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Kaspersky Security Cloud: a segurança online adaptável ao utilizador e baseada na cloud

A segurança e privacidade na Internet são dois dos temas do momento. Têm sido vários os episódios comprometedores nestas duas áreas e os utilizadores andam atentos à atualidade, procurando sempre defender-se de hipotéticas ameaças.

A Kaspersky Lab, empresa bastante reconhecida pelas suas soluções de segurança na Internet, apresentou recentemente, num evento decorrido em Madrid, a sua nova gama de serviços Kaspersky Security Cloud. Este novo esquema de segurança-como-um-serviço promete tranquilidade e proteção para os utilizadores menos acostumados com estas ferramentas.


Kaspersky apresenta as novas versões de segurança multi-device

Soluções para proteger o mais importante

À semelhança de anos anteriores, o Pplware esteve presente no evento da Kaspersky Lab, em Madrid, onde pudemos conhecer de perto a apresentaação das novas versões das soluções 2016 de antivírus e proteção da Kaspersky, nomeadamente para multi-dispositivos.

A empresa russa mostrou, mais uma vez, estar à frente neste seguemento, o que pode ser constatado nas funcionalidades desta nova versão do Kaspersky Internet Security MD e Kaspersky Total Security MD para 2016.

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Android tem 10 milhões de aplicações maliciosas

Em finais de Janeiro de 2014, a Kaspersky Lab havia já acumulado cerca de 200.000 amostras únicas de malware para dispositivos móveis, mais 34% desde Novembro passado, já que o número de programas maliciosos móveis registados há apenas dois meses era de 148.000 amostras.

Estes dados confirmam o crescente interesse por parte dos cibercriminosos em atacar os sistemas operativos móveis, especialmente o Android, que em Janeiro já alcançou os 10 milhões de aplicações maliciosas, de acordo com os dados da Kaspersky Lab.

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Computadores do Governo Português alvo de intrusões…

…através do Adobe Reader

Os computadores do Governo Português foram alvo de intrusão. O alerta foi dado pela Kaspersky Lab que, em conjunto com o laboratório húngaro de Criptografia e Sistemas de Segurança (CrySyS),  detectaram intrusões em computadores de entidades governamentais de vários países, entre os quais se destacam Portugal, Ucrânia, Bélgica, Irlanda, Roménia e República Checa. O ataque foi feito recorrendo à vulnerabilidade do Adobe Reader.

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