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Superkilonova: a dupla explosão que nunca antes foi vista

Uma equipa de astrónomos, recorrendo a numerosos telescópios, descobriu uma possível superkilonova que explodiu não uma, mas duas vezes. As evidências mostram que este evento invulgar poderá ser uma superkilonova inédita, ou seja, uma kilonova desencadeada por uma supernova. Os astrónomos já tinham teorizado a existência de um fenómeno deste tipo, mas nunca tinha sido observado até agora.


Dupla detonação: nova imagem revela os restos de uma estrela destruída por duas explosões

Pela primeira vez, os astrónomos conseguiram evidências visuais de que uma estrela terminou a sua vida com duas explosões consecutivas. Estudando os restos da supernova SNR 0509-67.5, com centenas de anos, através do telescópio VLT do ESO, os cientistas identificaram padrões que confirmam este fenómeno raro. Esta descoberta ajuda a compreender melhor algumas das explosões mais importantes do Universo.

Ilustração de evidências visuais de que uma estrela terminou a sua vida com duas explosões consecutivas


Estreia! IA descobriu uma supernova sem intervenção humana

Pela primeira vez, a Inteligência Artificial (IA) conseguiu detetar uma supernova sem intervenção humana.

Supernova


Estrela que vai explodir numa supernova está mais perto da Terra do que se pensava

A gigante Betelgeuse, é uma estrela de brilho variável e é das que se podem ser vistas da Terra. Contudo, esta está destinada a explodir como uma supernova. Os astrónomos descobriram agora que afinal o astro está 25% mais perto de nós, a uma distância de 530 anos-luz.

Esta estrela, que é mil vezes maior que o nosso Sol, irá explodir como uma supernova. Este é um dos mais violentos e espetaculares eventos de todo o Universo.

Imagem da estrela gigante Betelgeuse que estará para explodir numa supernova. A estrela mais próxima da Terra

 


Astrónomos podem ter encontrado estrela de neutrões perdida há décadas

Quando uma estrela morre e se dá uma supernova, é natural que se forme uma estrela de neutrões. Em fevereiro de 1987, os astrónomos assistiram a uma enorme supernova, a cerca de 160 mil anos-luz, a mais próxima da Terra em muitos anos. Contudo, não registaram a formação de nenhuma estrela de neutrões que deveria ter sido deixada como rasto.

Agora, os astrónomos puderam finalmente ver a estrela morta há mais de 30 anos, presente naquilo que resta da supernova de 1987.

Astrónomos podem ter encontrado estrela de neutrões perdida há décadas