Apple volta a surpreender: faturou 109,4 mil milhões de dólares e cresceu 16%
A Apple apresentou os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e voltou a superar as expectativas de Wall Street.
A empresa registou uma receita de 109,4 mil milhões de dólares, um crescimento homólogo de 16%, impulsionado sobretudo pelas vendas do iPhone e dos computadores Mac.
Os resultados demonstram que, apesar da crescente concorrência no mercado da inteligência artificial e das pressões sobre a cadeia de fornecimento, a tecnológica de Cupertino continua a apresentar um desempenho financeiro muito sólido.
Lucro e receitas acima das previsões
Além da receita recorde para um terceiro trimestre fiscal, a Apple registou um lucro por ação (EPS) de 2,02 dólares, acima dos cerca de 1,89 dólares esperados pelos analistas.
Mesmo excluindo o impacto positivo de reembolsos relacionados com tarifas norte-americanas, a empresa conseguiu apresentar resultados superiores às previsões do mercado.

Os primeiros resultados financeiros após a passagem de testemunho entre Tim Cook e o novo CEO da Apple mostram uma empresa em excelente forma. Com receitas e lucros acima das expectativas, a tecnológica inicia um novo ciclo de liderança sem perder o ritmo de crescimento.
O iPhone continua a ser o motor da Apple
O grande destaque voltou a ser o iPhone. As receitas desta divisão atingiram 54,25 mil milhões de dólares, representando um crescimento de aproximadamente 22% face ao mesmo período do ano anterior. Trata-se do melhor terceiro trimestre de sempre para a família iPhone.
Segundo Tim Cook, a procura manteve-se muito forte em praticamente todos os mercados, mesmo numa altura em que a Apple enfrenta limitações no fornecimento dos seus chips mais avançados.
Os computadores Mac continuam em alta
Outra surpresa positiva veio da divisão Mac. As vendas cresceram quase 29%, alcançando 10,35 mil milhões de dólares, impulsionadas pela renovação da gama MacBook e pelo crescente interesse em equipamentos preparados para inteligência artificial.
Este segmento voltou a superar claramente as expectativas dos analistas.
Serviços continuam a crescer… mas menos do que o esperado
A divisão de Serviços, que inclui Apple Music, iCloud, App Store, Apple TV+ e outros serviços digitais, gerou 30,74 mil milhões de dólares, um aumento de cerca de 12%.
Apesar do crescimento, este foi um dos poucos segmentos que ficou ligeiramente abaixo das previsões de Wall Street.
China volta a dar boas notícias
Depois de vários trimestres marcados por alguma instabilidade no mercado chinês, a Apple conseguiu inverter a tendência.
As receitas na Grande China cresceram cerca de 22%, atingindo 18,82 mil milhões de dólares, demonstrando uma recuperação significativa numa das regiões mais importantes para a empresa.
Apesar dos resultados, as ações caíram
Curiosamente, os excelentes números não impediram uma reação negativa dos investidores.
Nas negociações após o fecho da bolsa, as ações da Apple chegaram a cair entre 2% e 3%, numa reação que parece refletir preocupações com:
- O ritmo de crescimento da divisão de Serviços.
- O aumento dos custos de componentes, especialmente memória.
- As limitações na produção de chips avançados.
- A estratégia de inteligência artificial da empresa, que continua a ser comparada com a dos seus principais concorrentes.
Um trimestre que reforça a posição da Apple
Os resultados agora divulgados mostram que a Apple continua numa posição extremamente sólida.
Com 109,4 mil milhões de dólares em receitas, crescimento de 16%, recordes nas vendas do iPhone e uma recuperação expressiva na China, a empresa demonstra que mantém uma enorme capacidade de gerar receitas mesmo num mercado cada vez mais competitivo.
O próximo grande teste será já em setembro, com a apresentação da nova geração do iPhone e a continuação da aposta da Apple na inteligência artificial, área onde investidores e analistas esperam ver uma aceleração significativa.























E os comentadores do pplware preocupados com os aumentos de preços que iam vender menos
Não vão. Eles sabem que há muita gente com bom dinheiro, e precisam de ir sacar. Libertar do peso as carteiras.
O pessoal queixa-se mas compram nem que seja emprestimo a 3 anos. E podem aumentar a facturacao mesmo que vendam menos
Incrível como é que lançaram o telefone sem nada de novo, sem IA própria e mesmo assim…
O iphone tem a IA mais avancada de todos com o ios27
Com tantas IAs disponíveis vão fazer uma própria para quê? Em 2026 ainda não percebeste que principal negócio da Apple é vender terminais?
Inacreditavel e como os consumidores se deixam lavar cerebralmente pela apple.
E um bom telefone, sim.
E bonito, relativo.
Da status, sim para ignorantes.
Pagar uma fortuna, nunca, principalmente quando se tem boas alternativas mais baratas.
A apple nao precisa de se preocupar, podem aumentar os precos as vezes que quiserem que os consumidores pagam.
Diz me que queres um iphone mas não tens como comprar.
A Apple é muito boa no marketing, isso não se pode negar. Consegue fazer os clientes pagar muito mais daquilo que as coisas valem.
O valor das coisas é relativo, nos dias que correm o valor é algo meramente emocional
David, no dia em que o departamento de marketing da Apple conseguir que PorcoDoPunjab compre um Aifone, irão receber o prémio Nobel do Marketing.
Até lá, são apenas humanos.
Ao falar da Apple, pode também adicionar Samsung, xioami, Oppo, etc com preços acima dos praticados pela Apple, a começar nos 1499€…
Android?? Vê em meados de 2012 qtas marcas usavam android e vê o panorama em 2026…..
Não importa os preços, eles vendem cada vez mais.
Há por aí muito dinheiro, só o gringo bandido é que parece ser um miserável com alergia ao trabalho.
Comigo não fatura nem 1 cêntimos, os produtos até têm qualidade, mas é um exagero de preço, posso comprar mais barato e com igual ou melhor qualidade.