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Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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11 Respostas

  1. arc says:

    Enquanto foram Roger Waters, Nick Mason, Richard Wright e Syd Barrett, bons tempos passados com eles. Depois, …não são a mesma coisa.

    • ungatz says:

      o que isso quer dizer mesmo?

    • dajosova says:

      respeito a tua opinião mas não comas da mesma gamela…
      o Guilmour deu um excelente contributo à banda.

      o facto de o Waters e ele terem estilos diferentes… Pink Floyd não é Pink Floyd sem nenhum dos dois… ainda que o o Waters já tenha saído há bastante tempo.

      PF é a minha banda de eleição; mto provavelmente uma das melhores bandas de sempre

  2. pedro says:

    Pink Floyd é David Gilmour ….

    • N.Vale says:

      Concordo. Os maiores sucessos e êxitos de vendas têm a voz e o cunho de autor de David Gilmour. As músicas de Roger Waters são um testamento enfadonho em composições musicais desinteressantes. O único mérito de Roger Waters foi ter sido um dos fundadores da banda. E deitou-se a dormir à sombra. Não foi à toa que se zangaram e cada um seguiu o seu rumo. Curiosamente, David Gilmour compos inumeras canções para outros artistas, e fez a sua carreira a solo. Rogers Waters continua fazer espectáculos com as mesmas musicas de há 30 e 40 anos, algumas delas escritas com a colaboração de David Gilmour.

  3. Redin says:

    Ainda não existia o audio multicanal 5.1 e eu já ouvia este fantástico som em cartuchos de quadrifonia no carro do meu pai, isto nos anos 70.

  4. censo says:

    Pink Floyd é Pink Floyd !

  5. George Orwell says:

    Podem não ser a melhor banda de sempre, mas ao vivo, ninguém os bateu.
    Tive o prazer de os ver, ao vivo, no verão de 1994, no então Estádio José de Alvalade, transformado de covil de leões em palco de um dos mais alucinantes e visuais espectáculos que a história teve oportunidade de presenciar.
    Nele, a sua música passando em revista todo o seu histórico repertório, já era, por si só, mais do que suficiente para esgotar toda a capacidade do estádio em dois dias de concertos ( não ficaram bilhetes por vender ) . Mas toda a parafernália de efeitos especiais, incluindo fogos de artifício, explosões, autentico OVNIS simbolizado a suas temáticas esvoaçando pelo estádio, cores, projecções etc. ., faziam dos espectáculos aos vivo Stones ou dos U2 parecer uma simplória festa na sala de bailes da freguesia.

    Os dois concertos consecutivos que aqui deram nesse ano 1994 foram o ponto mais alto da programação de Lisboa – Capital Europeia da Cultura que coincidia com a inauguração da tournée europeia dos Pink Floyd, o que fez com que uma boa parte da relva do estádio fosse ocupada por um batalhão de jornalistas das mais diversas proveniências, os quais, tal como eu, não foram parcos nas suas palavras ao descreverem o que lhes foi dado a presenciar.

    Como é sabido, o seu LP “Dark Side of the Moon”, para mim o que de melhor fizeram, consta no Guiness Book com o recordista de permanência nos Tops, transversal a décadas e gerações.

    E que dizer do LP que se lhe seguiu, “Wish You Were Here” contendo “Shine on You Crazy Diamond” e a do mesmo título do álbum, ambos dedicados ao ex-colega Syd Barrett que entretanto tinha ficado fora de combate abatido que foi pelos excessos psicadélicos ?

    Finalmente “The Wall” contendo o hino que os alunos mais gostam “Hey Teacher, leave he kids alone” que tanta polémica causou. Quis o destino que esta temática de “The Wall” tivesse na semana que passou um inesperado e radical incremento.

    É que, nos USA, agora presididos por um magnata da construção civil, espécime que aqui é, em regra, referenciado por “pato bravo”, e cujo nome começa pela mesma letra da palavra “terror”, veio esta semana instigar os professores a darem aulas armados, ao que se presume, com metralhadoras AR15 com “upgrade” que as torna automáticas e idênticas às armas de guerra M16 cuja cadência de tiro é muito superior a cem balas por minuto ( há que contar com as aulas plenárias e em anfiteatro ).
    Certamente que o professor a colocará, carregada e destravada, na ”frontline” em cima da secretária com o cano voltado para o inimigo … o estudante. Revela-se agora, claríssima como a água, a razão pela qual nas escolas existem tantos chumbos.

    E Trump nem sequer dispensou os professores de História e Filosofia, muitos deles autênticas metralhadoras falantes enquanto os alunos, quais marines, travam intermináveis batalhas navais, porta-aviões ao fundo e mais alguns submarinos ou, em alternativa, disparam um olhar cúmplice à bonita colega do lado depois de uma prolongada mira. Um clássico !

    Vale que Trump se esqueceu de instigar algo mais para cobrir a retaguarda dos professores de Matemática, aqueles que mais chumbam e que ainda têm de ceder a sua retaguarda para as demonstrações matemáticas no quadro.

    E tudo isto é legal, a coberto de inalienável garantia constitucional decorrente de uma segunda emenda, com foros de delaração universal de direitos humanos, aparentemente sem remenda possível, justamente o contrário do slogan de Obama, “No, We can’t”, emenda inspirada nos tempos do General Custer e do Buffalo Bill, bravíssimos heróis de fuzil em punho contra os arcos de flechas dos, invariavelmente maus da fita, Apaches e Sioux, cujos chefes tinham nomes como “Touro Sentado” ou “Veado” denotando assim uma grande adversidade bélica só combatível pela lei da bala.
    Não é por acaso que até o mais popular dos pastores baptistas desaparecido esta semana, Billy Graham, chamavam de “metralhadora de Deus”, um sacrilégio face ao segundo mandamento da lei mosaica ( não confundir com segunda emenda constitucional ), para não falar no quinto mandamento. Atirar na “mouche” simultaneamente em dois mandamentos é mais insondável que a física quântica.

    Enfim, “The Wall”, coisa que em que o construtor civil e agora presidente Trump mais se destaca, no seu melhor, e que os Pink Floyd já tinham antecipado.

  6. dajosova says:

    lamentavelmente nunca os vi ao vivo… apenas o Roger Waters e mesmo assim é de arrepiar… um senhor!
    duvido que voltem a atuar mas é de enaltecer a atuação que deram lado a lado num concerto de caridade (Gilmour convidou o Waters) e foi simplesmente espetacular… mostrando que a união em prol de causas mais nobres supera a divergência de opiniões e personalidade!

    PF…. to the (dark side of the) moon !!!!!!!!!!!

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