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Teste de velocidade humilha a Microsoft e revela um Windows 11 muito lento

Ainda que seja o sistema operativo mais usado no planeta, o Windows ainda tem muito espaço para melhorar. A Microsoft tem traçado esse caminho, mas aparentemente este não tem sido um percurso uniforme. Uma comparação recente veio mostrar que afinal, o Windows 11 estará muito atrás dos seus antecessores.


Teste de velocidade desafia a Microsoft e o Windows 11

A Microsoft tem procurado, ao longo dos anos, convencer os utilizadores de que as suas versões mais recentes do sistema operativo são sinónimo de maior eficiência e rapidez. No entanto, um recente comparativo colocou à prova as últimas seis gerações do Windows, e os resultados contrariam a narrativa da gigante de Redmond.

Neste teste de velocidade, o Windows 11 ficou, de forma surpreendente, em último lugar na grande maioria das categorias, levantando questões sobre a otimização do software moderno em hardware mais antigo. A experiência foi realizada num portátil com hardware datado, especificamente um Lenovo ThinkPad X220, para avaliar como cada sistema operativo gere recursos limitados.

Foram confrontadas seis versões: XP, Vista, 7, 8.1, 10 e Windows 11. O objetivo era simples: medir a velocidade de arranque, a gestão de memória RAM e a capacidade de resposta em tarefas quotidianas. Embora a Microsoft recomende hardware moderno para o seu sistema mais recente, a discrepância de desempenho foi notória.

Falta de velocidade do Windows 11 e consumo de recursos

O Windows 11, apesar de prometer tecnologias como o “Fast Boot”, registou o tempo de arranque mais lento de todos, demorando significativamente mais a apresentar um ambiente de trabalho funcional do que os seus antecessores. Em contraste, o Windows 8.1 destacou-se como o mais rápido a iniciar, mostrando uma leveza que se perdeu nas iterações seguintes.

Os testes de gestão de memória e multitarefa foram severos para a atual aposta da Microsoft. Numa prova de stress que consistia em abrir o máximo de separadores num navegador até atingir o limite de memória, o Windows 8.1 conseguiu manter uns impressionantes 252 separadores abertos. O Windows 11, pelo contrário, colapsou com apenas 49 separadores, demonstrando um consumo de recursos de fundo muito superior.

Mesmo em tarefas básicas, como a abertura de aplicações nativas, a velocidade do sistema mais recente deixou a desejar, ficando atrás de versões com mais de uma década. A exceção onde o Windows 11 não foi o pior, mas sim o segundo melhor, foi na transferência de ficheiros, onde o Windows 10 ganhou. Os resultados mostram que, embora o Windows 11 traga maior segurança e funcionalidades modernas, o “preço” a pagar é um peso excessivo sobre o hardware, algo que a Microsoft terá de otimizar.

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