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Já tem perfil na rede social Linkedin? Aprenda a criar um…


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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43 Respostas

  1. GM says:

    E isto serve para????
    Já tive, e apaguei!

    • Fleaster says:

      Já tive algumas propostas de emprego através desta rede social.

      • GM says:

        Eu, se tivesse perfil, e tivesse proposta de emprego por esta via, nem sequer ligava ao facto.

        • Pedro Pinto says:

          Se andasses à procura de emprego, se calhar ligavas…ou se te fizessem uma proposta irrecusável. Mas tudo depende do teu CV/perfil.

          • GM says:

            Eu se andasse à procura de emprego….procurava o emprego. Não seria o “emprego” que me procurava a mim. Já houve, em tempos, anúncios de profissionais a oferecer os seus serviços, à espera que os “empregos” os contactassem. Mas isto foi ainda nos anos 90, inícios de 2000.

          • Rui says:

            GM, é mais uma forma de ampliar as possibilidades. Além disso e sem fazeres publicidade (sem activares o modo pro pelo menos durante 1 mês), consegues ter o teu “cartão de visita” sempre activo.
            Acredita que há alguns cargos de relevo que não aparecem nos jornais ou anúncios. A pesquisa é feita muito discretamente e incluindo grande parte de profissionais que estão a trabalhar!!!!!! Portanto, em princípio não estão no Linkedin os recrutadores para salários mínimos!!!!!

          • Antonio Salaraz says:

            GM pelo menos nas áreas de IT é muito comum receberes ofertas pelo linkedin.
            Acontece por exemplo com muitos programadores não andarem a procura de emprego, mas como tem um bom curriculum nada melhor que ter no linkedin (boa montra) e entretanto aparece uma proposta sem sequer procurarem e por vezes essa proposta é irrecusável.
            Talvez seja patrão e não gosta do linkedin pois os teus colaborador recebem propostas melhores e la tem que melhorar as condições ou perde o colaborador.
            Chamada lei da procura/oferta.

            Cumprimentos

        • António Fagundes says:

          Hoje em dia na área de IT, internacionalmente vem tudo via linkedin, nacional, Lisboa e Porto, mais de 50% é só via linkedin.
          Não tenho linkedin, mas reconheço-lhe o valor.

        • Miguel says:

          Pensamento errado meu caro. Lê um pouco, atualiza-te e rapidamente percebes que esta é uma excelente ferramenta para quem quer contratar e para quem quer encontrar emprego. Posso te adiantar que se por acaso estiveres na área de TI, recebes diversas propostas por Linkedin.

          • GM says:

            Não é a minha área, neste momento e desde 2012 sou profissional independente. Mas acredita, se quisesse ser novamente trabalhador por conta de outrem, ou se pretender contactar algum profissional para algo que necessite, não é seguramente por “redes sociais”, nem sequer esta. Simplesmente, não acredito nas informações prestadas, e muito menos no conceito.

          • Antonio Salaraz says:

            Não acredita nas informações prestadas? E se a pessoa que vai contratar lhe enviar uma carta, lhe telefonar e lhe contar um monte de mentiras já acredita?
            Claro que os perfis linkedin é para fazer um filtro, posteriormente as empresas estão interessadas em n perfis que vão contactar, talvez cheguem ao processo de recrutamento, vão fazer testes, passar entrevistas. Adianta muito mentir!!! Se for na área de TI é contratado 3-6 meses as experiência não demonstra o que dizia no perfil bye bye.
            Você vive noutro planeta, ou não entende mesmo nada de nada.

    • Pedro Pinto says:

      A rede social Linkedin apareceu em 2003 e desde essa altura que se tem destacado de outras redes sociais, sendo direcionada para contactos profissionais uma vez que junta, numa só plataforma, profissionais e empresas.

    • Vitor Correia says:

      É normal, para servente de pedreiro não ha muitas ofertas 🙂

  2. jedi says:

    É pena que só as empresa de recursos humanos e consultoria, é que utilizam mais e entram em contacto. Empresas mais tradicionais continuam a preferir colocar anúncios em determinados sites.

  3. Daniel says:

    Um artigo para aprender a criar uma conta num local tão intuitivo como o LinkedIn?
    Falta de conteúdos?

    • Pedro Pinto says:

      O Linkedin é tudo menos intuitivo… Felizmente não temos falta de conteúdos mas também não escrevemos para gente que sabe tudo 😀

      • Daniel says:

        Não é intuitivo? Em que parte?
        Achas que os UI/UX designers andam a dormir?

        • Rui says:

          O LinkedIn é intuitivo? Vou ali e venho já!
          Eu tive durante anos só com informação básica, porque não estava para perder tempo a configurar e a perceber onde ir para mudar o que quer que seja. Só no último ano é que actualizei e mesmo assim passei por uma resma de páginas a avisar que já estava quase e ía ter mais não sei quantas de visualizações a mais ou a cima da média……

  4. lulu@rroz says:

    Isto não interessa a 99.8% dos trabalhadores portugueses.

    Só a 0.2% que tem altos cargos ou muito especializados e gostam de saltar de empresa em empresa!

    • Rui says:

      É um cartão de visita!
      Porque como diz e bem, as funções muito especializadas, são ocupadas por profissionais que normalmente não colocam no facebook a avisar que andam à procura de emprego ou estão interessados em mudar de empresa!

      Para os empregadores, têem logo numa pesquisa uma lista infindável de profissionais que se enquadram no perfil! E tudo isto sem marcar uma única entrevista (só é utilizada numa fase mais avançada).

      • GM says:

        Fazem logo uma pré-selecção, não é? Pois, mais uma razão para não ter “perfil”. Não sou elemento de catálogo! Aliás, no relativamente curto espaço de tempo que tive “perfil” activo, não me lembro de ter recebido algum contacto de interesse. Da minha parte, não fiz qualquer contacto. Eu quando pretendo contactar algum profissional, faço-o por conhecimento pessoal, ou por indicação de terceiros. Não vou “à lista telefónica” e ligo ao primeiro que aparece. Muito menos numa “rede social”. Agora, já o fiz e faço-o regularmente, numa lista de profissionais disponibilizada pela entidade que regula esses profissionais. Coisas diferentes!

        • Tx2 says:

          Não deves precisar então, mas é a mesma coisa que ir entrega o teu cv a uma empresa, tenho perfil criado e, sem nunca ter tido a iniciativa, já tive meia dúzia de propostas para fazer entrevista pessoalmente ou por Skype

          • GM says:

            Podes dizer que é QUASE a mesma coisa, pois se entregas em mão o teu CV, seja candidatura espontânea, seja em resposta a uma oferta de emprego, tem o teu cunho pessoal, dás a tua cara. Aqui, no meu entender, é mais um na prateleira. Pick one.

        • Toni da Adega says:

          “Eu quando pretendo contactar algum profissional, faço-o por conhecimento pessoal, ou por indicação de terceiros.”

          Basicamente por cunha.

    • António Fagundes says:

      Saltar de empresa em empresa é uma boa forma de alavancar bons ordenados, em 10 anos voltas ao ponto de partida e com o dobro do ordenado 😉

  5. Rui says:

    Utilizo (a versão gratuíta), mas tem um enorme defeito que é a ausência do português verdadeiro! Só tem a versão de português com sotaque e associado a esse facto, só dá sugestões inúteis que se passam no Brasil!
    Acho admirável existir à tanto tempo a Microsoft em Portugal e ainda não terem “traduzido” o Linked In para português europeu e darem sugestões que talvez nos interessem, porque os artigos que recebo vão direitinhos para o lixo!

    • Redin says:

      Ou não te explicaste bem ou eu é que não percebi. Não se recebe nenhum artigo, portanto, não tens que enviar nada para o lixo.
      É suposto apenas leres as publicações dos artigos que foram colocados pelos profissionais e/ou empresas que segues.
      Um profissional no Linkedin não é um perfil facebook. Portanto a capacidade de importância nesta rede, ultrapassa as exigências a nível de edioma, até porque o inglês será a mais usada e estando num mercado global, tem mais sentido ser assim.
      Só cá está quem quer tirar partido profissional desta ferramenta. Para a “conversa da treta” seguem o caminho do perfil no facebook.

  6. Fernando Maia says:

    Fico perplexo com o teor da maioria dos comentários. O Linkedin é uma ferramenta fundamental nos contextos profissionais, até para recolher informação de grupos de interesse e comunidades de prática.
    Esta realmente a milhas de ser intuitivo e bastante invasivo, mas é incontornável. Merecia até uma visita mais aprofundada do pplware.

  7. Domingas Maria Sanha says:

    Gostei muito

  8. carlos p says:

    Linkedin é como se fosse ir ao jn procurar emprego? xd.

    a uns anos todos agarravam ao jn para procurar emprego

  9. Redin says:

    Faz falta informar como educar a forma de obter um contacto.
    Um pedido de contacto sem qualquer nota prévia de introdução, tem 95% de possibilidade de ser recusado.

  10. Toni da Adega says:

    Penso que mais importante seria um artigo a explicar o que é o linkedin porque lendo os comentários a maioria das pessoas não fazem ideia do que é o linkedin.
    Bem utilizado é uma boa ferramenta onde o nosso perfil é basicamente um CV em formato digital. Muitas empresas e recrutadores utilizam esta plataforma para pesquisar e recrutar profissionais em áreas especificas.

    Por vezes as empresas nem sequer publicam que estão a contratar para não serem inundadas com CV’s, é mais eficaz utilizar plataformas destas.
    Em certas áreas é garantido que no prazo máximo de 1 semana tem mais que uma entrevista de emprego marcada.
    O trabalho onde estou foi através do linkedin, após ir ás entrevistas, na mesma recebi 2 propostas e isso até me permitiu negociar melhores condicoes (Empresa B ofereceu +400€ mes que empresa A).

    Mas esquecam tudo isso é mais fácil andar a queixar-se o resto da vida

  11. Vitor Miguel Correia says:

    Só não entende o LinkedIn quem não percebe o que é e para que serve. É apenas a maior rede profissional do mundo e uma janela para a próxima contratação ou emprego. Quem ainda não se apercebeu, ou desconhece, ou não tem visão.

  12. João Lexus says:

    Entendo tudo o que se diz relativamente a quem procura emprego e quem procura empregados. Tudo maravilhoso até aqui de facto.

    Outra perspectiva:
    Dás a tua vida pessoal toda e depois a Linkdln factura forte e feio com os teus dados mas tu recebes zero.
    Quem paga tem acesso a todos os dados e quem não paga não tem acesso a nada mesmo tendo lá os dados introduzidos.
    É um belo esquema de espionagem e de facturação.
    Amanhã eu, por exemplo, fico hypermiliopnário e decido comprar a linkdin… Ganho acesso a tudo.

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