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Há seguros para smartphones inúteis! É dinheiro deitado fora…


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. David Guerreiro says:

    É o que venho dizendo há muitos anos, mas mesmo assim há imensas pessoas a contratar esses seguros, e a reclamarem dos mesmos.

  2. lino says:

    Esses seguros são quase sempre impingidos no acto de compra. É logo de desconfiar.

  3. Filipe says:

    Tenho seguro Worten no meu Iphone X, e já tive no anterior. Estou totalmente satisfeito, parti o ecrã e o seguro cobriu, tendo apenas que descrever a situação.

    • Antoninho Pitágoras says:

      E meteram um ecrã oficiam Apple, ou aquelas réplicas que a peneis worten põe agora?

    • Nonnus says:

      Falta dizer que quando pediu para activar o seguro teve de pagar um valor, além do valor que paga mensalmente.

      • Pedro E. says:

        Claro, caso contrário, fazia um risco no ecrã do telemóvel e o seguro lá tinha que pôr um ecrã novo. É chamada franquia e serve para proteger a seguradora de clientes abusivos. Assim como há empresas que “enganam”, há clientes que cometem fraude.
        Eu por mim, sou muito cuidadoso e nunca me aconteceu nada ao telemóvel, daí não fazer sentido eu ter seguro. Mas acredite que já vi pessoas que a cada 3 meses precisar de chamar o seguro porque partiram o telemóvel e a quem compensou muito o seguro.

  4. Marisa says:

    “Se houve um mau trato ou mau uso propositado do equipamento, não é coberto pela garantia legal, daí o incentivo das superfícies comerciais para que o consumidor adira a estes seguros que, supostamente, seriam uma extensão da garantia [entre um e cinco anos, após a garantia, sendo a maioria de um ano]… A maior parte das vezes não cobrem! …O seguro não cobre tudo”
    Acho que aqui se estão a confundir duas coisas: extensão de garantia VS seguro contra danos. São coisas diferentes, que cobrem situações diferentes. Há pelo menos 6 anos que contrato seguro contra danos nos telemóveis que compro e sempre, sem excepção, cumpriram o pressuposto. Já me reembolsaram o valor do equipamento e já me trocaram ecrãs partidos sem custos. A única situação que é preciso compreender é a diferença entre um roubo e um furto, que é algo que a grande maioria das pessoas não compreende ou não quer compreender.
    Já se estivermos a falar de extensões de garantias, obviamente um ecrã partido ou um roubo não estará coberto. Acho que aqui já entramos no bom senso de toda a gente, sem excepção, ter que ler as cláusulas. E se o funcionário que propôs a extensão de garantia ou seguro estiver a fazer pressão, basta pedir para aguardar, pois tem o dever (e o direito) de ler tudo devidamente.
    Por isso, atenção àquela cotação, pois se foi realmente dito daquela forma, a própria DECO não sabe do que fala.

    • GM says:

      Diferença entre roubo e furto: nenhuma, em ambas as situações fica sem o bem. Apesar da definição ser: “A diferença entre roubo e furto está no modo como cada um desses atos ilícitos são praticados. O furto é caracterizado por não haver episódio de violência ou ameaça contra a vítima. Já o roubo consiste na ocorrência de ameaça ou violência contra quem está sendo roubado. ”
      https://www.diferenca.com/furto-e-roubo/

      • bruno says:

        Claro que é diferente, para as seguradoras…

      • Marisa says:

        Dizes que não há diferença e depois explicas a diferença em que ficamos? Tu realmente ficas sem o equipamento, mas a forma como ficas sem ele é essencial para determinar se foi propositado ou não. É como disseram noutro comentário, que derrame acidental de líquidos não é o mesmo que colocar o equipamento em água. Mas é facto de podes ficar com ele estragado na mesma. Com o furto é igual. Se furto for considerado coberto pelas seguradoras, tu podes facilmente “esquecer” o telemóvel ou até esconde-lo de forma a ter outro. As seguradoras podem não ser boazinhas, mas acima de tudo não são estúpidas. E nós, consumidores, temos direitos para também temos deveres.

        • GM says:

          É diferente apenas para as seguradoras, como referiu o Bruno. Claro que existe sempre a hipótese do “furto”. Se dizes que as seguradoras não são estúpidas, eu digo que elas são é espertas, pois mediante um conceito ou outro, é motivo para se descartarem da responsabilidade, os relatos são mais que muitos e em todo o tipo de seguros. Até o roubo, pode ser um “roubo” para cair dentro dos riscos cobertos (seguindo as definições acima explanadas).

          • Marisa says:

            GM estamos a confundir batatas cozidas com batatas fritas. Qualquer pessoa que venda um serviço tem a responsabilidade de informar a(s) pessoa(s) a quem o vende das respetivas características. E qualquer negócio tem que ser rentável. Vamos supor que estavas tu à frente de uma seguradora; ias propositadamente cobrir todos os casos de roubo ou furto? Ias à falência. Um seguro, seja ele de telemóveis, casa, carro ou whatever tem determinadas características que tu, enquanto comprador e cidadão deves saber, seja por ler o que está lá quando te é apresentado o contrato ou porque o vendedor te informa. Roubo e furto não são iguais da mesma forma de batatas fritas e batatas cozidas não são iguais. E, segundo a tua lógica, seria como se fritas ou cozidas fossem iguais. Há que saber distinguir as coisas, da mesma forma que a senhora da DECO que prestou estas declarações tem que saber distinguir “extensão de garantia” de “seguro contra danos”. Eu subscrevo seguros há 6 anos, como disse, e nunca tive um único problema e já tive que ativar em diferentes seguradoras. Com certeza não sou a pessoa mais sortuda, pois se assim fosse nem de seguro precisava. Mas dou-me ao trabalho de ler. Nem que seja a um domingo à tarde, quando as lojas estão atoladas de gente, e quem me está a vender o serviço “que se lixe” e que aguente a espera.

          • GM says:

            Bom exemplo, esse das batatas fritas ou cozidas. São sempre batatas. Então, se for para cobrir o risco de levar no focinho e ficar sem o tm, o seguro cobre (desde que haja participação às autoridades mesmo que seja contra desconhecidos, nomeadamente não havendo testemunhas). Se levar o telefone para o ginásio, deixar o telefone (desligado, já agora, para passar despercebido) dentro do cacifo, fechado, o seguro já não cobre. Ou, no parque de estacionamento, nas mesmas condições, o seguro já não cobre. Ou, no metro, ser privado do meu tm por furto, o seguro já não cobre. Resumindo, apesar das letrinhas pequenas ou grandes, inclusões ou exclusões, o “mercado” dos seguros destina-se apenas a sorver o dinheiro das apólices . O pagamento das indemnizações é quanto menos melhor.
            Quando é apresentado o”produto”, nomeadamente nos pontos de venda dos equipamentos, o seguro serve apenas para repor ou incrementar os valores de venda dos equipamentos.

          • Marisa says:

            GM, sinto que estamos a andar em círculos porque não consegue perceber uma coisa tão simples quanto a má fé e o facto de existirem diferenças comprovadas entre A e B. O furto não está previsto por causa de actos de má fé em que as pessoas deliberadamente poderiam activar o seguro para terem direito a reembolso quando na verdade nem ficaram sem telemóvel. E agora pergunta “e aquelas pessoas que partem deliberadamente o telemóvel?” Óptima pergunta e ponto de vista. Mas quem parte deliberadamente o telemóvel, fica sem o telemóvel; quem activa o seguro por furto, pode facilmente ficar com o telemóvel e ainda ficar com o dinheiro. É por situações mesquinhas destas que as seguradoras se protegem. Mas, se precisar de activar os seguro para aquilo que efectivamente eles servem bem (como o caso dos danos), não fica mal servido. E, posto isto, ficamos cada um com a sua opinião 😉

      • Vitolas says:

        É nenhuma mas afinal tem diferenças lol
        Posso desde já dizer que os seguros só cobrem se houver lugar a roubo,e tem de haver uma participação na policia mesmo que contra desconhecidos,só assim eles se responsabilizam.

  5. Filipe F. says:

    Os da Fnac são péssimos. Trabalham com uma companhia chamada SPB…
    Para terem uma ideia alem dos preços caros, qualquer telemóvel arranjado por eles à prova de agua, deixa de o ser. Eles dizem mesmo na folha de reparação que depois de aberto deixa de ser estanque à agua (ou melhor, perde a norma IP68 ou IP67 consoante o caso).
    Alem disso, podem se assim o entenderem meter peças não originais, como baterias de terceiros ou ecrãs de terceiros desde que o produto corresponda às mesmas especificações.

    Portanto, na FNAC, a não ser em furto ou roubo, se o telemóvel for para arranjar e for um telemóvel dos ‘caros’, preparem-se para peças não oficiais e perder características inerentes ao mesmo como a resistência à agua.

    Noutras empresas a coisa não é muito diferente, mas neste caso exemplifiquei algo que sei e por mais do que um cliente.

  6. Filipe F. says:

    Já agora a titulo de sugestão, a quem quer mesmo seguro, existem seguros na Revolut, bem mais em conta do que os que as lojas de cá fazem (Ex: um S10+ fica a 49€/ano com franquia 35€). Cobrem tudo menos furto ou roubo.
    Por um valor 3 a 4 vezes menor do que as lojas de cá cobram vale a pena na maioria dos casos. Penso que só para iPhone é que os valores já são mais altos.

  7. golo says:

    foi coisa que até hoje nunca me convenceu, por isso nunca aderi a seguro algum para equipamentos electrónicos, especialmente smartphones, isso é andar a encher os bolsos a sangsugas, as probabilidades de furto, danos, etc, são muito pequenas para não dizer nulas, logo é uma mina de ouro a apanhar pessoal a pagar por um serviço que dificilmente vai usar, e o mais ridículo ainda é as clausulas que muitos seguros tem para escapar a pagar quando são activados.

  8. Joao Ptt says:

    Pagar por seguros, só se for integrado em garantias por parte do próprio fabricante no âmbito do alargamento da garantia tanto no período de tempo de cobertura, como coisas extra cobertas pelo próprio fabricante além daquelas que legalmente são obrigatórios. Os restantes parecem basicamente deitar dinheiro para a fogueira.

  9. Jorge Oliveira says:

    Quem diz que os seguros é deitar dinheiro ao lixo foi porque nunca teve nenhum azar… já fui vendedor de uma dessas grandes superfícies, já vendi muito seguro sim, principalmente quem comprava por crédito muitas vezes 24m, acho que era chato ter um azar e partir o telemóvel todo, ficar sem ele e ter que pagar a mensalidade até ao fim… é chato mas apanhei muitos casos de telemóveis recém comprados em que não fizeram seguros e depois tiveram azares e voltaram a loja para ver se dava para fazer alguma coisa… os seguros são caros? são sim, mas os tlm tb estão cada vez mais caros…

    • mlopes says:

      quem não tem dinheiro para telemóveis caros compra mais baratos e com o dinheiro que tem, não com o dinheiro que pede emprestado.
      comprar um telemóvel a prestações é umas das maiores demonstrações da estúpida sociedade consumista em que, infelizmente, vivemos

  10. PoPeY says:

    O pessoal tem é que ter atenção às clausulas do seguro.

    Por exemplo, derrame acidental de líquidos não é a mesma coisa que mergulhar dentro de agua… Furto e roubo não são sinónimos.

    Ás vezes o pessoal reclama porque ao descrever a situação, descreve que aconteceram coisas que a apólice não cobre. depois pufff…

  11. BlackFerdyPT says:

    Os supostos “seguros” para smartphones, em Portugal, são mais um “truque para [palavra omitida]” (como, aliás, são a maior parte dos seguros, em geral – pois, se os seguros compensassem, para o comum cidadão, já as empresas de seguros tinham ido à falência – e não andavam atrás das pessoas a convencê-las a aderir aos mesmos).

    Talvez a maior preocupação de qualquer pessoa que tenha um smartphone caro (e que seja responsável e minimamente cuidadosa com os seus equipamentos) é o possível *roubo* do mesmo.

    Ora, acontece que, mesmo que se apresente uma queixa na esquadra por roubo de um smartphone, é política das companhias de seguros portuguesas só pagarem o seguro se houver uma testemunha de tal roubo.

    https://tek.sapo.pt/mobile/equipamentos/artigos/deco-alerta-consumidores-para-seguros-inuteis-de-extensao-de-garantia-dos-smartphones

    E, desde quando é que alguém costuma ser roubado quando está em grupo? Não é, pelo contrário, a grande maioria dos roubos feita exactamente quando alguém é apanhado sozinho?

    (Se não quiserem arriscar perder muito dinheiro, o melhor é mesmo ficarem pelos smartphones baratos…)

  12. ToFerreira says:

    Os seguros são como os casinos, sabemos à partida que vamos perder dinheiro, porque estão feitos para dar sempre lucro “à casa”.

  13. Ricardo Mota says:

    Boas. Tenho seguro Gadget do ActivoBank. Ao sair do carro, bati com a mão no volante e o iPhone X saltou para a estrada. Partiu ecrã e vidro traseiro. Fiz participação, veio a peritagem, descrevi o que aconteceu. Deram-me o valor de 1 novo. Isto passado 1 ano. Para reaver o dinheiro do IVA, enviei-lhes a Fatura da compra do novo. Demorou 1 mês mas funcionou. Como teve perda total, no novo fiz nova apólice pelo mesmo valor.

  14. Ricardo Mota says:

    (correção do comentário anterior)

    Boas. Tenho seguro Gadget do ActivoBank.

    Ao sair do carro, bati com a mão no volante e o iPhone X (que tinha +- 1 ano) saltou para a estrada e partiu ecrã e vidro traseiro.

    Fiz participação, veio a peritagem, descrevi o que aconteceu.

    Deram-me o valor de 1 novo.
    Para reaver o dinheiro do IVA, enviei-lhes a Fatura da compra do novo.

    Na totalidade o processo demorou 1 mês mas funcionou.
    Como teve perda total, no novo, fiz nova apólice pelo mesmo valor.

  15. Rafael Duque Da Mata says:

    Boas!
    Não querendo ser “mau feitio” mas:
    “Há seguros para smartphones inúteis! É dinheiro deitado fora…”
    ou seria:
    “Há seguros inúteis para smartphones! É dinheiro deitado fora…”
    ?

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