a operar na Europa (que cada vez são menos), não faz o que pede à Apple para fazerem.

    Já agora, porque é que não diz o mesmo da Google ou da Uber? Para os fanboys não lhe cascarem?

  5. TOM says:

    A Apple é toda ela uma fraude.

  6. Santos says:

    Mais um badameco, não vai ter sorte, porque todas as grandes empresas americanas, e sublinho TODAS, subornam o governo corrupto com milhões para gerar biliões. É o governo que os americanos elegeram.

    E para a Irlanda, eles preferem dar um desconto e ficar lá com os armazéns, e a Apple não escolher outro país mais barato (por exemplo, Portugal), é a mesma coisa com empresas como a Autoeuropa que só está “on” com descontos do estado, e IA favorável aos carros deles. Estamos na Europa, e fronteiras abertas significam esta competitividade.

    • fla says:

      Portugal? Já viste bem a carga fiscal em Portugal? Nenhuma empresa internacional tem sede fiscal em Portugal, só se fossem tolos…

      O Português acha-se esperto a ter impostos altos par aumentar a receita, as empresas mudam a sede fiscal para outros países, fácil…

      • Antwin says:

        o problema não é a carga fiscal de Portugal, que é mais baixa que alguns grandes países europeus ou os Estados Unidos, o problema é e eficiência do serviços do estado e a carga fiscal que alguns outros países europeus permitem, com as empresas a aproveitarem a legislação europeia para deslocalizar a sede para esses países.

  7. Bob says:

    Neste caso da Apple, pelo valor referido, parece muito, mas muito mais, do que só o que vendem na EU. Devem, propositadamente, vender tudo da Irlanda, conseguindo assim fugir ao imposto alto dos EUA. Mas é legal……. por isso não vai acontecer nada 🙂
    Mas é normal essas empresas terem sedes por lá.

    • Santos says:

      Não parece, vende mesmo. E é assim que é normal.

      Achas que uma empresa estrangeira pode abrir escritórios e armazéns e vender ao público aqui na UE?

    • Antwin says:

      As vendas na América pagam impostos nos Estados Unidos, as outras vendas pagam impostos noutros países, com as subsidiárias na Irlanda e Singapura a controlar.

  8. Bruno says:

    Nada admirado, quando os impostos são altos as pessoas procuram a fuga. Do rico ao mais pobre se poder pagar menos, para que pagar mais ??? E que nos diz a nós a taxa que a Apple paga ? Está a ser bem aplicada ??

    • Mário S.M says:

      Está.

      O que eles querem, é que a Apple traga os lucros de volta para solo americano, e pague 40%!!! De Impostos com isso!

      Além de ser uma taxa completamente doida varrida, a Apple não precisa do dinheiro para os Estados Unidos, simplesmente pode pedir o dinheiro emprestado a um banco internacional, pagar a dívida aqui na Europa, e receber o dinheiro nos EUA. O governo dos EUA anda aflito com isso, mas não baixa os impostos!

      Além disso, tem muito por onde investir aqui na Europa, China, India, etc.

      Os americanos se fossem decentes, proibiam a venda de telemóveis que não fossem de marcas Americans, então. Ficava a Apple e a Microsoft com o mercado todo para elas, LOL!

  9. Ricardo M. says:

    Conclusão, o prémio Nobel da economia foi entregue à pessoa errada, existe aqui utilizadores, com muito mais conhecimento económico que esse tal que ganhou.
    E pelo que li, há mais prémios nobeis para distribuir aqui por alguns utilizadores.
    No fim, há um autocolante para o fan mais acérrimo da apple.
    Parabéns.

  10. Está tudo doido? says:

    Antwin e demais… não percebo essas vossas discussões demagogas de funcionamento empresarial. A Irlanda está a funcionar tal como uma offshore. A Apple, tal como outras das empresas mais ricas do mundo, está a fugir deliberadamente aos impostos porque eles e outros comparsas ricos fazem lobi junto dos governos para que estes esquemas sejam, de certa forma, legais. Isto é um ultraje para todas as outras empresas e pessoas que, não tendo os mesmos meios, pagam os seus impostos. Acordem, insurjam-se contra estes espertos, e não os defendam porque eles não fazem nada por vós, bem pelo contrário!!!

    • Antwin says:

      @ Está tudo doido?, a começar por ti? talvez assim se entenda que aches que tenha dito alguma coisa que negue a existência de engenharia fiscal por parte da Apple. lê bem sobre o que falei em específico. A Irlanda funciona como offshore mas é um offshore com 5 mil empregados da Apple.

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